TRANSMISSÕES DOS DOCENTES TERENA ACERCA DO CONHECIMENTO TRADICIONAL
Paulo Roberto Vilarim
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXVI
- Ano
- 2025
- Data
- 24/01/2025
- Linha de pesquisa
- Diversidade, Inclusão E Direitos Humanos No Ensino De Físicacódigo De Apresentação
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## TRANSMISSÕES DOS DOCENTES TERENA ACERCA DO CONHECIMENTO TRADICIONAL
## Paulo Roberto Vilarim 1
1 Instituto Federal de Educação do Mato Grosso do Sul/IFMS/Paulo.vilarim@ifms.edu.br
2 Universidade de Coimbra, CFisUC - Departamento de Física
## RESUMO
Neste trabalho, o autor analisa o etnoconhecimento transmitido por professores indígenas nas escolas públicas de seis comunidades Terena existentes no estado do Mato Grosso do Sul, Brasil. O Objetivo do trabalho é identificar quais elementos do conhecimento tradicional são trabalhados no ambiente escolar pelos os professores Terena, assim como as relações entre os conhecimentos científicos constituídos no Ocidente e os conhecimentos tradicionais construídos ao longo da história deste povo originário. Após entrevistas semiestruturadas com os professores, foram retirados do corpus os relatos que contemplavam o etnoconhecimento, analisando-as por meio da análise textual discursiva. Os relatos reforçam a importância que os professores indígenas têm na propagação do etnoconhecimento e da ciência que os povos originários oferecem à população no geral e à ciência universal.
Palavras chaves: Educação Escolar Indígena, Etnoconhecimento, Povo Terena.
## Introdução
Neste trabalho, o autor analisa os elementos do conhecimento tradicional do povo Terena, de matriz linguística aruák , que são trabalhados nas escolas indígenas existentes em seis aldeias no estado de Mato Grosso do Sul (MS). Também analisa as relações observadas entre os conhecimentos científicos desenvolvidos no Ocidente e conhecimentos tradicionais construídos ao longo da história desse povo originário. As reflexões ora apresentadas estão baseadas em entrevistas semiestruturadas, realizadas com professores Terena que atuam em estabelecimentos municipais e estaduais voltados à educação escolar indígena. Todas as comunidades visitadas estão estabelecidas em áreas regularizadas como terras tradicionalmente ocupadas nessa parte da região Centro-Oeste.
As entrevistas ocorreram com trinta e um professores indígenas de escolas públicas de comunidades Terena. Os trechos das entrevistas apresentados foram transcritos literalmente, tais quais registrados na gravação. Eventuais diferenças gramaticais denotam, dentre outras coisas, a existência e o uso de uma língua portuguesa que se apresenta como língua franca; porém, com características próprias da região, haja vista que a maioria dos interlocutores é bilíngue, o que sugere a existência de um português Terena. Os interlocutores foram identificados com o primeiro nome.
Durante as entrevistas, os interlocutores explanaram sobre o tema de forma livre, ocorrendo algumas intervenções quando o docente não compreendia bem o que lhe foi perguntado ou desviava do tema durante as conversas, procedendo de modo a permitir, aos entrevistados, expressar o que compreendem sobre o assunto, conforme dados apresentados mais à frente. Nas entrevistas, foram acrescidos temas da cultura Terena que pudessem rememorar práticas do seu trabalho docente.
Com este trabalho, espera-se contribuir para ressaltar o etnoconhecimento Terena e valorizar o trabalho dos professores indígenas das escolas estaduais e municipais nas aldeias indígenas, estimulando a produção de novos estudos sobre uma temática relevante para os povos originários.
