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A CONSTRUÇÃO DE AULAS DE FÍSICA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DA ABORDAGEM TEMÁTICA

Lucas Brondani Brandão, Thiago Flores Magoga

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
20/01/2025
Linha de pesquisa
Formação, Práticas E Desenvolvimento Profissional Docente No Ensino De Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## A CONSTRUÇÃO DE AULAS DE FÍSICA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM ENSINO DE CIÊNCIAS POR MEIO DA ABORDAGEM TEMÁTICA

## Lucas Brondani Brandão 1 , Thiago Flores Magoga 2

1 Universidade Federal de Santa Maria/Departamento de Física,

lucasbrondani2002@gmail.com

2 Universidade Federal de Santa Maria/Departamento de Física, thiago.ufsm@gmail.com

## Resumo

No ensino fundamental, as aulas de Ciências frequentemente negligenciam a física, resultado da tendência dos professores em privilegiar suas áreas de especialização, o que gera um ensino desbalanceado e centrado na memorização de fórmulas e conceitos abstratos. Assim, planejou-se e executou-se um conjunto de aulas, para uma turma do 7º ano, que integram conteúdos de física com temas atuais, proporcionando um ensino dinâmico e contextualizado. Inspirados pelas ideias de Paulo Freire, que em "Pedagogia do Oprimido" apresenta uma perspectiva de educação libertadora e dialógica, o objetivo foi promover uma aprendizagem crítica e envolvente, contextualizando a física com temas do cotidiano dos alunos. A estrutura das aulas baseou-se na Abordagem Temática (AT) e na perspectiva Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS), organizando-se em um tema intitulado "Engrenagens do Progresso Sustentável: Máquinas, Saúde, Temperatura e Transformação Ambiental". A partir da utilização de noticiários, simulações computacionais, atividades práticas e aulas problematizadoras, foi possível explorar tópicos como saúde, sustentabilidade e revoluções tecnológicas, sempre levando em conta o perfil dinâmico dos alunos. Cada aula foi cuidadosamente planejada para incluir diferentes momentos e recursos, adaptando-se às necessidades da turma. Compreende-se que por meio da abordagem proposta no conjunto de aulas, mais do que a aprendizagem do conteúdo de física, por si mesmo, contribui-se para a formação de cidadãos críticos e conscientes de seu papel na sociedade. Através de uma educação que vai além da simples transmissão de conteúdos, intensifica-se em promover o protagonismo dos estudantes e a reflexão crítica sobre temas relevantes, seguindo a visão de Freire de uma educação libertadora e problematizadora.

Palavras-chave : Estágio de Ciências, Contextualização, Abordagem Temática

## Introdução e Referencial Teórico

No ensino fundamental, as aulas de ciências frequentemente deixam de lado a física, muitas vezes porque os professores tendem a privilegiar suas áreas de especialização. Isso resulta em um ensino descontextualizado, em que os aspectos fundamentais da física são negligenciados. Além disso, muitas vezes o ensino desta disciplina é abordado de forma tradicional, centrado na memorização de fórmulas e conceitos abstratos, o que limita o envolvimento e a compreensão dos alunos. Em contrapartida, no que tange ao ensino, Freire enfatiza a importância de uma educação que liberte e envolva os estudantes, promovendo uma aprendizagem crítica, problematizadora e dialógica (FREIRE, 2005).

Para os alunos do ensino fundamental, a aprendizagem se torna mais significativa quando é concreta, dinâmica e envolvente. É através da ação e da

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experimentação que os estudantes podem realmente compreender os conceitos físicos e aplicar esse conhecimento ao seu cotidiano. Ao adotar uma abordagem pedagógica que valorize o protagonismo dos alunos, facilitamos o desenvolvimento de cidadãos críticos, capazes de entender e transformar o mundo ao seu redor (MUENCHEN, 2010). A física, quando ensinada de maneira contextualizada e relacionada ao dia a dia dos educandos, contribui significativamente para essa formação inclusiva dos estudantes.

