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CADA CIENTISTA, UMA HISTÓRIA: POTENCIALIZANDO O ENSINODE FÍSICA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Carine Pereira Braga

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
23/01/2025
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Práticas Educativas Em Espaços Educativos Formais, Informais E Não Formais E O Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## CADA CIENTISTA, UMA HISTÓRIA: POTENCIALIZANDO O ENSINO DE FÍSICA ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

Carine Pereira Braga¹

Doutoranda em Ensino de Biociências e Saúde pelo Instituto Oswaldo Cruz/Fiocruz, carinecanopus@gmail.com

## Resumo

Em todos os tempos existiram contadores de histórias, que narravam seus conhecimentos, ideias, imaginação e memórias. De contos de fadas a lendas, dentre biográficas e romances, as histórias podem ser contadas em diversas ocasiões. Para o ensino de física, essa prática instiga a imaginação do aluno tornando o aprendizado e o educar mais dinâmico e divertido. Com isso, narramos histórias de mulheres brasileiras na ciência, sobretudo na física. Mulheres que marcaram gerações, ultrapassaram barreiras e conquistaram seu espaço, mostrando que contar suas histórias pode estimular outras mulheres na carreira científica. O objetivo principal do artigo é a divulgação e popularização da ciência para crianças de 5 até 12 anos. Além disso, o presente artigo traz diversas maneiras de instigar a imaginação dos alunos proporcionando a estes momentos lúdicos, prazerosos e de aprendizagem através da contação de histórias. Espera-se que o presente artigo demonstre a importante função pedagógica da contação de histórias e como ela pode potencializar o ensino não formal e formal.

Palavras-chave : Ensino de Física; teatro; literatura

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

## Caminhando pelas histórias

Em todas as fases da vida, encontramos histórias. Desde a infância, até a vida adulta, somos acostumados a contar, ler e ouvir histórias que se perpetuam e muita das vezes, passam de geração a geração, podendo até, marcar o nosso tempo. Ler histórias podem nos proporcionar diversos sentimentos que instigam nossa imaginação, criatividade e concentração. Ao se ouvir uma história, o estímulo à escuta é uma etapa valiosa pois exercemos uma escuta ativa na fala do outro. O ato de contar histórias possibilita a troca de saberes, conhecimentos e diversos tipos de culturas que atrelados a histórias nos permitem a vivência do novo. Caminhar pelas linhas das histórias é sempre uma aventura singular que vale a pena ser experienciada. Isso porque, ao conhecer diferentes histórias, temos diversas possibilidades de aprimorar nosso conhecimento, cultura, vocabulário, dentre outros benefícios que as histórias trazem. Com isso, envolvendo física, teatro e literatura, o projeto Cada Cientista, Uma História narra histórias de mulheres brasileiras na ciência. Utilizando personagens teatrais, mostramos suas trajetórias, desafios, curiosidades e conquistas. A partir do diálogo e das interações que ocorrem entre os atores e o público, durante a contação de histórias, novos e importantes conhecimentos científicos, literários e sociais são construídos. Através de articulações entre estas áreas, promovemos a troca de cultura e experiências que estimulam a imaginação, a oralidade e a escrita. Nesse caminho, o presente artigo visa discutir como a contação de histórias pode potenciar o ensino de ciências, sobretudo, o ensino de física. Nesse sentido, nosso principal objetivo é contribuir para a popularização e divulgação da ciência. Dentre os objetivos específicos: a promoção de metodologias inovadoras para ensino de ciências que estimulem o pensamento crítico e a curiosidade dos alunos e narrar o lugar de resistência, liberdade e brilhantismo das mulheres do Brasil.

## Fundamentação Teórica

Por algum tempo, o ato de contar histórias era utilizado nas escolas como forma de entreter, distrair e relaxar os alunos e, em algumas instituições isso ainda permanece assim (De Sousa E Bernardino, 2011). Porém, no século XXl, a figura do contador de histórias, ou o professor/contador de histórias tem reaparecido de forma mais contundente, mostrando a sua relevância na esfera educacional, social e emocional das crianças marcando presença nas bibliotecas, feiras de livros, livrarias, museus de ciências e sobretudo, em escolas. A contação de histórias, seja para finalidade que for, tem sempre algo para compartilhar, ensinar e aprender. Segundo (Brandão, 1981):

'Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar' (Brandão, 1981, pg 1)'.

