Primeiras Impressões do Planetário Céu do Agreste nas Escolas Pernambucanas
Matheus Francisco Da Silva, Tassiana Fernanda Genzini De Carvalho, Sarah Raquel Neves Silva
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXVI
- Ano
- 2025
- Data
- 20/01/2025
- Linha de pesquisa
- Divulgação Científica E Práticas Educativas Em Espaços Educativos Formais, Informais E Não Formais E O Ensino De Físicacódigo De Apresentação
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## Primeiras Impressões do Planetário Céu do Agreste nas Escolas Pernambucanas
## Matheus Francisco da Silva 1 , Tassiana Fernanda Genzini de Carvalho 2 , Sarah Raquel Neves Silva 3
- 1 Universidade Federal de Pernambuco/Núcleo de Formação Docente - CAA,
matheus.fsilva2@ufpe.br
- 2 Universidade Federal de Pernambuco/Núcleo de Formação Docente - CAA, tassiana.fgcarvalho@ufpe.br
- 3 Universidade Federal de Pernambuco/Núcleo de Formação Docente - CAA, sarah.nevessilva@ufpe.br
## Resumo
Este estudo avaliou o impacto das visitas ao planetário Céu do Agreste na motivação e compreensão dos estudantes sobre Ciências e Física. O objetivo foi analisar como a experiência proporcionada pelo planetário influenciou a aprendizagem e o entusiasmo dos alunos. A pesquisa envolveu a aplicação de um questionário online a 56 estudantes do Agreste pernambucano, que participaram das primeiras sessões do planetário entre maio e agosto de 2024. A coleta de dados foi feita por meio da observação direta extensiva, que incluiu a avaliação de opiniões dos participantes. As perguntas abordaram a percepção dos alunos sobre a experiência, seu impacto pessoal e a motivação em relação às disciplinas de Ciências e Física. Os resultados indicaram que majoritariamente os estudantes se sentiram mais motivados a estudar Ciências e Física após a visita ao planetário. A maioria relatou uma experiência enriquecedora, com a descrição de uma compreensão mais profunda do conteúdo abordado. As respostas demonstraram um interesse renovado em áreas como Física e Astronomia, evidenciando o valor do planetário como um espaço não formal de ensino. No entanto, a amostra limitada e o curto período de análise sugerem a necessidade de pesquisas adicionais com amostras maiores e de longo prazo para uma avaliação mais completa. Estudos futuros devem continuar a explorar o impacto desses espaços não formais na educação científica.
Palavras-chave : Planetários; Educação não-formal; Percepção dos visitantes.
## Introdução
Com o avanço das revoluções tecnológicas, torna-se cada vez mais necessário cativar e estimular os estudantes por meio de interações envolventes com o conhecimento. Nesse contexto, os espaços não formais de ensino emergem como uma alternativa promissora, oferecendo uma imersão diferenciada em relação aos métodos tradicionais de ensino.
Segundo Diniz e Pimentel (2012), a busca de professores por espaços não formais de ensino de ciências tem aumentado, devido às características desses ambientes, que facilitam a aproximação da ciência ao cidadão comum, possibilitando uma atuação interdisciplinar com métodos de ensino diferenciados e integradores, os quais promovem uma comunicação eficaz entre as áreas do conhecimento e proporcionam uma visão sistêmica de mundo para educadores e educandos.
Conforme afirma Carvalho (2012) as crianças utilizam todas as fontes de informação disponíveis para entender o mundo ao seu redor e, assim, desenvolvem conceitos que facilitam sua comunicação social. No contexto dinâmico do mundo moderno, em que os jovens estão cada vez mais conectados a aspectos visuais,
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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ
estudantes frequentemente entram em contato com novas tecnologias, partindo desse pressuposto, a educação precisa desafiá-los por meio de práticas educacionais inovadoras, que complementem as metodologias de ensino atualmente em uso.
De acordo com Santos (2007), o aprendizado em ciências envolve o esclarecimento de conceitos filosóficos, históricos e sociológicos relacionados à ciência, além da compreensão das limitações do conhecimento científico e do processo de construção desse saber. No que diz respeito à educação científica, ele oferece a seguinte contribuição:
A educação científica na perspectiva do letramento como prática social implica um desenho curricular que incorpore práticas que superem o atual modelo de ensino de ciências predominante nas escolas. Entre as várias mudanças metodológicas que se fazem necessárias, três aspectos vêm sendo amplamente considerados nos estudos sobre as funções da alfabetização/letramento científico: natureza da ciência, linguagem científica e aspectos sociocientíficos. (Santos, 2007, p.483)
Nesse contexto, a educação científica, sob a perspectiva do letramento, visa proporcionar os fundamentos necessários para que os jovens adquiram uma formação robusta nas habilidades essenciais, com ênfase no desenvolvimento do pensamento crítico. Surge, portanto, um desafio comum na era da informação: será que o ambiente de sala de aula atual é o único espaço adequado para a aplicação de metodologias educacionais?
