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A importância da Divulgação Científica na popularização da Etnoastronomia

Fernanda Michelini Rodrigues, Marina Queiroz De Oliveira, Vitor Acioly

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
20/01/2025
Linha de pesquisa
Divulgação Científica E Práticas Educativas Em Espaços Educativos Formais, Informais E Não Formais E O Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Pôster

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Texto completo

## A importância da Divulgação Científica na popularização da Etnoastronomia

## Fernanda Michelini 1 , Marina Queiroz de Oliveira 2 , Vitor Acioly 3

- 1 Universidade Federal Fluminense/Instituto de Física, fernandamichelini@id.uff.br
- 2 Universidade Federal Fluminense/Instituto de Física, marinaqueiroz@id.uff.br
- 3 Universidade Federal Fluminense/Instituto de Física, vitoracioly@id.uff.br

## Resumo

A Etnoastronomia se apresenta como a parte da ciência que busca estudar os conhecimentos astronômicos de um povo através de seus costumes, apresentando visões diferentes da astronomia tradicional ocidental. Em vista disso, este trabalho visa, como objetivo principal, encontrar relações entre Divulgação Científica ao estudo da Etnoastronomia utilizando a teoria sociocultural de Vigotski. Mostrando como a Divulgação Científica pode ser promissora na formação de novas percepções, o estudo também apresenta quais são os conceitos da astronomia tidos por povos indígenas, em especial os povos Karajá Xambioá e Tupi-Guarani, e uma proposta de jogo para um grupo de pessoas com idades variadas em um espaço informal de ensino. Desse modo, deseja-se investigar como a Divulgação Científica, por meio da Divulgação Cultural, para além de espaços formais de ensino, pode agir de forma efetiva na disseminação da Astronomia de diferentes culturas, sobretudo de povos nativos do Brasil, levando novos olhares e novas percepções ao público geral.

Palavras-chave :

Divulgação Científica. Teoria Sociocultural. Etnoastronomia

## Introdução

No trabalho aqui apresentado, utilizou-se de conceitos da Teoria Sociocultural de Vigotski para sustentar a hipótese de que a Divulgação Científica pode servir como ferramenta para otimizar o estudo da Etnoastronomia.

A divulgação científica é definida como um conjunto de formas de tornar público o conhecimento científico, podendo também ser entendida como uma ação com o objetivo de popularizar a ciência através de espaços e maneiras diversas (BORIN, 2009). Dentro da área da divulgação científica existe uma diferença entre termos utilizados. A disseminação científica é usada para dialogar com especialistas, e a popularização da ciência (também chamada de vulgarização da ciência), com o público em geral.

Porém, o ato de divulgar a ciência não se trata de uma ação vazia e sem propósito. É necessário fazer uma série de planejamentos e escolhas, pois segundo Barros (1987), 'Divulgar ciência não é simplesmente falar de forma simples conceitos abstratos. É preciso, antes, procurar uma linguagem, fazer uma escolha: o que divulgar?' (BARROS, 1987 apud MARANDINO, 2001, p. 107). Esse mesmo autor define também outra subcategoria da divulgação científica, a chamada divulgação cultural que, segundo ele, é a vertente que tem como objetivo a cultura através da linguagem científica, se preocupando em como a ciência se insere em um contexto histórico-cultural como uma expressão do próprio contexto (BARROS, 1987 apud MARANDINO, 2001).

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

A teoria sociocultural de Vigotski diz que o indivíduo e suas relações com o meio em que vive é crucial para sua formação de pensamentos e concepções das coisas. Portanto, uma percepção específica não pode ser possível se o contexto sociocultural não for vivido. Segundo Marcia Borin:

'[...]poderíamos dizer que determinadas percepções só são possíveis de serem verificadas em determinados contextos, pois, não havendo uma experiência ou uma vivência em relação a uma determinada percepção, não é possível que tenhamos nenhum acesso a ela, simplesmente pelo fato de ela não existir a respeito daquele fenômeno ou evento.' (2009, p. 39)

Não só o contexto sociocultural do indivíduo, mas também a educação formal recebida por ele, têm um papel importante no modo como as coisas são percebidas e relacionadas com os conceitos formados na mente, tornando-se dependente da experiência prática de cada um (LURIA, 1990).

Levando em consideração essa vertente, é fundamental que se promova a inclusão de diferentes concepções e perspectivas, possibilitando a construção de uma ideia coletiva de ciência que seja decolonial, integrando as contribuições e saberes provenientes de diversas culturas e tradições ao redor do mundo. Nesse sentido, a divulgação científica assume um papel de extrema relevância no processo de reformulação desse conceito de ciência, pois, por meio de sua ampla abrangência e capacidade de atingir públicos diversos, ela facilita a disseminação dessas novas ideias e promove um diálogo mais inclusivo e democrático sobre o que deve ser considerado conhecimento científico.

