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A UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR DE FÍSICA: LEMBRANÇAS DE UMA ALUNA DA LICENCIATURA

Desiane Maiara Gomes Dos Santos, Jair Stefanini Pereira De Ataíde

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XIII
Ano
2011
Data
08/06/2011
Linha de pesquisa
Tecnologias Da Informação E Comunicação E O Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## A UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO SUPERIOR DE FÍSICA: LEMBRANÇAS DE UMA ALUNA DA LICENCIATURA

## USING INFORMATION AND COMMUNICATION TECHNOLOGY IN PHYSICS HIGHER EDUCATION: MEMORIES OF A GRADUATION STUDENT

Desiane Maiara Gomes dos Santos 1 , Jair Stefanini Pereira de Ataíde 2

1 UFCG/CES/UAE, desiane.gomes@gmail.com

2 UFCG/CES/UAE, jairstefanini@yahoo.com.br

## Resumo

As Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) tem se tornado um importante recurso pedagógico no processo de ensino e aprendizagem, pois a mesma tem conquistado um espaço importante no processo educacional, permitindo a cada dia inovações. A abordagem que faremos neste preza por mostrar a utilização das TICs no Curso de Licenciatura em Física, onde a grade curricular é composta por quarenta e sete disciplinas, percebendo como elas foram trabalhadas e a importância das mesmas no Ensino Superior. Muito estamos preocupados com a melhoria do Ensino de Física no Ensino Médio, mas temos muito que nos deter ainda a qualidade e melhoria no Ensino Superior de Física. Os estudos referentes à evasão são poucos, porém eles mostram que nos cursos de Física esse índice tem sido altíssimo. Então, as TICs seriam boas alternativas de se trabalharem, não apenas como utensílio/ferramenta para facilitar a vida do professor universitário, mas para proporcionarem aos futuros licenciados uma visão de como podemos ter alternativas no Ensino de Física que funcionam, pois as mesmas foram válidas quando estavam cursando Física. Não se pode ser apenas criativo, inventivo apenas nas salas de aulas do Médio, mas muito mais na Graduação sabendo e conseguindo romper o óbvio. Eis então as TICs, oportunidade das Universidades não estarem distantes da realidade, começando neste ciclo a disseminação delas. Dentro do contexto, o artigo mostra como as TICs foram utilizadas nas trinta e seis disciplinas já cursadas pela licencianda, mencionando ainda alguns softwares que foram utilizados.

Palavras Chaves: TICs, Ensino Superior de Física, mediação pedagógica

## 1. Introdução

Ao falarmos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) inseridas no Ensino de forma ampla e geral, estamos buscando reflexões sobre a aprendizagem significativa, uma vez que a mesma se trata de indagações de como o ensino e as atividades práticas educacionais estão sendo realizadas de forma que proporcione a construção coletiva do conhecimento, sendo o professor o facilitador do ensino aprendizagem. Baseados nas mediações pedagógicas, especificamente na utilização das

TICs, iremos nos deter ao Ensino Superior, trazendo neste alguns levantamentos e até questionamentos de como tem ocorrido à difusão, mencionando até um pensamento de Feitosa (2004) que diz:

'A Mediação pedagógica a ser conduzida pelo professor é caracterizada pelo seu comportamento de facilitador, incentivador e motivador da aprendizagem de seus alunos.'

Os professores atualmente percebem o grande contato dos seus estudantes com as TICs, mas será que os mesmos levam para suas salas de aulas que essa é uma ferramenta plausível e possível no ensino? Cada aluno encontra-se inserido em seu próprio ambiente pessoal de aprendizagem ou de comunicação, e uma vez que este primeiro passo já foi dado, cabe então aproveitar esta oportunidade.

No Ensino Superior, especificamente no curso de Licenciatura em Física do Centro de Educação e Saúde (CES) na Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), mostraremos com fidelidade as informações sobre o uso das TICs na sala de aula, tentando demonstrar os relatos e lembranças de uma aluna da licenciatura.