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A estratégia da contação de histórias para o ensino de ciências, exercita o ato da escuta, incita a imaginação, interatividade, educa, instrui, desenvolve habilidades cognitivas, além de dinamizar o processo de leitura e escrita. Durante o ato de contar histórias, diferentes signos aparecem de forma singela e natural permeando os processos de intercomunicação e aprendizagem entre o público e o contador de histórias. Segundo Vygotsky, o uso funcional dos signos é um papel preponderante da mente humana (Vygotsky, 2007). Nossas representações mentais são construídas por meio de arranjos de signos que se apresentam na forma de conceitos, ideias e crenças (Monteiro, 2016). Com isso, a contação de histórias é um instrumento para a articulação de signos e objetos que promove uma troca de saberes e conhecimento (Faria; Dietrich e Gomes, 2018). Considerando também ser uma poderosa e potente atividade pedagógica para gerar imaginação e oralidade, possibilitando a relação do público com os sentimentos. A linguagem utilizada para o público é a principal mediadora do sujeito com o meio. Esta, cumpre uma função fundamental no processo de educação, pois sem linguagem não há aprendizagem (Pinto, 2012). É por meio da linguagem que o indivíduo produz cultura; é mediante a linguagem que o homem organiza o mundo simbolicamente (Vygotsky, 1998). No que tange ao ensino-aprendizagem, Vygotsky afirma que a efetiva aprendizagem procede do coletivo para o individual. O autor encara o processo da aprendizagem como uma ação social a qual os indivíduos formulam seus conhecimentos mediante sua interação com o campo e com os outros, em uma relação de constância entre fatores individuais e coletivos, do sujeito e do contexto. Sendo assim, compete ao mediador ser o agenciador dos repertórios coletivos e torná-los concepções críticas e individuais (Vygotsky, 1998). Destacando-se também o trabalho educativo da contação de histórias, uma vez que, exercem uma importante função pedagógica para a popularização e educação em ciências. Refletindo sobre o local onde estas histórias podem ser contadas para o público, pensamos que os museus tanto de ciências, quanto de arte, em bibliotecas das mais variadas instituições, estes locais são apropriados para que haja esta atividade. Pensando no papel social e educativo que os museus desempenham, por exemplo, a contação de histórias em museus, seja qual for, abre a possibilidade do encontro. Encontro com o outro, com o objeto e com a própria cultura (Pinto, 2012).

## Mulheres Brasileiras na Ciência

Utilizando a linguagem teatral, o projeto Cada Cientista, Uma História narra as histórias de físicas brasileiras, dentre elas: Sônia Guimarães, Elisa Frota Pessoa e Katemari Rosa. Nosso público-alvo são crianças de 5 até 12 anos e nossas apresentações acontecem em escolas públicas e privadas, museus e variados eventos científicos. Em cena, trazemos as histórias dessas mulheres que contribuíram e contribuem para ciência, trazendo um pouco da sua infância, seu despertar para a ciência e curiosidades. Quando narramos histórias como essas, a trajetória de suas vidas, estamos cooperando e reforçando o lugar de protagonismo das mulheres na ciência em cargos de relevância. Quebrando estereótipos, a trajetória destas importam e devem ser contadas por estarem em posições que no imaginário popular são ocupadas por homens de jaleco e óculos, cabelos desgrenhados, loucos, gênios e antissociais (Reznik, Massarani e Moreira, 2019).

Na história da ciência brasileira, tem muitas mulheres brilhantes que fizeram e fazem a diferença em áreas como biologia, física, matemática, astronomia,

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engenharias, dentre outras. Caminhando pelas histórias que nos inspiram, vemos a astrônoma e astrofísica Duília de Mello, colaboradora associada da NASA e atual vice-reitora da Universidade Católica da América, em Washington, capital dos Estados Unidos. A física Elisa Frota Pessoa, pioneira da ciência no Brasil, exemplo de excelência e uma das fundadoras do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF). A nossa inspiração para este trabalho foi a Jaqueline Goes de Jesus, atual embaixadora da ciência no Brasil, biomédica, doutora em patologia humana e pesquisadora brasileira.

Ficou mundialmente conhecida em 2020, após coordenar a equipe responsável pelo sequenciamento do genoma do vírus SARS-CoV-2 apenas 48 horas após a confirmação do primeiro caso de COVID-19 no Brasil. Estas e outras histórias mostram que as mulheres têm sido fundamentais para o avanço científico no Brasil. Narrar histórias de mulheres brasileiras na ciência é uma forma não apenas de celebrar as contribuições femininas, mas também de fortalecer a presença delas em um campo historicamente dominado por homens, sobretudo na física. A valorização dessa trajetória é crucial para o crescimento das futuras gerações de cientistas, tendo em vista que o projeto também tem como objetivo inspirar novos cientistas. Mostrando que a ciência é um espaço para todos, independentemente do gênero. Até o presente momento, o projeto já foi contemplado em alguns editais de fomento à cultura: Edital Cultura e Saúde em 2023, da Fundação de Artes de Niterói e Edital Literatura Resiste em 2024, da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Com isso, Cada Cientista, Uma História, nos anos de 2023 e 2024 já atendeu escolas municipais de Niterói e Rio de Janeiro. Com isso, houve a participação de em média 15 escolas municipais e atendemos em torno de 600 alunos, juntamente com os professores e responsáveis.

