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DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE PORTAS ABERTAS: EIXOS ESTRUTURAIS

Lucas Kaliel Dessbesell Lang, Roseline Beatriz Strieder

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
24/01/2025
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Práticas Educativas Em Espaços Educativos Formais, Informais E Não Formais E O Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## DEPARTAMENTO DE FÍSICA DE PORTAS ABERTAS: EIXOS ESTRUTURAIS

## Lucas Kaliel Dessbesell Lang 1 , Roseline Beatriz Strieder 2

1 Universidade Federal de Santa Catarina/Departamento de Física, lucaskaliel.lang@gmail.com 2 Universidade Federal de Santa Catarina/Departamento de Física, roseline.s@ufsc.br

## Resumo

Neste trabalho, apresenta-se uma ação de divulgação científica centrada em visitas aos laboratórios de pesquisa do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em específico, são apresentados os conteúdos abordados nessa visita, organizados em eixos, selecionados considerando pressupostos do campo da divulgação científica. Essas visitas aos laboratórios de pesquisa, direcionadas principalmente a estudantes da Educação Básica e conduzidas com a participação de docentes, graduandos e pós-graduandos, têm como objetivo promover uma maior interação entre ciência e sociedade, contribuindo para a superação de desafios presentes na contemporaneidade a exemplo do negacionismo e da desinformação científica. Além disso, a ação visa enriquecer a formação cultural e científica dos jovens, além de despertar o interesse por carreiras científicas e temas contemporâneos relacionados à ciência e tecnologia. Também, pretende sensibilizar os/as cientistas, estudantes de graduação e pós-graduação para a importância da comunicação científica, incentivando-os a atuar nessa área. A iniciativa busca, ainda, preencher uma lacuna nas práticas de divulgação científica no Brasil, servindo de inspiração para futuras ações em outros centros de pesquisa. As visitas organizam-se em torno das seguintes perguntas: O que é pesquisado? Onde as pesquisas são desenvolvidas? Como ocorre o processo de investigação? Quem são os/as cientistas? Quais as contribuições das pesquisas? Além disso, consideram demandas dos professores e alunos de educação básica, na perspectiva de construir uma outra relação entre ciência e sociedade, que esteja pautada no diálogo e na participação.

Palavras-chave: Espaço não formal, Divulgação científica, Laboratórios de pesquisa.

## Introdução

Apesar de estarmos inseridos em um mundo altamente globalizado e tecnológico, enfrentamos desafios e impasses significativos na aceitação e compreensão do conhecimento científico em nossa sociedade. Esses obstáculos são amplificados diretamente pelo negacionismo e pela desinformação científica que nos cercam constantemente (ERDURAN, 2023; CASTELFRANCHI, 2010). Dessa forma, o presente trabalho visa oferecer uma alternativa para mitigar a problemática apresentada, ele enfatiza a necessidade de aproximar a sociedade, especialmente os jovens, da ciência, não apenas compartilhando os resultados finais das pesquisas realizadas nos laboratórios, mas, sobretudo, exemplificando como ocorre o processo de produção do conhecimento científico.

Nessa linha, neste trabalho, apresenta-se uma ação de divulgação científica, realizada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), centrada em visitas aos laboratórios de pesquisa do Departamento de Física desta Universidade. Em específico, são apresentados os conteúdos abordados nessa visita, organizados em

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

eixos, selecionados considerando pressupostos do campo da divulgação científica, a exemplo dos trabalhos desenvolvidos por Samagaia (2016) e Watanabe (2012, 2015).

Ressalta-se que, no Brasil, práticas como essa ainda são pouco desenvolvidas e investigadas nos centros de pesquisas das universidades. Dessa forma, este trabalho pode contribuir para que outros pesquisadores se inspirem e desenvolvam atividades similares.

## Referencial Teórico-Metodológico

No presente trabalho, valemo-nos de estudos do campo da divulgação científica, em especial, de Samagaia (2016) e Watanabe (2012, 2015) como referencial teórico-metodológico. Mais especificamente, exploramos e refletimos sobre as possibilidades de promover a educação científica em laboratórios de pesquisa.

