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Deslizamento e enchentes: Discutindo plano inclinado e racismo ambiental com quadrinhos

Eduardo Oliveira Ribeiro De Souza

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
23/01/2025
Linha de pesquisa
Diversidade, Inclusão E Direitos Humanos No Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## DESLIZAMENTOS E ENCHENTES: DISCUTINDO PLANO INCLINADO E RACISMO AMBIENTAL COM QUADRINHOS

## Eduardo Oliveira Ribeiro de Souza 1

1 Faculdade de Educação / UFF, eduardoors@id.uff.br

## Resumo

As enchentes e os deslizamentos são problemas que acontecem todos os anos nas principais metrópoles brasileiras, e que pode ser problematizado na sala de aula com o objetivo de compreender algumas camadas que o compõe. É uma questão de saúde pública negligenciada pelas autoridades governamentais e científica, e que sempre responsabiliza as pessoas que constroem casas e moram em áreas de risco., como morros e barrancos. Esse trabalho visa estabelecer uma relação entre ciência e a tecnologia produzida abordando o tema das enchentes e deslizamentos na sala de aula. O professor de física tem um papel importante para conscientizar seus alunos sobre o uso das tecnologias e conscientizar para prevenir que eles sejam escravizados por ela. O texto defende uma educação que promova a autonomia científica e tecnológica, com ênfase na justiça social e na dignidade humana. Este trabalho apresenta duas tirinhas que abordam essa temática relacionando com o estudo de planos inclinados. Além disso, o texto aborda o conceito de racismo ambiental, destacando como as comunidades vulneráveis são frequentemente prejudicadas pela negligência do poder público em áreas de risco. A abordagem sugerida visa não apenas transmitir conhecimentos científicos, mas também desenvolver nos estudantes uma compreensão crítica das injustiças sociais e ambientais, promovendo um ensino de Física que valorize a afrobrasilidade e a decolonialidade, e que prepare os alunos para serem cidadãos ativos e conscientes em suas comunidades.

Palavras-chave : plano inclinado; quadrinhos; racismo ambiental

## Por um ensino de Física que liberta o ser humano escravização tecnológica

A educação básica tem como um dos seus objetivos o exercício consciente da cidadania, porém muito tem se discutido como o ensino de Ciência, especialmente de Física, pode contribuir nessa formação e desenvolvimento de uma consciência coletiva. Acreditamos que o ensino de Física deve favorecer no entendimento das relações entre ciência, tecnologia e seus benefícios e impactos na nossa sociedade. Concordamos com Abdias Nascimento que diz que 'na pedagogia que liberta a tecnologia de sua atual tendência de escravizar o ser humano' (NASCIMENTO, 2019, p. 98).

A tecnologia tem sido usada para manutenção do sistema que busca a dependência do seu usuário, por isso, o ensino de todas as ciências deve conscientizar para o uso da tecnologia libertadora que dá autonomia, e visa o bemestar e a justiça social. Segundo Nascimento (2019):

A revolução cultural baseada na autonomia científica e tecnológica não significa apenas a fundação da justiça social e da dignidade humana, mas é também um pré-requisito ao progresso econômico internacional da humanidade e da soberania dos povos. (p. 99).

Com base nessa citação de Abdias, defendemos que o ensino de Física deve formar cidadão sensíveis ao desenvolvimento da autonomia científica e tecnológica

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

prezando a justiça social e a dignidade humana; e busca o progresso econômico e a soberania do povo brasileiro. Essa perspectiva dialoga com o conceito de educação decolonial e com a valorização da afrobrasilidade, e pode contribuir para a implementação da lei 11.645/2008 no Ensino de Física.

