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POTENCIALIDADES DO USO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS PARA A CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA

Caroline Conti Floriani, Karine Raquiel Halmenschlager

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
21/01/2025
Linha de pesquisa
Ensino, Aprendizagem E Avaliação Em Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Pôster

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Texto completo

## POTENCIALIDADES DO USO DE HISTÓRIAS EM QUADRINHOS PARA A CONTEXTUALIZAÇÃO DO ENSINO DE FÍSICA

## Caroline Conti Floriani 1 , Karine Raquiel Halmenschlager 2

1 Universidade Federal de Santa Catarina/Departamento de Física, carolfloriani48@gmail.coml

2 Universidade Federal de Santa Catarina/Departamento de Metodologia de Ensino, karinehl@hotmail.com

## Resumo

O uso de Histórias em Quadrinhos (HQs) são um recurso eficiente para a contextualização e aproximação da Física vista em sala de aula à realidade dos estudantes. Este trabalho foi desenvolvido no contexto de uma disciplina de estágio supervisionado obrigatório em uma universidade federal, no curso de Licenciatura em Física, e apresenta uma sequência didática utilizando Histórias em Quadrinhos como motivador, a partir dos Três Momentos Pedagógicos. Ao final da sequência, foi proposto que os alunos desenvolvessem suas próprias histórias, que depois foram analisadas. As HQs se mostraram como um recurso eficiente para a contextualização e aproximação da Física vista em sala de aula à realidade dos estudantes. Também evidenciou que o uso de HQs aumentou o engajamento dos alunos, tornando as aulas mais lúdicas e atrativas. A abordagem mostrou-se promissora para motivar os alunos e estimular sua criatividade, ao mesmo tempo em que desenvolvem habilidades no discurso científico e que a integração de HQs com atividades pedagógicas mais extensas pode potencializar seus benefícios no processo de ensino-aprendizagem.

Palavras-chave : Ensino de Física, Histórias em Quadrinhos, Sequência Didática

## Introdução

A física em sala de aula é apresentada como um ramo de conhecimento neutro, desligado do cotidiano dos alunos e com uma extrema abstração de exemplos, o que acaba dificultando a articulação do conhecimento para outras situações distintas do contexto escolar (ZANETIC, 1990). O uso de diferentes tipos de mídias e linguagens pode ser um diferencial em sala de aula, em especial as que estão mais próximas ao cotidiano dos alunos, como charges, livros, filmes e séries, entre outras.

Dentre esses diferentes tipos de recursos, destacamos as Histórias em Quadrinhos (HQs) como um material capaz de contribuir no letramento científico dos estudantes. Por meio desse instrumento, é possível criar um paralelo entre a atividade científica com a atividade artística, buscando unir o conhecimento científico à imaginação e criatividade, tópicos que não costumam ser trabalhados em conjunto (NASCIMENTO JR e PIASSI, 2011).

Diante dessas ideias, este texto apresenta uma sequência didática utilizando Histórias em Quadrinhos em sala de aula, a partir dos Três Momentos Pedagógicos (GIACOMINI e MUECHEN, 2015). Essa sequência foi desenvolvida no contexto de uma disciplina de estágio supervisionado obrigatório, em uma universidade federal.

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

Ao final das aulas, foi proposto que os alunos produzissem suas próprias HQs, que foram analisadas a seguir, visando entender as potencialidades do uso desse recurso.

## Aspectos teóricos

- O ensino de Física, muitas vezes, ocorre de uma maneira puramente expositiva, com ênfase na resolução de exercícios e na substituição de números em fórmulas ao invés da compreensão efetiva do fenômeno, de uma maneira que não articula com a realidade do discente (TESTONI e ABIB, 2003). Essa situação ainda hoje é vista em sala de aula, onde o conteúdo científico costuma ser tratado como algo separado da realidade em que está inserido. Ao contrário desse cenário, Nascimento Jr. e Piassi (2007) falam que o conteúdo escolar não deve se limitar apenas aos conceitos científicos e seus fenômenos:
- O conteúdo escolar a partir de uma perspectiva que considera não apenas os aspectos conceituais e fenomenológicos das ciências, mas também a abordagem de temas ligados ao fazer científico e às relações que a ciência estabelece com outros âmbitos da cultura humana.