- O curso de Licenciatura em Física do CES possui em seus componentes curriculares: disciplinas, estágios e atividades complementares flexíveis. A totalidade de componentes curriculares no curso é de quarenta e sete disciplinas, sendo o núcleo de conteúdos distribuídos em básicos e profissionais (obrigatórios) que corresponde a 88,72%, complementares (optativos) equivalendo a 4,10% e as atividades acadêmico-científico-culturais (7,18%).

No âmbito de disciplinas que utilizam necessariamente as TICs são três: Algoritmos e Linguagem de Programação (obrigatória); Física Computacional e Informática Aplicada ao Ensino que são optativas. Na Resolução 28/2009, que aprovou a estrutura curricular do Curso de Licenciatura em Física do CES, garante no Art. 2º em seu Parágrafo Único:

' O Licenciado em Física deve ter formação generalista, mas sólida e abrangente, em conteúdos dos diversos campos da Física, preparação adequada à aplicação pedagógica dos conhecimentos teórico e prático de Física, e de áreas afins, na atuação profissional, como educador, nos ensinos fundamental e médio.'

Uma vez que há a proposta de uma preparação adequada à aplicação pedagógica dos conhecimentos de Física e a nossa abordagem é sobre as TICs como uma ferramenta pedagógica, mostraremos a forma de utilização por parte dos professores universitários e até mesmo se foram realizadas discussões sobre a sua inserção no Ensino ou o porquê de não terem sido apresentadas aos estudantes da graduação, os futuros professores da rede pública e privada do país, especificamente em disciplinas obrigatórias e preparatórias para a aplicação das Teorias da Aprendizagem Significativa, como Prática de Ensino e Instrumentação, que são dividas em Mecânica, Termodinâmica e Ondas, Eletromagnetismo e Ótica.

Somente para título de informação sobre a possibilidade de serem trabalhadas as TICs na Graduação, menciono que no CES existem Laboratório

de Informática e dois prédios de salas de aula. Em cada sala há disponível para os professores e estudantes 'datashow', computador e caso necessite há caixinhas de som por sala. Então, condições de tratarmos o tema e fazê-lo funcionar no Ensino Superior nós temos, mas isso tem ocorrido? Veremos.

## 2. As Tecnologias da Informação e Comunicação

A tecnologia da aprendizagem, especificamente a informática tem sido uma alternativa no processo de ensino bastante utilizada nos dias atuais, não apenas como objeto da aprendizagem em uma escola, universidade, mas ainda em grandes reuniões empresariais. A tecnologia da informática tem surgido como um recurso pedagógico poderosíssimo nesse processo de ensino aprendizagem, carregando consigo características de interatividade e mediação de ensino. As TICs têm proporcionado uma excelente relação entre o professor e os estudantes. (MORAN, 2002).

A tecnologia da informação e comunicação através do computador tem levantado aspectos estruturais que facilitam o tratamento da informação, permitindo entre tantas outras utilidades o acesso a pesquisas e ainda o poder de interagir através das trocas de ideias na construção do conhecimento não de forma isolada, mas com bases em um conjunto de fatores para o tratamento da informação.

As TICs têm concorrido fortemente para o processo de inclusão e redução das dificuldades de aprendizagem do aluno, bem como o auxiliando para que haja cada vez mais a inserção no universo das tecnologias. Esse processo de inserção acontece visando a pretensão de organização dos ambientes de aprendizagem superando as barreiras e ainda enfrentando novos desafios que acarretam uma mudança na estrutura curricular tradicional, não sendo a aprendizagem feita de forma única, mas de várias maneiras diferentes.