## A relevância do etnoconhecimento Terena para a educação escolar
O etnoconhecimento Terena é de grande relevância para a educação escolar e para a história da ciência, por conter elementos regionais e de difícil acesso aos que estão fora das comunidades indígenas. Os conhecimentos tradicionais aliados ao conhecimento científico constroem uma parceria importante na preservação da cultura, da arte e da ciência Terena. Ellen e Harris (1996) afirmam que o conhecimento indígena é local e está arraigado a um lugar em particular, sendo gerado por pessoas que vivem nesse lugar. Nessa linha de raciocínio, um dos entrevistados, o professor Ramão [História], procura fazer a relação entre o conhecimento ocidental e o tradicional:
[...] a gente leva junto esses dois conhecimentos. Pra poder não deixar de lado os nossos costumes, as nossas forma tradicional, né! Aquele sistema indígena, né! [...] a gente se preocupa com a nossa história né, a história do povo Terena. A história de como nós vem se desenvolvendo, a cada dia. Assim, se desenvolvendo no modo que a gente vê, que pra nós como Terena.(RAMÃO)
Na dualidade entre conhecimento científico e conhecimento tradicional, o professor indígena necessita um conhecimento amplo para concatenar os conteúdos cobrados na educação escolar universal com o ensino diferenciado proposto conforme define a legislação nacional que fundamenta a educação escolar indígena. Seguindo o regime de colaboração posto pela Constituição Federal de 1988 (Artigos 78 e 79), e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB - Lei 9.394/1996), a coordenação nacional das políticas de educação escolar indígena é de competência do Ministério da Educação (MEC), cabendo aos estados e municípios a execução para a garantia de direitos aos
povos originários no Brasil.
Parte da perspetiva de uma escola indígena diferenciada está na valorização da sua cultura, usos, costumes e história, assim como as rotinas e especificidades de cada povo originário, em geral, e de cada comunidade, em particular. É neste caminho que Alves (2016, p.51) informa que 'uma escola indígena deve e precisa propor o seu jeito de ensinar ao povo'. A integração do etnoconhecimento ao conhecimento científico ocidental é uma das maneiras de proporcionar um ensino diferenciado, que possibilite ao estudante indígena o ingresso nas universidades e no mercado de trabalho. A fala do professor Valdervino, docente que se dedica às disciplinas de História, Filosofia, Sociologia e Projeto de Vida, demonstra o protagonismo dos professores Terena e a preocupação do encaminhamento da própria história Terena:
A gente como professor e acima de tudo indígena. Nós estamos numa comunidade indígena, numa escola indígena, numa educação indígena. Então, as pessoas que estão nesta escola, nessa comunidade, ela tem que participar ativamente. Ter noção do que é a sua história e seu povo, enquanto ser humano. Então, nós como professores. Eu como professor, tenho o dever de mostrar a minha realidade, o meu povo . E os meus alunos enquanto povo quer saber quem são eles, a importância deles para a sociedade. Porque se nós ficamos dependendo dos outros, nós jamais seremos visíveis e jamais irão contar a nossa história . E se contar! Vão contar da maneira inversa. Então quem sabe de nós, somos nós. Principalmente nós, povos Terena . (VALDERVINO)
Nota-se a existência de um diferencial ao aluno Terena que participa da educação escolas em sua aldeia, o de articular dois universos que lhe proporcionam amplitude maior no seu conhecimento universal: o da realidade de seu povo e o da realidade da sociedade nacional envolvente. Neste sentido, Villatorre et al . (2008) afirmam que o conhecimento tradicional pode ser inserido nos processos de ensino e aprendizagem, por possibilitar aos alunos explicarem os fenômenos vivenciados, o que leva à melhoria da aprendizagem de conteúdos escolares, além de colaborar para o estabelecimento de relações entre o conhecimento científico e o tradicional.
