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MEDIAÇÃO DE PROFESSOR COM DEFICIÊNCIA FÍSICA COMO UM RICO ESTÁGIO DOCENTE PARA LICENCIANDOS

Thiago Correa Lacerda, Kátia Arruda Dias, Fábio Henrique De Melo Penco, Rafael Moraes Ferreira

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
20/01/2025
Linha de pesquisa
Formação, Práticas E Desenvolvimento Profissional Docente No Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## MEDIAÇÃO DE PROFESSOR COM DEFICIÊNCIA FÍSICA COMO UM RICO ESTÁGIO DOCENTE PARA LICENCIANDOS

## Thiago Corrêa Lacerda 1 , Kátia Arruda Dias 2 , Fábio Henrique de Melo Penco 3 , Rafael Moraes Ferreira 4

- 1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro/Campus Niterói, thiago.lacerda@ifrj.edu.br
- 2 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro/Campus Niterói, katia.dias@ifrj.edu.br
- 3 II Colégio da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro/Divisão de Ensino, fabiomelo@id.uff.br
- 4 Universidade Federal Fluminense/Instituto de Física, rafael.5290@gmail.com

## Resumo

A mediação representa um importante facilitador para interação social para pessoas com deficiência que tem dificuldade em expressar no mundo ao redor, assim, configura-se como meio de comunicação. Então, um servidor com mobilidade reduzida e disartria na dicção necessita auxílios específicos para a interação, considerando a sua singularidade e suas necessidades e potencialidades. Nesse contexto, o trabalho analisa o desenvolvimento profissional de estagiários de Física em colaboração com um professor supervisor com paralisia cerebral, no contexto do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), campus Niterói. A pesquisa reflete criticamente sobre a experiência de estágio, buscando promover a reflexão acerca da formação docente e da inclusão educacional. A interação entre os estagiários e o professor com deficiência mostra que proporcionou uma oportunidade única de aprendizado, principalmente, desafiando os futuros professores a mediar a relação aluno-professor e vivenciar a diversidade presente nas salas de aula contemporâneas. A metodologia foi quali-quantitativa por entrevista de estagiários com auxílio quantitativo do software IRAMUTEQ para análise do discurso. Os resultados obtidos revelaram um impacto significativo no desenvolvimento dos estagiários, permitindo aos mesmos uma participação ativa e significativa nas atividades propostas. A presença do professor supervisor com paralisia cerebral foi fundamental para ampliar a visão dos estagiários sobre a identidade profissional docente e para fortalecer sua preparação para atuar em ambientes educacionais diversos que exige um papel de mediador do docente. Dessa forma, o estudo ressalta a importância da inclusão e diversidade no ensino de Física, evidenciando como a experiência de estágio pode contribuir para a formação de professores mais capacitados e sensíveis às necessidades dos alunos com deficiência.

Palavras-chave: Instituto Federal; Paralisia Cerebral; Formação inicial de Professores;

## Introdução

O estágio é uma fase crucial na formação docente, pois vai além da teoria. Este período objetiva promover reflexões sobre a prática pedagógica experienciada e a futura prática docente (Araújo; Oliveira, 2020). Tais reflexões durante o estágio inicial podem assegurar o desenvolvimento de competências nos futuros professores, incluindo a habilidade de incluir alunos da Educação Especial, onde a mediação é fundamental.

Nesse contexto, o mediador pode ser um importante facilitador para interação social (Martins; Góes, 2013) e configura-se como meio de comunicação

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

(Mattos; Nuernberg, 2011). Para ser efetivo, fazem-se necessárias mediações específicas para a interação, considerando a singularidade de cada pessoa, suas necessidades e potencialidades (Mattos, Nuernberg, 2011).

Mediar é um processo educacional que leva em consideração o conhecimento, o desenvolvimento, o respeito e a percepção do indivíduo mediado. Tal processo é feito de forma a não ignorar as habilidades próprias da pessoa com deficiência. No estágio desse estudo, a mediação teve uma intencionalidade de auxiliar o professor e sempre desenvolver a habilidade do processo de aprender a profissão do licenciando. Nesse sentido, mediar significa sistematizar aspectos do ensino, da aprendizagem e do conteúdo que podem provocar uma modificação no cotidiano deste futuro profissional.

Outro ponto é o fato de se considerar o estágio como uma oportunidade ímpar na construção da formação e da identidade docente '[...] o futuro professor tem de estar em contato com seu campo de trabalho, o que contribui para com o início da construção, da reflexão, da legitimação e do fortalecimento da identidade docente [...]' (Magalhães, 2010 P.54).

