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Avaliação formativa de conceitos de cinemática usando o aplicativo Plickers.

Thomás Henrique Silveira Silva, Rodolfo De Moura Marques, Adriana Aparecida Da Silva

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXVI
Ano
2025
Data
20/01/2025
Linha de pesquisa
Ensino, Aprendizagem E Avaliação Em Físicacódigo De Apresentação
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## AVALIAÇÃO FORMATIVA DE CONCEITOS DE CINEMÁTICA UTILIZANDO O APLICATIVO PLICKERS

## Thomás Henrique Silveira Silva 1 , Rodolfo de Moura Marques 2 , Adriana Aparecida da Silva 3

1 Universidade Federal de Juiz de Fora, silva.thomas@estudante.ufjf.br

- 2 Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais/Escola Estadual Sebastião Patrus de Sousa, rodolfo.marques@educacao.mg.gov.br

## Resumo

Neste trabalho, de cunho qualitativo, objetivamos compreender as potencialidades do aplicativo Plickers como ferramenta para a avaliação formativa no aprendizado de conceitos específicos de Física, bem como facilitador no processo de letramento científico e tecnológico. A utilização do aplicativo ocorreu em uma prática de ensino desenvolvida pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) - Física, na Escola Estadual Sebastião Patrus de Sousa, em Juiz de Fora, Minas Gerais. O projeto foi desenvolvido por bolsistas do curso de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com a supervisão do professor regente das turmas e coordenação de dois professores da instituição de ensino superior. A utilização do aplicativo permitiu trabalhar conceitos de Física de maneira mais ativa e em consonância com o contexto digital da atualidade. O envolvimento dos alunos resultou em altas taxas de acertos e na redução de dificuldades de leitura e escrita. O aplicativo também ajudou a melhorar o desempenho em questões com menor rendimento, permitindo a retomada dos conteúdos com feedbacks em tempo real.

Palavras-chave : PIBID, Avaliação formativa, Plickers .

## Introdução

- O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), do Ministério da Educação e financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), integra licenciandos à rotina de escolas públicas, aprimorando sua formação e valorizando o ensino público. O programa oferece bolsas para instituições, licenciandos, supervisores e coordenadores, com o objetivo de incentivar a formação de docentes, valorizar o magistério, melhorar a formação inicial, promover experiências inovadoras, envolver professores como coformadores e fortalecer a relação entre teoria e prática.
- A Escola Estadual Sebastião Patrus de Sousa, participante do projeto, em Juiz de Fora, Minas Gerais, atua nos três períodos do dia com Ensino Fundamental, Médio e Educação de Jovens e Adultos, atendendo majoritariamente estudantes de baixa renda. A escola enfrenta desafios como a falta de laboratórios de informática e ciências, além de turmas com cerca de 40 alunos, o que dificulta a avaliação do aprendizado.
- O projeto foi realizado por bolsistas de Licenciatura em Física da UFJF, com supervisão de um professor da escola e coordenação de dois docentes universitários. As atividades, planejadas conforme a realidade socioeconômica dos

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20 a 24 de janeiro de 2025 - Niterói - RJ

alunos e informações da equipe pedagógica, foram aplicadas em quatro turmas do primeiro ano do Ensino Médio, no turno matutino.

- O projeto identificou dificuldades de leitura e escrita, enfrentando esse desafio com ações voltadas a mitigar esses problemas e promover a compreensão da Física escolar. Neste contexto, objetivamos compreender as potencialidades do aplicativo Plickers 1 como ferramenta para a avaliação formativa do aprendizado de conceitos específicos de Física, bem como facilitador no processo de letramento científico e tecnológico dos estudantes participantes do projeto. Tomamos como norte os indicadores de letramento científico (Pizarro; Lopes Junior, 2015, p. 233-234), particularmente o denominado 'Ler em Ciências' quando abordamos a leitura das questões, o qual trata da realização de
- (...) leituras de textos, imagens e demais suportes para o reconhecimento de características típicas do gênero científico e para articular estas leituras com conhecimentos prévios e novos, construídos em sala de aula e fora dela.

## Fundamentação teórica-metodológica

A realização de aulas expositivas no Ensino de Física, conforme o modelo tradicional de ensino, tem se mostrado como uma prática pedagógica que implica no aprendizado mecânico e descontextualizado, sem que haja uma abordagem crítica, por parte dos estudantes, a respeito dos conceitos científicos abordados (De Oliveira Silva et al ., 2018). Nesse sentido e com base no contexto tecnológico atual em que vivemos, ressaltamos a necessidade de adoção de novas práticas pedagógicas que despertem o interesse do aluno.