Na busca de meios para se contextualizar o ensino e mostrar o processo de transformação da ciência, em especial da ciência indígena, a história da ciência tem sido indicada como uma estratégia didática que pode trazer benefícios em vários níveis. Chassot (2001, p.196) cita que, para fazer do resgate de saberes populares uma atividade de pesquisa, há um pressuposto importante, que 'é trabalhar
criticamente a ciência do cientista, a ciência escolar e a ciência popular'. É neste sentido que a fala do professor Jader, das disciplinas de Matemática e Física, confirma a importância de trabalhar a ciência do cientista, ou melhor, aproximar a ciência da realidade do educando:
Por exemplo, vou trazer para minha aula de matemática, né! Aí a gente usa a questão da agricultura, né! Questão, assim, de plantio por hectare. Isso daí tem muitas coisas que dá pra trazer pra nossa realidade de ensino. Eu vejo que isso é muito importante, porque as crianças já tem noção do que a gente tá falando , né. Por exemplo, se agente falar de Mar, as crianças não vai conseguir saber o que é mar. Eles vão olhar o mar pela internet, mas se eu falar de lavoura, se eu falar de produtos da terra eles vão adaptar. (JADER)
Seguindo esse raciocínio de aproximar a ciência do cientista é que em alguns relatos chamam a atenção de que os conhecimentos tradicionais citados pelos os professores interlocutores como referência de etnoconhecimento estavam fora do contexto indígena e aproximavam-se dos conteúdos trabalhados na universidade e dos exemplos comuns dos livros didáticos ocidentais. Não que os exemplos usados estão errados; entretanto, sendo vastos os conhecimentos tradicionais, e podendose aproximar a cultura e a ciência Terena dos conteúdos praticados em sala de aula, os exemplos poderiam ser mais bem trabalhados para ressaltar o etnoconhecimento Terena. Observe o exemplo no relato do professor Jailson:
Eu já cheguei elaborar conteúdo referente ao cotidiano dos alunos né, do conhecimento daquele é passado em teoria de sala de aula. Por exemplo, tem uma questão que eu publiquei na prova, falando o seguinte, falando de um jogo de futebol , do goleiro que foi fazer o tiro de meta foi cobrar, iniciou o jogo, deu um chute e fez aquela parabólica né. […] Até o momento que fiz esse trabalho[…]. (JAILSON)
Outro aspecto importante a se mencionar é que muitos dos professores de escolas indígenas estão ministrando aulas fora do seu campo de estudo. É comum que o professor formado em Física ministre aulas em Matemática, Química, Biologia, entre outras, e professores formados em História, Letras ou Sociologia sejam os responsáveis por ministrar mais de quatro disciplinas, sempre por falta de profissionais especializados. É bom lembrar que a maioria dos professores indígenas são criados na comunidade e, depois de formados, retornam para fazer o melhor para a comunidade que os forjou.
É nessa direção que o conhecimento tradicional levado pelas mãos dos professores indígenas se faz necessário, não somente como instrumento didático, mas como um propagador da cultura e da ciência indígena. D'Ambrósio (2013, p.22) reflete que '[...] o cotidiano está impregnado de saberes e que os mesmos estão
sendo usados os instrumentos materiais e intelectuais que são próprios à sua cultura'. Portanto, o conhecimento tradicional que, em princípio, pode ser inerente no cotidiano dos estudantes indígenas, tende a ser potencializado pelas mãos dos professores.