Nesse sentido, o trabalho de mediador do professor orientador revela ter todos os ingredientes básicos necessários para um estágio que favoreça a construção da identidade docente. Segundo Pires (2012, p. 934), o 'professor orientador, pela sua visão privilegiada sobre o espaço escolar, pode auxiliar o estagiário para a percepção do saber escolar, um saber docente que só vem com a experiência do magistério'.

Diante das ponderações postas, o presente estudo consiste em uma pesquisa de análise reflexiva crítica sobre o desenvolvimento profissional de um estagiário de Física junto ao trabalho de um professor com Paralisia Cerebral (PC), no Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) - campus Niterói. Para isso, fizemos entrevistas com dois ex-estagiário em formato semi-estruturada e propomos um debate sobre a capacidade do estágio com um professor com PC traz à tona a reflexão sobre como esse processo poderá contribuir para seu desenvolvimento e identidade profissional durante sua formação docente. sabendo que o professor regente é uma Pessoa com Deficiência (PcD) que precisa de um auxiliar como suporte em suas atividades docentes.

## Metodologia

A justificativa para realização deste estudo, está pautada ainda como descrito no artigo 1º, da Lei 13.146 de 06 de julho de 2015 que institui a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) da Pessoa com Deficiência ou Estatuto da Pessoa com Deficiência, quando infere que seu objetivo é '(...) assegurar e promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania' (Brasil, 2015). Assim, buscamos discutir pela metodologia descrita a seguir as questões norteadoras:

- ● Como um professor com deficiência, uma PC, numa Instituição de 'Excelência' e de 'Referência' pode contribuir para a formação e desenvolvimento profissional de um estagiário?
- ● Um estágio com Ensino, Pesquisa e Extensão é a realidade de estágio docente na formação de futuros professores de exatas Brasil afora?

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O caminho metodológico escolhido foi a pesquisa qualitativa com auxílio quantitativa do software IRAMUTEQ para análise do discurso (Klamt, Santos, 2021), através de uma análise reflexiva crítica sobre o tema e utilizando a entrevista como ferramenta metodológica, buscando uma interação direta entre o tema e os entrevistados.

O método de análise de conteúdo pode utilizar várias técnicas na análise de dados qualitativos (Campos, 2004). Para Silva e Fossá (2013), análise de conteúdo são instrumentos metodológicos, que estão em constante aperfeiçoamento, em que a palavra, seu aspecto individual e seu ato de linguagem é o foco do trabalho, ou seja, o uso da língua por emissores identificáveis é o caráter principal para compreensão dos fatos em um dado momento pelas observações das partes. Entretanto, conforme destaca Gil (2008), na pesquisa qualitativa as possibilidades para a análise dos dados são múltiplas e depende da capacidade e do estilo do pesquisador.

A capacidade humana apresenta limites e, em um mundo de grandes transformações tecnológicas, a tarefa de analisar dados qualitativos, com apoio de software, fica facilitada. Assim, foi desenvolvido pelo professor Ratinaud (2009), o software livre IRAMUTEQ (Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires).

As entrevistas, segundo Lüdke e André (1986), constituem uma das maiores fontes de coletar informações sobre as percepções dos sujeitos, um momento de interação social e de diálogos sobre o assunto envolvido. As entrevistas semiestruturadas são compostas por perguntas que nos permitem possibilidades de respostas totalmente abertas.

Para realização desta pesquisa (qualiquantitativa), realizamos uma entrevista semiestruturada com perguntas abertas. Os entrevistados foram dois estudantes do sexo masculino, do último ano do curso de licenciatura em Física, que atuaram como estagiários de Física no IFRJ, campus Niterói, durante os anos de 2019, 2023 e 2024. Dentre as atividades desenvolvidas no estágio, pode-se destacar o acompanhamento do professor com deficiência nas aulas, seus planejamentos, auxiliar no atendimento aos alunos, escrever publicações para revistas, congressos, além de submeter trabalhos e projetos.

Trata-se de uma amostra composta por sujeitos que consentiram livre e voluntariamente em participar da pesquisa. Durante a entrevista, no primeiro quadrimestre de 2024, estes professores já haviam concluído com êxito as licenciaturas. Segue as perguntas da entrevista:

- ● Relate um pouco sobre as principais experiências que você adquiriu ao trabalhar como estagiário junto ao professor de física, com paralisia cerebral no Instituto Federal de Educação
- ● De que maneira o estágio estabeleceu uma conexão com o trabalho docente, dentro ou fora de sala de aula?
- ● Com base em sua experiência, qual é a opinião sobre como os estágios de ensino influenciam o desenvolvimento das competências profissionais e a formação da identidade do docente dos futuros professores?
- ● Na sua opinião, como o estágio contribuiu para aplicar, na prática, os conhecimentos teóricos adquiridos durante a sua graduação?
- ● Quais foram os principais desafios enfrentados durante o estágio ao colaborar com o professor de física com paralisia cerebral?

