CURRICULARIZAÇÃO DA PESQUISA E EXTENSÃO COM FOCO NO NOVO ENSINO MÉDIO
Tainara Jasper, Angelisa Benetti Clebsch, Alexandre Vieira, Bárbara Oendi Miehe, Henrique Faustino Zwicker De Arruda, Kailane Aparecida De Souza, Letícia Pezenti, Matheus Batista, Pablo Ricardo Motta Fernandes
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXVI
- Ano
- 2025
- Data
- 20/01/2025
- Linha de pesquisa
- Currículo E Ensino De Físicacódigo De Apresentação
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## CURRICULARIZAÇÃO DA PESQUISA E EXTENSÃO COM FOCO NO NOVO ENSINO MÉDIO
Tainara Jasper 1 , Angelisa Benetti Clebsch 2 , Alexandre Vieira 3 , Bárbara Oendi Miehe 4 , Henrique Faustino Zwicker de Arruda 5 , Kailane Aparecida de Souza 6 , Letícia Pezenti 7 , Matheus Batista 8 , Pablo Ricardo Motta Fernandes 9
- 1 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, tainaraj338@gmail.com
- 2 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, angelisa.clebsch@ifc.edu.br
- 3 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, alexandrevieirasfs@gmail.com
- 4 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, barbaraoendim@gmail.com
- 5 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, henriquefzarruda@gmail.com
- 6 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, kaidesouza123@gmail.com
- 7 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, lepezenti16@gmail.com
- 8 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, matheusbatistta8@gmail.com
- 9 Instituto Federal Catarinense Campus Rio do Sul, ricardopablo131@gmail.com
## Resumo
Este trabalho foi desenvolvido com base no Projeto de Pesquisa colaborativo elaborado na disciplina de Pesquisa e Processos Educativos II do Curso de Licenciatura em Física do IFC - Campus Rio do Sul. O projeto desenvolvido em conjunto entre acadêmicos e docente da disciplina, teve como tema "Desafios da Implementação do Novo Ensino Médio". A equipe criou um projeto de pesquisa colaborativo e um questionário destinado a professores de Física de escolas públicas da região. A colaboração entre a professora e os acadêmicos envolveu a definição da problemática, construção da base teórica, elaboração do instrumento de pesquisa, bem como a coleta e análise dos dados. Este processo promoveu um aprofundamento teórico e metodológico, além de facilitar a integração prática do conhecimento acadêmico com as necessidades reais do ensino de Física. Por meio desta experiência, os acadêmicos desenvolveram competências para realizar futuras investigações além de apropriarem-se de conhecimentos sobre o cenário do Ensino Médio e práticas educacionais na área de ensino de Física.
Palavras-chave : Formação docente; Ensino Médio; Extensão.
## Introdução
A disciplina Pesquisa e Processos Educativos II (PPE II) da Licenciatura em Física do IFC campus Rio do Sul (3ª fase do curso), busca propiciar ao licenciando o conhecimento da área de Pesquisa em Ensino de Física, linhas de pesquisa, principais periódicos e eventos. Ao mesmo tempo aproximar os licenciandos do universo da pesquisa. Ao final da disciplina cada acadêmico deve apresentar uma proposta de pesquisa para seu Trabalho de Curso.
Como atividade prática, foi proposto o desenvolvimento de um projeto colaborativo para que os acadêmicos pudessem vivenciar o planejamento e execução de uma pesquisa favorecendo a construção de saberes para a realização de pesquisas futuras no âmbito do curso e na prática docente. Deste modo
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espera-se que os licenciandos sintam-se mais confortáveis para realizar pesquisas futuras na área de Ensino de Física.
A abordagem colaborativa se assemelha àquela mencionada por Desgagné, no artigo traduzido por Ferreira e Souza (2007), que argumenta que na pesquisa em educação este tipo de abordagem reúne pesquisadores universitários e docentes. No caso da pesquisa proposta na PPE II, a colaboração aconteceu entre a professora da disciplina e os acadêmicos que se reuniram na proposição de uma problemática a investigar, na definição da base teórica, na elaboração de um instrumento para investigação, na coleta e na análise de dados.
De acordo com Desgagné este tipo de trabalho possibilita a construção de conhecimentos, o desenvolvimento profissional docente e contribui para aproximar a pesquisa da comunidade escolar. Em nosso caso, trata-se do desenvolvimento profissional dos acadêmicos da disciplina na realização de uma pesquisa com estudantes e professores do Ensino Médio. Além de aproximar os acadêmicos do campo de trabalho, também é uma forma de realizar a curricularização da pesquisa e extensão (IFC, 2022) previstos no componente curricular Pesquisa e Processos Educativos II.
