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A EXTENSÃO CURRICULARIZADA: EXPERIÊNCIA COM CONTROVÉRSIAS SÓCIOCIENTÍFICAS

Jorge Augusto De Freitas De Oliveira, Adriano Antunes Rodrigues, Felipe Damasio,

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
21/01/2025
Linha de pesquisa
Formação, Práticas E Desenvolvimento Profissional Docente No Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## A EXTENSÃO CURRICULARIZADA: EXPERIÊNCIA COM CONTROVÉRSIAS SÓCIOCIENTÍFICAS

Jorge Augusto de Freitas de Oliveira 1 , Felipe Damasio 2 , Adriano Antunes Rodrigues 3

- 1 Instituto Federal de Santa Catarina - Campus Araranguá, jorge.afo@aluno.ifsc.edu.br
- 2 Instituto Federal de Santa Catarina - Campus Araranguá, felipe.damasio@ifsc.edu.br
- 3 Instituto Federal de Santa Catarina - Campus Araranguá, adriano.rodrigues@ifsc.edu.br

## Resumo

A curricularização da extensão tem como objetivo de que em algum momento da trajetória acadêmica o graduando precise se envolver com atividades de extensão que estejam relacionadas diretamente aos componentes curriculares. No ano de 2018, a Resolução 07 do Conselho Nacional de Educação (CNE) estabeleceu as bases para a curricularização da extensão em cursos de graduação em todo o Brasil, com prazo para implementação em dezembro de 2022, destinando 10% da carga total dos cursos para este tipo de atividade. O processo de curricularização da extensão no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) teve início em 2015, esse processo mostrou dificuldades em seu início e torna-se mais ameno à medida que a instituição ganha experiência. Este trabalho mostra uma destas experiências com este tipo de atividade usando como tema central questões sociocientíficas. A análise do processo foi feita por meio de grupo que trouxe resultados bastante promissores que podem contribuir na implementação da extensão curricularizada, tanto no IFSC como em outras instituições.

Palavras-chave : Extensão, currículo, formação de professores.

## Introdução

A extensão universitária é uma área que se preocupa em manter vínculo da universidade com a sociedade (SOUSA, 2000). A Constituição de 1988 traz consagrado o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 1996 estabeleceu a extensão universitária como uma das finalidades destas instituições. Segundo Gadotti (2017), ainda persiste uma enorme discussão teórica sobre o conceito de extensão universitária, no entanto, a questão está colocada atualmente e os caminhos abertos para sua revalorização dentro de um projeto de universidade e de sociedade.

Segundo a Resolução CNE/CES07/2018 em seu artigo 3º "A Extensão na Educação Superior Brasileira é a atividade que se integra à matriz curricular e à organização da pesquisa, constituindo-se em processo interdisciplinar, político educacional, cultural, científico, tecnológico, que promove a interação transformadora entre as instituições de ensino superior e os outros setores da sociedade, por meio da produção e da aplicação do conhecimento, e articulação permanente com o ensino e a pesquisa".

Nesse sentido, a extensão deve fazer parte do currículo, tendo suas diretrizes pautadas pelo diálogo, na troca de saberes e preconizando o estudante como protagonista de uma atividade que intervenha na sociedade, seja na forma de programa ou projeto de extensão (FRUTUOSO, 2023).

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

Segundo o Plano Nacional de Educação de 2014 - PNE 2014-2024 e a Resolução CNE/CES07/2018 está definido que o prazo final para implantação da curricularização da extensão foi dezembro de 2022. Segundo Gadotti (2017), a curricularização da extensão contempla tanto a indissociabilidade do ensino, da pesquisa e extensão na universidade bem como conecta a universidade com a sociedade. De acordo com Frutuoso (2023) são recorrentes as dúvidas sobre como alocar carga horária de extensão dentro das componentes curriculares nos Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs) de graduação.

No Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) o processo de curricularização da extensão surgiu ainda em 2015, a partir da publicação do Plano Nacional de Educação (PNE) 2014 - 2024 que indica que se deve 'assegurar, no mínimo, 10% do total de créditos curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão universitária, orientando sua ação, prioritariamente, para áreas de grande pertinência social'. Segundo o histórico deste processo no IFSC, a instituição considera que ele é constante e cíclico, apresentando dificuldades no início, e tornando-se mais natural à medida que a instituição ganha experiência com seus erros e acertos.

Então a questão que este trabalho pretendeu contribuir foi: como desenvolver programas ou projetos de extensão, de forma curricularizada, na formação inicial de professores? Como hipótese teve-se que discutir questões sociocientíficas com alunos de ensino médio poderia apontar caminhos para este tipo de atividade.

