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TEORIA DA OBJETIVAÇÃO: UMA REVISÃO DE TRABALHOS NA ÁREA DE ENSINO DE FÍSICA

Fernando Augusto Silva, Frederico Ayres De Oliveira Neto

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
23/01/2025
Linha de pesquisa
Ensino, Aprendizagem E Avaliação Em Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## TEORIA DA OBJETIVAÇÃO: UMA REVISÃO DE TRABALHOS NA ÁREA DE ENSINO DE FÍSICA

## Fernando Augusto Silva 1 , Frederico Ayres 2

1 I IFMT - Campus Guarantã do Norte, fernando.augusto@ifmt.edu.br 2 Instituto de Física/UFMT, frederico.neto@ufmt.br

## Resumo

A Teoria da Objetivação (TO), elaborada originalmente para o Ensino de Matemática, tem alcançado outras áreas do conhecimento e estruturado atividades de ensino-aprendizagem em diversos contextos. A TO foi elaborada com o intuito de romper com as propostas das teorias comportamentalistas e construtivistas, por serem consideradas individualistas, promovendo a ressignificação dos conceitos de saber. A abordagem histórico-cultural, associada com o labor conjunto enquanto ação coletiva de ensino e aprendizagem, promove alteração no fazer pedagógico, no qual os participantes da sala de aula (professores e alunos) são considerados em todos os aspectos, não apenas ao conteúdo curricular. Nesta perspectiva, o ensino e a aprendizagem são partes de um processo indissociável de transformação do ser pelo encontro com o saber. Este trabalho apresenta o registro de produções acadêmicas da base de dados do Portal Capes com o intuito de mapear a evolução da TO em áreas distintas da Matemática. O objetivo com este trabalho é quantificar os trabalhos sobre ciências naturais e, em específico, em Física, que utilizaram a TO em suas metodologias e, com isso, acompanhar a linha do tempo das produções em áreas distintas da Matemática, a partir de 2019. Foram encontrados 15 trabalhos que discutiam sobre Ensino de Ciências, Formação de Professores e ou Pesquisas Bibliográficas. Entretanto, somente 04 trabalhos efetivamente versavam sobre Física. Estes trabalhos, em função da proposta metodológica de análise das aulas, dos movimentos e principalmente das falas dos estudantes, apontam diferentes momentos em que, a partir da elaboração da atividade de ensino-aprendizagem, evidenciam que a TO pode ser aplicada, atingindo objetivos da transformação do ser.

Palavras-chave : Atividade de ensino e aprendizagem, Labor Conjunto, Mecânica.

## Introdução

A Teoria da Objetivação (TO) de Luiz Radford, elaborada originalmente para o Ensino de Matemática ( Radford, Salinas-Hernandez, Sacristán, 2023), tem alcançado outras áreas do conhecimento e estruturado atividades de ensino-aprendizagem em diversos contextos.

Fundamentada na interação entre os participantes de uma atividade de ensino e aprendizagem, a TO é caracterizada pelo materialismo dialético, no qual o labor conjunto se baseia. A interação entre os participantes é, portanto, essencial para o processo e deve ser constituída não apenas pelo conteúdo do assunto abordado, mas por aspectos culturais, sociais, históricos e políticos de cada sujeito, compartilhados com os demais.

A influência do materialismo dialético na TO por meio da prática do labor conjunto favoreceu a ruptura com as demais teorias histórico-culturais, tais como as baseadas em Vygotsky. A contextualização dos assuntos durante as aulas através de artefatos

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

culturais, bem como por outros objetos de aprendizagem e elementos semióticos estimuladores da interação, gera uma concepção de ensino e aprendizagem no qual o estudante não cria ou desenvolve um determinado conhecimento. Ao interagir com outros participantes, cada um com sua cultura, surge a oportunidade de acessar novas concepções, ou seja, cada um dos participantes se transforma pelo encontro com o saber ao conectar-se com os demais e dar significado aos, então, conceitos inéditos, presentes na cultura, mas não de forma consciente.