A obrigatoriedade implica em uma mudança nos currículos de formação dos professores, e uma nova perspectiva para o Ensino de Física. Buscar a autonomia científica e tecnologia proposta pelo Abdias Nascimento pode contribuir para o cumprimento dessas leis. Por isso, esse trabalho visa abordar temáticas valorizam nossa afrobrasilidade e cultura, e combateremos o racismo científico, o eurocentrismo e o perigo da história única. Essa obrigatoriedade não deve ser restrita às disciplinas da grande área de conhecimento: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

Neste trabalho apresentaremos uma proposta com 2 (dois) quadrinhos que que buscam discutir a questão das enchentes e deslizamentos; e como esses problemas estão relacionados com o conteúdo de lei de Newton e suas aplicações: plano inclinado. Além disso, a proposta busca refletir sobre o uso das tecnologias, e como eles podem ser usadas para o benefício da população ou como ferramenta de controle.

## Para que estudar e aprender sobre planos inclinados?

O plano inclinado é um tipo de máquina simples, que consiste em uma superfície plana, elevada e inclinada, por exemplo, uma rampa. É usado ao longo da história para facilitar o deslocamento de objetos pesados em níveis diferentes de alturas. Ele permite que a força aplicada para erguer objetos seja menor, mas o trabalho realizado seja o mesmo.

A Basílica Santuário de Nossa Senhora da Penha de França, mais conhecida com Igreja da Penha, está localizada numa pedra de cerca de 110 metros de altura. O acesso pode ser feito pela sua escadaria de 382 degraus esculpidos na própria pedra, ou pelo seu plano inclinado. O trabalho realizado para erguer seu corpo até a igreja escalando, subindo as escadas ou sentado no plano inclinado é o mesmo, mas a força aplicada não é a mesma.

Figura 1: Igreja da Penha, sua escadaria e seu plano inclinadoFonte: https://bafafa.com.br/turismo/bairros/igreja-da-penha-tem-plano-inclinado-desde-2003

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Há outras várias situações do nosso dia a dia, e escolhemos a inclinação que apresenta a melhor combinação entre distância e força. Para cadeirantes, normalmente, 'são consideradas rampas às superfícies de piso com declividade igual ou superior a 5%. (ABNT, 2020, p. 58). Para inclinações de valor entre 6,25% e 8,33% são recomendadas áreas de descanso. Segundo a ABNT (2020), a inclinação das rampas pode ser calculada a partir da seguinte equação:

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Onde:

i é a inclinação em porcentagem (%)

h é a altura do desnível

c é o comprimento da projeção horizontal

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Em termos trigonométricos, h e c são os catetos oposto e adjacente ao ângulo de inclinação respectivamente. A variável i é a inclinação em porcentagem. Uma inclinação de 5% equivale a aproximadamente a medida de 2,8º. No trabalho de Silveira (2007) são apresentadas a recomendação sobre as inclinações das ruas e estradas. Apesar das considerações acima, o conteúdo sobre plano inclinado é apresentado, na maior parte dos casos, de uma forma fora da realidade dos alunos brasileiros.

Em publicações como livros didáticos e apostilas, são encontradas ilustrações com atletas ou pessoas praticando esqui ou deslizando sobre uma prancha na neve. Além disso, o tema é com uma abordagem excessivamente matemática; e conceitos como: iminência de movimento, força de atrito, ângulo de inclinação e a aceleração não são tratados de maneira qualitativa.

Essa maneira de abordar o conteúdo sobre plano inclinado inviabiliza certos entendimentos da realidade do assunto. Silveira (2007) mostra, em sua pesquisa, que os estudantes do curso física geral falam valores de inclinações bem acima dos reais das estradas e ruas.

Figura 2: Exercício encontrando em um livro didáticoFonte: Thompson et al (2020) p. 36

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Os famosos valores de ângulos (30º, 45º e 60º), como o da figura X, são apresentados aos estudantes em situações e/ou exercícios para facilitam os cálculos, mas acabam provocando a estimativa desses valores em situações reais. Além disso, Silveira (2007) lembra que 'as placas de sinalização em rodovias reforçam a ideia dos ângulos próximos ou maiores do que 30º em declives acentuados' (SILVEIRA, 2007, p. 16).