Para Testoni e Abib (2003), as HQs representam um dos maiores meios de comunicação de massa, influenciando na opinião popular e refletindo na formação cultural de seus leitores, além de possuírem um formato simplificado e dinâmico de leitura, facilitando sua disseminação e acesso pela maioria. As narrativas das HQs são compostas por dois tipos de códigos: o visual e o verbal, e é pela interação desses códigos que as mensagens da história são transmitidas (VERGUEIRO, 2006).

Por conta dessa proximidade, as HQs podem ser um ótimo recurso para o ensino de Física em sala de aula, auxiliando, principalmente, na contextualização dos conteúdos e na compreensão do aluno, criando uma relação entre a atividade científica e o cotidiano do estudante. Sobre as potencialidades do uso dessas histórias em sala de aula, Vergueiro (2006) diz:

[...] a utilização de histórias em quadrinhos pelos professores de diversas disciplinas, [...] buscaram não apenas elementos para tornar suas aulas mais agradáveis, mas, também, conteúdos que pudessem utilizar para a transmissão e discussão de temas específicos nas salas de aula. (p. 20-21)

De acordo com Gomes et al. (2023): 'é um material em que os alunos têm afinidade e conhecimento [...] o que poderia ser aproveitado pelo professor para fazer com que o estudo se tornasse mais lúdico'. Utilizar HQs no ambiente da sala de aula ajuda não apenas a aproximar a linguagem científica a uma linguagem conhecida pelo aluno, como também pode tornar o ensino mais atrativo e divertido, visto que as HQs também são uma ótima fonte de entretenimento.

Porém, algumas observações devem ser feitas ao se trabalhar com esse instrumento. Vergueiro (2006) ressalta que, mesmo com o potencial dos quadrinhos, eles não devem ser vistos como a solução para os problemas em sala de aula, mas que devem ser utilizados como uma integração com o conhecimento científico, tratando as histórias como um complemento às aulas. O autor supracitado também comenta sobre a importância de selecionar com cuidado o material, visando os

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objetivos educacionais que se deseja alcançar, a idade e o desenvolvimento dos estudantes, e priorizando narrativas que sejam de interesse para os alunos.

## Encaminhamentos Metodológicos

## Contexto e local de aplicação

No presente trabalho são analisadas HQs confeccionadas por estudantes após a aplicação de uma sequência didática baseada nos Três Momentos Pedagógicos junto do uso de Histórias em Quadrinhos. Segundo Giacomini e Muechen (2015), os Três Momentos Pedagógicos podem ser descritos como:

- -Problematização Inicial (PI): momento em que o professor apresenta situações reais que os alunos já conheçam, e que são introduzidos os conhecimentos científicos. É o momento no qual os alunos expõem o que sabem sobre o assunto.
- -Organização do Conhecimento (OC): é quando os alunos irão estudar os conhecimentos científicos necessários para compreensão dos temas apresentados na PI.
- -Aplicação do Conhecimento (AC): nesse momento os alunos irão empregar os conhecimentos estudados na OC e articular com situações reais, como as apresentadas na PI.

A sequência didática foi aplicada em uma turma de 1° ano do Ensino Médio, com cerca de 25 alunos, em uma escola federal da cidade de Florianópolis/SC. A atividade foi desenvolvida no contexto da disciplina de estágio obrigatório em uma universidade federal. Durante a disciplina, foram realizadas observações e regências, com 6 aulas dedicadas à observação e conhecimento da turma, e outras 6 aulas à aplicação da proposta didática.

## Procedimento

No primeiro momento, na Problematização Inicial (PI), os alunos se dividiram em grupos e receberam algumas Histórias em Quadrinhos para cada um, junto de um roteiro com algumas perguntas. Os alunos deveriam analisar as HQs em grupo com base nas perguntas do roteiro, identificando as situações físicas presentes nas histórias. Após discutirem entre si, a professora estagiária continuou a discussão com a turma toda, pedindo para que cada grupo comentasse o que foi identificado nas histórias. Cada uma das HQs analisadas tinha como propósito destacar as relações entre as grandezas presentes na 2ª Lei de Newton: força, aceleração e massa. Esse momento tinha como objetivo que os alunos identificassem as consequências da 2° Lei de Newton nas histórias analisadas e relacionassem com o cotidiano deles.