- O professor tem sido nesse processo como o ator principal da introdução e inovações das TICs na escola, sendo de sua responsabilidade reinventar o ato de educar, sempre analisando criticamente as TICs, criando situações em que a aprendizagem tem sido cada vez mais adaptada à realidade dos estudantes. Como diz Lévy (1993) com respeito à relação entre sujeitos e objetos:

' O estudo das tecnologias intelectuais permite, então, colocar em evidência uma relação de encaixamento fractal e recíproco entre objetos e sujeitos. O sujeito cognitivo só funciona através de uma infinidade de objetos simulados, associados, imbricados, reinterpretados, suportes de memória e pontos de apoio de combinações diversas. Mas estas coisas do mundo, sem as quais o sujeito não pensaria, são em si produto de sujeitos, de coletividades intersubjetivas que as saturaram de humanidade.'

Essa nova fase do ensino tem estado muito ligada com o envolvimento, com o mundo lúdico nos remetendo a teoria do Piaget (1993), que frisa o desenvolvimento cognitivo incluindo os mais variados aspectos, que são: conhecimento, consciência, inteligência, o pensamento, a imaginação, a

criatividade, o raciocínio, a solução de problemas, a classificação, a simbolização e ainda as fantasias e sonhos. Tais aspectos proporcionam a acomodação e assimilação do ensino.

## 3. As TICs e a sua utilização no Ensino Superior de Física

A quantidade de ingressos nos cursos de Licenciatura em Física nos últimos anos tem aumentado significativamente, mas a complexidade da formação desses professores tem sido discutido e melhorado, só que a quantidade de egressos ainda é pouca diante do ingresso. Podemos refletir com respeito ao fato das organizações institucionais erguerem metas como recursos de obtenção de formados, mudando assim o quadro atual de professores de Física no Ensino Médio. Eis as TICs, promessa de inserção, objetividade, proximidade da realidade dos mais diversos e variados estudantes, independentes de sua classe social .

É propício dos cursos superiores discutirmos melhorias e mudanças nas possíveis aulas do Ensino Médio, nesse caso são discussões que geralmente temos nos componentes curriculares, que chamamos de disciplinas da Educação. Desejamos ardentemente melhorar o Ensino de Física no Médio, inserindo aulas práticas laboratoriais, inserindo TICs, mapas conceituais e porque este mesmo Ensino não deve ser feito, ou até mesmo implantado no Ensino Superior?

Em pouco mais de três anos de curso, apenas em uma disciplina discutimos a utilização das TICs e abordamos este tema relacionado ao Ensino Médio, frisando suas vantagens e desvantagens e não a sua utilização no Ensino Superior como uma mediação pedagógica ainda na Graduação. Será que é necessário apenas investir no Ensino de Física nas séries do Médio, ou também teremos que repensar as técnicas aplicadas em Ensino Aprendizagem e utilizá-las no Ensino Superior também? Temos que romper o óbvio e começar a despertar para o futuro, pois como é que os futuros Licenciados saberão se de fato as TICs são válidas se os mesmos pouco a utilizam ou até mesmo utilizam, mas não sabem do que se trata. Será que para inserirmos as TICs na Graduação será necessário surgir os Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Superior para Física (PCNES - Física)?

As disciplinas no Ensino Superior de Física, em sua maioria necessitam de uma abstração imensa e utilizando softwares, figuras, simulações e entre demais alternativas das TICs em muitos casos proporcionam um pensamento próximo do que esteja proposto naquele problema ou em determinado modelo físico.

A disseminação da Internet tem se tornado ampla e visível a nível mundial e principalmente entre os jovens estudantes, sendo percebível o impacto da internet por um dos maiores teóricos nesta área, o Pierre Lévy (1993), pensador Francês que tem sido considerado como o mais otimista dos filósofos europeus contemporâneos e que sempre menciou a utilização da Internet para a construção do saber.

O acesso a informação ainda aborda o que chama de Tecnologias da Inteligência, o futuro pensamento na Informática. Uma das abordagens que ele nos mostra é sobre o Hipertexto, uma alternativa poderosa que nos remete a um texto digital agregado a vários conjuntos de informações e ainda podemos escolher o nosso próprio percurso de leitura. Assim, de forma clara e notória é distinguindo bem duas possibilidades de Hipertexto, que são: Técnico (os itens de informação não são ligados) e Funcional (programa para organizar conhecimentos ou dados, para aquisição de informações e ainda para comunicação). (LÉVY, 1999).