Figura 1 e 2: Cada Cientista, Uma HistóriaA Figura 1 mostra a contadora de história Cookie, interpreta pela atriz e física Carine Braga e a Figura 2 a intérprete da cientista Sonia Guimarães, Esther Marins

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Fonte: Autoria própria, 2024

Na Figura 1, podemos ver uma das atrizes do projeto, a contadora de histórias Cookie, interpretada pela física Carine Braga. Ao lado direito, a super mala do projeto, ao qual ficam alguns itens de cena e do lado direito o livro de ciências. Em todas as nossas histórias, mostramos o lugar de brilhantismo das mulheres na ciência, trazendo curiosidades e conquistas sobre sua infância, juntamente com seus gostos e características físicas. A Figura 1, também mostra as bonecas

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baseadas nas cientistas escolhidas. No colo da atriz, do lado esquerdo, a física Sônia Guimarães, ao lado direito, a astrônoma Duilia de Mello. Ao centro, a boneca da atual embaixadora da ciência, Jaqueline Goes. Falando de mulheres na física, seja através da boneca que a representa ou pelos seus feitos, Sônia Guimarães é um símbolo de brilhos e possibilidades na ciência, provando que o céu não é o limite, mas apenas o começo de uma jornada fascinante. Foi a primeira mulher negra brasileira doutora em Física e primeira mulher negra brasileira a lecionar no ITA. Esta conquista foi muito importante pois, na época, a instituição ainda não aceitava mulheres como estudantes. Com isso, no ano de 1993, Sônia começa a lecionar na instituição. São essas e outras histórias que nos inspiram e merecem ser contadas. Na Figura 2, vemos a atriz Esther Marins, que dá vida a personagem Sônia Guimarães. Com uma bola nas mãos, a artista interpreta a infância da cientista, mostrando seus trejeitos, narrando fatos da sua história e mostrando o seu despertar para a física. Em cena, também é possível ver ao fundo da Figura 2, alguns objetos cênicos como: um bola azul 'representando' artisticamente a partícula elétron e uma bola verde, a partícula neutron.

## Crianças como protagonistas

As crianças são convidadas para participar de jogos teatrais em todas as contações de histórias. Na Figura 3, em cena, ao colocar as crianças como protagonistas, esse processo auxilia na aprendizagem e é fundamental, pois essa experiência é única e cheia de curiosidades. Em cena, mostramos que nosso corpo é feito de pequenas partículas. Ao explorar a ideia de que o corpo humano é composto por pequenas partículas, podemos incentivar a imaginação e o entendimento das crianças sobre a física, biologia e química.

Figura 3: Uma criança da plateia, interpreta a cientista da história

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Fonte: Autoria própria, 2024

Na Figura 3, também vemos que a criança segura um objeto de cena: um átomo. Nesse momento, mostramos as características de um átomo. Esse recurso, pode ser um ótimo instrumento didático para os alunos pois, contém o número exato de prótons, elétrons e nêutron, revelando assim, o elemento químico por trás do modelo artístico.

## Experimentos em ação

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Ao levar os nossos experimentos, convidamos a plateia para participar e tocar nos mesmos. Nessa contação, levamos experimentos de física para cena. Esse tipo de atividade, de trazer o experimento à cena, é ótimo para impulsionar a criatividade e a diversão, tornando os conceitos científicos mais acessíveis, estimulantes e interessantes. Quando as crianças participam ativamente, elas não apenas observam, mas vivenciam o processo de aprendizado, o que torna o conhecimento mais significativo e duradouro. Em todas as contações de histórias, convidamos algumas crianças no momento da contação para fazer, experienciar e viver o experimento proposto. Por exemplo, alguns desses experimentos, como o pião de brinquedo, como mostra a Figura 5, para explorar força e velocidade angular, o pêndulo de Newton, na Figura 4, e a bola de plasma, na Figura 6 oferecem uma experiência sensorial que facilita a compreensão de conceitos abstratos de física.

Figura 4 e 5: Experimentos em cena, da direita para esquerda: Um pêndulo de newton e dois piões

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Fonte: Autoria própria, 2024

É inspirador ver como a participação ativa da plateia, especialmente das crianças, pode transformar um experimento em uma experiência única e memorável. Um dos pontos relevantes em nossa discussão é sobre o fato de envolver as crianças no experimento. Isto ajuda a despertar a curiosidade delas, a estimular o raciocínio crítico e, ao mesmo tempo, a fazer com que se sintam mais conectadas ao mundo científico. Esse tipo de abordagem, em que o aprendizado é exploratório e divertido, é uma excelente forma de promover o interesse pela ciência desde cedo.

