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METODOLOGIA DE ENSINO DE FÍSICA PARA ALUNOS SURDOS: UM ESTUDO DE CASO PARA FÍSICA ELÉTRICA

Gabriela Leitão Sousa, David Antônio Sbrissa Neto, Pamella Elaine Prestes Da Cunha

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
20/01/2025
Linha de pesquisa
Diversidade, Inclusão E Direitos Humanos No Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Pôster

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Texto completo

## METODOLOGIA DE ENSINO DE FÍSICA PARA ALUNOS SURDOS: UM ESTUDO DE CASO PARA FÍSICA ELÉTRICA

Gabriela Leitão Sousa 1 , David A. Sbrissa Neto 2 , Pamella Elaine P. da Cunha 3

gleitao19@gmail.com 1 , dsbrissa@unifap.br 2 , pamella.elaine@unifap.br 3

Universidade Federal do Amapá

## Resumo

O presente trabalho, cujo tema se subscreve sobre o ensino de Física para alunos surdos. Cuja problemática recai sobre como a utilização de uma metodologia adaptada pode auxiliar o ensino de Física Elétrica para alunos surdos? Com vista a desenvolver uma metodologia de ensino com o uso de experimentos e atividades didáticas adaptadas para alunos surdos, voltada para os conceitos básicos de eletrostática, à nível de ensino médio. Pode-se analisar o panorama geral de pesquisas publicadas, as suas características e ênfases a nível de ensino médio, no banco de dados do Periódico Capes e pelo ScienceDirect. Em seguida podese investigar sobre as necessidades de adaptação do ensino e aprendizagem do aluno surdo através de um estudo de caso com uso de experimentos didáticos. Por meio de uma pesquisa do tipo bibliográfica, com o uso de uma metodologia qualitativa e quantitativa, bem como, buscou-se uma aproximação da verdade no tocante a resposta ao objeto investigado. Palavras-chave : Ensino de Física, Inclusão, Surdos.

## Introdução

A análise histórica da educação dos surdos revela a construção de uma sociedade mais inclusa. Entretanto, ainda há muitos empecilhos que devem ser enfrentados que vão desde a falta de preparo do professor até a escassa literatura didática, que refletem na baixa qualidade da educação brasileira, em especial no ensino de física, que possui resistência por grande parte dos alunos.

As políticas de inclusão têm proporcionado diversas conquistas, principalmente em se tratar das minorias populacionais e faz-se necessário garantir que essa parcela da população tenha condições de desenvolver suas habilidades e competências na área da ciência exigidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e no Parâmetros Curriculares Nacional da Física (PCN) (BRASIL, 2008, p. 322).

Conhecer a Física para entender os fenômenos que ocorrem no cotidiano é importante para uma educação para a vida, porém, o ato de ensinar de maneira significativa requer criatividade e propostas inovadoras, a disciplina de Física necessita de atenção no processo de ensino e aprendizagem, pois, necessitam de diferentes metodologias para um estudo mais didático do conteúdo. Ao tratar especificamente de alunos surdos, é fundamental que a educação possa desenvolver estratégias específicas para que eles possam compreender as informações, e abranger os conhecimentos que oportunizam o crescimento cientifico desses alunos na sociedade.

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

Uma revisão sistemática da literatura sobre o ensino de Física para surdos no Brasil revela diversos obstáculos à aprendizagem desses estudantes. Dentre eles, destacam-se: i) A escassez de material pedagógico específico e adaptado para o ensino de Física em Libras, que leve em conta as características visuais e espaciais da linguagem dos surdos; ii) A falta de conhecimento cultural dos surdos e da Língua Brasileira de Sinais (Libras) por parte dos professores de Física, que dificulta a comunicação e a transmissão dos conceitos físicos; iii) A falta de inclusão e de valorização dos alunos surdos no ambiente escolar, que pode gerar desmotivação, baixa autoestima e evasão escolar.

Mediante a revisão de literatura, encontram-se vigentes informações relevantes sobre o seguinte questionamento: A utilização de uma metodologia adaptada pode auxiliar o ensino de Física Elétrica para alunos surdos?

Sendo assim, o presente trabalho, de cunho bibliográfico, busca desenvolver uma abordagem pedagógica que empregue experimentos e atividades didáticas adaptadas para estudantes surdos, que foque nos princípios fundamentais da eletrostática no contexto do ensino médio.

## Procedimentos metodológicos

Para execução deste trabalho, foi inicialmente efetuado um levantamento bibliográfico, por meios de livros e artigos publicados nas principais plataformas de pesquisa: Scielo e portal periódicos da CAPES, utilizou-se termos de busca 'Ensino de física para alunos surdos' e 'Física e Surdez' , do período de 2011 a 2023. De posse dos artigos buscados nos indexadores, realizou-se uma leitura flutuante de 88 artigos, 25 foram selecionados para a análise em profundidade, a considerar os critérios como a relevância para o tema, a utilização de metodologias qualitativas e a abordagem de conteúdos relacionados à física elétrica.