Por suas características dialéticas e sua proposta de ações de ensino e aprendizagem em uma perspectiva diferente dos elementos semióticos, a TO abrange outras áreas, além da Matemática (conforme proposta original de L. Radford). Este trabalho apresenta o registro de produções acadêmicas (artigos) com o intuito de mapear a evolução da TO em áreas distintas da Matemática, sem qualquer intenção de análise do mérito dos trabalhos. O objetivo com este trabalho é analisar, através de uma revisão de literatura sistemática, os artigos sobre ciências naturais e, em específico, em Física, que utilizaram a TO em suas metodologias e, com isso, acompanhar a linha do tempo das produções em áreas distintas da Matemática, a partir de 2019.

## Fundamentação

Segundo Luiz Radford (Radford, 2014; Radford; 2021a; Radford; 2021b; VargasPlaça; Radford, 2023), aprender é tanto saber, quanto vir a ser, um processo de transformação motivado pelo encontro com saberes culturais ao considerar elementos estéticos e éticos na educação (Moretti; Panossian; Radford, 2018). Nesta perspectiva, a atividade humana sensível concreta é possibilitada por dois processos indissociáveis: a objetivação (encontro com o saber cultural) e a subjetivação (transformação do ser). Dentre os elementos da TO, os artefatos culturais são essenciais durante as atividades educacionais. Para Vygotsky (1981), os artefatos culturais são mediadores do conhecimento, enquanto para a TO são integrantes devido à sua característica agregadora dos participantes do grupo, um dos motivos da ruptura entre ambas.

O processo de objetivação revela estruturas semióticas a partir da interação entre o indivíduo e objetos de ensino-aprendizagem durante as atividades, oportunizando a interação entre os sujeitos e, a partir da estrutura de ensino, estimulando o surgimento de novos significados e compreensões. As atividades interativas são influenciadas por aspectos do cotidiano, o pensamento acerca do objeto e a rotina de sua utilização, contextualizada pelas práticas sociais, linguagens e culturas.

As atividades, na TO, são realizadas coletivamente, incentivando os integrantes de cada grupo a agir com cumplicidade perante os demais, cujo desafio a ser resolvido deve estimular a prática da solidariedade, responsabilidade, compromisso e o cuidado com o outro. Sua principal categoria ontológica é denominada 'labor conjunto', que permite o alcance da maturidade. 'Labor conjunto' não se refere simplesmente a atividades em grupo para a aprendizagem individual, mas ao compartilhamento de culturas e de saberes, elementos compartilhados que estimulam a conexão dos demais participantes com suas culturas, modificando-as e provocando a transformação.

Percebe-se que os estudantes não estão apenas livres para manifestações, mas, além disso, podem acessar suas realidades culturais, sociais, políticas e históricas,

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favorecendo o compartilhamento de informações que permitem aos demais o acesso ao saber e, consequentemente, à transformação do ser.

Originalmente proposta para a educação matemática, logo foi incorporada em outras áreas do conhecimento, principalmente por sua abordagem dos elementos semióticos, assim como pela ênfase na natureza cultural e social do conhecimento. Essas implicações para a prática pedagógica podem ser indicativos dos motivos de sua utilização em diversas áreas do conhecimento.