## O Conhecimento Tradicional relatado na experiência dos professores Terena na prática educativa
Muito do conhecimento tradicional relatado pelos os professores interlocutores está na história da comunidade, desde a criação da aldeia, passando pelas mudanças que a aldeia sofreu com o tempo, assim como o meio ambiente em que ela está inserida. Há uma preocupação grande em contar a história do povo Terena e seu lugar na historiografia brasileira. Isso se observa na fala do professor Valdervino:
O meu povo Terena não está inserido nos livros de história. Aí, eu é que vou ter falar desse povo. E meu povo tem história, tem participação importantes na contribuição do país, na defesa do Estado, na guerra do Paraguai, na segunda guerra mundial, né! Abastecendo o exército brasileiro na época do conflito da Tríplice Aliança. Inclusive nos últimos momentos de luta, o próprio Jorge 1 vai narrar aí, e o Levi que os povos indígenas participaram ativamente do confronto e o exército vinha de outros lugares e não conhecia essa região aqui, quem conhecia era o índio. Mas o índio não tinha arma, Ele vai lutar com o quê! Ele vai lutar com que tem, e muitas vezes vencíamos. Isso não é narrado na história, mas o povo Terena ele tem consciência que eles foram muito importante para conquista dessa guerra. Se duvidar, frente a frente, inclusive na linha de frente do próprio exército que deveria estar. Mas essa região que era nossa, e a gente sabia onde estávamos, né! Defendia o nosso território e defendia também o território nacional. (VALDERVINO)
Ao situar o Terena na história do Brasil, o professor Valdervino demonstra que as histórias que foram contadas nos livros computam a visão unilateral do colonizador e suprimem a participação dos povos originários nas suas glórias e conquistas. Vargas (2011, p.36) nos informa que as ações dos professores Terena, atualmente os principais responsáveis por estabelecer o diálogo com a sociedade envolvente, 'ampliam o debate em torno da história indígena, tanto na sociedade envolvente, quanto na aldeia, onde se encontram'. Preocupação recorrente nas interlocuções de alguns professores, havendo certa indignação pela forma como a história da colonização e dos povos originários está sendo contada nos livros didáticos, cabendo a eles introduzir outra versão dos fatos históricos:
Eles colocam lá, que o próprio, próprio homem branco. A gente chama assim! Que eles coloca, que o Brasil é do homem branco! Mas só que isso é uma é uma coisa que o livro coloca, né! E a gente, pelo o conhecimento da gente, enquanto indígena, enquanto professor. A gente vê, que realmente, que aquilo que o livro, não tem nada a ver com a realidade. Porque os indígena estavam aqui bem antes de tudo, dos colonizadores, já viviam, já se encontrava nessa localidade chamado Brasil, e vivia em constante harmonia com a natureza, né! (RAMÃO)
Na busca de uma desconstrução da história contada pelos livros que são fornecidos pelo o Estado, os professores se esforçam para contar a versão dos indígenas e, em especial, do Terena na história local e nacional. O conhecimento tradicional Terena, neste aspecto, cria um pertencimento à própria história do Brasil. Oliveira (2001, p.139) afirma que 'a identidade cultural seria uma espécie de sentimento de pertencimento'. Nas falas dos professores, há um aspecto de resistência e de uma nova perspectiva histórica para os Terenas e seus modos de tratar a colonização:
A realidade nossa né, por exemplo na disciplina de história, quando tratamos da história do início da colonização, né, trazemos bem claramente para os nossos alunos que não é a maneira como os livros didáticos trouxe. Há muitos anos essa desconstrução começou! Desde do 7 de setembro é que né, [...] a gente quebrou a questão do 7 de setembro como o marcha, né. Como Dia da Independência é o nosso dia da resistência 5 de Setembro, né! (DEVANE)
Nesse contexto, o que os professores querem é aproximar a história contada pelos livros com a história local e da comunidade. Parte do conhecimento tradicional elencada nas entrevistas, no campo da História, está centrada na comunidade da própria aldeia do interlocutor; nas histórias contadas pelos Anciões, e nas mudanças que o tempo provocou na sua região:
Outra maneira de transmitir a história do seu povo e seus conhecimentos tradicionais ocorre por meio das narrativas dos anciões e muitos desses relatos são trabalhados pelos professores de língua portuguesa e língua Terena, quando na sua prática educativa, pedem que seus alunos conversem com os mais velhos e tragam histórias da comunidade ou da infância dos anciões, e os transforme em textos literários, muitas vezes retratando lendas e mitos Terena:
Culturalmente, os índios Terena mantêm suas tradições para que as novas gerações possam, de forma genuína, aprender como os antigos produziam sua arte e cultura. Fraxe et al . (2007, p.96-97) asseguram que 'o etnoconhecimento é transmitido de geração em geração. É um saber passado pelas relações de parentesco e vivência. As crianças aprendem com os adultos, quando os acompanham nas atividades
diárias'. Para que essa arte e essa cultura sejam transmitidas dentro do ambiente escolar, os professores indígenas são os responsáveis em criar caminhos e conexões entre os conhecimentos científicos e os tradicionais. Não há como separar, atualmente, a escola da comunidade e o conhecimento tradicional do conhecimento científico dentro das escolas Terena e de outros povos indígenas.
