Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

ESTÚDIO BRASIL-CHINA: CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ARTE A SERVIÇO DE UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA DE SABERES

Bárbara Vidal Cunha De Fava, Fernanda Michelini Rodrigues, Renan Rebeque Martins

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
24/01/2025
Linha de pesquisa
Ciência, Tecnologia, Sociedade E Ambiente No Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2025

Texto completo

## ESTÚDIO BRASIL-CHINA: CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ARTE A SERVIÇO DE UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA DE SABERES

## Bárbara Vidal 1 , Fernanda Michelini 2 , Renan Rebeque 3

- 1 Instituto de Física/Universidade Federal Fluminense, barbaravidal@id.uff.br
- 2 Instituto de Física/Universidade Federal Fluminense, fernandamichielini@id.uff.br
- 3 CE Matemático Joaquim Gomes De Sousa - Inter-Cultural Brasil-China, renanrebeque@gmail.com

## Resumo

O presente trabalho relata uma ação de intervenção no espaço escolar realizada pela equipe do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), atuante no Colégio Estadual Matemático Joaquim Gomes de Sousa - Intercultural Brasil-China. O objetivo era a construção de uma sala-estúdio para a produção de material audiovisual. A realidade econômica e técnica das escolas públicas normalmente impede a existência deste tipo de equipamento, porém a criatividade e a cooperação podem ser capazes de superar alguns desafios. Os licenciandos planejaram e construíram a sala-estúdio inspirados pela vocação interdisciplinar da escola, sendo devidamente apoiados pelos professores e o corpo gestor. Do ponto de vista pedagógico, esse novo espaço permite aliar o Ensino de Ciências, através dos equipamentos e técnicas audiovisuais, com as diversas expressões artísticas que esses recursos são capazes de propiciar. Além disso, a sala foi equipada com diversos materiais subutilizados, doados ou mesmo construídos a partir de sucata. Itens como rebatedores de luz, tripés, computadores e um Chroma Key compõem o acervo do espaço. A recepção por parte dos alunos e da direção com a conclusão do projeto foi positiva, e também, existiram manifestações de interesse de professores de disciplinas variadas, em utilizar os recursos da sala estúdio em suas aulas futuras.

Palavras-chave : Ensino, Tecnologia, Sala-Estúdio

## Introdução

As novas propostas curriculares apontam novas formas de educação midiática nas escolas brasileiras. Para Carvalho Junior (2009), a incorporação em diferentes setores sociais de diversas perspectivas sobre o impacto das tecnologias digitais e da conexão em rede na sociedade, fez emergir um fomento para a criação de políticas públicas para o digital e para o surgimento do termo 'cultura digital'. A cultura digital é uma criação humana, originada de transformações tecnológicas e mudanças sociais, nos quais, os aparelhos permitem conectar, comunicar, editar textos e imagens em qualquer momento e lugar, incluindo o ambiente escolar. Sendo assim, o trabalho apresentado constará de um relato sobre a criação de um projeto audiovisual de construção de uma 'sala-estúdio' para os alunos do Ensino Médio, da rede pública de ensino.

Segundo Martín-Barbero (2003), os meios de comunicação promovem a descentralização na circulação dos saberes e a socialização a partir disso, colocando num mesmo espaço diversas culturas, padrões e visões de mundo. Com base nisso, o grupo de estudantes de Licenciatura em Física da Universidade Federal Fluminense (UFF), a partir do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), perceberam a necessidade de um espaço comunitário e interdisciplinar para os alunos do Colégio Estadual Joaquim Gomes De Sousa -

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Intercultural Brasil-China, popularmente conhecido como Brasil-China, para a realização de estudos e pesquisas. A partir de um projeto paralelo de doação denominado 'Q.I. Sucata', o qual estava sendo realizado no mesmo ano pelos estudantes, foram armazenados materiais subutilizados, desde objetos, como, guarda-chuvas e bocais até smartphones e lâmpadas, além dos eletrônicos fornecidos pelo colégio, para a materialização do espaço, foi modificado uma sala sem uso dentro da instituição.