Quadro 01: HQs utilizadas no na PI

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Para a Organização dos Conhecimentos (OC), foram realizadas 3 aulas expositivas, apresentando formalmente os conceitos apresentados na PI. Foram trabalhados os conteúdos referentes à 2ª Lei de Newton, força normal, força peso e força de atrito. Nessas aulas, foram utilizados exemplos que dialogavam com as HQs apresentadas anteriormente, para motivar e contextualizar o conteúdo a ser trabalhado. Essas aulas também foram planejadas com base na discussão realizada na aula anterior, dando um destaque maior aos conceitos que geraram mais dúvidas entre os estudantes.

Já no último momento, para a Aplicação do Conhecimento (AC), foi pedido que os alunos criassem suas próprias histórias. Foram necessárias duas aulas para isso, iniciando primeiro com uma apresentação dos principais elementos presentes nas Histórias em Quadrinhos, como a divisão por quadros e diferentes tipos de balões de fala. Em seguida, os alunos se dividiram em duplas ou trios e foi pedido que os alunos criassem suas próprias narrativas baseadas nas aulas anteriores, junto de um pequeno texto, explicando o conceito físico explorado na história criada.

Para a análise, inicialmente, as HQs foram divididas com base nos conteúdos de Física que foram destacados na história, agrupando os temas em comum. Também foi observado o tipo de narrativa escolhida, se foram retratadas histórias com elementos mais fantasiosos ou situações cotidianas e como os exemplos apresentados em sala de aula influenciaram essa escolha. Após isso, foi observado o texto escrito pelos alunos e se o conceito físico escolhido foi abordado de forma correta, conversando com o que foi mostrado nas aulas anteriores.

## Resultados e discussões

Foram produzidas nove HQs pelos alunos, sendo duas sobre força peso e aceleração da gravidade; duas sobre a 1ª Lei de Newton; uma sobre a 2ª Lei de Newton; uma sobre a 3ª Lei de Newton; duas utilizando os conceitos das 3 Leis de Newton juntas e uma sobre força de atrito. embora a sequência didática tenha focado, principalmente, em conceitos relacionados com a 2ª Lei de Newton, os alunos já tinham conhecimento das outras Leis de Newton por aulas passadas. Serão apresentadas discussões referentes a todas as HQs produzidas, mas 3 destas serão analisadas de forma mais detalhada neste trabalho.

Em geral, os alunos conseguiram confeccionar suas histórias e descreveram corretamente os fenômenos envolvidos nas narrativas, as situações apresentadas também conversaram com os conteúdos apresentados em sala de aula. Das nove histórias, quatro retrataram situações cotidianas, como um carro freando, um jogo de futebol ou um amigo empurrando o outro no balanço As outras histórias se

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basearam, principalmente, nos exemplos apresentados durante as aula e envolvendo alguma situação de fantasia (como um super-herói ou algum outro personagem já existente).

Com relação aos conteúdos de Física em cada história, os alunos representaram as situações corretamente do ponto de vista físico, mas não desenvolveram muito a situação no texto em que foi pedido para descreverem a situação apresentada. A maior parte dos estudantes baseou-se parcialmente nos conhecimentos científicos estudados para descrever os fenômenos, situação vista em outros trabalhos do mesmo tipo (ALBUQUERQUE e RAMOS, 2015; GOMES et al, 2023).

A HQ1 traz uma história inspirada em um dos exemplos discutidos em sala de aula sobre força peso e aceleração da gravidade. Os estudantes desenharam corretamente a situação e a narrativa foi bem planejada, contando com início, meio e fim. Porém, por mais que esteja bem apresentado no desenho que o personagem acaba flutuando após alterar a gravidade do local, isso não foi explicado no texto. Então, mesmo os alunos desenhando corretamente o fenômeno físico envolvido, não houve uma descrição para conferir se eles realmente compreenderam o que está acontecendo, situação comum na maioria das histórias confeccionadas pelos alunos. Um dos possíveis motivos para isso pode ser pelo fato da sequência didática ter sido aplicada em apenas seis aulas, um tempo relativamente curto para se aprofundar mais nos conteúdos.