Como disse Marília Levacov (2008), em reflexões tidas sobre a mídia digital e que frisa a importância do hipertexto, dizendo:

'Graças a este novo suporte, o hipertexto, a hipermídia e a multimídia emergem como formas comunicacionais alternativas e, como tais, exigem um autor, uma linguagem, um leitor e uma recepção de um novo tipo, bem como uma nova forma de indexar e recuperar a informação que contêm.'

Outra forma de utilizarmos as TICs no Ensino Superior é através do Groupware , excelente oportunidade de se trabalhar em equipe, como uma 'atividade experimental' dos hipertextos ajudando no raciocínio, na discussão explícita e organizada de um coletivo, facilitando assim o relacionamento perante um ambiente compartilhado. Assim, são inúmeras as TICs que poderão ser discutida e utilizadas no Ensino Superior.

## 4. As lembranças de uma aluna da Licenciatura

Visando analisarmos como estão sendo preparados os futuros professores para inserirem as Tecnologias da Informação e Comunicação na sua futura prática pedagógica cotidiana, segue as lembranças de uma aluna.

Inicialmente, o curso de Licenciatura em Física do CES começou a funcionar no ano de 2006 no turno da manhã e em 2007 no da noite. No vestibular foram oferecidas quarenta vagas, mas só ingressaram no noturno vinte e cinco (25) alunos. Em pouco tempo de curso já conseguíamos observar uma redução significativa na turma, tendo atualmente apenas seis alunos nessa turma.

Notório e real é a dificuldade de permanência no curso de Física, fato diagnosticado em pesquisa antes realizada no CES sobre o perfil de futuros professores de Física (SANTOS et.al., 2010), revelando que para mais de 56% dos alunos um dos problemas que causam a repetência e/ou abandono de componente curricular era a metodologia adotada pelo professor.

- O instrucionismo marcante em muitas aulas, e a não utilização em hipótese alguma de estratégias de ensino, como as TICs, acabam permitido uma não aproximação sobre determinado tema com a realidade vivenciada por

cada estudante, pois a abordagem de interfaces convida o aluno a passar para o lado interior da tela, promovendo a interação com os modelos digitais.

Aqui, conseguimos abordar que a utilização das TICs seria alternativa útil não apenas como uma ferramenta facilitadora de trabalhos por parte do professor universitário, mas como utensílio para os futuros licenciados provarem, percebendo a utilidade e validez destas no Ensino Aprendizagem.

- O processo em que nos baseamos para argumentar a maneira como foi inserido e trabalhado o tema em questão no Curso de Física do CES nos permitindo observar o fato de existirem dificuldades por grande parte dos estudantes em compreenderem determinados temas, e ainda em conseguirem elaborar modelos mentais com bases conceituais corretas.

Sabemos ainda que não seria possível aos estudantes alcançarem níveis de elaboração de modelos mentais de maneira aleatória e repentina, e a utilização das TICs como sendo uma técnica da aprendizagem significativa produza conhecimentos relevantes e que através da prática constante, investigativa ao longo do tempo os tornariam proficientes nesta utilização.

Segue a seguir dados em que mostraremos as disciplinas que já foram cursadas e as TICs que foram utilizadas pelos professores, sendo que na maioria delas não foi ao menos mencionado a existência delas.

Tabela 1 - Disciplinas cursadas e as respectivas TICs utilizadas na Física do CES

Através da tabela acima (Grupo 5) percebemos que em apenas uma disciplina existiram discussões amplas sobre a tecnologia na aprendizagem, sendo este olhar voltado para como a utilizaríamos no Ensino Médio, fazendo levantamentos sobre as suas vantagens e desvantagens baseados em análise de vários artigos sobre o tema, conseguindo lembrar que os aspectos positivos predominavam.