A fim de contornar uma educação propedêutica e tradicional, além de promover o protagonismo dos estudantes no ensino fundamental, foi planejado um conjunto de aulas inspiradas na Abordagem Temática (AT) e na perspectiva Ciência Tecnologia Sociedade (CTS), permeadas por elementos freireanos. De acordo com Delizoicov, Angotti e Pernambuco (2002, p. 189), AT é

Uma perspectiva curricular cuja lógica de organização é estruturada com base em temas, com os quais são selecionados os conteúdos de ensino das disciplinas. Nessa abordagem, a conceituação científica da programação é subordinada ao tema.

O tema deste trabalho foi designado a partir dos conteúdos que precisavam ser trabalhados com os estudantes, aliados a assuntos atuais e pertinentes para uma educação crítica e emancipatória. Esse enfoque busca promover o diálogo e a participação ativa dos alunos. Assim, questões como saúde, sustentabilidade, poluição e revoluções tecnológicas foram integradas em um tema geral intitulado "Engrenagens do Progresso Sustentável: Máquinas, Saúde, Temperatura e Transformação Ambiental". Com esse tema, mapeamos no planejamento atividades práticas e questões da realidade dos estudantes, as quais despertam um olhar crítico sobre a problematização de assuntos relevantes. Assim, promovendo a reflexão e a conscientização dos estudantes do ensino fundamental sobre a importância de uma abordagem holística e sustentável do progresso científico e social.

Essas construções emergiram na disciplina de Estágio Supervisionado em Ensino de Ciências A, a qual foi importante para refletir e problematizar o tipo de aula que deveria ser construída e posteriormente aplicada aos estudantes do ensino fundamental. Nesse contexto, também foram estudados e investigados documentos de grande importância para a educação, como a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os Referencial Curricular Gaúcho (RCG).

Além disso, houve uma análise detalhada dos livros didáticos, uma ferramenta valiosa para a construção das aulas. Estes auxiliaram na elaboração dos planos, potencializando inspirações e atribuições para o seu desenvolvimento. Observações detalhadas das turmas permitiram decisões mais conscientes sobre qual classe lecionar, destacando a importância de um olhar crítico e atento ao perfil dos alunos para um planejamento mais significativo e realista.

Contudo, o objetivo deste trabalho é discutir a proposta geral do planejamento apresentando um dos planos de aula construídos nesse estágio, mostrando como ela se relaciona na temática trabalhada. Ainda, discutir como essas aulas convergem com assuntos do dia a dia dos estudantes, para além dos conteúdos de física que serão trabalhados no sétimo ano do ensino fundamental.

## Desenvolvimento

O conjunto das aulas foi estruturado para uma turma do sétimo ano do ensino fundamental, de uma escola da cidade de Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul, a qual possui uma carga horária semanal de 2h/aula de Ciências. A turma é composta por 18 estudantes, cuja média de idade é de 12 anos e, por isso mesmo, trata-se de um grupo bastante agitado, mas que se destaca pela habilidade em dialogar e pelo desempenho em atividades dinâmicas.

- O estágio, sendo um momento único, permitiu que a ousadia guiasse o planejamento das aulas, trazendo o concreto (Silva, et.al, 2013) para a sala de aula e destacando o protagonismo dos estudantes na construção de materiais e atividades que estimulam a curiosidade e promovam problematizações.

Como comentado, a construção das aulas também foi baseada em oito horas/aulas de observações, nas quais se percebeu o perfil da turma, o desenvolvimento dos alunos com a professora regente e a identificação das melhores estratégias mapeadas para o desenvolvimento das aulas e dos estudantes. Com isso, foram planejadas 16 horas/aula, distribuídas em períodos de duas horas cada.

Com alunos de doze a treze anos, durante as observações em sala de aula, notou-se a necessidade de momentos distintos ao longo da aula, especialmente quando esta se estende por dois períodos. O agito da turma, a dispersão dos pensamentos em diversos momentos e o cansaço acumulado de períodos anteriores evidenciaram essa necessidade.