Para Mayer (2014), uma forma eficaz de complementar o ensino é por meio da Aprendizagem Multimídia, que envolve a utilização e combinação de palavras e imagens, incluindo elementos estáticos e dinâmicos, como animações e vídeos. O princípio da multimídia sugere que as pessoas assimilam melhor o conteúdo quando há uma integração de imagens e palavras, em vez de usar apenas um desses elementos de forma isolada.
Os planetários móveis têm como objetivo criar um espaço de aprendizagem e interação que possibilite uma imersão profunda dos estudantes. Eles visam provocar os alunos e estimular a reflexão sobre o conteúdo abordado, utilizando recursos visuais e tecnológicos que favorecem uma interação mais intensa com o conhecimento. De acordo com Resende (2017), os planetários podem ser considerados espaços não formais de ensino, com o objetivo de promover o conhecimento de acordo com os parâmetros curriculares vigentes, mas em ambientes fora da sala de aula.
Em Pernambuco, conforme registros da Associação Brasileira de Planetários (ABP), o estado possui quatro planetários: dois móveis localizados em Recife e dois fixos situados em Olinda e Garanhuns. Por outro lado, a OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica) registra apenas um planetário fixo em Recife e não possui registros de planetários móveis. De acordo com a vivência dos autores, reconhece-se que o acesso aos planetários no Estado é ainda bastante restrito, e quando acontece se dá principalmente àqueles localizados na Região Metropolitana do Recife, que é a capital.
O projeto de extensão intitulado 'Céu do Agreste' tem como finalidade divulgar temas de Astronomia para a comunidade do agreste pernambucano, além de realizar visitas a escolas e espaços públicos com um planetário móvel itinerante. O projeto está sediado no Centro Acadêmico do Agreste, da Universidade Federal de Pernambuco (CAA-UFPE), que fica localizado em Caruaru-PE, cerca de 140km da
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capital do Estado, Recife. Desde sua inauguração, em maio de 2024, atendeu cerca de 12 instituições, incluindo escolas de Ensino Fundamental e Médio de Caruaru, Bezerros, Toritama e Riacho das Almas, além da comunidade de estudantes, docentes e funcionários do CAA-UFPE, alcançando cerca de 1500 pessoas.
O objetivo deste trabalho é analisar o impacto dessas visitas em relação aos estudantes da educação básica da região, com base em uma análise inicial que abrange o período de visitas realizadas entre maio e agosto de 2024.
## Metodologia
Durante a construção desse artigo foi utilizada a metodologia de pesquisa correspondendo a pesquisa direta e incluindo as técnicas de pesquisa de campo e observação direta e extensiva (Marconi; Lakatos, 2003). A seguir, será apresentado as características de cada uma e quando foram utilizadas.
Pesquisa de Campo: Se caracteriza na visitação das escolas e na interação com os sujeitos da pesquisa incluindo a divulgação de um questionário.
Observação Direta Extensiva: A observação direta extensiva é realizada utilizando questionários, formulários, avaliações de opinião e atitudes, e técnicas mercadológicas.
A coleta de dados deste estudo foi realizada através de um questionário, desenvolvido com o propósito de avaliar o impacto da experiência proporcionada pelo planetário Céu do Agreste nos estudantes participantes. O foco foi analisar se essa vivência estimulou uma motivação adicional no processo de aprendizagem.
Originalmente composto por 18 perguntas, a análise do questionário foi reduzida a 5 questões selecionadas para este artigo, considerando o limite de páginas. As perguntas escolhidas, abrangendo tanto questões abertas quanto fechadas, foram selecionadas para permitir que os estudantes expressassem de forma mais rica suas experiências pessoais. As questões são:
- 1. Como você descreveria a disciplina de Ciências ou Física?
- 2. Descreva um pouco da sua experiência com o planetário Céu do agreste.
- 3. Você se sentiu mais motivado a estudar após a visita do planetário Céu do agreste?
- 4. De que forma a visita do planetário Céu do Agreste te impactou?
- 5. Após a visita do planetário Céu do Agreste, como você descreveria a disciplina de Ciências ou Física?
Os participantes do estudo eram estudantes de escolas de Educação Básica localizadas no Agreste pernambucano, todos eles envolvidos na imersão promovida pelo planetário. A aplicação do questionário ocorreu de forma online, facilitando a participação dos estudantes, em momento posterior à visita ao planetário.
A coleta de dados foi conduzida entre os meses de maio e agosto de 2024, envolvendo 56 estudantes residentes no Agreste pernambucano, procurando contemplar de 5 a 10 estudantes de cada instituição de ensino. A análise dos resultados buscou identificar os aspectos positivos das vivências relatadas, com ênfase no impacto dessas experiências na motivação dos alunos em relação à ciência.