Figura 01: HQ1 sobre aceleração da gravidade

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Como mencionado anteriormente, os alunos se basearam, principalmente, nos exemplos apresentados durante as aulas para confecção de suas histórias. Um desses exemplos é a HQ4 , na qual o grupo desenvolveu sua história com base na HQ da Turma da Mônica, história que mostra uma situação do cotidiano dos estudantes. Isso destaca o potencial do uso dessa abordagem: ela ajuda os alunos a reconhecer os conceitos físicos em diferentes contextos, sejam ficcionais ou cotidianos (ALBUQUERQUE e RAMOS, 2015) .

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Figura 02: HQ4 sobre Segunda Lei de Newton

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'Nesse quadrinho mostramos a 2ª Lei de Newton: F = ma. Podemos ver isso quando o menino empurra o Joãozinho. Ele aplica uma força em Joãozinho tanto que depois ele sente dor.'

Podemos observar também, tanto na história quanto no texto escrito, que os alunos compreenderam que existe uma relação entre as grandezas força e massa da 2° Lei de Newton, principalmente na fala 'Que pesado kkk' . Porém, nota-se que os estudantes não desenvolveram como a equação da 2ª Lei de Newton está presente na história nem como a aceleração se encaixa na situação, eles apenas escreveram a equação, situação semelhante à da HQ1 . Essa situação, como mencionada anteriormente, aconteceu na maioria das histórias confeccionadas pelos alunos.

Na HQ7 , os alunos desenharam três quadros, representando cada uma das Leis de Newton em uma situação real (uma partida de futebol). É interessante notar que os alunos optaram por não usar falas, utilizando apenas imagens. No texto descrevendo a história os alunos escreveram uma frase explicando cada quadro:

Figura 03: HQ7 sobre as Leis de Newton

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- 1 - Bola perde velocidade pelo atrito da grama (Inércia)
- 2 - Jogador chuta a bola de futebol (Fr = ma)

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## 3 - Goleiro leva bolada na cara, bola voa (ação e reação)

Nesse caso, podemos ver que os estudantes compreenderam os conceitos físicos presentes na situação, descrevendo como as Leis de Newton atuam neste caso. Além de compreenderem a física envolvida nesse cenário, os estudantes foram capazes de identificar onde esses conhecimentos podem ser aplicados em uma situação do cotidiano deles. Ao inserir os conteúdos trabalhados em sala de aula em uma situação diária do estudante, é possível identificar o potencial de trabalhar unindo conhecimento a cultura do estudante, reforçando a importância de tratar a ciência de uma forma dinâmica e que prende a atenção do jovem (OLIVEIRA e FERREIRA, 2019).

Um ponto relevante de se comentar foi em relação ao interesse dos alunos durante a aplicação da sequência didática. Eles se mostraram interessados durante todos os momentos, perguntando sobre os exemplos trazidos em sala de aula e criando paralelos entre o conteúdo aprendido na OC com as HQs apresentadas na PI. Já na aula em que os estudantes confeccionaram suas histórias, eles estavam bastante empolgados e envolvidos com a atividade, tirando dúvidas com a professora estagiária e preocupados se a física envolvida nas suas narrativas fazia sentido com o que foi estudado. Comparando com as aulas observadas antes da aplicação da sequência didática e com outros trabalhos (OLIVEIRA e FERREIRA, 2019; TESTONI e ABIB, 2003), percebe-se um um maior envolvimento no comportamento dos alunos em sala de aula.