Para criar um ambiente problematizador que coloque os estudantes como protagonistas, pensou-se em trazer exemplos reais do dia a dia, como por exemplo a dengue. Com essa abordagem, foi possível problematizar a doença e suas circunstâncias, além de estudar conteúdos programados, como a escala Celsius e os termômetros. Para tornar as aulas dinâmicas, planejamos diferentes momentos que trazem os alunos ao centro do processo de ensino-aprendizagem, tornando-os sujeitos ativos no processo de pensar sua própria realidade, bem como maneiras de melhorá-la. (DELIZOICOV, ANGOTTI e PERNAMBUCO, 2011; PANIZ e MUENCHEN, 2020).

No próximo tópico, a fim de exemplificar, será apresentado e discutido este exemplo de aula, evidenciando como assuntos do contexto local articularam-se ao tema.

## Resultados obtidos

Durante o planejamento das aulas, houve um cuidado especial para desenvolver os conteúdos, competências e habilidades previstos nos documentos oficiais relativos ao sétimo ano do ensino fundamental. Em diálogos com a professora da turma, foi solicitado que fossem abordados conceitos de física, uma vez que a formação dela é em Ciências Biológicas.

Para organizar as aulas, após o período de observações, iniciou-se agrupando os conteúdos propostos em um papel e realizando um brainstorm de temas do dia a dia que poderiam ser interessantes e aplicáveis em sala de aula. Assim, passou-se por tópicos como saúde e tecnologia, avançando em direção às revoluções científicas

e tecnológicas, construindo um conjunto de 16 horas-aula, com cada aula durando 2 horas, totalizando 8 encontros.

Com isso, construiu-se uma rede temática a qual mapeia os temas vinculados com os conteúdos a serem trabalhados com a turma. Abaixo, pode-se analisar a ligação do tema com suas respectivas unidades temáticas:

Figura 1: Rede Temática das aulas planejadas

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Fonte: autores, 2024.

Na sequência, é apresentado um exemplo de plano de aula construído a partir dos Três Momentos Pedagógicos (DELIZOICOV; ANGOTTI; PERNAMBUCO, 2002) 1 , os quais são constituídos por: Problematização Inicial (PI), Organização do Conhecimento (OC) e Aplicação do Conhecimento (AC). Esse exemplo aborda o tema sobre a dengue, um assunto muito atual que abarca a física em diversos aspectos. Por exemplo, um dos sintomas da dengue é a febre, o que permite estudar a escala Celsius, o termômetro e a temperatura. Dessa forma, ao estimular uma análise crítica sobre a dengue, promove-se a contextualização e o protagonismo dos estudantes. Além dessa análise crítica, na construção de termômetros em paralelo a construção do conhecimento sobre a escala Celsius, desperta-se o concreto (CREPALDE; AGUIAR, 2013) em sala de aula, tornando o estudante o sujeito do conhecimento (DELIZOICOV, 2004).

Quadro 01: Exemplo de aula planejada

## (AULA 2) COMBATENDO A DENGUE: CONHECENDO A FEBRE E SUA RELAÇÃO COM A TEMPERATURA EM CELSIUS.

## CONTEÚDOS

Recursos: Datashow, quadro verde, garrafa PET, canudo, álcool, corante, vasilha, água quente e cartolina ou folha de ofício.

## Desenvolvimento Metodológico:

## PROBLEMATIZAÇÃO INICIAL:

A aula iniciará pelo vídeo projetado 'FINEP contra o Aedes', disponível em &lt;Finep Contra o Aedes&gt;. Trata-se de um vídeo que apresenta o que acontece com a pessoa quanto é picada pelo mosquito da dengue e suas possíveis prevenções, de maneira animada. O vídeo tem duração de aproximadamente três minutos então, após, será proposto um momento de diálogo, fomentado pelas seguintes questões:

- 1) Alguém já ouviu falar de uma doença chamada dengue?
- 2) O que aconteceu com a menina que estava dormindo? Então, quem transmite a dengue?
- 3) Por que a mãe da criança colocou a mão na testa?
- 4) O melhor jeito de medir a febre é colocando a mão na testa? Se não, qual a melhor forma?
- 5) O que fazer para evitar picadas de mosquito?
- 6) O que podemos fazer para ajudar a combater os mosquitos na nossa comunidade?
- 7) O que significa 39°C? E os 13°C que o professor perguntou no final da última aula?
- 8) Se uma pessoa estiver com 39°C de febre, o que fazer?