São os professores indígenas e os anciãos os maiores interessados em transmitir e manter viva a cultura do seu povo.
## Considerações finais
Os relatos dos professores indígenas acerca do etnoconhecimento Terena com os quais trabalham em sala de aula, nos seus planejamentos diários, reforçam a importância que os professores têm na propagação da sua cultura e da sua ciência. A divulgação parcial do etnoconhecimentos proferidos aqui, neste trabalho, lança luz a toda a ciência que os povos originários têm a ofertar para a população no geral e para a ciência universal.
São os professores, atualmente, os maiores responsáveis em propagar esse etnoconhecimento, pois esses estão nas universidades e instituídos de educação espalhados pelo o mundo. Ouvir o que o indígena tem no seu conhecimento a partir da sua vivência dentro das suas comunidades está carregado de histórias, de mitos, de lendas e de muita ciência.
A formação do professor indígena é parte importante para que os conteúdos trabalhados possam aproximar o conhecimento tradicional do científico. Nesta formação, constam o planejamento das aulas e o trabalhar com interdisciplinaridade e multidisciplinaridade; fazer parte do contexto do professor indígena, pois somente sendo ensinados a enxergar os conteúdos com maior amplitude possibilitará que os educadores possam transmitir de forma contextualizada nas suas disciplinas. Para que o trabalho docente seja melhor aproveitado, a estrutura física, a formação acadêmica e os materiais didáticos devem ser apropriados para o trabalho nas aldeias. Pois, nas palavras do professor Valdervino, ' Porque se nós ficamos dependendo dos outros, nós jamais seremos visíveis e jamais irão contar a nossa história. E se contar! Vão contar da maneira inversa. Então quem sabe de nós, somos nós!'
- O etnoconhecimento Terena para os professores indígenas é como a
Cerâmica: Colhe-se e seleciona-se a argila; moldam-se as esculturas; espera-se o melhor momento para as levarem ao fogo e, finalmente, a arte estará pronta.
## Referências
ALVES, G. P., O protagonismo da Escola Polo Indígena Terena Alexina Rosa Figueredo, da Aldeia Buriti, em mato grosso do sul, no processo de retomada do território da terra indígena buriti , 115 f, Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Campo Grande, 2016.
CHASSOT, A. I., Uma dimensão ambiental como uma alternativa para um ensino mais político . In: Santos, J.E.; Sato, M.. (Org.). A contribuição da educação ambiental à esperança de Pandora. 1ed.São Carlos: Rima, 2001, v. 1, p. 397-412.
D'AMBROSIO, U. Etnomatemática: elo entre tradições e a modernidade . 5ª ed. Belo Horizonte: Autêntica Editora, (Coleção Tendências em Educação Matemática, v. 1). 2013.
ELLEN, R.; HARRIS, H. Concepts of indigenous environmental knowledge in scientific and development studies literature: a critical assessment., 1996. http://lucy.ukc.ac.uk/Rainforest/SML files/Occpap/indigknow.occpap TOC.html
.Acesso em: 12 de Mar. 2021
FRAXE, T. J. P., PEREIRA, H. S. e WITKOSKI, A. C./ organizadores. Comunidades ribeirinhas amazônicas: modos de vida e uso dos recursos naturais - Manaus: EDUA, 2007.
OLIVEIRA, P. S., Introdução à Sociologia . Cidade: São Paulo - SP. Editora Ática, 2001
VARGAS, V. L. F., A dimensão sócio-política do território para os Terena: as aldeias nos séculos XX e XXI ., Doutorado em História, Universidade Federal Fluminense, 2011. 187f.
VILLATORE, A. M.; HIGA, I.; TYCHANOWICZ, S. D., Didática e Avaliação em Física . Curitiba: IBPEX, (Coleção Metodologia do Ensino de Matemática e Física, v. 2), 2008.
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