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Figura 3: Inclinação da placa A-20a - Declive AcentuadoFonte: https://simuladodetranrs.com.br/placas-de-advertencia/ (adaptado)

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Outra situação, que podemos apresentar para qualificar a discussão sobre o plano inclinada na sala de aula, é a construção de casas em áreas de risco como encostas e morros. Segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), o Estado do Rio de Janeiro é o lugar com maior número de pessoas com risco de deslizamento e enchentes (TRIGUEIRO, 2022). Cerca de 925 mil pessoas se encontram nesta situação.

Com essa contextualização, apresentaremos uma proposta de abordagem mais qualitativa, e que valoriza a importância dos conteúdos relacionados aos planos inclinados. Neste trabalho utilizaremos quadrinhos para discutir sobre as construções e moradias improvisadas em morros e encostas. Nossa sociedade tem responsabilizado os indivíduos, mas essa questão é mais complexa e poderia perfeitamente ser somada na aula de Física.

## Moradias improvisadas e racismo científico

O problema sobre as moradias improvisadas é muito antigo e seu debate é recorrente. Porém, esse debate, muitas vezes, é raso e a responsabilização é atribuída à pessoa que construiu ou mora em casas em área de risco. A urbanista Raquel Rolnik apresenta essa discussão afirmando que 'ninguém vai morar numa área de risco porque quer ou porque é burro' (Rolnik, 2011). Ela reforça que muitas das pessoas não têm outra opção a recorrer. Os aluguéis cada vez mais altos, então a única opção é se estabelecer num local desvalorizadas economicamente e construir suas casas. As pessoas passam a se submeter ao risco de vida. Lixões, morros e pontes passam a ser abrigos por essas pessoas. De acordo com os dados apresentados por FipeZAP, do ano de 2024, os novos contratos de aluguel residencial aumentaram, em média, mais de 16%. (Martins, 2024)

Esse problema é gerado pelo crescimento populacional das grandes metrópoles somado a falta de investimento em políticas públicas de moradia e habitação resultando na falta de condições de saúde, de bem-estar social e da qualidade de vida dessas populações vulneráveis. As tragédias dos deslizamentos e enchentes em áreas de risco são a culminância desses fatores, e por isso são problemas sazonais. Por esse motivo, o problema não deve ser atribuído a população vulnerável que se submete a morar nessas condições. Devemos culpabilizar os nossos governantes por negligenciar essa questão de saúde pública.

Dentro desse tema é importante chamar a atenção e refletir que esse problema não acontece por acaso, e que as vítimas têm características muito bem

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definidas. Nesse debate podemos explorar e discutir sobre o conceito de Racismo Ambiental, que tem ganhado destaque na mídia. O Racismo Ambiental é definido por Tania Pacheco (2007) como sendo: '(...) às injustiças sociais e ambientais que recaem de forma implacável sobre grupos étnicos vulnerabilizados e sobre outras comunidades, discriminadas por sua 'raça', origem ou cor'. Além disso, a autora destaca que: 'o racismo ambiental não se configura apenas através de ações que tenham intenções racistas, mas, igualmente, através de ações que tenham impacto 'racial', não obstante a intenção de que lhes tenham dado origem' (op. cit.).

No caso das moradias improvisadas, o racismo ambiental se caracteriza na indiferença do poder público em buscar formas de resolver esse problema, já é tratado como uma circunstância específica para uma população vulnerável e não como um problema coletivo. A final de contas, existe inúmeros imóveis vazios nas principais capitais do país. Segundo Censo 2022, existem cerca de 11 milhões de domicílios particulares permanentes não-ocupados. São cerca de 12,6% dos domicílios. No artigo 182, da Constituição Federal, temos:

A política de desenvolvimento urbano, executada pelo poder público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bemestar de seus habitantes (Brasil, 1988).

Com isso, podemos perceber que é dever do poder público municipal a promover a população tais necessidades de moradia e o controle do crescimento populacional de maneira justa. O indivíduo que ocupa uma área para usar como moradia por cinco anos ou mais, tem a posse do local. O que justifica a luta por moradia e as ocupações urbanas. Porém, a falta de conhecimento e a forma como a mídia trata o assunto faz como que ainda exista uma resistência dos órgãos públicos de fazer valer essa lei. Flávia Schilling (2014) comenta que 'a relação entre justiça e violência aparece explicitada na seguinte definição, que nos diz 'violento' é aquilo que é contrário ao direito e à justiça (p. 15).