## ORGANIZAÇÃO DO CONHECIMENTO:

Será dialogado sobre a escala Celsius e os estudantes devem abrir seu livro didático na página 221, para leitura coletiva e posteriormente copiar no caderno o pequeno trecho que indica esse conceito. O professor deve desenhar um termômetro no quadro para facilitar o entendimento.

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## APLICAÇÃO DO CONHECIMENTO:

Neste momento, será realizada uma atividade experimental/investigativa, de forma a construir um termômetro caseiro, com escala fictícia, a partir do vídeo disponível em:

- &lt;Trabalho de física - Termômetro caseiro o/&gt;.
- Os estudantes terão todos os materiais em mãos e o auxílio do professor para a sua construção. A atividade deverá ser realizada em trios ou quartetos.
- *** Espaço destinado ao diálogo a partir da construção do termômetro. As questões para orientação e debate são:
- 1) Quando colocamos o termômetro na água quente, o que aconteceu com o líquido?
- 2) Quando estamos quentes e medimos a febre com o termômetro embaixo do braço, o que acontece com a temperatura?
- 3) O aumento de temperatura do termômetro que construímos na aula é o mesmo do que medimos a febre?
- 4) Podemos dizer que quanto 'mais quente, maior a temperatura'?
- 5) E a pessoa com dengue deve controlar sua febre de que maneira?
- **** Os estudantes devem realizar com seus grupos uma pequena campanha de conscientização da dengue, focando nas altas temperaturas de febre. Ela pode ser realizada em folhas de ofício ou cartolina.

Fonte: autores, 2024.

Contudo, buscou-se discutir outros exemplos concretos e assuntos do dia a dia para trabalhar os conteúdos de física inicialmente mapeados (CREPALDE; AGUIAR, 2013). Assim, uniu-se noticiários de altas temperaturas com simulação computacional para estudar a temperatura e sua diferença de calor, além do equilíbrio térmico (aula 1). A aula 2 é destinada à problematização da dengue, conforme apresentado anteriormente. Já na aula 3, abordamos a questão da saúde em pauta a partir de altas temperaturas para entender como ocorrem os processos de transferências de calor, sempre utilizando dinâmicas e diversos momentos em sala de aula para dinamizar a aprendizagem. Para finalizar a Unidade 1, a aula 4 agrupa todos os conteúdos das três aulas anteriores a partir da construção de um forno solar sustentável.

Na Unidade 2, a aula 5 levanta problematizações sobre a Revolução Industrial e sua associação com a indústria da moda, uma das maiores poluidoras atualmente, ressaltando aspectos importantes como o consumismo e os problemas ambientais. A aula 6, explora a máquina a vapor e seu rendimento através de uma atividade prática. Na aula 7, estuda-se a evolução das máquinas, do vapor ao petróleo, abordando a combustão interna e levantando questões sobre os impactos sociais, qualidade de vida e, principalmente, a poluição do ar. Por fim, na aula 8, integrou-se todas as aulas anteriores para problematizar a mobilidade sustentável, incentivando os estudantes a realizar um planejamento crítico e colaborativo para melhorar a qualidade de vida, o meio ambiente e a saúde.