A construção do estúdio está alinhada com as normas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), a partir do desenvolvimento da competência três, no qual implica em investigar 'situações-problema' e avaliar o uso do conhecimento científico e tecnológico. O espaço permite que os estudantes analisem as propriedades dos materiais e sua adequação em diversas aplicações tecnológicas, enquanto também investigam o funcionamento de equipamentos eletrônicos e sistemas de automação, compreendendo suas tecnologias contemporâneas e seus impactos sociais, culturais e ambientais. Portanto, a comunidade escolar poderá utilizar da construção da sala-estúdio em sua rotina, principalmente com os recursos midiáticos e programas no computador, como apoio para a pesquisa, realização de atividades discentes, comunicação com os alunos e dos alunos entre si, integração entre grupos dentro e fora da turma. Além disso, o espaço contribui para a publicação de páginas da web, blogs, vídeos, para o desenvolvimento de conhecimentos artísticos e criativos, e entre muitas outras possibilidades potencializadas a partir do espaço adquirido.

## Desenvolvimento

A sala-estúdio foi montada no Colégio Brasil-China, em 2023 e apresentada na Feira de Ciências, realizada em dezembro do mesmo ano. A escola recebe estudantes universitários para a realização do estágio obrigatório curricular e no ano de 2023 recebeu mais uma edição do PIBID da UFF.

- O Colégio Brasil-China teve sua primeira turma no ano de 2015 e desde então conta com aulas em regime integral e com corpo discente majoritariamente oriundo de escolas de ensino fundamental público, sem processo seletivo para ingresso. A escola, que possui apenas turmas de ensino médio, possui uma imersão intercultural com aulas de mandarim e cultura chinesa, além de inglês e também com ênfase em Ciências Exatas.
- O PIBID-Física no Brasil-China em 2023 contou com 15 licenciandos da UFF que acompanharam o professor da disciplina de Oficina de Ciências Exatas (OCE), uma disciplina que possui uma carga horária maior que o tradicional, quatro tempos por semana, com uma integração multidisciplinar, gerando uma maior liberdade de criação para o professor e consequentemente para os licenciandos. A sala-estúdio foi idealizada pelo grupo de licenciandos do PIBID-Física como parte do projeto de Feira de Ciências da escola. Com a participação dos alunos do segundo ano do ensino médio, a sala foi montada com materiais de baixo custo.

A concretização do projeto envolveu uma seleção e a utilização de recursos que refletiram a colaboração ativa de toda a comunidade escolar. A sala foi estrategicamente equipada com materiais subutilizados, doações e itens construídos a partir de sucata, que destacam a capacidade de reinventar recursos disponíveis, demonstrando a eficácia da criatividade e cooperação na superação de desafios. A partir dos conceitos de Física ondulatória e óptica, a acústica e regulagem de luz do local foram feitas com a utilização de materiais como TNT preto e papelão, além de

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

otimizar a atmosfera do estúdio. Além disso, ocorreu a construção de um refletor de luz, essencial em aprimorar futuras produções, construído a partir de um guarda-chuva, TNT branco, arame, bocal e lâmpadas LED, e suporte de tripé, assim, outros conceitos de óptica, como a reflexão, puderam ser estudados pelos alunos com uma atividade prática. Visando também um maior profissionalismo para a produção, uma tela verde, fruto de uma doação, foi aplicada na parede, podendo ser observada na figura 1.

Figura1 : Licenciandos desenrolando a tela verde doada

<!-- image -->

Além do material já adquirido, os licenciandos e o professor supervisor, realizaram um reparo no quadro de disjuntores, sendo os mesmos, provenientes de arrecadação de sucata, para o funcionamento das tomadas no novo espaço. O acervo da sala-estúdio conta com a incorporação de computadores novos, fornecidos pelo colégio, e a utilização de programas instalados nos mesmos, como o Pacote Office , Tracker , Adobe Photoshop e o CapCut , ilustrando a diversidade de conhecimentos tecnológicos e artísticos integrados. É importante mencionar que todos os programas foram gratuitos, enfatizando a acessibilidade e a inclusão digital como pilares fundamentais do projeto.