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## Análise das visitas na perspectiva dos estudantes
Através do preenchimento de um formulário disponibilizado online, escolas públicas e particulares do agreste pernambucano manifestaram interesse em participar das sessões oferecidas pelo planetário Céu do Agreste. Essa imersão poderia ocorrer de duas formas: transportando o planetário até a escola solicitante ou recebendo a visita da instituição no Centro Acadêmico do Agreste, situado na cidade de Caruaru.
As sessões são organizadas previamente por meio de reuniões quinzenais, onde são definidos os roteiros a serem apresentados, de acordo com os níveis de conteúdo abordados em sala de aula. As escolas preencheram um formulário informando o grau de escolaridade dos alunos e as temáticas de interesse.
Em relação à duração das sessões, elas são planejadas para durar cerca de 50 minutos. Inicialmente, utiliza-se o Software Stellarium para apresentar constelações, fases da lua e o céu que poderá ser observado no dia da visita. Em seguida, um vídeo é exibido para aprofundar e explorar conceitos de astronomia. A capacidade total do planetário é de aproximadamente 40 pessoas.
Após a vivência dos alunos no planetário Céu do Agreste, foi aplicado um formulário, com o objetivo de avaliar o impacto da experiência no processo de aprendizagem dos estudantes. De acordo com as respostas obtidas, 80,4% dos alunos que participaram das sessões no planetário está cursando o ensino médio, enquanto 19,6% estão nos anos finais do ensino fundamental. O projeto também atendeu a estudantes dos anos iniciais e até de Educação Infantil, além dos estudantes de Ensino Superior, professores e funcionários das escolas, mas este público não foi considerado para esta análise.
Quanto às cidades de residência dos alunos, 61,8% moram em Bezerros, 18,2% em Riacho das Almas, 14,5% em Toritama e 5,5% em São Joaquim do Monte, todas situadas no Agreste pernambucano.
- O formulário também incluiu uma pergunta sobre se a visita a espaços não formais de ensino, como museus, planetários, teatros ou locais históricos, os motivaria a estudar. Os resultados mostraram que 73,2% dos estudantes acreditam que esses espaços estimulam os estudos, 23,2% consideram que talvez causasse um incentivo, e 3,6% afirmam que não.
## Perguntas a serem analisadas nesse artigo
- O formulário é proposto por 18 perguntas, algumas delas são descritas a seguir:
No que se refere a pergunta 1, majoritariamente os estudantes responderam terem aulas com abordagens conceituais, e alguns expressaram as dificuldades enfrentadas na disciplina em contraste aos seus interesses pelas temáticas abordadas em sala de aula. Apresentaremos um exemplo das respostas encontradas:
Estudante 1: 'A física me inspira a entender como as coisas funcionam, desde os movimentos simples até os fenômenos mais complexos do universo. Ela me faz pensar sobre o que está por trás do que vemos e experimentamos no dia a dia.'
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O Estudante 1 demonstra admiração em compreender a dinâmica do universo, enfatizando a importância de aprender Física e sua observação em seu cotidiano.
Referente à pergunta 2 , na qual os estudantes foram incentivados a relatar sua experiência no planetário Céu do Agreste, mais de 90% dos participantes responderam de forma positiva sobre as vivências promovidas pelo planetário, destacando a singularidade do momento que vivenciaram.
Estudante 2: 'Ótima visita em um lugar muito bom, além de ser uma experiência diferente do que costumamos presenciar diariamente em nossas vidas.'
Estudante 3: 'O planetário traz uma imersão fascinante do universo. Foi uma experiência educativa e muito divertida, ajudou muito a ter mais noção sobre o cosmos.'
Ambos os comentários refletem o impacto positivo do planetário, como um espaço de aprendizagem não formal, conforme proposto por Resende (2017). A experiência foi considerada positiva e impactante, proporcionando aos estudantes uma compreensão mais profunda e envolvente do Universo, além de oferecer uma alternativa valiosa às práticas educacionais tradicionais.
A pergunta 3 tinha como objetivo compreender o impacto das visitas na aprendizagem dos estudantes e avaliar se houve um aumento na motivação em relação às áreas temáticas de Ciências e Física. Abaixo, apresentaremos um gráfico que ilustra as respostas fornecidas pelos estudantes.
Gráfico1: Recorte da 3ª pergunta do formulárioFonte: Autoral
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Observando o gráfico, cerca de 62,5% dos estudantes responderam que sim, indicando que se sentiram mais entusiasmados para estudar após a vivência no planetário. Em contraste, 12,5% responderam que não houve mudança em sua motivação, e 25% disseram que talvez sentissem um aumento no entusiasmo. Esses dados revelam que, após a visita ao planetário, a maioria dos estudantes experimentou um aumento no interesse pelas áreas de Ciências e Física.
