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Análise das Atividades do Pátio da Ciência em 2023

Beatriz Maia De Aquino, Marcus S. Carrião

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
24/01/2025
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Práticas Educativas Em Espaços Educativos Formais, Informais E Não Formais E O Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Pôster

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Texto completo

## ANÁLISE DAS ATIVIDADES DO PÁTIO DA CIÊNCIA EM 2023

## Beatriz Maia de Aquino 1 , Marcus S. Carrião 2

Pátio da Ciência, Instituto de Física, Universidade Federal de Goiás 1 trismaia@discente.ufg.br

2 mscarriao@ufg.br

## Resumo

A utilização do ensino não-formal como parceiro do ensino formal se mostra efetiva em complementar os diferentes tipos de aprendizagem um do outro. O Pátio da Ciência, do Instituto de Física da UFG, é um espaço dedicado à difusão e divulgação científica que conta com um acervo de experimentos de física e química apresentados por graduandos. Este trabalho resume e avalia as atividades do Pátio da Ciência no ano de 2023. A análise constatou visitações de turmas de diferentes instituições de ensino, reforma do Auditório e criação da reserva técnica, desenvolvimento da Galeria de Arte Urbana, participações em eventos e mudanças na estrutura e organização do projeto. Os resultados mostraram aumento no número do público médio atingido pelo Pátio no ano de 2023, além de outras melhorias no espaço e organização. Logo, este período se mostra muito relevante na história do projeto. Espera-se que o trabalho incentive a realização de mais avaliações periódicas do projeto e impacte positivamente o planejamento do Pátio da Ciência para que este continue sendo eficaz em servir como um espaço de divulgação científica e ensino não-formal de ciências.

Palavras-chave : Ensino não-formal, Divulgação Científica, Museu de Ciência;

## Introdução

O ensino das ciências exatas no Brasil enfrenta o obstáculo do desinteresse dos alunos e a dificuldade de aproximar os conteúdos científicos com seus cotidianos. Para Cruz (2016), o problema muitas vezes está na insuficiência das instituições de ensino formal em ensinar ciências de forma atrativa e integrando diferentes meios de transmitir o caráter dinâmico dos saberes científicos.

'Esta [educação formal] possui importância fundamental na formação humana dos estudantes, porém em uma sociedade contemporânea, ela sozinha não consegue atender às necessidades que surgem a cada dia que passa com o advento da ciência e da tecnologia. Exige-se assim, uma demanda por uma aprendizagem que seja também oferecida por diversos meios comunicacionais e por diversos ambientes, tais como: internet, jornais, televisão, revistas, centros de ciências, zoológicos, parques, planetários, praças, clubes, dentre outros' (Cruz, 2016, p.149)

Os espaços de educação não-formal podem ser fortes aliados da escola, respeitando as limitações e particularidades um do outro e se complementando no processo de ensino. A existência de museus e centros de ciência no Brasil preenche uma lacuna fundamental na educação das ciências exatas, desperta nos jovens o interesse por conteúdos e fenômenos dos quais só conhecem a apresentação teórica. (Damy, 1998)

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

A formação acadêmica dos próprios mediadores também se beneficia da experiência destes com os museus de ciência já que, neste processo, estes são expostos a dúvidas e concepções alternativas que os obrigam a aprofundar seus conhecimentos científicos e de comunicação. Desenvolvendo assim a improvisação científica e habilidade de dialogar sobre ciência adequando sua linguagem aos diferentes públicos que visitam os museus. (Ovigli;Freitas, 2009).

Embora a interação entre os graduandos com o público possa preocupar pela possibilidade de transmissão de ideias errôneas, a aprendizagem de um conceito é um processo longo e construtivista que se agiliza quando o aluno já possui uma pré-concepção do assunto, mesmo que imperfeita. (Gaspar, 2002) Portanto, os benefícios do ensino não-formal em parceria com a escola compensam para ambas as partes.

'Enquanto espaço delimitado por fronteira física mais ou menos permanente, a escola se isola do resto do mundo. [...] a parceria museu-escola pode contribuir para diminuir esse isolamento e para melhorar a aprendizagem de conceitos científicos. Consideramos relevante a existência de articulação entre a educação escolar em Física e a educação não-formal, oferecida pelos museus de ciência, pois ela ajuda a repensar a prática docente e a refletir sobre as metodologias de ensino que têm sido empregadas em aulas de Física e em exposições museológicas.'(PORTO; ZIMMERMANN; 2010, p.55)

Em síntese, os espaços de educação não formal, como centros e museus de ciência, atuam como opção de lazer e cultura, tendem a aumentar o interesse dos estudantes pela ciência, ajudam na abordagem dos conteúdos na educação formal e também trazem benefícios para a formação de seus mediadores.