Esse conteúdo precisa ser tratado em suas várias facetas, dar voz a todos os atores sociais ligados ao tema valorizando perspectivas antirracistas e democráticas de ensino. É necessário, também, que o estudante tenha uma reflexão integral das injustiças sociocientíficas e ambientais onde reside, e sensibilizar a buscar resoluções coletivas para minimizar essas desigualdades. A construção do conhecimento não deve apenas apresentar a diversidade de contexto, mas também deve desenvolver ferramentas argumentativas no seu repertório. Acreditamos que levar temas como esse para o contexto escolar, dará subsídios para que o aluno fique menos sujeito a falsas informações, e tenha consciência sobre seus direitos, entender seus deveres como cidadão e lutar por condições melhores de vida. A seguir, apresentaremos os quadrinhos que abordar o tema de Moradias Improvisadas, enchentes e deslizamentos, e relacionam com o conteúdo de plano inclinado.

## Apresentação dos quadrinhos e a proposta de utilização

A tirinha (Figura 4) foi desenvolvida com o objetivo de discutir uma possível relação entre Plano Inclinado, Inclinações em rodovias e estradas e os deslizamentos e enchentes.

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Figura 4: Ninguém gosta de...

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Fonte: o autor

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O título é uma brincadeira com os fatos ilustrados pelos quadrinhos. Com o quadrinho podemos trabalhar de uma maneira contextualizada o conteúdo de plano inclinado. A relação entre o ângulo de inclinação do plano e a aceleração não é debatida com a devida qualidade, ficando refém da perspectiva que valoriza a matematização. Com esse quadrinho, o professor pode apresentar situações semelhantes às apresentadas nos segundo e terceiro quadro. Pode, também, relacionar com os acontecimentos de enchentes e deslizamentos que acontecem durante o verão. É importante lembrar que essa discussão não pode ser carregada de juízo de valor. O uso de rampas de acesso e as recomendações das normas de inclinações, também, pode ser abordada com os alunos. Eles podem inclusive calcular inclinações de rampas de acesso da escola, ou de locais de que eles frequentam. Na próxima figura, apresentamos outra tirinha que complementa e agrega na discussão sobre o tema com mais elementos.

Figura 5: Rocha

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Fonte: o autor

Essa tira foi criada inspirada na notícia sobre o apresentador e empresário que recebeu liberação da prefeitura para construir uma mansão em uma área de preservação ambiental. O apresentador inclusive limitou o acesso a 'sua' praia (Sthephanowitz, 2017). A privatização de praia é um tema muito atual.

- O quadrinho apresenta duas construções em áreas com inclinações em contextos diferentes. No primeiro quadro é construído um platô para alicerçar a mansão mostrando que há influência de um arquiteto e/ou um engenheiro no projeto da casa. Já no segundo, podemos ver um desenho de várias casas que são consideradas irregulares. Com isso a turma pode discutir essas diferenças e desenvolver um olhar crítico para a implementação de políticas públicas justas que possibilitem a construção em encostas sem provocar impactos ambientais e nem causar riscos. A diferença entre os dois quadros são o investimento e o planejamento. Existem diversos bairros ricos que se desenvolvem em encostas e áreas com inclinações. O último quadro apresenta uma casa branca com telhado vermelho em meio a lama. Qual das duas casas está sendo representada no último quadro?

## Considerações preliminares

Este trabalho aborda o conteúdo de aplicação das leis de Newton, os planos inclinados, de uma maneira mais contextualizada e crítica. Ele é uma alternativa à pura matematização do assunto. A aula de Física deve colaborar na formação dos estudantes e seus exercícios conscientizado da cidadania; e um uso libertador da tecnologia, que dá autonomia e promove a bem-estar social. Para isso, devemos promover um ensino de Física deve favorecer a compreensão das relações entre ciência, tecnologia e seus impactos e benefícios na sociedade que vivemos.