Samagaia (2016) reconhece que o conhecimento científico é essencial para a sociedade, porém insuficiente para fornecer, sozinho, a compreensão e a solução dos complexos problemas do mundo contemporâneo. Assim, assume que as decisões sociais mais amplas carecem de conhecimentos diversos articulados em torno de um diálogo constante entre os diferentes atores da sociedade, especialistas e nãoespecialistas. Esse diálogo, como ressalta Samagaia (2016), deve incentivar ambos (especialistas e não-especialistas) a compreender e incluir o conhecimento do outro na sua leitura de mundo e na busca por soluções para demandas sociais de âmbito individual ou coletivo. Essa perspectiva, portanto, rompe com a lógica centrada no modelo do déficit cognitivo ou modelo da instrução pública, que, segundo Massarani (2012) , é hegemônica no contexto brasileiro da divulgação científica. Nesse modelo, o público não especializado é visto como analfabeto científico e incapaz de apropriarse sozinho dos conhecimentos da ciência. Nesse caso, o papel dos cientistas que fazem divulgação é o de formar e informar o público para que ele possa apreciar os produtos da ciência, vistos como promotores do bem estar social (SAMAGAIA, 2016). No modelo do diálogo, por outro lado, seu papel deixa de ser o de alguém que estende o conhecimento científico ao público leigo e passa a ser de um sujeito inserido em um ato comunicativo.

Watanabe (2012), investiga ações que ocorreram no acelerador de partículas Pelletron localizado no Instituto de Física da USP, o qual recebe estudantes e professores da educação básica, bem como alunos da graduação, em visitas guiadas por cientistas com o objetivo de apresentar as pesquisas que são produzidas nesse local e aproximar esses sujeitos da produção da ciência (WATANABE, 2012).

Nesse viés, entende-se o laboratório como um espaço não formal de ensino, uma vez que possui a própria educação atuando como mediadora na construção do conhecimento científico, deixando explícita a intencionalidade educacional na formação dos indivíduos presentes (GARCIA, 2009). Entretanto, o laboratório de pesquisa da universidade se diferencia dos espaços típicos de ensino não formal na medida em que essa dinâmica passa a apresentar uma organização própria e interativa voltada para o trabalho científico, ou seja, ambientes preparados para receber o público em função do perfil dos visitantes. Diferentemente do que acontece nos laboratórios, por exemplo, já que nesse caso são espaços de produção de ciência, organizados e preparados conforme a necessidade de cada experimento (WATANABE, 2012).

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De modo geral, de acordo com o relatado pela autora, ações desse tipo podem desempenhar um papel crucial no desenvolvimento de uma mentalidade crítica em relação à ciência entre os jovens, além de ter o potencial de despertar o interesse por carreiras científicas e por temas relacionados à ciência e tecnologia. Essa aproximação com o processo científico pode também contribuir para a construção de uma sociedade que valoriza a veracidade do conhecimento científico e reconhece sua devida importância.

Para isso, segundo a autora, é necessário que as visitas estejam organizadas em torno das seguintes dimensões: 1) conhecimento científico, que, nesse caso, irá direcionar o olhar para os conteúdos que estão associados a pesquisa e/ou experimento desenvolvidos no laboratório. 2) perspectiva social dentro do laboratório, que busca trazer a visão relacional que é estabelecida dentro do laboratório e fora dele, ou seja, na comunidade científica, trazendo consigo um olhar mais amplo no que tange à construção do fazer científico, que muitas vezes não aparecem no produto final. 3) laboratório na sociedade, que procura discutir a respeito da inserção do laboratório no contexto social, econômico e político em que ele está inserido, assim, reconhecendo como o laboratório e as pessoas que o compõem dialogam com a sociedade bem como a apresentação das questões sobre ética e valores na pesquisa e os impactos para o mundo em que vivemos.

Em outro trabalho, Watanabe (2015), defende que a realização dessas visitas demanda negociações na perspectiva de torná-las significativas para todos os envolvidos, em especial, porque elas ocorrem na fronteira entre dois mundos, o da escola e o da ciência. Segundo a autora, aproximar esses dois mundos de forma satisfatória abarca reconhecer a responsabilidade educacional dos cientistas; assumir que a ciência é um instrumento intelectual primordial para o homem reconhecer e se reconhecer no mundo; e, tornar a questão da cidadania parte estruturante do ato de produzir e divulgar ciência.

Nessa linha, Watanabe (2015) defende que as ações de comunicação realizadas por cientistas, como a proposta neste trabalho, devem estar articuladas a aspectos educacionais, na perspectiva de contribuir para a formação dos visitantes, principalmente, do ponto de vista cultural e científico. Isso demanda um trabalho coletivo, que envolve, além dos cientistas, professores de Educação Básica e pesquisadores em ensino de ciências, na perspectiva de perceber os limites de cada sujeito/contexto e de mobilizar os diferentes interesses desse processo.