- A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) propõe como competência geral o uso crítico, reflexivo e ético das tecnologias digitais para comunicação, acesso à informação, produção de conhecimento e protagonismo. Além disso, destaca o compromisso da educação com o desenvolvimento humano integral -físico, intelectual, social, afetivo, ético, moral e simbólico -por meio de práticas que despertem o interesse e engajem os alunos em seu aprendizado.
- O panorama atual da Educação em Física no Brasil discute maneiras de auxiliar a formação de cidadãos tecnologicamente inclusos e atuantes no cenário social com uma formação científica consciente (Siqueira, 2023). Para isso, é necessário distinguir as noções de alfabetização científica e letramento científico e tecnológico. Segundo Santos (2007), a alfabetização científica refere-se à capacidade de ler e compreender informações científicas e tecnológicas, enquanto o letramento científico e tecnológico envolve a interpretação da educação científica e a compreensão da influência social dessas informações. Insistir em metodologias que priorizam a alfabetização científica gera uma restrição do aprendizado físico, limitando-se a uma leitura e resoluções de exercícios de forma mecanizada, promovendo um maior distanciamento, por parte dos estudantes, em relação ao conteúdo. Por isso, segundo Siqueira (2023), deve-se pensar no uso do processo de letramento científico para agregar habilidades e competências da ciência no meio social.

Visando enriquecer o processo de letramento científico e tecnológico, buscar alternativas didáticas capazes de contextualizar o Ensino de Física com o momento

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atual da sociedade é um passo necessário. Assim, é necessário que haja um aprimoramento da aprendizagem com a participação mais ativa dos estudantes (Voelzke; De Macedo, 2020). À vista disso, a escolha de um modelo de avaliação formativa do aprendizado que faz uso de recursos tecnológicos, de modo a permitir a participação do aluno na construção do conhecimento de conceitos específicos de Física, além de contribuir para a contextualização e inserção destes no cenário digital, torna-se uma alternativa viável.

Conforme discutido nos trabalhos de Pais (2020) e Pereira (2021), o processo de avaliação formativa permite ao docente supervisionar, gerenciar, acompanhar e monitorar a maneira de como o conteúdo está sendo compreendido pelos alunos. Além disso, a avaliação formativa permite que haja um ajustamento e melhor aproveitamento, referente aos processos de ensino e aprendizagem, alcançando os diferentes perfis dos alunos (Pais, 2020). Esse tipo de avaliação permite que diferentes abordagens didáticas sejam possíveis de serem utilizadas durante uma aula com o objetivo de retomar os conteúdos não compreendidos, por exemplo.

Dentre outros instrumentos avaliativos com tal perspectiva destacamos o aplicativo Plickers , que é uma plataforma que permite um feedback instantâneo da resposta escolhida pelo aluno em uma questão específica (Pereira, 2021). Com relação ao processo de avaliação, em salas de aulas com muitos alunos, há uma grande dificuldade, por parte do professor, em dar continuidade no processo de ensino e avaliação da aprendizagem, uma vez que que há uma limitação do tempo despendido para análise das questões e feedbacks (Silva; Scarinci, 2018). Dessa maneira, o Plickers, quando utilizado como ferramenta de avaliação formativa, permite que o professor obtenha um retorno imediato do processo de ensino e aprendizagem dos alunos, possibilitando identificar quais conceitos precisam ser revisitados.

Por ser um aplicativo gratuito e que não necessita de aparelhos eletrônicos como tablets e smartphones por parte dos estudantes, tampouco de uma infraestrutura extra da escola, o Plickers coloca-se como uma ferramenta inclusiva no ambiente escolar, facilitando a inserção de recursos digitais na elaboração das aulas (De Oliveira Silva et al ., 2018). Para usar este recurso , o professor deve se inscrever no site e baixar o aplicativo em um tablet ou smartphone . Em seguida, pode criar uma sala, cadastrar alunos e inserir questões de múltipla escolha. O aplicativo permite cadastrar até 63 alunos, correspondendo ao número máximo de cartões resposta, cada um associado a um aluno para viabilizar avaliações individuais.

- O PIBID -Física justifica o uso do aplicativo em aulas de revisão por promover novas metodologias de ensino alinhadas ao contexto tecnológico atual. Além de beneficiar os estudantes, permite que os licenciandos utilizem diferentes ferramentas didáticas e metodológicas. A partir da avaliação formativa com o auxílio do aplicativo Plickers , os resultados estatísticos da avaliação da aprendizagem individual e geral das turmas permite uma análise por parte do professor antes da realização de uma avaliação somativa, por exemplo.

A atividade realizada pelos pibidianos foi a elaboração e implementação de uma sequência didática sobre Grandezas Físicas, Unidades de Medida e Velocidade Média, visando revisar conceitos principais a respeito dos temas. Ressaltamos a relevância da atividade ao evidenciamos as dificuldades dos estudantes para

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- (...) adicionar grandezas expressas com unidades diferentes, estabelecer relações inadequadas entre grandezas no uso de fórmulas, calcular considerando apenas os números e não as unidades e grandezas envolvidas etc. Bellemain et al. (2018, p. 1).