O objetivo geral deste trabalho é investigar como a exploração de controvérsias sociocientíficas em atividades experimentais pode impactar a compreensão e o engajamento dos alunos em relação a temas científicos. Os objetivos específicos deste projeto estão alinhados com a metodologia e organizados nas seguintes etapas: (i) pesquisa de fontes acadêmicas que explorem a ciência da água; (ii) leitura e anotação das fontes coletadas, promovendo discussões entre os integrantes do projeto para enriquecer a compreensão coletiva dos conceitos abordados; (iii) elaboração de um mapa conceitual que sintetize os principais conceitos relacionados à água, facilitando a assimilação e o aprendizado dos participantes; (iv) criação de apresentações visuais atrativas para a turma do ensino médio; (v) desenvolvimento de perguntas, respostas e competições; e (vi) preparação de experimentos didáticos que proporcionarão experiências práticas, reforçando o entendimento sobre a temática da água.

## Controvérsias sociocientíficas - Água

De acordo com Krupczak e Aires (2019), as controvérsias sociocientíficas envolvem situações polêmicas, que tocam em questões éticas e morais, relacionadas à Ciência e Tecnologia e na maneira como estas influenciam na sociedade. Na educação, elas têm a capacidade de desenvolver no alunos tanto a argumentação, bem como a criticidade.

Colombo Junior e Marandino (2020) colocam que controvérsias sociocientíficas são temas multidisciplinares e complexos, que não se tem respostas definitivas e que possuem impactos consideráveis na sociedade e na vida de todos. São temáticas que geram o conflito de ideias e que favorecem o desenvolvimento de habilidades de argumento e posicionamento do indivíduo.

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Uma destas questões com potencialidade de se tornar uma controvérsia sociocientíficas é discutida por Carlão (2018). Segundo o autor a escassez de água no planeta deixou de ser uma hipótese ou teoria, passou o tempo das previsões catastróficas para se impor concretamente diante de nossa geração. A discussão desta questão debatendo com posições antagônicas com o consumo consciente de água se coloca como uma questão sociocientífica a ser levada à educação científica.

A questão do tema da água como controvérsia sociocientífica é trazida por Diaz-Moreno e Jiménez-Liso (2013). Entre as razões para esta escolha os autores enumeram: a existência de um déficit hídrico e a alta demanda de água por parte da agricultura e consumo humano, além da percepção do problema ambiental que demanda a participação cidadã neste debate. Então a questão levantada neste trabalho foi se de fato existe escassez de água no mundo e particularmente na região de Araranguá e como o cidadão comum está inserido nesta questão.

## Metodologia

No IFSC, a pesquisa está intrinsecamente ligada ao ensino e à extensão, formando uma indissociabilidade que enriquece a formação dos alunos e promove uma educação integrada e contextualizada. Nesse contexto, a metodologia deste trabalho foi desenvolvida em oito etapas, que visam explorar de maneira prática e teórica a ciência da água, promovendo a articulação entre esses três pilares educacionais.

Na etapa (i) foram pesquisadas fontes acadêmicas, incluindo artigos científicos, livros e videoaulas disponíveis na internet, sobre os trabalhos que envolvem em algum nível a ciência da água, como suas características, sua importância, sua história, as anomalias, suas fases, entre outros assuntos relacionados. Para a etapa (ii) foi realizada a leitura das fontes coletadas, anotação dos pontos chaves e discussão dos conceitos relatados entre os integrantes do projeto.

Na etapa (iii) foi elaborado um mapa conceitual (Figura 1) com os principais conceitos, facilitando a aprendizagem entre os envolvidos, pois a criação desse material promove uma escrita clara e utiliza o poder de síntese (Hilger, e Griebeler, 2013). Para a etapa (iv) realizou-se a criação de slides, utilizando-se os recursos gratuitos do Canva que seriam utilizados no momento da apresentação dos conteúdos para turma do ensino médio.

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Figura 01: Mapa Conceitual ÁguaFonte: Autoria própria, 2024

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Na etapa (v) foram desenvolvidas perguntas para tornar a apresentação mais interativa, adotando um estilo mais dinâmico com momentos de pergunta e resposta(Figura 2), além de competição durante a apresentação dos slides (Pontes, 2024).

Figura 02: Perguntas e RespostasFonte: Autoria própria, 2024

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A etapa (vi) focou na preparação de experimentos didáticos como seringa de ebulição (Figura 3), filtro caseiro de água (Figura 4) e experimentos da tensão superficial da água (Figura 5). Finalmente, na etapa (vii) todas essas atividades foram realizadas com turma do primeiro ano do ensino médio do curso técnico integrado em eletromecânica do campus IFSC Araranguá. E por fim na etapa (viii) foi levado aos alunos a Estação de Tratamento de Água (ETA) do Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE) da cidade de Araranguá (Figura 6).