O Pátio da Ciência, do Instituto de Física da UFG, se localiza no Campus Samambaia da UFG entre os Institutos de Física e Química. O Pátio funciona como um museu de ciências, com foco em alunos do ensino médio, mas também recebendo visitantes desde a educação infantil até turmas do ensino superior, e tem seu acervo apresentado por estudantes da graduação da UFG. É um espaço dedicado à difusão e divulgação científica, que conta com um acervo de experimentos científicos divididos em 5 estandes e um palco. Os experimentos abordam conceitos físicos e químicos como Mecânica, Eletromagnetismo, Astronomia, Ótica, Densidade, PH e Pressão, entre outras.

Figura 01: Pátio da Ciência - UFG

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A relevância do Pátio como museu de ciência é explicitada na quantidade e diversidade de públicos atendidos, na participação em eventos de extensão, bem como na preocupação de promover ações relevantes para sua ampliação e melhoramento. A atuação do Pátio durante o ano de 2023 contou com visitações de turmas de diferentes instituições de ensino, reforma do auditório e criação da

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reserva técnica, desenvolvimento da Galeria de Arte Urbana, realização do Curta o Campus edição Pátio da Ciência, entre outras participações em eventos e mudanças na estrutura e organização do Pátio. Logo, este período se mostra muito relevante na história do projeto.

Embora o Pátio da Ciência conte com mais de 10 anos de história, os trabalhos acadêmicos que o tem como objeto de estudo e até mesmo os registros internos são escassos e não refletem a atenção e organização que tal projeto merece. O objetivo deste trabalho é, então, resumir e avaliar as atividades do Pátio da Ciência no ano de 2023, destacando a relevância do projeto e incentivando a produção de trabalhos e registros futuros dentro deste espaço.

## Metodologia

## Parâmetros da Análise

Para a análise foi feita uma investigação e avaliação das ações mais relevantes do Pátio no período de 2023, como quantidade de monitores, dificuldades relatadas no projeto de extensão; número de monitores; número de visitas e características como, quantidade de alunos, rede (particular ou pública), nível escolar e localidade das instituições de ensino visitantes; quantidade e abrangência de eventos; e ações de melhoramento da organização e aparência do espaço físico.

## Análise de Público

Coletando dados dos relatórios do projeto de extensão Pátio da Ciência no Sistema Integrado de Gestão de Atividade Acadêmicas (SIGAA), obtemos os números do Quadro 01.

Quadro 01: Dados numéricos do Pátio da Ciência segundo relatórios de projeto do SIGAA

*o projeto foi finalizado antecipadamente para que um novo fosse submetido, atendendo à exigências do edital PROBEC/PROVEC 2023-2024.

Diferente dos anos anteriores, no ano de 2023 sabemos que os números do relatório foram alimentados pelo controle interno do Pátio por meio de formulários de agendamento preenchidos pelos professores no site do Pátio, e conferidos pelos monitores no dia da visita. Assim, para 2023, temos acesso a dados mais detalhados sobre as visitas, como: Escolaridade dos grupos, rede das escolas (pública ou particular), cidade de origem e necessidade de assistência. De acordo com os formulários:

Das 43 visitas ao Pátio da Ciência em 2023, 25 (58,2%) foram de escolas públicas e 18 (41,8%) foram de escolas particulares; Totalizando 2088 visitantes com uma média de 48,6 indivíduos por visita;

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A contagem da escolaridade dos grupos resultou, conforme o gráfico, em (55,8%) Alunos do Ensino Médio, (23,3%) Alunos do Ensino Fundamental 1, (11,6%) Alunos do Ensino Fundamental 2, (7,0%) Alunos do Ensino Superior e (2,3%) Alunos da Educação Infantil;

Gráfico 01: Tipo de grupos visitantes do Pátio da Ciência em 2023

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Dos 43 grupos, 3 (7,0%) afirmaram necessitar de acessibilidade para cadeirantes e 1 (2,3%) afirmou ter uma estudante de baixa visão;

As ações incluíram escolas de 10 cidades do Estado de Goiás sendo essas: Goiânia, Senador Canedo, Aparecida de Goiânia, Caldazinha, Silvânia, Trindade, Anápolis, Santa Helena de Goiás, Jaraguá e Brazabrantes;

## Relatório de Eventos

Para uma melhor descrição dos eventos foram utilizadas estimativas internas do Pátio e dos organizadores dos eventos para definirmos os públicos aproximados. Além de postagens das redes sociais de ambos, quando relevante, para registrarmos datas, descrições e localizações dos eventos, pois estes dados não haviam sido organizados pela gestão do Pátio até a realização da atual pesquisa.