## Referencial Teórico

Neste trabalho, utilizou-se de conceitos e definições para mostrar uma correlação entre a Etnoastronomia e a Divulgação científica e exemplificar de que maneira eles podem ser trabalhados em conjunto, o que dialoga com o objetivo específico que é encontrar relações entre Divulgação Científica ao estudo da Etnoastronomia

A Etnoastronomia, ou astronomia cultural, é uma parte da ciência que tem como objetivo estudar o conjunto de conhecimentos astronômicos de um povo através de seus costumes (Karajá, Adriano et al., 2022). Segundo Fares et al. (2004), a etnoastronomia possibilita a percepção do universo numa perspectiva diversificada culturalmente que envolve a construção social da realidade e consequentemente a necessidade de respeitar as diferenças que surgem a partir dessa visão. Para Peter Burke (2018) existe uma diferença entre a história da ciência, conceito do ocidente do século 19, e a história do conhecimento, sendo a segunda a que engloba um maior número de conhecimentos, considerando também habilidades práticas (conhecimento implícito). Por isso, é fundamental reconhecer e valorizar as culturas dos povos nativos, especialmente no contexto brasileiro, dada a riqueza e a profundidade de seus conhecimentos.

A importância de se dedicar ao estudo dessas culturas torna-se ainda mais evidente quando consideramos o processo histórico de apagamento dos saberes culturais e epistemológicos do Sul global, que vem ocorrendo ao longo dos anos. Estudar e valorizar essas culturas não é apenas um ato de respeito, mas também uma necessidade crucial para resgatar perspectivas que foram negligenciadas e que continuam sendo relevantes para a construção de um conhecimento mais inclusivo e diversificado.

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É importante ressaltar que o Brasil é um país de ampla diversidade etnocultural e há necessidade de se estudar separadamente cada uma delas, como ressalta KARAJÁ, A. D. G et al.,

'É importante destacar que o Brasil possui uma enorme diversidade de etnias indígenas e que cada uma possui uma infinita riqueza de saberes que se propagam ao longo de sua história através de gerações. Lamentavelmente, esses saberes não foram valorizados e com a extinção de muitos dos povos indígenas do Brasil, junto se foram conhecimentos milenares.' (KARAJÁ, A. D. G et al ., 2022, p. 35)

Ao estudar a etnoastronomia deve-se partir do conceito de que o céu não é unânime entre povos e etnias, por isso não faz sentido investigar como outras culturas o enxergam, utilizando exclusivamente a nossa própria concepção do céu (LIMA et al., 2014).

De uma forma mais geral, é possível perceber que dentre os diversos céus do Brasil figuras como Onças, Emas, Antas e demais animais da fauna brasileira em que não são conhecidos suas histórias e suas constelações passadas através de gerações de indígenas pelo país, que assumem um papel importante nas atividades a serem feitas nas aldeias, é o aparecimento delas que indicam a época de plantio e colheita, época de chuvas, secas. Assim como as movimentações do Sol e da Lua auxiliam na movimentação dentro dessas comunidades (LIMA et al ., 2014). Vale destacar também que diferentes concepções de constelações, formadas pelas manchas da Via-Láctea, constelações claras e escuras, são entendidas e como anunciam as chegadas de noites tropicais (LIMA, 2004; LIMA 2005).

Outro exemplo, dessa vez mais específico, é o povo Karajá Xambioá, também conhecido como Karajá do Norte. Eles vivem às margens do rio Araguaia no município de Santa Fé do Araguaia-TO e apresentam uma forte relação com a Lua e com o planeta Vênus. (KARAJÁ, A. D. G et al., 2022). Para eles, cada fase da Lua está atrelada a atividades específicas nas aldeias. A Lua Crescente, por exemplo, é indicativa para as mulheres cortarem o cabelo, já que acreditam que a Lua ajudará a fortalecê-los. Já a Lua Nova, é a melhor fase para a caça e a pesca, pois acreditam que os animais estão mais indefesos devido à falta de claridade. Além disso, o planeta Vênus, conhecido por eles como Tainakỹi, aparece sempre próximo ao nascer e pôr do Sol e é usado para definir melhores locais e horários para a prática do plantio (KARAJÁ, A. D. G et al., 2022). Além disso, existem muitos exemplos de povos como os tupis-guaranis e os bororos, que apesar de terem práticas semelhantes à de outros povos e entre si, também possuem suas particularidades que merecem ser exploradas mais profundamente.