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## Resultados

O primeiro passo para a análise dos dados no software IRAMUTEQ, é tratar o texto da entrevista transcrita para processamento. Para isso, retiramos as perguntas, expressões e frases que representam vícios de linguagem típicos de uma conversa oral, tais como, 'Ah!', 'É...!', 'eu' e 'então assim'. Além disso, padronizamos e substituímos o nome extenso do professor por 'Professor\_Regente' para manter o anonimato da avaliação trabalho no presente simpósio. Também, em algumas falas, os entrevistados fazem referência ao professor com PC, o que foi substituída por 'professor\_PCD'.

Assim, diante do corpus organizado e padronizado, seguimos à utilização da ferramenta do IRAMUTEQ para auxiliar na sistematização e análise de todas essas informações. Dessa forma, o corpus foi composto por 2 textos, extraindo-se 96 segmentos de textos e 74 destes foram classificados (76%), o que resultou em um aproveitamento satisfatório e consistente. Vale citar que a literatura aponta o limiar de 75% para que se tenha uma utilização eficiente do software (Brasília, 2016; Passos et al. , 2020). O Número das classes foi cinco.

As classes são formadas para auxiliar a análise de discurso. Para que ocorra a classificação e a relação das classes, os textos são organizados em grupos de acordo com o lema das palavras. A partir da classificação, é construído o dendrograma das classes, em que estas são destacadas bem como a ligação que possuem entre si (Figura 1).

Figura 1: Dendrograma. Fonte: Os autores (2024).

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A partir da visualização do dendrograma, é possível observar quais são os termos que formam as classes e seus destaques de tamanho dentro de cada uma. Portanto, as classes 1 e 3 faz parte do primeiro agrupamento e que tem proximidade com classe 4, enquanto as classes 2 e 5 fazem parte de outro agrupamento com estrutura de significados lexos mais distantes, ou seja, quanto menores as relações entre os termos no contexto de cada categoria, maior será o distanciamento na segregação CHD. Outra característica importante é a posição da palavra que faz referência à sua influência da categoria, sendo o topo representado por maior

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influência. De acordo com o dendrograma fornecido, os termos destacados são: para a classe 1 (21,62% do total de termos ativos) são 'acontecer', 'professor\_regente', 'estágio', 'dar' e 'sempre'; para a classe 2 (22,92% do total) são 'entender', 'certo', 'aluno', 'barreira' e 'necessidade'; para a classe 3 (17,57% do total) são 'Desenvolver', 'remunerar', 'material', 'bolsa' e 'docente'; para a classe 4 (14,86% do tota) são 'Ensinar', 'Intituto\_federal', 'deficiência', 'inclusivo' e 'pesquisa'; para a classe 5 (22,97% do total de termos ativos) são 'médio', 'física\_básica', 'até', 'ensino' e 'conhecimento' .

A partir da leitura dos segmentos de textos separados para cada classe, podemos entender o significado dos termos agrupados e relacionar com as entrevistas e referências bibliográficas apresentadas. Na classe 1, denominada Estágio Ativo, pode ser notado pelas falas destacadas a seguir (usamos as letras A e B para identificar os entrevistados e manter o anonimato), em que afirmam serem bem ativos em sala de aula:

'[...] e você não está no papel de estagiário assim, comum, que você tem um papel simplesmente que você realize o docente avalia, não, ali você tem um papel ativo, que é justamente pegar o conhecimento do professor\_PCD, que no caso do instituto federal, é um conhecimento que está até acima da média, o Professor\_regente é doutor em física [...]' (Estagiário A)

'[...] enquanto que nas aulas com o Professor\_regente, todas as aulas, eu sou ativo, todas as aulas eu estou ali, eu estou escrevendo na lousa [...]. Então, na maioria das vezes, quando o professor\_PCD fala alguma coisa, o aluno não entende o Professor, ele pede pra eu explicar. Então acaba ficando uma coisa assim muito, um papel muito ativo[...]' (Estagiário B)

Já a classe 2, denominada Aprender a Mediar, traz a ideia de que o trabalho com o professor regente exige o aprendizado de mediação pela dificuldade de fala em decorrência a paralisia cerebral e que este ensino os oferecem um olhar diferenciado aos estagiários em geral quando assumem o papel de regente de turma. Ponto que chama atenção, pois ambos os estagiários afirmam tomar um papel de mediação:

'Mas aí quando eu vi que os alunos a todo momento tinham dúvidas relativas à língua, a linguagem, a forma como ele falava, então ali, já houve uma primeira barreira. E foi esse basicamente o meu papel, conseguir ter mediado isso. Essa comunicação perfeitamente, ou seja, levar a forma como o Professor\_regente explicava o conteúdo, de modo que os alunos compreendessem.' (Estagiário A)

'[...] quem está tendo aquele primeiro contato com o Professor\_regente, na maioria das vezes, não entende muito o que ele fala, então esse é o meu papel, tanto que eu até falo esse estágio aqui, na realidade, é mais um papel de mediador do que de estagiário.' (Estagiário B)

A classe 3 chamamos de Pontos Fortes do Estágio. É interessante que as duas palavras em destaque no agrupamento são 'acontecer' e 'professor\_regente' explicitando que através do trabalho com o docente com deficiência a prática tão necessária ao aluno de Licenciatura acontece pelo auxílio constante no processo de ensino-aprendizagem. Abaixo, temos um trecho que demonstra esses fatos nas falas dos entrevistados.

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'Produz um novo material para mim e eu vou corrigir e a gente vai publicar. Então essas são as principais características assim e esses pontos muito fortes no estágio com ele.' (Estagiário B)

A classe 4 denominamos como Prática Docente Inclusiva. O estagiário B cita que esse contato com um professor com paralisia cerebral, ao qual ele nunca tinha tido conhecimento de pessoas com problema na coordenação motora, auxilia como futuro professor de Física. Segue a fala do estagiário.

'[...] que tem ensinado a como dar uma aula, como lecionar, e acaba que o estágio com com o professor, que tem deficiência também tem me preparado para um outro olhar, que é o olhar inclusivo em sala de aula [...]' (Estagiário B)

As palavras principais da classe 4 traz exatamente a ideia de que relação com a PcD leva a uma realidade, muitas vezes, desconhecida e traz o ensinamento prático de como fazer inclusão no cotidiano profissional do ambiente da educação.

A Figura 2 ajuda a perceber os distanciamentos e aproximações entre as classes, podendo ser verificadas com precisão, de acordo com a posição que ocupam nos quadrantes, no plano cartesiano. Nessa imagem, o padrão de cores é mantido, assim como os termos maiores que representam maior significância dentro da classe. Também é possível perceber quais palavras estão sendo utilizadas em contexto próximo na análise do discurso, que são as palavras próximas a origem (0,0). Além disso, termos utilizados em contextos diferentes são plotados em regiões periféricas do gráfico.

A partir da análise do gráfico de correspondência, podemos ver que o assunto central das entrevistas é a capacidade do estágio, com o professor com deficiência, ser um trabalho ativo capaz de desenvolver competências aos quais não são bem desenvolvidas nas licenciaturas em geral, ao qual inclui a capacidade de ter um olhar mais inclusivo para o aluno com alguma necessidade específica. Por isso as classes 1, 2 e 4 estão sempre juntas, enquanto as classes 3 e 5 se mostram na periferia do gráfico, pois como vimos, elas abordam assuntos mais relacionados com o ensino universitário e a barreira comunicacional, o que não é o centro da fala dos estagiários.

## Considerações Finais

O estágio é um momento essencial para o futuro profissional, mas, nas licenciaturas falta um planejamento para retirar o universitário do papel de observação e trazê-lo para prática do processo de ensino-aprendizagem da sala de aula, Talvez, programas e oportunidades de estágios remunerados de docência seja um caminho.

Sobre a nossa pesquisa, é curioso que apesar de se tratar de um trabalho com um PC, o centro do discurso mostrado pelo IRAMUTEQ, não está nas barreiras, e sim na capacidade do desenvolvimento profissional que o trabalho de mediação nas atividades docente pode proporcionar à formação docente superior, além de estar em uma instituição de excelência, onde o estagiário possui acesso à produção científica pelo próprio regente e laboratório da disciplina do estágio.

Outro ponto importante, é que as palavras com mais destaque são relativas a entender, desenvolver, a ensinar, a professor regente e deficiência, ou seja, podemos perceber exatamente o que fora dito, que o trabalho com o professor

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regente com deficiência, auxilia o ensino de como ser um docente sendo capaz de pesquisar, ensinar e ser inclusivo.

Figura 2: Análise Fatorial de Correspondência das variáveis ativas. Fonte: Os autores (2024).

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## Referências

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procedimentos metodológicos envolvam a utilização de dados diretamente obtidos com os participantes ou de informações identificáveis ou que possam acarretar riscos maiores do que os existentes na vida cotidiana, na forma definida nesta Resolução [Internet]. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2016.

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