Os deslizamentos e as enchentes são problemas sazonais, e que devem ser abordados e problematizados na sala de aula. O professor de física precisa se apropriar dessa discussão e apresentar para seus alunos como a tecnologia pode contribuir para solucionar esses problemas, e como as ciências pode explicar os riscos das moradias improvisadas. Os quadrinhos apresentados nesse trabalho buscam promover essa discussão de mais qualificada. Esperamos o que os alunos possam ser desafiados com proposta contextualizadas, e que eles possam criar seus argumentos e opinião sobre o problema de maneira crítica e responsável.

Pretendemos levar essa proposta para diversos contextos de ensinoaprendizagem. Seja no ensino médio ou na formação de professores de Física. Essa proposta busca contribuir para abordagem da história e cultura afrobrasileira e indígena tornando a escola mais plural e diversa.

## Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 9050:2020: acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2020. 147 p.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 . Brasília, DF: Presidente da República.

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BRASIL. Lei No. 10.639 de 9 de janeiro de 2003 . Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996.

BRASIL. Lei No. 11.645 de 10 de março de 2008 . Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003.

MARTINS, Leandro. Aluguéis residenciais ficaram 16% mais caros em 2023, aponta FipeZAP . 16 jan. 2024. Disponível em: &lt;https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/202401/alugueis-residenciais-ficaram-16-mais-caros-em-2023-apontafipezap#:~:text=Os%20novos%20contratos%20de%20alugueis,4,62%%20no%20an o&gt;. Acesso em: 15 ago. 2024.

NASCIMENTO, A. O Quilombismo: documentos de uma militância Pan-Africanista. 3. ed. rev. São Paulo: Editora Perspectiva, Rio de Janeiro: Ipeafro, 2019.

PACHECO, T. Desigualdade, injustiça ambiental e racismo: uma luta que transcende a cor. 2007. Disponível em: &lt; https://racismoambiental.net.br/textos-eartigos/desigualdade-injustica-ambiental-e-racismo-uma-luta-que-transcende-acor/&gt;. Acesso em: 15 ago. 2024.

ROLNIK, R. Ninguém vai morar em área de risco porque quer ou porque é burro . 2011. Disponível: &lt;https://raquelrolnik.wordpress.com/2011/01/13/ninguem-vaimorar-em-area-de-risco-porque-quer-ou-porque-e-burro/&gt;. Acesso em: 15 set. 2023.

SCHILLING, F. Educação e direitos humanos: percepções sobre a escola justa . São Paulo: Cortez, 2014.

SILVEIRA, Fernando Lang da. Inclinação de ruas e estradas . A Física na Escola (Impresso), v. 8 n.2, p. 16-18, 2007.

STHEPHANOWITZ, H. Luciano Huck perde briga para proibir acesso público a praia 'particular'. Rede Brasil Atual, 2017. Disponível em: &lt; https://www.redebrasilatual.com.br/blogs/luciano-huck-perde-briga-na-justica-porrestringir-acesso-a-sua-praia-particular/&gt;. Acesso em: 15 ago. 2024.

THOMPSON, M; RIOS, E. P.; SPINELLI, W; REIS, H; SANT'ANNA, B; NOVAIS, V. L. D; ANTUNES, M. T. Conexões: ciências da natureza e suas tecnologias (manual do professor). 1. Ed, vol. 4. São Paulo: Moderna, 2020. Disponível em: &lt; https://pnld.moderna.com.br/ensino-medio/obras-didaticas/area-deconhecimento/ciencias-da-natureza/conexoes&gt;. Acesso em: 20 jul. 2024.

TRIGUEIRO, A. RJ tem 925 mil pessoas vivendo em áreas de risco de enchentes ou deslizamentos, diz estudo . G1, Rio de Janeiro, 22 de fev. 2022. Disponível em: &lt;https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2022/02/25/rj-tem-925-mil-pessoasvivendo-em-areas-de-risco-de-enchentes-ou-deslizamentos-diz-estudo.ghtml&gt; Acesso em: 15 ago. 2024.

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