- A TO foi elaborada com o intuito de romper com as propostas das teorias comportamentalistas e construtivistas, por serem consideradas individualistas, promovendo a ressignificação dos conceitos de saber. A abordagem histórico-cultural, associada com o labor conjunto enquanto ação coletiva de ensino-aprendizagem, promove alteração no fazer pedagógico, no qual os participantes da sala de aula (professores e alunos) são considerados em todos os aspectos, não apenas ao conteúdo curricular. Nesta perspectiva, o ensino e a aprendizagem são partes de um processo indissociável de transformação do ser pelo encontro com o saber.
- A aprendizagem é observada como a formação de novas subjetividades, proporcionando conhecimento e evolução do indivíduo em um processo social e coletivo, uma premissa que caracteriza a TO como uma teoria que promove o posicionamento crítico dos alunos em relação às formas de ação e pensamento historicamente construídas em uma cultura.
- Na TO, o saber não se cria ou se constrói, mas se encontra em meio às culturas preexistentes ao longo das atividades humanas. Porém, o saber é uma potencialização do indivíduo e sua materialização é denominada conhecimento. A participação das atividades em grupo torna o processo de ensino e aprendizagem colaborativo, no qual os alunos não apenas materializam o saber em conhecimento, mas também sofrem transformações pessoais fomentadas pelas mudanças na compreensão de suas próprias culturas. Ou seja, o saber, na forma de conhecimento, é revelado gradualmente durante o labor conjunto, por serem atividades em que os participantes têm oportunidade de expressarem suas opiniões e críticas, assumirem posições e, portanto, observar a natureza por novas perspectivas e estarem sujeitos a novas subjetividades.

Por meio das interações, os sujeitos podem atualizar suas culturas e, consequentemente, encontrar novos saberes. Uma vez que os recursos são praticamente ilimitados (por serem de fontes diversas e incontáveis), o encontro com saberes (objetivação) e a transformação do ser (subjetivação), processos indissociáveis entre si, são consequências naturais durante as atividades propostas.

Embora influenciada por teorias histórico-culturais, a TO rompe com tais fundamentações por abandonar a apropriação, a construção e a aquisição de conhecimentos, ao propor a apreensão de um objeto já existente na cultura. Nesta perspectiva, o conhecimento é atualizado quando há uma ação a partir de uma potencialidade do sujeito (Gobara; Silva; Vargas-Plaça, 2019). Percebe-se que a ação conjunta, portanto, é um dos fatores incentivadores do processo de objetivação e de subjetivação, ou seja, a interação é a base do processo de transformação do ser.

Contudo, é importante que as ações sejam planejadas para que os sujeitos sejam partes atuantes no processo de ensino-aprendizagem, com possibilidade de interação e reflexões críticas sobre os posicionamentos durante a aula.

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Por ser uma teoria estimuladora dos aspectos pessoais por meio de ações coletivas durante as atividades de ensino e aprendizagem, sua utilização tem se ampliado, o que estimulou a identificação das produções realizadas a partir de 2019. A seguir, será apresentada a metodologia do presente trabalho.

## Metodologia

Nas ciências naturais e, especificamente, na física, considera-se que a TO está em seu estado inicial, temporal, e não de amadurecimento dos professores e pesquisadores. Com o intuito de compreender a evolução da TO nas ciências naturais, foram utilizadas bases acadêmico-científicas na prospecção de trabalhos publicados.

Através de uma revisão de literatura sistemática (Cavalcante, Oliveira, 2020), que consiste, numa abordagem estruturada e rigorosa para coletar, avaliar e sintetizar os estudos existentes, realizou-se a identificação de trabalhos publicados em periódicos, que apresentam a TO como fundamentação para discussões ou aplicações metodológicas associadas ao conceito de Física. O levantamento bibliográfico foi feito por meio de busca eletrônica de artigos indexados na base de dados do Portal Capes, sem corte temporal utilizando as palavras 'Teoria da Objetivação' ou 'Teoria da Objetificação'. Utilizou-se o segundo termo pois, em algumas línguas, utilizam Teoria da Objetificação, assim, alguns trabalhos apropriam-se deste termo (Gomes, 2016). As aplicações da Teoria da Objetivação de Luis Radford são recentes, assim como sua nomenclatura. Neste sentido, o recorte em 2019 foi para evitar a consideração de trabalhos que não são, de fato, relacionados à TO de Luís Radford sem, antes, uma análise mais profunda.