Na disciplina os acadêmicos conheceram linhas de pesquisa da área de Pesquisa em Ensino de Física por meio do estudo das áreas temáticas do EPEF e SNEF. Realizaram estudos de trabalhos dos eventos e artigos de periódicos e apresentaram seminários. Os seminários permitiram identificar elementos de uma pesquisa e discutir sobre problemas investigados. A partir dos seminários algumas ideias foram surgindo e chegou-se ao tema 'Desafios enfrentados nas escolas com a implementação do Novo Ensino Médio (NEM)'.
Este trabalho é um relato de experiência e tem por objetivo: (a) apresentar a dinâmica da elaboração do projeto e desenvolvimento da pesquisa, que caracterizam a curricularização da pesquisa; (b) Apresentar o infográfico, construído para socializar os resultados da pesquisa e promover a curricularização da extensão.
## Fundamentação teórica
- O Ensino Médio teve mudanças significativas com a publicação da Lei nº 13.415/2017 (Brasil, 2017) e das Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio (Brasil, 2018b) determinando uma nova estrutura para o Ensino Médio que passa a ser organizado em Formação Geral Básica e Itinerários Formativos. Outra mudança foi a definição da Base Nacional Comum Curricular - BNCC (BRASIL, 2018a; Brasil, 2018c) que apresenta competências e habilidades para áreas do conhecimento do Ensino Médio.
Estas modificações possibilitam a flexibilização no currículo mas trazem consigo desafios e oportunidades tanto para a atuação dos professores quanto para a educação científica dos estudantes. A organização por áreas do conhecimento não deixa explícito que a Física é um componente curricular que deve estar presente em todos os anos do Ensino Médio. Além disso, a limitação da carga horária da Formação Geral Básica em 1800 h acarretou em diminuição da carga horária da Física no Ensino Médio. Neste sentido, nosso interesse foi identificar as dificuldades enfrentadas pelos professores e estudantes com as atuais alterações em curso no Ensino Médio no Brasil.
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Na elaboração do projeto de pesquisa buscamos apoio teórico em Novak (2011) que define cinco elementos envolvidos em um processo educativo que vise à aprendizagem significativa: professor, estudante, conhecimento, contexto (ou meio social) e avaliação.
A aprendizagem significativa ocorre quando há integração não arbitrária e não literal com conhecimentos prévios (subsunçores). Neste processo, o conhecimento prévio se modifica e o novo conhecimento adquire significado. O autor estabelece condições para que aconteça aprendizagem significativa: o aprendiz precisa ter subsunsores para que os novos conceitos possam ser ancorados; o material de ensino tem que ser potencialmente significativo e o estudante tem que querer aprender.
Para Novak a aprendizagem significativa supõe a integração construtiva de pensamentos, sentimentos e ações, ao mesmo tempo que exige que professor e estudante compartilhem significados acerca da matéria. Segundo Moreira (1996), Novak trouxe uma visão humanista para a aprendizagem significativa, incluindo o contexto e avaliação como elementos de um processo educativo.
De acordo com Novak (2011) as pessoas envolvidas (professor e estudante) têm compromisso e responsabilidade. O estudante (aprendizagem) no sentido de querer aprender de forma significativa; e o professor (ensino) no sentido de conhecer a matéria que ensina e utilizar materiais potencialmente significativos, visando à aprendizagem significativa dos conceitos. A avaliação nesta teoria é utilizada no sentido de buscar evidências de aprendizagem significativa.
## Sobre o contexto Novak diz:
Fomos levados a reconhecer que não podemos abordar de uma maneira compreensiva as questões sobre a aprendizagem a menos que tenhamos em conta, simultaneamente, os outros três lugares-comuns envolvidos na educação: os professores e a sua maneira de ensinar, a estrutura dos conhecimentos que dão forma ao currículo e o modo como este se produz, e o contexto social ou governança do sistema educativo. Estas quatro componentes devem ser tidas em conta em qualquer episódio da atividade de educar (Novak, 1984, p. 14).
Novak nos ajuda a compreender que as políticas públicas no Ensino Médio ora citadas, impactam na atuação dos professores pois houve redução no número de aulas na Formação Geral Básica, foram elaborados novos currículos pelas secretarias estaduais de educação. Assim abre-se a possibilidade (ou não) de atuação dos professores de Física nos Itinerários Formativos.