## Considerações finais

O uso de HQs no ensino de Física se mostrou como uma estratégia pedagógica interessante no intuito de aproximar o conteúdo científico à realidade dos alunos, tornando o aprendizado mais contextualizado. A aplicação da sequência didática baseada nos Três Momentos Pedagógicos (GIACOMINI e MUECHEN, 2015) revelou que, embora os estudantes tenham sido capazes de representar corretamente os fenômenos físicos nas HQs criadas, eles não descreveram os conceitos envolvidos com um grande rigor científico. Cabe então ao professor incentivar mais o estudante a desenvolver melhor a utilização do discurso científico durante as aulas e, também, utilizar esse recurso em uma quantidade maior de aulas.

Pela análise das HQs produzidas pelos estudantes, podemos identificar que a contextualização dos conceitos de Física com situações do cotidiano e elementos culturais conhecidos pode facilitar o entendimento dos estudantes, permitindo que os estudantes relacionem os conhecimentos estudados com suas realidades. O uso dessa abordagem também se mostra interessante quando observamos o engajamento dos alunos com as aulas, visto que o uso desse instrumento tornou as aulas mais lúdicas e atrativas, atraindo mais a atenção deles.

Portanto, o uso de Histórias em Quadrinhos não deve ser considerado a solução definitiva para os problemas em sala de aula, mas pode servir como um apoio significativo para motivar os estudantes em relação ao conteúdo a ser trabalhado. Essa abordagem ajuda a estimular a criatividade ao mesmo tempo em que desenvolve a atividade e o discurso científico.

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## Referências

ALBUQUERQUE, I. C. T. C.; RAMOS, M. B. Heróis e vilões: as mídias de ficção científica no ensino de radiações.In: Anais X Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, São Paulo: ABRAPEC, 2015

ANTUNES, R.; AOYAMA, E. Contribuições do "Fazer História em Quadrinhos" no processo de ensino-aprendizagem de Ciências. Kiri-Kerê-Pesquisa em Ensino , v. 1, n. 13, 2022

DE OLIVEIRA, L. M.; FERREIRA, K. A. A. A Física e os super-heróis: uma forma divertida de falar de Ciência. Revista Ciências &amp; Ideias , [S. l.], v. 9, n. 3, p. 169-182, 2019.

GALIETA, T.; SOUSA JUNIOR, L. C. DE. Histórias em Quadrinhos e Ficção Científica: análise e proposta de uso no ensino de Ciências. REAMEC - Rede Amazônica de Educação em Ciências e Matemática , v. 9, n. 3, p. e21093, 2021.

GIACOMINI, A.; MUENCHEN, C. Os três momentos pedagógicos como organizadores de um processo formativo: algumas reflexões. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , v. 15, n. 2, p. 339-355, 2015.

GOMES et al. Histórias em quadrinhos: um recurso didático no ensino de Física. Educere - Revista da Educação da UNIPAR , v. 23, n. 3, p. 1167-1186, 2023.

PIASSI, L. P.; PIETROCOLA, M. Ficção científica e ensino de ciências:para além do método de 'encontrar erros em filmes'. Educação e Pesquisa , v. 35, n. 3, p. 525-540, 2009.

PIASSI, L. P. O Segredo de Arthur Clarke: Um Modelo Semiótico para Tratar Questões Sociais da Ciência Usando a Ficção Científica. Ensaio-Pesquisa em Ensino de Ciências , v. 14, n. 1, p. 209-226, 2012.

NASCIMENTO JR, F.A.; PIASSI, L.P. Histórias em Quadrinhos: da ficção científica para as aulas de Física. In: Anais XX Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF). São Paulo, SP: 2013.

NASCIMENTO JR., F. A.; PIASSI, L. P. Uma estudo do potencial didático das histórias em quadrinhos de ficção científica para o ensino de física. In: Anais VIII Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, Campinas, 2011.

VERGUEIRO, W. Uso das HQs no ensino . In: RAMA, A.; VEGUEIRO, W. (orgs.). Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula. 4 ed. São Paulo: Contexto, 2012, p. 7-29

TESTONI, L. A.; ABIB, M. L. V. S. A utilização de história em quadrinhos no ensino de física. Anais IV Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, São Paulo: ENPEC, 2003, p. 1-11.

ZANETIC, João. Física também é cultura . 1990. Tese (Doutorado) -Universidade de São Paulo, São Paulo, 1990

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