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## Figura 03: Seringa de Ebulição

Fonte: Autoria própria, 2024

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## Figura 04: Filtro caseiro de Água

Fonte: Autoria própria, 2024

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Figura 05: Experimento Tensão SuperficialFonte: Autoria própria, 2024

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Figura 06: Visita ao SAMAEFonte: Autoria própria, 2024

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## Avaliação

Para avaliação da atividade utilizou-se como ferramenta a técnica de Grupo Focal. Esta opção de avaliação constitui-se em uma sessão em que o pesquisador assume o papel de moderador, procurando facilitar a discussão dentro do grupo, fazendo de modo que ela se mantenha viva e ativa (Gondim, 2002; Munhoz, Hattge, &amp; Zanotelli, 2013). Os dados normalmente são coletados em forma de gravações de áudio, com uma duração máxima de duas horas, a qual pode ser posteriormente transcrita.

- O grupo focal foi realizado uma semana após a atividade de extensão e durou cerca de uma hora e meia. As perguntas que foram levantadas na discussão do grupo focal foram:
- (i)Qual seu grau de satisfação da metodologia de construção do produto? O que poderia ser alterado para melhorar o produto?
- (ii)Qual é o seu grau de satisfação com o produto que fornecemos? Quais fatores contribuem para sua satisfação ou insatisfação?
- (iii)Há algum aspecto específico de nosso produto que se destaca para você como excepcional? Por quê?
- (iv)Você pode compartilhar alguma situação em que sentiu que nosso produto ficou aquém de suas expectativas? O que poderia ter sido feito de forma diferente?
- (v)Há algum recurso ou serviço adicional que você gostaria que lhe oferecêssemos?

## Achados da Pesquisa

- A análise dos dados coletados indica aproximações importantes sobre as variáveis investigadas nesta experiência com controvérsias sociocientíficas. A seguir, apresentam-se os principais achados:
- (i) As respostas dos alunos aos questionários aplicados das atividades revelaram uma evolução conceitual em relação aos temas discutidos, especialmente nos tópicos envolvendo a física e a química da água. Os estudantes demonstraram interesse em tópicos complementares, como a influência da poluição na qualidade da água e a relação entre consumo de água e sustentabilidade. Essa evolução foi ainda mais evidente nas discussões em grupo, onde os participantes começaram a formular questões, refletindo um nível elevado de compreensão sobre as intersecções entre ciência, sociedade e meio ambiente. Como destacado por Pessoa 1, as alterações feitas em home office na elaboração dos slides proporcionaram maior prazer durante a construção do trabalho.
- (ii) Há indícios de que os alunos desenvolveram uma visão mais crítica e coletiva da ciência, percebendo-a como um processo dinâmico e sujeito a controvérsias. Durante as atividades experimentais e as discussões guiadas, demonstraram entendimento sobre a natureza não-linear do progresso científico e sobre como a ciência lida com questões complexas. Essa compreensão foi enfatizada por Pessoa 3, que elogiou a experiência como maravilhosa, mas sugeriu que o quiz poderia ter sido mais extenso para aumentar o engajamento e o aprendizado. Ao debaterem diferentes opiniões e incertezas relacionadas aos impactos das atividades humanas nos recursos hídricos, os alunos mostraram uma

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visão alinhada à filosofia contemporânea da ciência, que vê o conhecimento como construído coletivamente e em constante revisão.

(iii) Por fim, o material produzido pelos alunos, somado às suas respostas nos questionários finais, revela uma compreensão da ciência que vai além dos conceitos isolados. Os alunos demonstraram a capacidade de articular os temas trabalhados com uma visão crítica sobre o papel da ciência na sociedade. A saída de campo, embora não tenha atendido às expectativas de Pessoa 4 em relação às explicações detalhadas, contribuiu para a construção de um entendimento mais profundo sobre a temática. Essa visão se reflete no desenvolvimento de materiais de divulgação científica que abordam a relevância da preservação da água e as possíveis controvérsias científicas envolvidas. A experiência positiva em que os alunos atuaram como professores, como mencionado por Pessoa 6, fortaleceu seu engajamento e respeito pelas atividades. Essa trajetória mostra um entendimento alinhado com a proposta de formar uma visão de ciência plural e acessível.