Em contrapartida, o povo Tupi-Guarani enxerga a Lua de outra forma e utiliza de suas fases para se guiar no tempo e no espaço, além de antigamente já se preocuparem em prever fenômenos como os eclipses. Os povos chamados de Guarani habitam territórios da Argentina, Bolívia, Brasil e Paraguai e a terminologia Tupi é utilizada para tratar especificamente de famílias que pertencem ao tronco linguístico Tupi. Para esse povo, a Lua, Jaxi , em Guarani, é uma entidade masculina que é considerado o irmão mais novo do Sol (AFONSO, Germano. 2006). A Lua foi utilizada por eles em sua segunda medida de tempo, o mês, também chamado de Jaxi, e era medido a partir de duas aparições consecutivas da mesma fase lunar, além de interpretarem também as horas da noite a partir das fases da Lua. Já para se guiar geograficamente era utilizada a iluminação da Lua que reflete a luz do Sol, por tanto a parte iluminada está apontando para a direção do Sol. Entre as fases de

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lua nova e lua cheia o lado iluminado indica o Oeste e entre as fases nova e cheia o lado iluminado é o leste. O povo Tupi-Guarani também atribuiu muito antes dos europeus as oscilações das marés as fases da lua, segundo eles as marés cheias podiam ser observadas em dias de lua cheia e lua nova ou com uma diferença de poucos dias (AFONSO, Germano. 2006).

A partir dessa perspectiva, a divulgação científica deve ser a ferramenta para que esses conhecimentos alcancem diversos povos e culturas para promover a defesa de um 'intercâmbio que se constrói entre pessoas, conhecimentos, saberes e práticas culturalmente diferentes, buscando desenvolver um novo sentido entre elas na sua diferença' descrito por Catherine Walsh (WALSH, 2001, apud OLIVEIRA; CANDAU, 2010) levando em consideração que nenhuma cultura é inferior ou superior a outra, são apenas diferentes e todas contribuem para uma visão de mundo mais ampla e completa. Podendo ser feita por meio da Divulgação Cultural, definida por Barros (1987) como sendo a categoria da Divulgação Científica cujo objetivo é a cultura através da linguagem científica, no qual é o ponto de partida para se abordar a cultura, preocupando-se como a ciência é inserida num contexto histórico-cultural, enquanto ela é uma expressão desse mesmo contexto (Barros, 1987 apud MARANDINO, 2001). Para Amanda Santos e Carolina de Assis (2021), a Divulgação Científica é

'Para além de apenas apoiar a educação formal na representação e fixação de conteúdos previamente ministrados, a educação não-formal exerce a construção coletiva, participante e intencional do conhecimento, atuando diretamente na ampliação do arcabouço de conhecimento de mundo e nas relações sociais entre os indivíduos. Neste campo, o aprendizado é transformado em um processo educativo e interativo, pautado dialogicamente -e, idealmente, sem hierarquia -entre todos que dele participam' (SANTOS, A.; ASSIS, C., 2021, p.87)

Além disso, a Divulgação Científica quando aplicada em espaços não formais de ensino possui uma maior liberdade por não ter a obrigação de seguir um currículo educacional, apresenta um caráter mais dinâmico com uma participação mais ativa do público envolvido, além de mostrar um potencial enorme de alcançar, com menores dificuldades, uma melhor recepção de ouvintes mais distantes do assunto abordado

A título de ilustração de como a Divulgação Científica pode atuar na disseminação da Etnoastronomia, Amanda Santos e Carolina de Assis (2021) criaram e aplicaram uma oficina, o 'Astrobingo Cultural', no Museu Ciência e Vida em julho de 2019 e contou com 44 participantes de idades que variavam de 4 a 60 anos. A atividade apresentava o objetivo de expor os conceitos com relação à astronomia do povo M'byá fazendo um paralelo com a astronomia ocidental. Primeiramente eram apresentados os conceitos do Universo sob a perspectiva Guarani M'byá e, quando existente, o conceito equivalente ocidental através da contação de histórias.

Posteriormente, os participantes foram divididos em cinco grupos a fim de trabalhar em cooperação. Nessa fase, cada grupo recebia uma cartela parecida com a de um jogo de bingo comum, mas ao invés de números, as cartelas apresentavam conceitos, e o sorteio era feito com definições, onde cada cartela poderia marcar um correspondente entre conceito e definição. A equipe vencedora foi a que completou primeiro a cartela. A atividade foi produzida com materiais de custo baixo e fácil acesso. Apesar da falta de afirmação de alguém inserido na cultura M'byá, foi

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recebida com sucesso pelo público e apresentou resultados significativos. (SANTOS, Amanda; Assis, Carolina, 2021)

## Considerações finais

A Divulgação Científica desempenha um papel crucial ao trazer à tona contextos históricos e culturais, permitindo que pessoas de diferentes idades e origens tenham acesso a informações que podem transformar suas percepções do mundo, seguindo os conceitos de Vigotski de que o meio sociocultural em que o indivíduo está inserido importa para sua formação cognitiva e de conceitos. Por meio desse processo, torna-se possível combater preconceitos arraigados, desconstruir estereótipos e promover a valorização de culturas que muitas vezes são marginalizadas ou pouco compreendidas, como é o caso das culturas dos povos nativos do Brasil. A riqueza dessas culturas, com suas tradições, saberes ancestrais e modos de vida únicos, precisa ser reconhecida e preservada não apenas como um patrimônio histórico, mas também como uma parte viva e relevante da nossa sociedade contemporânea.