Esse conjunto de aulas forma a temática a ser desenvolvida em duas unidades, intitulada: "Engrenagens do Progresso Sustentável: Máquinas, Saúde, Temperatura e Transformação Ambiental". Esse tema surgiu a partir do conjunto de todas as aulas, afim de englobar todos assuntos mapeados em cada encontro. Através dessa abordagem, pretende-se proporcionar uma aprendizagem significativa e contextualizada, estimulando o protagonismo dos estudantes e a reflexão crítica sobre temas atuais e relevantes. Buscando assim, um caminho que viabilize a sustentabilidade e um olhar

crítico acerca de problemas presente na realidade dos educandos 2 .

## Considerações finais

Em suma, o planejamento e a execução das aulas foram elaborados para garantir uma aprendizagem real e contextualizada, que integra os conteúdos de física com temas atuais e relevantes do dia a dia dos estudantes. Desde o início, buscou-se alinhar os conteúdos mapeados com as necessidades e pelo perfil da turma, em diálogo constante com a professora responsável, e optou-se por abordar temas que vão além da sala de aula, como saúde, tecnologia e sustentabilidade.

A estrutura das aulas foi cautelosamente pensada para dinamizar o aprendizado e promover o protagonismo estudantil, incorporando noticiários, simulações computacionais, atividades práticas e demonstrativas, e aulas problematizadoras que despertam um olhar crítico nos estudantes. Sentiu-se a necessidade de realizar, em uma única aula, diversos momentos, considerando o perfil dinâmico da turma e a necessidade de diversificar os recursos didáticos. Inspirados pelas ideias de Paulo Freire, buscamos "ousar durante as aulas para fazer o diferente" (FREIRE E SHOR, 2013), mas um diferente que carrega verdadeiro significado. No mesmo sentido, o planejamento das aulas buscou respeitar a identidade do professor, assim como destacam Pimenta e Lima (2004), objetivando uma preferência por aulas dinâmicas e práticas, que incentivem o trabalho em equipe e a participação ativa dos alunos de modo a contribuir para a formação de cidadãos críticos e conscientes de seu papel na sociedade (FREIRE, 2005).

## Referências

CREPALDE, Rodrigo. Dos Santos.; AGUIAR, Orlando. G. Jr.; A formação de conceitos como ascensão do abstrato ao concreto: da energia pensada à energia vivida. Investigações em Ensino de Ciências; v.18, n.2, p. 299-325, 2013.

DELIZOICOV, Demétrio. Pesquisa em ensino de ciências como ciências humanas aplicadas. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, Florianópolis, v. 21, n. 2, p. 145-175, 2004.

DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José. André.; PERNAMBUCO, Marta. Maria. Ensino de Ciências: Fundamentos e Métodos. São Paulo: Cortez, 2002.

FERREIRA, Marines. Verônica; PANIZ, Catiane. Mazocco; MUENCHEN, Cristiane. Os Três Momentos Pedagógicos em consonância com a Abordagem Temática ou Conceitual: uma reflexão a partir das pesquisas com olhar para o Ensino de Ciências da Natureza. Ciência e Natura, Santa Maria, v.38 n.1, 2016.

FREIRE, Paulo.; SHOR, Ira. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2013.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido . Rio de Janeiro, Paz e Terra, 2005.

MUENCHEN, Cristiane. A disseminação dos três momentos pedagógicos: um estudo sobre práticas docentes na região de Santa Maria/RS. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010, 273p. Tese (Doutorado) - Programa de PósGraduação em Educação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2010.

PANIZ, Catiane. Mazocco; MUENCHEN, Cristiane. O estudo da realidade e os temas geradores no ensino de ciências: reflexões sobre um processo vivenciado no contexto do PIBID. Ensino de Ciências e Tecnologia em Revista, v. 10, n. 1, 2020.

PIMENTA, Selma. Garrido; LIMA, Maria. Socorro. Lucena. Estágio e Docência . São Paulo: Cortez, 2004.

SILVA, Francisca. Marlene.; CUNHA, Déborah. Almeida.; SILVA, Aline. Araújo da; HAISASHIDA, Keila. Andrade. O uso do material concreto no ensino da matemática. Anais 5º Fórum Internacional de Pedagogia , 2013.

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