Buscamos desenvolver estratégias de resolução de exercícios, com ênfase na leitura e interpretação dos enunciados. Desenvolvemos uma lista contendo 10 exercícios, selecionando quatro destes a serem resolvidos com o auxílio do aplicativo Plickers na aula e os demais foram indicados para a resolução, pelos estudantes, em casa.

Vale ressaltar que as atividades escolhidas para compor a lista de exercícios abordavam conteúdos previamente trabalhados em uma atividade prática realizada pelos pibidianos. Além disso, a escolha das questões, assim como a ordem de resolução no aplicativo, baseou-se nos principais tópicos discutidos na abordagem prática realizada previamente, permitindo verificar o aprendizado dos conteúdos. Segundo Moreira (2021), no Ensino de Física, as situações, responsáveis por dar sentido aos conceitos, devem ser apresentadas em nível crescente de complexidade e abstração.

Os exercícios em aula foram organizados para primeiro fixar os conceitos teóricos e, em seguida, contextualizar e aplicar cálculos com as expressões matemáticas relacionadas aos conteúdos abordados na sequência didática. Justificando a escolha e a ordem da resolução das atividades, como afirma Moreira (2021), o Ensino de Física vai além do processo de meramente memorizar fórmulas, mas de compreender os conceitos físicos que dão significado a estas.

Após o tempo de solução da questão, os cartões dos alunos foram lidos utilizando o celular do professor e os índices de acerto foram apresentados a ele em tempo real. A partir daí, a questão foi corrigida, com a discussão em particular daquela alternativa que apresentou o maior índice de erros. Em sequência, uma nova questão foi apresentada e o processo repetido.

## Resultados e análise dos dados

Passamos, em sequência, a apresentar as questões utilizadas no Plickers (Quadro 01) e suas respectivas análises.

Quadro 01: Questões utilizadas para a realização da atividade no Plickers .

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Fonte: elaboração própria, 2024.

A Tabela 01 apresenta a síntese de acertos das quatro questões trabalhadas em quatro turmas do primeiro ano do Ensino Médio, bem como a média geral de acertos em cada uma. O primeiro autor deste trabalho, um pibidiano, atuou como responsável pela aplicação nas turmas 1MC e 1MD. Também, essa atividade foi desenvolvida em outras turmas, 1MA e 1ME, por dois diferentes pibidianos. Em todas as turmas aqui citadas, a realização da atividade pelos pibidianos aconteceu sob supervisão do professor regente das turmas, que é o segundo autor do trabalho.

Tabela 01: Porcentagem e média geral de acerto de cada questão trabalhada nas suas respectivas turmas.

Fonte: elaboração própria, 2024.

A primeira questão tratava dos conceitos teóricos de Grandezas Físicas e suas respectivas Unidades de Medida e solicitava a escolha da alternativa que continha a Unidade de Medida correta para as grandezas de comprimento, massa e

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tempo, respectivamente, no Sistema Internacional de Medidas. Esta questão não foi realizada em uma das turmas porque foi percebido um erro na digitação em uma das alternativas, sendo que, nas demais turmas, a alternativa foi devidamente corrigida. A alternativa correta foi a mais marcada em todas as turmas que realizaram a questão, demonstrando que a maioria dos alunos foram capazes de associar os conceitos necessários exigidos para realização do exercício. Por outro lado, a alternativa incorreta mais assinalada foi a que apresentava as mesmas Unidades de Medida do que a alternativa correta, porém em ordem diferente. Isso nos indica que a compreensão equivocada dos estudantes com relação à interpretação textual e/ou desconhecimento da palavra 'respectivamente', foi o principal fator que levou os alunos a errarem, indicando a necessidade de que os estudantes tenham capacidades de linguagem desenvolvidas para além dos conceitos referentes ao conteúdo programático de Física.

A segunda questão abordou noções teóricas de Grandezas Físicas e suas Unidades de Medida no Sistema Internacional de Medidas. Solicitou que os estudantes julgassem seis afirmações e assinalassem a alternativa que continha apenas as sentenças verdadeiras. Dentre as turmas, a menor porcentagem de acertos foi observada na 1MA. Uma das possíveis justificativas para o baixo percentual de acertos pode ser atribuída às alterações no calendário escolar que afetaram essa turma após o início do ano letivo. Devido a essas mudanças, essa turma teve duas aulas a menos em relação às outras. Consequentemente, o conteúdo sobre Velocidade Média não foi completamente abordado até a realização da prática. Nas demais turmas, foi possível observar uma variação nas escolhas dos estudantes que erraram, sem ter uma alternativa mais marcada como incorreta, indicando dificuldades pontuais de poucos alunos com relação a alguns conceitos físicos, bem como de leitura e interpretação, e não uma dificuldade geral das turmas.