Ademais, a estrutura curricular definida na legislação nacional trouxe modificações nos livros didáticos do PNLD 2021 (Brasil, 2021; Santos, et al ., 2024) que foram organizados por áreas do conhecimento.
Como professores de Física em formação, nosso interesse com o projeto desenvolvido na disciplina foi buscar a opinião de professores de Física sobre a implementação das políticas.
Estes aportes teóricos serviram de subsídios para pensar o projeto de pesquisa e definir categorias de análise.
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## Percurso Metodológico
A disciplina de Pesquisa e Processos Educativos II tem carga horária de 90 h. sendo 30 h de carga horária teórica e 60 h de Prática como Componente Curricular. Além disso, parte da carga horária é destinada para a curricularização da pesquisa e extensão. O Quadro 01 apresenta as unidades definidas para a disciplina que teve sua primeira oferta em 2024.
Quadro 01: unidades definidas para a disciplina
Na Unidade III, onde se desenvolveu a pesquisa colaborativa, foi definido o tema a ser abordado a partir das discussões realizadas nos seminários da Unidade I. O projeto foi compartilhado em um arquivo no Google documentos, acessível a todos os membros do grupo, utilizando os laboratórios de informática do Instituto para garantir o acesso adequado. Durante o desenvolvimento das aulas, os acadêmicos foram distribuídos em diferentes tarefas relacionadas ao projeto. Alguns foram designados para criar o questionário, enquanto outros ficaram responsáveis por desenvolver partes do projeto colaborativo.
A pesquisa iniciou com leituras exploratórias em trabalhos publicados no SNEF e EPEF sobre o Novo Ensino Médio destinando algumas aulas da disciplina para discussões e elaboração do projeto, com definição de questões de pesquisa, base teórica e metodologia. Também foram consultados documentos oficiais do NEM.
Optou-se por utilizar um questionário para a coleta de dados para alcançar
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um número maior de participantes. Para a elaboração do questionário, discutiu-se a quantidade de perguntas a serem enviadas aos professores. Decidiu-se que o questionário seria enviado para os professores da região do Alto Vale do Itajaí, usando a plataforma Google Formulários. O questionário foi estruturado com perguntas abertas e de escala de concordância.
Para o tratamento dos dados dos questionários, os acadêmicos foram divididos em grupos. Apenas dois acadêmicos tinham acesso aos dados brutos no google formulário e ficaram encarregados de disponibilizar para a turma os dados coletados em um novo arquivo compartilhado. Neste novo arquivo todas as questões foram analisadas e organizadas dentro das categorias e de acordo com o tipo de questão (escala, aberta). Sempre que necessário discutia-se a forma como os dados seriam apresentados.
## Resultados e Discussão
- O projeto desenvolveu-se a partir do tema 'Desafios Enfrentados nas Escolas com a Implementação do Novo Ensino Médio (NEM)'. Inicialmente, o grupo discutiu o escopo e a abordagem do trabalho, e todos concordaram em elaborar um questionário direcionado aos professores de Física em escolas públicas da região do Alto Vale do Itajaí. Esse instrumento visou coletar dados sobre as dificuldades e desafios enfrentados pelos educadores na implementação do NEM, proporcionando uma visão mais detalhada das questões envolvidas.
- O questionário foi enviado por e-mail para 31 participantes. Tivemos o retorno de 13 questionários de professores que atuam na região de Rio do Sul (SC), sendo que 09 tem habilitação em Física.
Para a curricularização da extensão, a proposta inicial era buscar problemas de pesquisa nas escolas, o que era um pouco vago no Projeto Pedagógico da Licenciatura em Física (IFC, 2022). A ideia de um acadêmico na apresentação do plano de ensino da disciplina foi a elaboração de um infográfico que trouxesse os resultados da pesquisa para ser encaminhado para os participantes da pesquisa e também disponibilizado nas redes sociais do IFC.
Para o infográfico foram selecionadas algumas das questões e o mesmo foi elaborado com um visual colorido e atrativo, como podemos observar na Figura 01.
Os resultados apontam como consequências da redução do número de aulas de Física impostas pelas Diretrizes do Ensino Médio (Brasil, 2017), a dificuldade de adequar os conteúdos à carga horária disponível e a necessidade de lecionar outras disciplinas além de Física para completar a carga horária. Neste cenário cabe ao professor conhecer a matéria que ensina para selecionar os conceitos visando à aprendizagem significativa (Novak, 2011).