Foram encontrados 15 trabalhos que discutiam sobre Ensino de Ciências, Formação de Professores e ou Pesquisas Bibliográficas. Entretanto, somente 04 trabalhos efetivamente versavam sobre Física, conforme Quadro 1.

Quadro 1: Produções em física fundamentadas na TO.

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Matemática (REVIEM)

## Resultados

Originalmente elaborada para o ensino de matemática, os fundamentos e metodologia da TO foram utilizados em outras áreas do conhecimento, em específico nas bases epistemológicas das Ciências Naturais. A mudança de perspectiva conforme estabelecida pela TO, desenvolvida em conformidade com o materialismo históricodialético, favorece a valorização do saber e do ser ao adotar uma metodologia elaborada para execução coletiva denominada labor conjunto. A concepção inovadora se institui na possibilidade de transformação do ser em seu encontro com o saber disponível nas culturas dos agentes participantes do conjunto.

Neste sentido, os artigos encontrados possuem como mote a exemplificar o uso da TO em diferentes situações, no Ensino de Física, buscando verificar se alguma das partes (mesmo que indissociável) da TO está sendo estabelecida, como o trabalho conjunto, ou os artefatos culturais. Todos os trabalhos que têm como autora Jaqueline Santos Vargas-Plaça concentram suas aplicações em conteúdos de Mecânica (Cinemática, Dinâmica e Astronomia), para diferentes turmas da educação básica, a saber: 1º ano do Ensino Médio, 8º ano e outro no 7º ano do Ensino Fundamental.

Um breve ponto que chama a atenção é que a maioria dos trabalhos tem o docente Luis Radford como autor: o mesmo que propõe esta Teoria da Aprendizagem.

O trabalho de Ayres et al. (2022) apresenta uma proposta diferente, pois aplica um curso de produção de videoaulas, motivados pela pandemia da COVID-2019, oferecido na modalidade remota para docentes e graduandos em Ciências Naturais. O assunto abordado também foi a Mecânica.

Estes trabalhos, em função da proposta metodológica de análise das aulas, dos movimentos e principalmente das falas dos estudantes, apontam diferentes momentos em que, a partir da elaboração da Atividade de Ensino-Aprendizagem (AEA), evidenciam que a TO pode ser aplicada, atingindo objetivos da transformação do ser.

Neste sentido, os trabalhos descrevem partes do desenvolvimento da AEA, apresentando falas, gestos e, às vezes, sentimentos, buscando demonstrar, para além do desenvolvimento de determinado conteúdo, o labor conjunto. Por exemplo, no trabalho de Gobara, Silva e Plaça (2019), apresentam, ao todo, 43 falas organizadas pelo número do enunciado, transcrição do enunciado e comentário interpretativo dos enunciados relevantes para um grupo, como apresentado na Figura 1.

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## Quadro 2: Exemplo de descrição Gobara, Silva e Plaça (2019)

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Fonte: Gobara, Silva e Plaça (2019, pág.65)

Em outro trabalho, de Vargas-Plaça e Radford (2023), na mesma perspectiva de análise, comentam como encaminhamento da aplicação estudada, a partir da interação entre duas alunas de baixa visão:

Por meio da atividade prática histórico-cultural, os sujeitos vão sendo incluídos no mundo social e formados dentro das possibilidades de sua cultura. A partir do encontro com os saberes, por intermédio de ações pedagógicas apropriadas, os sujeitos passam a se posicionar por meio do exercício da dialética da voz. A ideia-chave deste artigo é conceber os indivíduos como subjetividades em formação que são coproduzidos historicamente em processos específicos (processos de subjetivação) ligados a atividades dialeticamente associadas aos SSSC [Sistemas Semióticos de Significações Culturais]. (pág 12)

Observa-se que, mesmo diante da indissociabilidade, há a constatação que houve interação em um exercício da dialética da voz, que se caracteriza pelo desenvolvimento, em sala de aula, de um sujeito em produção e que considera as dimensões políticas, econômicas, sociais e culturais relacionadas à vida do estudante. Revelando que a TO transcende saberes puramente relacionados aos conhecimentos, buscando desenvolver também aspectos éticos e morais.