A terceira questão exigia uma resolução matemática e envolvia a conversão de Unidades de Medida de uma mesma grandeza física, requerendo duas conversões para se obter a resposta correta. Dentre todas as questões aplicadas, essa foi a que apresentou menor média de acertos entre as turmas. Com isso, é possível argumentar que, por necessitar não somente do conhecimento físico necessário para realizar a conversão, mas também do conhecimento de operações matemáticas, os estudantes tiveram maior dificuldade na construção do raciocínio para resolver a atividade proposta. Dentre as turmas, a 1MC foi a que apresentou o menor desempenho, sinalizando, por parte desta, uma maior dificuldade na aplicação dos conceitos físicos e matemáticos. Nas demais turmas, o erro recorrente foi realizar a conversão de unidades de forma parcial, já que o exercício exigia duas conversões para obter a resposta correta. A alternativa B, a opção incorreta mais marcada, apresentava apenas o valor resultante da primeira conversão. Sendo assim, foi possível observar, em todas as turmas, a necessidade de reforçar os conceitos físicos de conversão de unidades de medida, bem como operações matemáticas de multiplicação e divisão, além da necessidade em realizar a leitura de maneira atenciosa do enunciado.

Por fim, a quarta questão solicitava a aplicação da fórmula matemática para o cálculo da Velocidade Média e a conversão de sua Unidade de Medida para o Sistema Internacional. Essa questão não foi realizada pela turma 1MA devido à falta de tempo para que os alunos respondessem, uma vez que o tempo para realização da atividade foi comprometido por ter sido realizada após o intervalo. No entanto, nas demais turmas, foi possível resolver a questão conforme planejado e, também,

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observar uma maior porcentagem de acertos dentre todas as que foram aplicadas. Por abordar conteúdos que foram tratados recentemente nas aulas anteriores, os conceitos e cálculos referentes a esse tema, certamente estavam mais presentes na memória dos alunos. O conteúdo de Velocidade Média foi abordado em uma atividade prática do PIBID, com intervenção dos pibidianos para introduzir os conceitos principais deste conteúdo. Essa abordagem melhorou o desempenho dos alunos e evidenciou a eficácia das práticas do projeto na compreensão de conteúdos específicos de Física.

As respostas foram coletadas pelo Plickers e usadas como base para discussões. Cada questão era resolvida em conjunto e os alunos justificavam suas escolhas antes de avançar para a próxima. Dessa maneira, foi possível identificar e apontar os erros cometidos durante a realização dos exercícios, bem como apresentar alternativas de resolução, oportunizando uma reflexão coletiva, por parte dos estudantes, acerca de suas escolhas. Nessa perspectiva, a utilização do Plickers como ferramenta para a avaliação formativa de conteúdos específicos de Física se justifica, pois, como afirma Pais (2020), esse tipo de avaliação colhe informações do que os estudantes estão aprendendo, além de permitir realizar um feedback instantâneo com base em suas dificuldades.

- O uso do aplicativo, aliado à possibilidade de gerar feedbacks em tempo real, mostrou-se eficaz em despertar o interesse e aumentar a participação dos alunos, conforme observado nas discussões realizadas durante sua execução. Essa combinação também revelou um maior potencial para proporcionar um aprendizado sobre conteúdos específicos de Física, uma vez que os retornos imediatos permitiram ajustes e reflexões ao longo do processo.

## Considerações finais

Este trabalho teve como objetivo explorar o uso do aplicativo Plickers como ferramenta de avaliação formativa no ensino de conceitos iniciais de Cinemática, facilitando o aprendizado em Física. A ferramenta permitiu acompanhar o desempenho dos estudantes em tempo real, possibilitando corrigir erros durante a aula. Com base nos resultados, foram reforçados os conceitos abordados, aprimorando o processo de ensino e aprendizagem.

- O uso do aplicativo trouxe uma nova perspectiva para o Ensino de Física, tornando o aprendizado mais ativo e alinhado ao contexto digital. Houve alta participação dos alunos, com boas taxas de acerto e redução de dificuldades de leitura e escrita. Mesmo nas questões de menor desempenho, os erros foram trabalhados com feedbacks em tempo real, demonstrando a eficiência da ferramenta.
- O uso de tecnologias como o Plickers na avaliação formativa permite avaliar o desempenho em tempo real, superando métodos tradicionais, favorecendo letramento científico e tecnológico e incentivando a participação ativa dos estudantes. Assim, o Plickers oferece diversas possibilidades para o Ensino de Física.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.