Além disso, utilizou-se o tipo de abordagem qualitativa, no qual se propôs um estudo de caso para explorar profundamente os fenômenos presentes no objeto de pesquisa. Para tal estudo, consiste em aulas experimentais sobre física elétrica destinado a 4 alunos surdos, com a presença de 6 alunos com condições típicas de duas escolas públicas do município de Macapá-AP, acompanhado do tradutor e intérprete de Libras e do professor da disciplina de física (LAKATOS & MARCONI, 1992).

Para o estudo de caso, foi feita uma avaliação diagnóstica por meio de entrevistas entre os gestores da educação, professor, aluno e intérprete das duas

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escolas para observar as potencialidades do aluno e detectar problemas de aprendizagem e de ensino (BRASIL, 2013).

Planejamento das aulas experimentais no quadro 01:

Para avaliar a eficácia e a sustentabilidade da metodologia e contribuir para a validação dos resultados, realizou-se uma entrevista com os alunos, na qual foram exploradas suas percepções sobre o processo de ensino-aprendizagem e a pertinência das atividades propostas.

## Panorama de pesquisas

Na busca por metodologias sobre o ensino de física, impôs a necessidade de analisar os trabalhos publicados sobre o tema, sobre o panorama de pesquisas do período de 2011 a 2023:

Trabalhos publicados sobre Ensino de FísicaFigura 01: Gráfico de levantamento dos artigos publicados de 2011-2023

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A figura 01 mostra o gráfico com os registros de publicações na plataforma de Periódicos da Capes entre os anos de 2011 a 2023. Uma análise criteriosa desses artigos revelou 25 artigos publicados no Brasil relacionados à temática de Ensino da Física e Surdez no período especificado. Nota-se que a produção de artigos científicos nessa temática tem aumentado nos últimos anos, reflexo das recentes políticas públicas e ações de inclusão fomentadas no Brasil, apesar de uma queda de 33% no número de publicações entre 2021 e 2022, o que pode estar relacionado ao baixo número de grupos de pesquisa ativos na área. Essa área de pesquisa, embora promissora, ainda é área de pesquisa incipiente, quando comparada a outras áreas da educação especial.

Após o levantamento do quantitativo de trabalhos publicado, os 25 artigos foram separados em cinco categorias temáticas: i) Vídeos/ TA/ TICS/ TDIC/ Ensino

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Remoto; ii) Produção de Material/ Experimental/ Jogos Educativos; iii) Criação de sinais; iv) Estudos bibliográficos e v) Formação inicial de professores.

A figura 02 detalha o quantitativo das categorias temáticas:

Figura 02: Gráfico de análises dos artigos publicados de 2011-2023

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## Temática dos artigos

- Videos/ TA/ TICS/ TDIC/ Ensino Remoto
- Produção de Material/ Experimental/ Jogos Educativos
- Criação de Sinais
- Estudos Bibliográficos
- Formação Inicial de Professores

Dos artigos publicados, 32% se concentra em usar tecnologia para tornar o ensino de Física mais acessível para surdos. As demais pesquisas exploram desafios e soluções para o ensino de Física a surdos, formação de professores, criação de sinais específicos e jogos educativos. Observaram-se poucos trabalhos com temas específicos da disciplina de Física, como Física elétrica e óptica, por exemplo.

## O impacto de aulas experimentais para alunos surdos

A trajetória da educação dos surdos é marcada por desafios e avanços significativos. Teve seu início na idade moderna em que os surdos eram vistos como um ser incapaz de pensar, e se estendeu até a promulgação da Lei nº 10.436/2002 e do Decreto nº 5.626/2005, que reconhecem a Libras como meio legal de comunicação, e do Plano Nacional de Educação (PNE), que garante a educação bilíngue para surdos e com deficiência auditiva (LEVY, p. 04-09, 2019).

Entretanto, na análise do sistema educacional do Brasil, é possível notar a falta de adaptações tanto do ambiente escolar e dos materiais didáticos, algo que cria barreiras na aprendizagem dos alunos, visto que a carência de recursos nas escolas compromete a acessibilidade (BRASIL, 2005).