Quadro 03: Dados dos eventos com participação ativa do Pátio em 2023

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## Reformas e Organização do Espaço

Durante as férias letivas dos monitores, em setembro de 2023, foi realizada a reforma do Auditório do Pátio da Ciência, dividindo-o em três partes. A nova organização do espaço permitiu a adoção de uma reserva técnica, utilizada para salvaguarda e manutenção dos itens do acervo, um novo estande para apresentação de experimentos e uma versão reduzida, mas ainda satisfatória para seus objetivos, do auditório.

Em outubro de 2023, o Pátio recebeu parte dos recursos adquiridos através do projeto de apoio ao evento '20ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia SNCT 2023' publicados na Chamada CNPq/MCTI Nº 01/2023 a alguns projetos de extensão da UFG. Assim, viu-se a oportunidade de executar projetos estéticos no espaço do Pátio, como a reforma das placas, a manufatura dos uniformes dos monitores e a realização do projeto da Galeria de Arte Urbana (GAU) do Pátio da Ciência.

Figura 02: Placas originais do Pátio da Ciência

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Figura 03: Placas reformadas do Pátio da Ciência

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As placas foram reformadas para continuar o plano de modernizar a identidade visual do Pátio, iniciado em novembro de 2022 com o concurso e seleção da nova logomarca do projeto, presente na Figura 02.

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Figura 04: Artes da Galeria de Arte Urbana (GAU) do Pátio da Ciência

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A Galeria de Arte Urbana (GAU) do Pátio da Ciência, também parte da revitalização do Pátio conta com arte de 4 artistas urbanos de Goiânia que se voluntariaram para homenagear cientistas relevantes para a Física, nas paredes do Instituto de Física, e para a Química, nas paredes do Instituto de Química. Na ordem da Figura 03, os cientistas homenageados foram: Marie Skłodowska-Curie, por: 'Diogo Rustoff' Diogo Fernandes Honorato; Percy Lavon Julian, por: 'Decy' Valtecy Ferreira Batista; Albert Einstein, por: 'Deneri' Roberto Junio Neri da Silva; e Cecilia Payne-Gaposchkin, por: 'Junger Thai' Thainá Junger da F. Alves.

## Resultados &amp; Discussão

Ao comparar os dados apresentados nos relatórios do projeto de extensão do Pátio no SIGAA com os formulários de agendamento, preenchidos pelos responsáveis pelas turmas visitantes, podemos assumir uma subestimação do Público Real Atingido relatados, já que, se compararmos o número de visitantes relatados com a soma do público de agendamentos e de eventos obtemos uma diferença de aproximadamente 418 pessoas. Essa diferença, porém, pode ser justificada pela falta de acurácia no registro de público dos eventos e na omissão no

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relatório, provavelmente acidental, de 2 dos 8 eventos realizados neste período. Então, embora o registro interno do Pátio tenha visto melhoria em comparação com os anos anteriores, a organização do sistema de registro precisa ser repensada para que não se repita essa inconsistência nos números. Considerando os números de visitantes, aparentemente subestimados, dos relatórios ainda é evidente um aumento do público atingido pelo Pátio em comparação com os anteriores. Omitindo os anos em que o Pátio foi afetado pela pandemia do COVID-19 e utilizando apenas a média de público dos anos de 2019 e 2022, constatamos um aumento porcentual de mais de 400% do público médio no ano de 2023.

O aumento de público atingido pelo Pátio pode ser justificado pela ampliação das interações e parcerias com outros projetos de extensão, além do aumento da atividade nas redes sociais do Pátio. Em especial o Instagram, que contou com a delegação de uma aluna de graduação em jornalismo para o gerenciamento deste. Ademais, a caracterização do público é essencial para elaboração de estratégias de comunicação eficientes e para a escolha dos temas de exposições e roteiros de apresentação com a linguagem adaptada para os principais públicos atendidos.