O estúdio montado, com todos os equipamentos necessários e programas funcionando, foi apresentado aos professores e demais alunos no dia da Feira de Ciências do colégio, que ocorreu no dia 1 de dezembro de 2023, como mostram as figuras 2 e 3. As pessoas entraram, ouviram as explicações relacionadas à Física envolvida no espaço e como aquilo poderia ser útil em diversas aulas. Além disso, os alunos que demonstrassem interesse em utilizar a sala poderiam se apropriar do espaço para estudo, realização de trabalhos das disciplinas e até mesmo exercerem sua criatividade na produção de conteúdos digitais.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Figura2: Tela verde pronta no dia de exposição da Feira.

<!-- image -->

Figura 3: Projeto Sala-estúdio sendo exposta no dia da Feira de Ciências

<!-- image -->

Após o dia da Feira, a sala-estúdio continuou em operação e foi utilizada por alunos para a produção de projetos que necessitavam de uma produção visual. Na Figura 4 pode-se ver duas alunas do segundo ano utilizando a tela verde e um celular para gravar um projeto para a disciplina de História. Infelizmente, o colégio, ao passar por uma obra em seu prédio principal, precisou desmontar o estúdio e transformá-lo em um sala de aula tradicional para que os alunos e professores pudessem cumprir seus horários curriculares.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Figura 4: Alunas do colégio utilizando os recursos da sala para realização de um projeto de história

<!-- image -->

## Discussão

Segundo Kenski (2013, p. 62), a cultura contemporânea é profundamente marcada pelos conceitos de interatividade, interconexão e inter-relação, tanto entre as pessoas quanto em relação aos variados ambientes virtuais onde se produzem e compartilham informações. Assim, incorporar a mídia no contexto escolar, tanto para debates quanto como ferramenta pedagógica, é uma estratégia eficaz para conectar os alunos às suas realidades. Essa abordagem facilita as mediações educativas, promovendo interações fluídas entre os alunos, além de fortalecer a relação entre os mesmos, as tecnologias e os docentes (BELLONI, 2005; FANTIN, 2006). Mediações essas que, portanto, podem facilitar ainda mais a inserção e o desenvolvimento de um trabalho crítico com as tecnologias da informação e comunicação (TIC) nos processos educacionais, promovendo uma aprendizagem mais integrada e reflexiva.

A escola deve integrar as tecnologias de informação e comunicação porque elas já estão presentes e influentes em todas as esferas da vida social, cabendo à escola, especialmente a escola pública, atuar no sentido de compensar as terríveis desigualdades sociais e regionais que o acesso desigual a estas máquinas está gerando. (BELLONI, 2005, p. 10)

Assim, considerando a velocidade com que a informação se propaga atualmente, não basta ter apenas o domínio do conteúdo de uma disciplina específica, mas também, é necessário abordá-lo de maneira crítica, conectando-o a outras áreas de conhecimento, permitindo, então, superar uma visão unilateral da realidade e reconhecer diferentes perspectivas para interpretar e analisar uma mesma situação (PILLAR, 2011). De acordo com Roberts (1991), currículos de Ciências com ênfase em ciência-tecnologia-sociedade (CTS) são aqueles que abordam as inter-relações entre a explicação científica, o planejamento tecnológico e a solução de problemas, bem como a tomada de decisão sobre questões práticas

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

de importância social. O ensino de Ciências, em grande parte de nossas escolas, tem sido conduzido de maneira descontextualizada da realidade social e com abordagem dogmática (SANTOS, 2007). Como resultado, os alunos não conseguem enxergar a conexão entre o conteúdo estudado e o cotidiano, percebendo o estudo de Ciências como uma simples memorização de termos complicados, classificação de fenômenos e resolução mecânica de problemas. Por outro lado, há uma visão limitada sobre o que significa trazer o cotidiano para o contexto escolar. Com isso, a alfabetização científica e artística caminham dentro de um pressuposto interdisciplinar, podendo assim, desconstruir os estereótipos reducionistas propagados pela cultura visual, e contribuir no processo de compreensão mais rica e diversificada do mundo, capacitando os alunos a dialogarem com diversos saberes e a aplicarem esses conhecimentos de maneira crítica em diferentes contextos sociais e culturais. Assim, uma proposta curricular de CTS pode ser vista como uma integração entre educação científica, tecnológica e social, onde os conteúdos científicos são estudados juntamente com a discussão de seus aspectos históricos, éticos, políticos e socioeconômicos. Segundo Fazenda (1994):

Para nós, interdisciplinaridade é mais que o sintoma de emanações de uma nova tendência em nossa civilização. É o signo das preferências pela decisão informada, apoiada em visões tecnicamente fundadas, no desejo de decidir a partir de cenários construídos sobre conhecimentos precisos. (FAZENDA, 1994, p. 89).