Segundo Pinotti e Boscolo (2008, p. 122), é necessário adaptações de aulas com recursos visuais, como imagens, vídeos e experimentos demonstrativos para introduzir os conteúdos da disciplina, principalmente quando se trata de ensinar conteúdos abstratos da Física para alunos com condições auditivas, como os conceitos da física elétrica em que elucida o desenvolvimento dos fenômenos elétricos e magnéticos, assim afirma a intérprete Rafaela:

'Como o surdo tem uma característica principal que é a visualidade, então em sala de aula quando o professor está explicando e não tem o sinal próprio, como o sinal de eletrostática. Então falta explorar essa visualidade dos alunos surdos, as aulas são voltadas mais para os alunos ouvintes, então sinto falta de materiais adaptados que possam esclarecer os conteúdos de forma visual para os alunos, com mais clareza, embora o professor sempre antecipa os conteúdos junto com a apostila' (entrevista concedida em 05/06/2024).

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Para sanar a falta de sinais específicos de conteúdos da física, utiliza-se outras estratégias para adaptar como a datilologia (soletrar as palavras), porém, atrasa o acompanhamento na sala, assim relata a intérprete Rafaela, 'eu e a outra intérprete criamos alguns sinais que não existem como 'eletrodinâmica' que começamos a estudar agora, eu já pesquisei e não encontrei sinal de eletrodinâmica e a gente criou um sinal com base nas características do assunto [...], para poupar a datilologia e o tempo' (Rafaela, entrevista concedida em 05/06/2024).

Apesar da obrigatoriedade da presença do Tradutor e Intérprete de Libras (TILS) nas escolas, conforme o PNE, a formação contínua do professor é fundamental para a inclusão escolar dos surdos. O professor, além de ser mediador do conhecimento, precisa inovar suas práticas pedagógicas para atender às necessidades específicas desses alunos (BRASIL, 2014). De acordo com a intérprete:

'Há algumas dificuldades, por exemplo, o professor de física, apenas fornece a apostila antes da aula, e estudo o conteúdo para ver a melhor forma de interpretar o assunto para aluna. E quando tem provas, ele me manda a prova antes e eu gravo vídeos traduzindo para LIBRAS, pois a aluna foi alfabetizada recente e tem dificuldades na leitura e não consegue compreender questões com longos textos' (Rafaela, entrevista concedida em 05/06/2024).

Com a implementação da BNCC (2008, p. 15), para ocorrer a inclusão 'os sistemas e redes de ensino e as instituições escolares devem se planejar com um claro foco na equidade, que pressupõe reconhecer que as necessidades dos estudantes são diferentes'.

A aluna Cristiane, atualmente cursa 3º ano do ensino médio integral em uma escola pública, foi alfabetizada recente e tem um domínio de leitura muito básico, e essa é uma das maiores dificuldades. Assim relata a intérprete Rafaela, 'Nós não podemos minimizar uma deficiência da alfabetização de 12 anos em apenas 2 anos, ela não conhece muitos sinais, sempre tenho que ensinar, então é bem difícil' (entrevista concedida em 05/06/2024). A aluna tem o acompanhamento da intérprete desde o 2º ano, o que foi essencial para evolução da aprendizagem.

Os estudantes Matheus do 1º ano e Rafael 2º ano do ensino médio regular, apresentam um bom desempenho nas disciplinas que envolvem leitura e compreensão de textos. Ambos os alunos tem a habilidade de leitura labial que auxilia na compreensão das aulas. Contudo, os cálculos de física são um obstáculo em sua aprendizagem.

A aluna Isabela cursa o 1º ano do ensino regular, teve perca de audição aos 9 anos, aprendeu LIBRAS e possui a habilidade de leitura labial. Também não teve contato com experimentos da física, a aluna estuda em casa para entender o

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conteúdo, é a disciplina que mais tem dificuldade, pois o professor não consegue acompanhar a explicação dada pelo professor, conforme o depoimento da aluna:

'O professor tenta me auxiliar com as apostilas, mas não é o suficiente, não consigo acompanhar a explicação dos assuntos mesmo fazendo a leitura labial, eu me perco na explicação é difícil. E na hora das provas, tenho dificuldades para fazer os cálculos, é muito complexo para mim, pois não consigo decorar as fórmulas' (Isabela, entrevista concedida em 09/10/2024).

Apesar dos avanços com políticas públicas, faz-se necessário o desenvolvimento de trabalhos pedagógicos voltados para as questões sensoriais dos alunos com surdez. Para o desenvolvimento das competências em Física, é essencial que a experimentação esteja sempre presente. Isso envolve atividades práticas como fazer experimentos, manusear equipamentos, operar instrumentos e agir de diferentes maneiras e em diferentes níveis (BRASIL, 2006).

'Tive contato com alguns experimentos durante as aulas de eletrostática era um experimento de eletrização de atrito entre o balão e cabelo. Fiz uma apresentação em grupo com esses experimentos e eu consegui compreender melhor o conteúdo dessa forma' (Cristiane, entrevista concedida em 05/06/2024).