A quantidade de monitores cadastrados no projeto do Pátio também mostrou aumento. Em 2022 eram 7 monitores, no início de 2023 o número subiu para 12 monitores até março e 22 monitores até o fim do ano. Embora o número de monitores tenha aumentado, a disciplina dos monitores e a organização na delegação de tarefas não foi bem sucedida para que as atividades como eventos de extensão tenham sido realizadas sem o sobrecarregamento da equipe. Porém, a delegação de uma supervisora dos monitores próximo ao fim do ano trouxe uma perspectiva de mudança destes aspectos para os períodos seguintes.

As reformas no espaço se mostraram efetivas na ampliação e modernização do Pátio, o estande 5, que antes era limitado a servir apenas como auditório, foi muito mais utilizado com a adaptação para apresentar experimentos em parte do seu espaço, tendo agora parte ativa em todas as visitações do Pátio. A adoção de uma reserva técnica no espaço permitiu a organização dos outros estandes e a obtenção de recursos que antes não tinham lugar adequado para serem armazenados. Agora o projeto conta com caixa de ferramentas, suporte para banners e materiais de limpeza, entre outros materiais importantes para a manutenção e ampliação do acervo.

A modernização das placas e a elaboração da Galeria de Arte Urbana foram alvos de elogio pela comunidade acadêmica que frequenta o espaço e, principalmente, dos estudantes visitantes. Isto é importante visto que uma estética mais bonita e amigável é muito relevante para a função do Pátio como museu de ciências. A escolha dos cientistas homenageados também é ferramenta de aproximar o público estudantil do conhecimento científico, com a representatividade deliberada de duas cientistas mulheres; um cientista negro; e cientistas conhecidos e desconhecidos que contribuíram como símbolo contra preconceitos e violência; os alunos de diferentes origens e gêneros podem se enxergar nas figuras exaltadas nas paredes do Pátio. Então, a GAU cumpre principalmente com o objetivo dos museus de

'Fazer com que os indivíduos não se sintam marginalizados ou temerosos pela ciência e tecnologia, de modo a que eles possam compreender, avaliar e julgar seus diferentes usos na sociedade contemporânea.' (BRAGANÇA GIL, 1998)

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Os resultados do estudo mostram que, no ano de 2023, o Pátio da Ciência obteve aumento significativo no número de visitantes e de mediadores, ampliou as interações e parcerias com outros projetos de extensão, realizou reformas importantes para o seu progresso e conseguiu cumprir com o objetivo de oferecer um espaço de divulgação e educação científica não formal.

## Conclusão

Este trabalho registra e analisa as ações do Pátio no ano de 2023, com objetivo de exaltar as melhorias e explicitar os pontos que devem ser melhorados. A metodologia proposta se mostrou muito complicada graças à dispersão dos dados em diferentes meios e documentos, além da inconsistência destes.

Espera-se, entretanto, que os resultados do próprio trabalho tragam melhorias nestes aspectos e impactem positivamente o planejamento do Pátio, incentivando a realização de avaliações periódicas do projeto no futuro. A pesquisa também não coletou formalmente relatos dos visitantes, ação que, se realizada, poderá enriquecer próximos trabalhos. No geral, as ações implementadas pelo Pátio no ano de 2023 foram, em sua maioria, bem sucedidas e indicam boas perspectivas para os anos seguintes.

## Referências

CRUZ, L. Interação Universidade-Escola através dos espaços museológicos: O Pátio da Ciência da UFG. Goiânia, 2016.

BRAGANÇA GIL, F. Museus de Ciência. Preparação do futuro; memória do passado Revista de Cultura Científica , n.3. pp. 72-89, 1988.

DAMY MARCELLO, S.S. Os Precursores da Física no Brasil . Centros e Museus de Ciências: Visões e Experiências , organizado por S. Crestana, G.R. de M. Pereira e M. Goldman, co-edição Saraiva Editora e Estação Ciência, p.41-48,1998.

GASPAR, A. A educação formal e a educação informal em ciências . Massarani L., Moreira IC, Brito F. orgs, p. 171-183, 2002.

OVIGLI, D.; FREITAS, D. Contribuições de um centro de ciências para a formação inicial do professor. I SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. Anais... Paraná: Universidade Tecnológica Federal do Paraná, 2009. p. 693-708.

PORTO, Franco; ZIMMERMANN, Erika; HARTMANN, Ângela. Exposições museológicas para aprendizagem de física em espaços formais de educação: um estudo de caso. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 27, n. 1, p. 26-62, abr. 2010.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.