A pergunta 4 busca analisar o impacto pessoal promovido pelo planetário nos estudantes, enquanto a pergunta 5 retoma a questão inicial para identificar se a percepção sobre a disciplina foi alterada. As respostas dos estudantes às perguntas 4 e 5 foram as seguintes:
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Estudante 4: 'Me deu vontade de ingressar na física e astronomia, aprender mais do assunto e até me especializar nas áreas.'
Estudante 5: 'As disciplinas se tornaram ainda mais fascinantes. Você explora o universo, entende as estrelas, os planetas e galáxias. No planetário, tudo isso ganhou vida com projeções incríveis.'
Santos (2007) ressalta a importância da educação científica como uma prática social iniciada na exposição de conceitos filosóficos, históricos e sociológicos, a resposta do Estudante 4 reflete um resultado positivo dessa abordagem, mostrando que a imersão potencializou suas motivações e interesse em Física e Astronomia.
A resposta do Estudante 5 indica uma percepção significativamente ampliada das disciplinas após a visita ao planetário. A descrição de como as matérias se tornaram 'ainda mais fascinantes' e ganharam vida com as projeções demonstra a complementaridade do planetário ao ensino tradicional. Para ele, o conhecimento adquirido em sala de aula foi enriquecido e visualmente aprofundado pela experiência no planetário.
## Conclusões
A colaboração entre instituições formais e não formais é fundamental para desenvolver uma cultura científica, promovendo a formação de cidadãos que possam analisar criticamente os avanços científicos e tecnológicos, além de compreender o impacto social das decisões tomadas.
A união entre instituições formais e não formais cria um ambiente de aprendizagem mais abrangente, adaptado a diversos estilos e necessidades educacionais. Esse tipo de integração ajuda a preparar os alunos para se tornarem cidadãos mais informados e críticos, ao oferecer experiências educativas complementares e diversificadas.
A análise das respostas dos estudantes ao questionário aplicado após as visitas ao planetário Céu do Agreste revelou um impacto positivo significativo na motivação e na compreensão dos alunos em relação às áreas de Ciências e Física. A maioria dos estudantes relatou uma experiência enriquecedora, com 62,5% indicando um aumento no entusiasmo para estudar essas disciplinas. As respostas pessoais destacaram o interesse renovado e o desejo de seguir carreiras em Física e Astronomia, com a experiência no planetário proporcionando uma visão mais fascinante e envolvente do conteúdo estudado.
Vale dizer que o projeto é uma inserção importante na região do agreste e tem proporcionado a imersão na educação não-formal do conhecimento científico de maneira pouco vivenciada pelas escolas da região. Para além da percepção dos estudantes, observa-se também um impacto positivo na formação dos licenciados que atuam no projeto, bem como uma mudança na relação entre Universidade e escolas.
No entanto, alguns fatores limitantes desta pesquisa devem ser considerados. A amostra foi relativamente pequena, com apenas 56 estudantes, o que pode restringir a generalização dos resultados. Além disso, o período de análise de maio a agosto de 2024 foi curto, e contemplam apenas as primeiras impressões dos estudantes em relação a visita ao planetário. Estudos de longo prazo poderiam oferecer uma visão
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mais detalhada dos efeitos duradouros das visitas ao planetário. Além disso, as respostas ao questionário, bem como as conversas informais tem dado parâmetros para reformulações e adequações das sessões do planetário.
Portanto, é indicado que pesquisas futuras continuem a explorar e avaliar o impacto dos espaços não formais de ensino, especialmente sobre o interesse e a motivação dos estudantes. Estudos adicionais poderiam ampliar a amostra, examinar diferentes metodologias e investigar o impacto desses espaços a longo prazo, proporcionando uma compreensão mais abrangente e detalhada do seu potencial educacional.
## Referências
Carvalho, T. F. G. (2012) A comunicação científica em museus de ciência e o papel do mediador . Dissertação de Mestrado. Programa de Pós Graduação Interunidades em Ensino de Ciências, Universidade de São Paulo, São Paulo.
DINIZ, A. C.; PIMENTEL, N. Aprendizagem em museus: concepções e perspectivas de professores em curso de formação no Museu de Ciências Naturais PUC Minas. Seminário da RIMC-Rede Informal de Museus e Centros Culturais de Belo Horizonte e Região Metropolitana , v. 4, p. 1-15, 2012.
RESENDE, Kizzy Alves. A interação entre o planetário e a escola: justificativas, dificuldades e propostas . 2017. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo.
MAYER, Richard E. Introduction to multimedia learning. 2014.
SANTOS, Wildson Luiz Pereira dos. Educação científica na perspectiva de letramento como prática social: funções, princípios e desafios. Revista brasileira de educação , v. 12, p. 474-492, 2007.
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