A criação do estúdio de audiovisual no colégio, como espaço compartilhado pelos alunos e professores, traz uma alternativa pedagógica inovadora que responde às necessidades da educação atual. Ao incorporar as tecnologias de informação e comunicação, esse novo espaço rompe barreiras financeiras e estruturais comuns nas escolas públicas, graças à criatividade e ao envolvimento da comunidade escolar. A interdisciplinaridade se concretiza ao permitir que áreas como Ciências, Artes, História e Literatura se integrem às ferramentas audiovisuais, ampliando as possibilidades de ensino e aprendizado. Como citado por Fazenda (1994), uma abordagem pedagógica interdisciplinar envolve estimular o diálogo com conhecimentos que não nos são familiares. Portanto, mais do que oferecer recursos técnicos, o estúdio promove um ambiente onde os alunos podem desenvolver suas habilidades e construir um fator identitário com a instituição, sendo incentivados a interpretar e representar a realidade de forma criativa e conectada ao contexto tecnológico. Com isso, o espaço se torna uma ferramenta poderosa na formação de jovens capazes de dialogar com os desafios contemporâneos e aplicar seus conhecimentos na prática com os múltiplos saberes relacionados em um só lugar.

## Considerações finais

A conclusão bem-sucedida do projeto foi recebida com entusiasmo pela comunidade escolar, e também despertou o interesse de professores de disciplinas variadas, como Arte, Música e História, em utilizar a sala para ministrar algumas de suas aulas. Esta receptividade demonstra o potencial transformador da iniciativa, abrindo caminho para a disseminação e integração da comunidade para esta e futuras gerações. Além disso, o projeto incentivou a criação de minicursos de tecnologias de informação e comunicação para o corpo docente, com o objetivo de capacitar os professores no uso pedagógico da sala-estúdio. A capacitação promove uma formação contínua que visa não apenas o domínio das ferramentas tecnológicas, mas também o desenvolvimento de práticas educativas integradas que abordem a realidade social e cultural dos alunos, como mencionado pelo modelo de

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

ensino focado em Ciência-Tecnologia-Sociedade (CTS). Dessa forma, o presente trabalho não apenas descreve a materialização de um ambiente inovador na interseção entre Ciência, tecnologia e Arte, mas também ressalta o impacto positivo que a troca dos diferentes saberes pode ter no enriquecimento pedagógico dentro da comunidade escolar. Portanto, o projeto possibilita o desenvolvimento da alfabetização científica capacitando os alunos a dialogarem de maneira inovadora com os desafios contemporâneos e a aplicarem esses conhecimentos em diferentes contextos.

## Referências

BELLONI, M. L. O que é mídia-educação Campinas, SP: Autores Associados, 2005.

BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação. Base Nacional Comum Curricular - BNCC. 2ª versão. Brasília, DF, 2016. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/

CARVALHO JUNIOR, José Murilo. Por uma cultura digital participativa. In: SAVAZONI, Rodrigo; COHN, Sergio. (org.). Cultura digital.br. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009. p. 9-11.

FANTIN, M. Mídia-educação : conceitos, experiências, diálogos Brasil-Itália. Florianópolis: Cidade Futura, 2006.

FAZENDA, I. Interdisciplinaridade : história, teoria e pesquisa. Campinas: Papirus, 1994.

MARTÍN BARBERO, J. Dos meios às mediações - Comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2003.

PILLAR, A. D. A educação do olhar no ensino das artes . Porto alegre: Mediação, 2011.

ROBERTS, Douglas A. What counts as science education? In : FENSHAM, Peter J. (Ed.). Development and dilemmas in science education Barcombe: The Falmer Press, 1991. p. 27-55.

SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos. Contextualização no ensino de ciências por meio de temas CTS em uma perspectiva crítica. Ciência &amp; Ensino, v. 1, n. esp., p. 1-12, 2007.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.