## A visita ao Departamento: eixos e organização

O objetivo principal da ação em pauta é planejar e realizar uma série de visitas guiadas aos laboratórios de pesquisas do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a partir do desenvolvimento de um roteiro, constituído de eixos e assuntos inspirados em Watanabe (2012), com o intuito de desenvolver uma aproximação da ciência sociedade pautada na interação e no diálogo. Ademais, tendo em vista que as visitações serão realizadas, principalmente, para os estudantes da Educação Básica, com o auxílio e participação ativa de estudantes da graduação e pós-graduação em Física, busca-se não apenas enriquecer a formação cultural e científica desses jovens, mas também despertar seu interesse por carreiras científicas e por temas contemporâneos ligados à ciência e tecnologia. Além disso, pretende-se sensibilizar os estudantes de graduação e pósgraduação em Física para a importância da comunicação científica e incentivá-los a

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atuarem nesse campo, já que o papel da divulgação científica passa de ser uma utilidade para uma necessidade por parte do cientista (CASTELFRANCHI, 2008).

Diante do exposto, foram definidos os seguintes eixos, na forma de perguntas para instigar o público, no programa da visita:

- 1. O que é pesquisado?
- 2. Onde as pesquisas são desenvolvidas?
- 3. Como ocorre o processo de investigação?
- 4. Quem são os/as cientistas?
- 5. Quais as contribuições das pesquisas?

O primeiro eixo, 'O que é pesquisado?' , abrange desde a apresentação das temáticas de pesquisas até os resultados e sua devida comunicação com a sociedade. Dessa forma, busca-se exemplificar e contextualizar aos visitantes os conceitos científicos que estão inseridos dentro do laboratório, bem como os resultados gerados da pesquisa e suas diversas formas de comunicação e compartilhamento com a comunidade, mostrando a relevância da pesquisa realizada no Departamento assim como os desafios que foram enfrentados.

- O segundo eixo, 'Onde as pesquisas são desenvolvidas?' , busca apresentar de forma geral o funcionamento do laboratório em si. Sendo assim, o visitante é apresentado à rotina do laboratório com o intuito de experienciar o dia a dia da equipe de cientistas, além de ser informado sobre os procedimentos e cuidados necessários que deve ter ao adentrar o espaço. Além disso, o funcionamento dos equipamentos, sua respectiva operação, coleta e análise de dados também são tópicos a serem abordados nesse eixo, fazendo com que o visitante tenha a oportunidade de vivenciar, de forma prática a depender do laboratório, o fazer científico.
- O terceiro eixo, 'Como ocorre o processo de investigação?' , deriva diretamente do segundo e serve como justificativa, ou seja, após o visitante já estar informado a respeito do local de produção de ciência, faz-se necessária a apresentação do próprio processo de investigação. Nessa lógica, esse eixo remetese a maneira como os/as cientistas definem os problemas a serem pesquisados, bem como as metodologias que serão utilizadas para a sua resolução, além do mais, o visitante é apresentado sobre como ocorrem os financiamentos de pesquisas, sobre as agendas de pesquisas e possíveis vínculos empresariais.

No quarto eixo, 'Quem são os/as cientistas?' , procura-se enfatizar aspectos sociais a respeito dos produtores/pesquisadores da ciência. Dessa forma, a formação acadêmica, áreas de pesquisas, carreiras científicas e bolsas de pesquisas são alguns dos tópicos explorados e compartilhados com os visitantes neste momento. A importância/inserção desse eixo, justifica-se pela falta de informação a respeito, principalmente, dos meios de acesso ao ambiente científico bem como pelo intenso estereótipo ainda associado à figura do cientista/pesquisador, que por sua vez pode ser extremamente excludente.

Por fim, no quinto eixo, ' Quais as contribuições das pesquisas? ', busca-se apresentar o laboratório a partir de um contexto social, econômico, cultural e político, reconhecendo as necessidades do local em que ele está inserido. Nesse sentido, este eixo propõe uma conclusão a partir do compartilhamento das suas devidas aplicações

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e benefícios para os visitantes, além de reiterar a importância dos resultados das pesquisas tanto em âmbito nacional ou internacional.

Explicitamos que esses eixos contemplam e articulam as dimensões propostas por Watanabe (2012). Assim, por exemplo, o eixo 1, aborda os conceitos científicos e o laboratório, articulados ao contexto social, econômico e político. Os demais eixos seguem a mesma perspectiva articuladora, como previsto pela referida autora.