No grupo 3, a utilização do computador sempre foi feita para exibição de figuras, apresentações em slides, vídeos, simulações e não aconteciam frequentemente, sendo apenas por questões de comodidade por parte dos professores, não sendo mencionado ou até mesmo sendo, mas não com grande importância de que poderíamos inserir tais métodos em nossas aulas no Médio.

Já no grupo 4 não foram realizadas discussões, mas os professores mencionaram a importância e a validade de utilização das TICs e foram mostradas através de simulações do Phet (Efeito Fotoelétrico, Experimento de Michelson-Morley, Lançamento de Projétil), LabVirt e Google sites como ferramenta para compartilhar informações e ainda como forma de colaboraração para toda a turma.

No grupo 2, além de um ambiente interativo coletivo disponibilizado de forma gratuita na internet (Google sites), ainda construímos programas através Python.

## 5. Considerações Finais

Os professores como principais atores do processo de introdução das TICs nas aulas podem se tornar grandes encorajadores da inserção desse conhecimento, não sendo apenas criativo/inventivo no Ensino de Física nas Escolas do Médio, mas sabendo e conseguindo romper o que para tantos outros seria notório e óbvio no Ensino Superior.

- O conhecimento sobre a inserção da internet, a formação de hipertextos e de groupware foram obtidos pela licencianda por interesse próprio e a título de curiosidade, não sendo nenhum destes ao menos mencionado em sala de aula. Assim, estamos muito preocupados com a melhoria do Ensino de

Física no Ensino Médio, mas temos muito que nos deter ainda a qualidade e melhoria no Ensino Superior de Física.

- O presente tema abordado não significa que tudo aqui proposto seja bom, porém não custa nada permanecermos receptivos as novas inserções no Ensino. A exclusão está a portas, e trabalhar TICs na Universidade se trata de uma excelente oportunidade, mesmo naqueles casos em que os alunos não possuem essas alternativas em seu cotidiano, porém esta aproximação no convívio escolar já ameniza as condições de exclusão.

E nesse sentido, as TICs potencializam a sua eficácia ao utilizarmos em salas de aula como instrumento estruturador e mediador do conhecimento, como ferramenta útil em aperfeiçoar e melhorar o Ensino Aprendizagem.

## 6. Referências

PIAGET, Jean. Desenvolvimento cognitivo. Porto Alegre: Artes Médicas, 1993.

LÉVY, Pierre. Cibercultura: Tradução de Carlos Irineu da Costa. 2ª ed. São Paulo: 34, 1999. 264 p.

- LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática: Tradução de Carlos Irineu da Costa. 1ª ed. Rio de Janeiro: 34, 1993. 208 p.

BORCELLI, Anelise Fernandes; COSTA, Sayonara Salvador Cabral da. ANIMAÇÃO INTERATIVA: UM MATERIAL POTENCIALMENTE SIGNIFICATIVO PARA A APRENDIZAGEM DE CONCEITOS EM FÍSICA. Disponível em:

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MELO, Ruth Brito de Figueiredo. A Utilização das TICs no processo de Ensino e Aprendizagem da Física. Disponível em: <http://www.ufpe.br/nehte/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2010/Ruth-Brito-deFigueiredo-Melo.pdf>. Acesso em: 15 de março de 2011.

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RESOLUÇÃO 28/2009 - E strutura Curricular do Curso de Licenciatura em Física do CES. Câmara Superior de Ensino da Universidade Federal de Campina Grande.

MORAN, José Manoel. Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica , São Paulo, 5ª Ed.Papirus, 2002.

FEITOSA, Aparecida Campos. A Mediação Pedagógica e as Tecnologias Educacionais , texto extraído da Dissertação de Mestrado: A informatização das Escolas Públicas Municipais de Campo Grande/MS, UFMS, 2004.

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