Com essa abordagem, o conhecimento é construído pelo próprio aluno, pois, estimula a sua curiosidade e incentiva a questionar, evita-se assim a mera aceitação do conhecimento científico como uma verdade inquestionável (BRASIL, 2006).

Nas entrevistas com os professores dos alunos, todos relatam a mesma dificuldade de adaptar as aulas para a aluna surda devido à falta de tempo. Essa situação evidencia a necessidade de uma formação mais completa e recursos adequados para que os professores possam atender a diversidade presente em sala de aula.

A formação inicial de professores, muitas vezes, não aborda de forma adequada para atender as necessidades específicas dos estudantes surdos, como a diversidade cultural e linguística. Cursos de curta duração, por sua vez, não são suficientes para suprir essa lacuna. A falta de conhecimento e preparo pode levar a estereótipos e práticas pedagógicas inadequadas ( SKLIAR, 1998, p.13).

Aproximadamente 5% da população do Brasil enfrenta algum grau de deficiência auditiva. É crucial assegurar que essa parte da sociedade tenha oportunidades para desenvolver suas habilidades e competências no campo científico.

## A percepção dos alunos nas aulas experimentais

Sob a perspectiva dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), os princípios que guiam a prática pedagógica devem mudar de 'o que ensinar' para 'para

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que ensinar'. Ao se concentrar apenas na teoria, corre-se o risco de apresentar conteúdos abstratos e distantes da realidade do aluno. É fundamental que o ensino de Física dê significado aos conceitos, para relacionar com o cotidiano e mostrar sua aplicabilidade (BRASIL, 2006, p. 04).

No conjunto de todos os participantes, no qual inclui alunos surdos, ouvintes e intérpretes, concordam sobre a necessidade de ter experimentos com mais frequência nas aulas de física. No qual foi considerada como um recurso fundamental para facilitar a aprendizagem, especialmente para os alunos surdos, que destacaram a importância de uma maior visualização dos conceitos. Também se destaca a criação de sinais específicos para os termos técnicos da física.

Ao adaptar as atividades e utilizar recursos como a língua de sinais e materiais visuais, foi possível garantir que os alunos participassem ativamente das aulas e desenvolver as mesmas habilidades que seus colegas ouvintes. De acordo com a aluna Isabela:

'Fiquei alegre com a aula, os experimentos são bonitos e didáticos, quando a professora estava explicando consegui lembrar das aulas do meu professor e o assunto fez mais sentido com os experimentos. O que eu mais gostei foi o experimento do labirinto elétrico, por que fizemos competições e foi bastante divertido' (Isabela, entrevista concedida em 15/10/2024).

Fig. 04: Interação da aluna com o Van de Graaff.

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Fig. 03: Apresentação dos eletroscópios.

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Aproximadamente 5% da população do Brasil enfrenta algum grau de deficiência auditiva. É crucial assegurar que essa parte da sociedade tenha oportunidades para desenvolver suas habilidades e competências no campo científico.

## Considerações finais

Os resultados da pesquisa evidenciam a eficácia e a sustentabilidade da metodologia empregada. A análise dos dados demonstra a necessidade de maior atenção às especificidades dos alunos com deficiência auditiva, especialmente no que diz respeito à adaptação das práticas pedagógicas. A presente investigação sinaliza a importância de ampliar as pesquisas sobre metodologias inclusivas em física, com temas como óptica geométrica, termodinâmica e cinemática.

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## Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular - BNCC, (2008).

BRASIL. Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras, e o artigo 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000 . Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2005. Disponível em:

https://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_Ato2004-2006/2005/Decreto/D5626.htm. Último acesso em: 16 jan. 2024.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais- PCN+ Ensino Médio - Física (2006).

BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais da Educação Básica . Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Currículos e Educação Integral. Brasília: MEC, SEB, DICEI, 2013.

BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências . Diário Oficial da União, Brasília, DF., 26 jun 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_ato2011-2014/2014/lei/l13005.htm

LAKATOS, E. M.; MARCONI, M. A. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicação e trabalhos científicos . 4. ed. São Paulo: Atlas, 1992.

LEVY, C. C. A. da C. História da Surdez . São Luís: Universidade Federal do Maranhão. UNA-SUS/UFMA, 2019.

PINOTTI, K. J., &amp; BOSCOLO, C. C. (2008). A dramatização como estratégia de aprendizagem da linguagem escrita para o deficiente auditivo . Revista Brasileira De Educação Especial, 14(1), 121-140. https://doi.org/10.1590/S141365382008000100010

SKLIAR, Carlos (Org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças Mediação. 1998.

. Porto Alegre:

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