Outros resultados que apareceram na questão de escala de concordância são com relação aos livros didáticos organizados por áreas do conhecimento no Programa Nacional do Livro Didático - PNLD 2021 (PNLD, 2021). Na opinião dos professores, os livros didáticos do PNLD de 2021 não se adequam para o ensino de Física no NEM, tanto que a maioria dos professores não utiliza os livros didáticos do PNLD 2021, preferindo utilizar livros de programas do livro didático anteriores. Os livros didáticos têm relação direta com o elemento conhecimento do evento educativo de Novak (2011) que também inclui além do estudante, professor e avaliação e o contexto. Este último elemento relacionado à governança do sistema
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educativo trouxe referências sobre a implementação das políticas nacionais do Novo Ensino Médio em Santa Catarina.
Figura 01: Infográfico realizado pelos acadêmicos para socializar resultados da pesquisa.
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Para os acadêmicos que participaram do projeto colaborativo, há indicativos de aprendizagem significativa (Novak, 2011; Moreira, 1996) sobre a estrutura do Novo Ensino Médio, construção de projeto de pesquisa, desenvolvimento de instrumento de coleta de dados e análise. Desta forma, o desenvolvimento da pesquisa se tornou significativa no sentido de ser uma base para futuros artigos e o Trabalho de Conclusão de curso. Assim, os acadêmicos que serão docentes se apropriaram de conhecimentos sobre como está a educação e a área do Ensino de Física no Ensino Médio possibilitando o desenvolvimento profissional docente no sentido de Desgagné.
## Considerações finais
Em síntese, a dinâmica do projeto colaborativo proporcionou aos alunos uma experiência de aprendizado profunda e multifacetada, que será benéfica não apenas para a elaboração de artigos acadêmicos em outras disciplinas, mas também para futuros trabalhos de pesquisa que possam vir a ser publicados. A participação ativa em todas as etapas do projeto - desde a definição do tema até a coleta e análise dos dados -permitiu que os acadêmicos desenvolvessem competências essenciais, como pesquisa crítica, escrita acadêmica e trabalho em equipe, além de se questionar sobre as implementações do Novo Ensino Médio buscando se atualizar e de como lidar com este assunto.
Em trabalhos futuros ampliaremos a discussão sobre curricularização da extensão que aconteceu na disciplina por meio da divulgação do infográfico para os participantes da pesquisa e comunidade em geral.
O projeto também serviu como um exemplo prático de como metodologias colaborativas podem enriquecer o processo de aprendizagem, oferecendo uma abordagem mais integrada e contextualizada ao conteúdo acadêmico. A experiência adquirida é particularmente valiosa para a formação dos alunos, pois os prepara para enfrentar desafios semelhantes em contextos acadêmicos e profissionais futuros.
## Referências
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília. 2018a. Disponível em:
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#medio#curriculos-bncc-e-itinerarios Acesso: 25 abr. 2024
BRASIL. Presidência da República. Lei n. 13.415, de 16 de fevereiro de 2017. Altera a Leis n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Brasília: 2017.
BRASIL. MEC. Guia digital PNLD 2021: didático. Brasília: MEC/FNDE, 2021.
DESGAGNÉ, S. The collaborative research concept: the idea of an approach between university researchers and practicing teachers. O conceito de pesquisa colaborativa: a ideia de uma aproximação entre pesquisadores universitários e professores práticos. Tradução FERREIRA, A. L.; SOUZA, M. V. Revista Educação em Questão. Natal, v. 29, n. 15, p. 7-35, mai./ago. 2007.
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INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE (IFC). Projeto pedagógico do curso superior de Licenciatura em Física . Rio do Sul, 2022. 171 p.
Moreira, M. A. A teoria da aprendizagem significativa. 2016. NOVAK, Joseph Donald. Aprender a aprender. 1984. Tradução: Carla Valadares.
NOVAK, Joseph Donald. A Theory of education: meaningful learning underlies the constructive integration of thinking, feeling, and acting leading to empowerment for commitment and responsibility. Aprendizagem Significativa em Revista, Porto Alegre, v. 1, n. 2, p. 1-14, 2011.
SANTOS, José Ronildo Caetano dos; MARTINS, Maria Inês; ARANTES, Paola Gabriela da Costa. Calor e temperatura nos livros didáticos de ciências da natureza do PNLD 2021. In: ENCONTRO DE PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA, 20, Recife, 2024. Disponível em: https://www1.fisica.org.br/~epef/xx/index.php/pt/. Acesso em: 29 ago. 2024.
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