## Considerações finais

A contribuição deste trabalho foi na direção de apontar erros e acertos na tentativa de curricularização da extensão. Dentre os acertos destaca-se a participação ativa dos estudantes, atuando como professores e assumindo responsabilidades durante as atividades. Essa abordagem favoreceu o engajamento e o protagonismo dos alunos, que se mostraram mais motivados e envolvidos na condução das atividades.

A utilização de métodos interativos, como quiz e experimentos práticos, também se destacou positivamente. Essas estratégias facilitaram a interação e o aprendizado, proporcionando uma experiência diferenciada em comparação ao ensino tradicional. Os feedbacks dos alunos indicaram que a dinâmica das atividades contribuiu para um maior interesse e envolvimento com o tema, mostrando que metodologias ativas são eficazes na promoção de um ensino mais atrativo e significativo.

Para futuras iniciativas de extensão curricularizada, recomenda-se incorporar as lições aprendidas. Investir em treinamentos que priorizem a preparação antecipada e o uso de metodologias ativas pode melhorar ainda mais o engajamento e os resultados. É fundamental continuar explorando temas relevantes e controversos que conectem os estudantes com questões reais, estimulando-os a refletir sobre o impacto da ciência na sociedade.

A abordagem dos conceitos contra-intuitivos tem como objetivo fomentar um ambiente de discussão, onde os participantes são incentivados a refletir sobre suas próprias ideias. Essa reflexão crítica é crucial para o desenvolvimento de uma compreensão mais profunda das controvérsias sociocientíficas envolvidas. Os experimentos e debates, ao se afastarem de uma visão simplista da ciência, buscam estabelecer uma base crítica para a compreensão dos problemas contemporâneos, evidenciando a importância de uma ciência interdisciplinar e socialmente conectada.

Os resultados obtidos demonstram que a curricularização da extensão é uma estratégia promissora na formação de professores, possibilitando a integração efetiva entre ensino, pesquisa e extensão. Ao abordar temas sociocientíficos, como a água, os estudantes são incentivados a desenvolver habilidades críticas, reflexivas

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- e interdisciplinares, essenciais para sua formação e atuação futura como educadores.

## Referências

CARLÃO, Luiz Fernando Barros. A escassez de água no mundo não é mais uma hipótese ou teoria: é o alerta para a mudança do modelo de desenvolvimento humano. REVISTA ELETRÔNICA LEOPOLDIANUM , v. 44, n. 123, p. 11-11, 2018.

COLOMBO JUNIOR, Pedro Donizete; MARANDINO, Martha. Museus de ciências e controvérsias sociocientíficas: reflexões necessárias. Journal of Science Communication - América Latina, v. 3, n. 1, A02, 2020.

DE PÁDUA FRUTUOSO, Tomé. Atividades de estágio e atividades de extensão no processo de curricularização da extensão: diferenças conceituais. Caminho Aberto: revista de extensão do IFSC , v. 17, p. 1-15, 2023.

DE SOUSA, Érica Maria; DE HOLANDA, Maria dos Livramento; SANTANA, Isabel Cristina Higino. O uso do Canva e Padlet como recurso educativo para o ensino de ciências por investigação. HUMANIDADES E TECNOLOGIA (FINOM) , v. 35, n. 2, p. 289-299, 2022..

GADOTTI, Moacir. Extensão universitária: para quê. Instituto Paulo Freire , v. 15, n. 1-18, p. 1, 2017.

GONDIM, Sônia Maria Guedes. Grupos focais como técnica de investigação qualitativa: desafios metodológicos. Paidéia (Ribeirão Preto) , v. 12, p. 149-161, 2002.

HILGER, Thaís Rafaela; GRIEBELER, Adriane. Uma proposta de unidade de ensino potencialmente significativo utilizando mapas conceituais. Investigações em Ensino de Ciências , v. 18, n. 1, p. 199-213, 2013.

Diaz-Moreno, Naira; Jiménez-Liso, Mª Rut. Análisis como controversia socio-científica del tema del agua en prensa local para su utilización en el aula. Enseñanza de las ciencias , Núm. Extra (2013) , p. 1056-1060.

KRUPCZAK, Carla; AIRES, Joanez Aparecida. Controvérsias sociocientíficas: uma análise da produção acadêmica brasileira. VIDYA , v. 39, n. 1, p. 277-290, 2019.

PONTES, Abraão Medeiros et al. Explorando a gamificação no ensino de Física: um relato de experiência na ECIT Jornalista José Itamar da Rocha Cândido. 2024.

VIER MUNHOZ, Angelica; HATTGE, Morgana Domenica; ZANOTELLI, Alissara. ACERCA DA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: REPRESENTAÇÕES E DISCURSOS NO COTIDIANO DE UMA ESCOLA. Imagens da Educação , v. 3, n. 3, 2013.

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