Figura 6: Em cena, levamos o quarto estado da matéria, o plasma.

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Local: no Museu Janete Costa de Arte Popular, em Niterói Fonte: Autoria própria, 2024

Jogos teatrais

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A ideia do jogo teatral dentro do contexto da contação de histórias é incitar a participação dos alunos de forma mais expressiva e singular. Essa é uma maneira criativa e lúdica de ensinar conceitos de física para crianças. Em cena, as lindas partículas charmosas que são representadas por duas crianças, neste jogo, narramos algumas características fundamentais de cada partícula. Isto torna o aprendizado mais divertido e também ajuda as crianças a internalizarem a ideia de que, embora essas partículas sejam invisíveis a olho nu, elas desempenham papéis fundamentais no funcionamento do mundo ao nosso redor. Na Figura 7, vemos o próton e o elétron sendo representados.

Figura 7: Jogo teatral: partículas charmosas com participação da plateia

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Local: no Museu Janete Costa de Arte Popular, em Niterói Fonte: Autoria própria, 2024

Os jogos teatrais podem ser uma ferramenta transformadora na educação, especialmente para o público infantil. Quando as crianças entram em cena e têm a oportunidade de vivenciar personagens científicos, seja como uma cientista ou partículas -elas não estão apenas aprendendo sobre física ou outras áreas do conhecimento - elas se apropriam de um papel , estão experimentando o mundo de forma ativa. Além de, principalmente, expandir suas próprias possibilidades sobre quem elas podem ser no futuro. Quando uma criança assume um papel de cientista ou de qualquer outro profissional, ela não está apenas imitando, ela está, de certa forma, se capacitando e desenvolvendo a autoconfiança em suas próprias habilidades. Esta experiência, permite que as crianças interajam de forma tão direta com os conceitos, também como aproximação da realidade da ciência e como ajuda a visualizar seus próprios caminhos de carreira.

## Considerações finais

O trabalho educativo que a contação de histórias exerce e sua importante função pedagógica para o ensino de ciências, sobretudo, o ensino de física é essencial para compressão não só de conceitos físicos mas também sobre a história da ciência brasileira. A cada contação, esperamos estimular o pensamento crítico e criativo dos alunos, destacando e apresentando a vida das cientistas mostrando como a ciência de fato é feita. Neste projeto, já fizemos apresentações em: Museus, bibliotecas e escolas públicas e privadas. Os métodos que utilizamos para contar histórias permite e proporciona ao público momentos lúdicos, prazerosos e de aprendizagem. A nossa contação de histórias para o ensino de física permite que o conteúdo seja contextualizado com o dia a dia dos alunos, tornando assim, a física não apenas mais interessante, mas também mais significativa. Assim, percebe-se o

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quanto a contação de histórias é uma proposta didática valiosa e mediadora de conceitos segundo a teoria de Vygotsky, pois abarca diversos elementos da ludicidade, sendo um poderoso instrumento entre a articulação de signos e objetos que promove uma troca de saberes, conhecimentos, ideias e conceitos.

## Referências

ALMANDRADE. O museu e sua função cultural. Disponível em:&lt; http://www.forumpermanente.org/.painel/artigos/almandrade/&gt;. Acesso em: 11 mar.

2024.

BRANDÃO, Carlos Rodrigues et al. O que é educação. São Paulo: Brasiliense, 1981.

DE SOUSA, Linete Oliveira; BERNARDINO, A. A contação de história como estratégia pedagógica na Educação Infantil e Ensino Fundamental. Revista de Educação, v. 6, n. 12, p. 235-249, 2011.

FARIA, Luiz Henrique Portela; DIETRICH, Ana Maria; GOMES, Vivilí Maria Silva. A contação de história como instrumento de mediação para o ensino de ciências a estudantes do ensino fundamental. REVISTA ELETRÔNICA PESQUISEDUCA , v. 10, n. 20, p. 230-250, 2018.

MONTEIRO, Ricardo Rodrigues. Os signos na educação: Peirce, Bakhtin, Vygotsky e Feuerstein. Divers@! , v. 9, n. 1/2, 2016.

REZNIK, Gabriela; MASSARANI, Luisa; MOREIRA, Ildeu de Castro. Como a imagem de cientista aparece em curtas de animação?. História, Ciências, Saúde-Manguinhos, v. 26, p. 753-777, 2019.

PINTO, Júlia Rocha. O Papel social dos museus e a mediação cultural: conceitos de Vygotsky na arte-educação não-formal. Palíndromo, v. 4, n. 7, 2012.

VIGOTSKI, Lev Semenovich. A formação social da mente. Tradução José Cipolla Neto, Luis Silveira Menna Barreto e Solange Castro Afeche. 7ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 2007.

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