A figura a seguir, utilizada na divulgação do programa, apresenta questões associadas a esses eixos e que são discutidas durante as visitas.

Figura 01: Exemplo de material de divulgação.

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Deste modo, foi realizada a construção de um roteiro, fundamentado nos eixos desenvolvidos anteriormente, a ser utilizado durante as visitações com os estudantes. Sendo assim, o roteiro, que tem uma duração de aproximadamente 3 horas, contou com a inserção de um primeiro momento destinado à recepção dos estudantes; logo após, os estudantes são divididos em grupos e direcionados aos respectivos laboratórios dando início à visita; por fim, há um encerramento, no qual os estudantes

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voltam a se encontrar e são contemplados com uma fala sobre o curso de Física e a vida na Universidade.

Para alcançar o objetivo de enriquecer a formação cultural e científica e o interesse por temas relacionados à ciência por parte dos jovens, busca-se realizar as visitas baseada no modelo dialógico. Sendo assim, ainda que a atividade principal seja realizada por cientistas, ela é construída considerando demandas dos professores e alunos de educação básica, mapeadas por meio de questionários. Esse questionário é composto por perguntas relacionadas ao contexto em que vivem, a dificuldades de ensino-aprendizagem, ao perfil econômico, sociocultural e de opinião sobre o papel da ciência e do cientista na sociedade. Além disso, uma marca da própria visita é o diálogo e a troca de saberes, visto que almeja a construção de uma outra relação entre ciência e sociedade, que não esteja pautada apenas no modelo de instrução pública.

## Considerações finais

Neste trabalho destacamos os conteúdos abordados em visitas aos laboratórios de pesquisa do Departamento de Física da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), organizados em perguntas relacionadas à prática e à carreira científica, incluindo suas relações com a sociedade, selecionados considerando pressupostos do campo da divulgação científica.

Espera-se que, com essa ação, possamos contribuir para superar desafios que afetam nossa sociedade atualmente, promovendo a valorização da ciência nacional e diálogos entre ciência e sociedade. Por exemplo, é fundamental que os alunos que desejam seguir carreira científica compreendam que, ao longo de suas trajetórias, precisarão buscar financiamento para pesquisas e se envolver em atividades acadêmicas, a exemplo da iniciação científica. Para aqueles que não seguirão a carreira científica, compreender as dimensões sociais e institucionais da ciência contribuirá para desenvolver sua alfabetização científica, preparando-os para serem cidadãos bem-informados (ERDURAN, 2023).

Como continuidade deste trabalho, além da realização das visitas, destacamos a caracterização das ações desenvolvidas, incluindo as estratégias utilizadas, seus limites, desafios e potencialidades. Esta investigação, em particular, associa-se à produção de conhecimentos, na perspectiva de socializar o processo com a comunidade acadêmica, orientando e incentivando outros pesquisadores a desenvolverem atividades do tipo.

## Agradecimentos

À CAPES (Programa de Extensão da Educação Superior na Pós-Graduação), ao CNPq (Edital Universal - Processo nro 405100/2021-3) e à PROEX/UFSC (PROBOLSAS 2024).

## Referências

CASTELFRANCHI, Y. Por que comunicar temas de ciência e tecnologia ao público? (Muitas respostas óbvias... mais uma necessária). In: MASSARANI, L. (coord.). Jornalismo e Ciência : uma perspectiva ibero-americana. Rio de Janeiro: Fiocruz/COC/Museu da Vida, p.13-21, 2010.

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ERDURAN, Sibel. Social and institutional dimensions of science: The forgotten components of the science curriculum? . 6659. ed. Oxford: Science, 2023. v. 381.

GARCIA, Valeria Aroeira. A educação não-formal como acontecimento. 2009, 456 f. Tese de Doutorado (Faculdade de Educação). Universidade Estadual de Campinas, 2009.

SAMAGAIA, R. Comunicação, divulgação e educação científicas : Uma análise em função dos modelos teóricos e pedagógicos. Tese (Doutorado em Educação Científica e Tecnológica), Programa de Pós-Graduação em Educação Científica e Tecnológica, UFSC, Florianópolis, 2016.

WATANABE, G. A divulgação científica produzida por cientistas: contribuições para o capital cultural. Tese (Doutorado em Ensino de Ciências). Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências, USP, São Paulo, 2015.

WATANABE, G. Construindo subsídios para a promoção da educação científica em visitas a laboratórios de pesquisa. Dissertação (Mestrado em Ensino de Ciências). Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências, USP, São Paulo, 2012.

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