Nesse sentido, é imperativo que novas iniciativas sejam desenvolvidas com o objetivo de promover o conhecimento e o respeito por essas culturas. Isso inclui o planejamento e a implementação de atividades e projetos que possam alcançar um público mais amplo, utilizando estratégias eficazes de comunicação e educação. Além disso, é fundamental que essas ações sejam conduzidas com responsabilidade e sensibilidade, respeitando as particularidades e os direitos dos povos indígenas. Somente através de um esforço contínuo e consciente, será possível garantir que essas culturas não apenas sobrevivam, mas também floresçam, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e diversa. Portanto, a Divulgação Científica não é apenas um meio de disseminar informações, mas também uma ferramenta poderosa para a transformação social e cultural, desempenhando um papel essencial na construção de um futuro mais equitativo e respeitoso para todos.

## Referências

AFONSO, German. Mitos e estações no Céu Tupi-guarani. Scientific American Brasil , São Paulo, n. 14, p. 46-55, 2006.

ALBERTO, Gaspar. A educação formal e informal em ciências. Ciência em público: caminhos da divulgação científica no Brasil . Rio de Janeiro,v. 1, p. 171 - 183, 2002.

BORIN, M. A percepção de Ciência e Tecnologia dos estudantes de Ensino Médio e a divulgação científica . 2009. 364 p. Dissertação (Doutorado em Ensino de Ciências e Matemática) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009.

BURKE, Peter. Escrevendo a história do conhecimento no Brasil. História, Ciências, Saúde - Manguinhos , Rio de Janeiro, v.25, n.3, jul.-set. 2018. DOI: https://doi.org/10.1590/S0104-59702018000400014. Disponível em:

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https://www.scielo.br/j/hcsm/a/B9ksmB3QWpwmj74JjngFHSN/?lang=pt#. Acesso em: 08 nov. 2024

FARES, Érika A.; MARTINS, K. P.; ARAUJO, L. M.; SAUMA FILHO, M. O UNIVERSO DAS SOCIEDADES NUMA PERSPECTIVA RELATIVA: EXERCÍCIOS DE ETNOASTRONOMIA. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia , São Carlos (SP), n. 1, p. 77-85, 2004. Disponível em: https://www.relea.ufscar.br/index.php/relea/article/view/54. Acesso em: 8 nov. 2024.

MARTINS DE CARVALHO, Sheyse; RANGEL LEMOS, Luis Juracy Rangel Lemos; DA SILVA, Cláudia Adriana; SOUZA DE MATOS, Rodolpho Henrique; DIAS GOMES KARAJÁ, Adriano. Etnoastronomia indígena do povo Karajá Xambioá . Espaço e Tempo Midiáticos , [S. l.] , v. 4, n. 1, 2021. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/midiaticos/article/view/11723. Acesso em: 8 nov. 2024.

LURIA, A. R. Desenvolvimento cognitivo: seus fundamentos culturais e sociais . 4. ed. Tradução de Fernando Limongeli Gurgueira. São Paulo: Ícone, 1990. 252 p.

MARANDINO, M. O conhecimento biológico nas exposições de museus de ciências: análise do processo de construção do discurso expositivo . 2001. 451p. Dissertação (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, 2001.

PEDROZA LIMA, F.; VASQUES DE NADER, R. Astronomia cultural: um olhar decolonial sobre e sob os céus do Brasil. Revista Scientiarum Historia , v. 2, p. 8, 13 dez. 2019. DOI: https://doi.org/10.51919/revista\_sh.v2i0.89. Disponível em: https://revistas.hcte.ufrj.br/index.php/RevistaSH/article/view/89. Acesso em: 08 nov. 2024

SANTOS, Amanda, ASSIS, Carolina de. Planetários e a Etnoastronomia: Divulgação da Cultura Guarani-Mbyá e a popularização de seus saberes. Anais do 2° seminário Museu e Educação: Educação Museal e Decolonialidade , 2021, p. 84-102. Disponível em:

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VYGOTSKY, L. S. COLE, M. et al. (org.) A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos superiores . 6. ed. Tradução de José Cippola Neto et al. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 90 p.

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