O artigo de Ayres, et al. (2022), que desenvolve a TO junto com a Teoria da Distância Transacional, traz como conclusão que a aplicação contribui para que, ao longo das aulas do curso, houvesse maior interação entre os membros do curso e favoreceu o desenvolvimento para um conhecimento mais complexo.

No artigo de Vargas-Plaça &amp; Radford (2021), cuja objetivo é também fomentar discussões relacionadas à formação de professores, comentam ao final que procuraram

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destacar três elementos importantes do movimento do saber: (a) o papel da tarefa, que deve ser elaborada de forma que o encontro com o saber seja rico e profundo conceitualmente; (b) o papel da organização social da classe; (c) o papel do professor. Esses três elementos desempenham um papel importante na qualidade dos processos de objetivação e subjetivação. (Vargas-Plaça; Radford, 2021, pág.327)

Ou seja, para que haja uma formação de professores sobre a TO, é interessante destacar e discutir em torno dos movimentos do saber, dada sua importância na teoria.

Por fim, como limites, os trabalhos apontam como desafio o desenvolvimento de práticas comunitárias, tendo em vista a realidade capitalista que envolve a toda população, o que reverbera, em sala de aula, em atitudes como desinteresse em fazer atividades em grupo e ou em realizar práticas como a ética comunitária, a saber: responsabilidade, compromisso com o trabalho conjunto e cuidado com o outro.

## Considerações finais

A TO é uma teoria de aprendizagem que está começando a ampliar suas aplicações, para além da educação matemática. A quantidade de trabalhos reduzida reflete esta realidade e, ao mesmo tempo, demonstra as possibilidades de aplicação. Como observado nos trabalhos, há um desafio em aplicar, e analisar, toda a proposta teórica, entretanto, diferentes de outras teorias, talvez devido ao seu rigor metodológico, todos os trabalhos evidenciam quais foram as limitações.

Estas, em geral, permeiam a realidade econômica que impulsiona à uma sociedade mais egoísta e individualista, ao contrário do que propõe a teoria, no desenvolvimento da AEA, através do labor conjunto. Outro aspecto é que os trabalhos estão afunilados na área de mecânica, demostrando um vasto espaço que esta teoria ainda pode abranger.

Por fim, como prosseguimento do trabalho, propomos analisar trabalhos em outras bases e possíveis teses e dissertações.

## Referências

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CAVALCANTE, L.T.C; OLIVEIRA, A.A.S. Métodos De Revisão Bibliográfica nos Estudos Científicos. Psicologia em Revista , Belo Horizonte, v. 26, n. 1, p. 83-102, abr. 2020.

GOMES, S.C. Teorias de aprendizagem em matemática: um estudo comparativo à luz da Teoria da Objetificação . Natal, 2016. 134f. Tese (Doutorado em Educação) -Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Centro de Educação.Programa de Pós-Graduação em Educação.

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MORETTI, V.D.; PANOSSIAN, M.L.; RADFORD, L. Entrevista Luis Radford: Questões em torno da Teoria da Objetivação. Revista Obutchénie: Revista de Didática e Psicologia Pedagógica. v. 2, n. 1, p. 230-251, 2018.

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RADFORD, L. De la teoría de la objetivación. Revista Latinoamericana de Etnomatemática , v. 7, n. 2, p. 132-150, 2014.

RADFORD, L. Aspectos conceituais e práticos da teoria da objetivação. In: MORETTI, V.; RADFORD, L. (Eds.). Pensamento algébrico nos anos iniciais: Diálogos e complementaridades entre a teoria da objetivação e a teoria histórico-cultural . São Paulo: Livraria da Física, 2021a. p. 35-56.

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https://periodicosonline.uems.br/index.php/interfaces/article/view/6284. Acesso em: 6 set. 2024.

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