USO DE QR CODE® NO ESPAÇO NÃO FORMAL. UM UPGRADE NO ENSINO DE FÍSICA
Pedro Matni, Bianca Pinheiro, Tery Ramos, Victtor Yano
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 28/01/2019
- Linha de pesquisa
- Tecnologias Da Informação E Comunicação No Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## USO DE QR CODE ® NO ESPAÇO NÃO FORMAL: UM UPGRADE NO ENSINO DE FÍSICA
PEDRO JOSÉ MATNI DOS SANTOS 1 BIANCA DOS SANTOS PINHEIRO 2 TERY GABRIEL VIEGAS RAMOS 3 VICTTOR TAKESHI YANO 4
¹Universidade do Estado do Pará, pedromatni1@gmail.com 2 Universidade do Estado do Pará, biancaapiinheiro@hotmail.com 3 Universidade do Estado do Pará, teryga2017@gmail.com 4 Universidade do Estado do Pará, takeshi@uepa.br
## Resumo
O meio científico no contexto moderno foi modificado ao longo da história da humanidade pela evolução das técnicas antrópicas que descrevem também uma possibilidade de inovação dos processos de ensino-aprendizagem, se aplicadas corretamente em ambientes de ensino. Portanto, a fim de demonstrar a adaptabilidade de instrumentos virtuais para o público frequentadores de museus ou centro de ciências, bem como as questões positivas e negativas relacionadas à utilização das TICs na educação e sua relevância nos Espaços Não formais, a pesquisa apresenta uma proposta de ferramenta digital inovadora denominada QR Code®. Este código de barra, já presente no cotidiano de diversas pessoas, foi inserido nos experimentos de física do CCPP (Centro de Ciências e Planetário do Pará) com o intuito de atualizar a experiência de aprendizagem dos visitantes. A partir de uma análise qualitativa, um grupo de discentes em licenciatura em Matemática, Física, Química e Biologia da Universidade do Estado do Pará foram investigados acerca da influência desse recurso metodológico para o aprendizado. Por meio de sua praticidade ao viabilizar o acesso rápido às informações adicionadas, esse meio tecnológico provou tornar o ambiente mais dinâmico, lúdico e interativo para o público visitante e para os mediadores do conhecimento atuantes no Espaço.
Palavras-chave: Tecnologias, Ensino de Ciências, QR Code®, Processo de Ensino-Aprendizagem, Espaços Não Formais.
## 1 INTRODUÇÃO
Fruto de diversas reformulações e adaptações à sociedade, a ciência como é conhecida no contexto moderno foi revolucionada ao longo da história da humanidade por meio das ferramentas provenientes da interação do homem com o meio. Inicialmente, essas técnicas se fizeram valer da utilização da força física, entretanto com a progressão da capacidade cognitiva humana junto ao avanço do conhecimento científico, ocorreu uma possibilidade de atualizar o conceito, tornando-o mais dinâmico. De forma significativa e integrada ao corpo social, a tecnologia foi empregada para reiterar as técnicas antrópicas especializadas.
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Diante do crescimento das tecnologias da era informacional na atualidade, sabe-se que o avanço tecnológico nas últimas décadas possibilitou a criação e a inovação do conhecimento científico na sociedade contemporânea, ao passo de que tal progresso contribuiu para a ampliação do saber humano em todas as áreas científicas (SILVA, 2010). É válido destacar que o uso da tecnologia em benefício da educação auxilia na melhoria do desempenho dos discentes, bem como desperta a curiosidade e disponibiliza meios que possibilitam novas descobertas as quais estimulam experiências através da cultura digital, constroem novas competências e contribuem para o desenvolvimento de crianças e adolescentes (CARON, 2017).
Por estarem inseridos intrinsicamente na cultura popular da divulgação midiática é inviável analisar os aspectos sociais e os recursos tecnológicos de maneira desconexa. Dessa forma, é relevante promover nesse contexto uma ferramenta que contribua para divulgar o conhecimento científico, visto que os aparelhos de acesso à internet se tornaram imprescindíveis na vida de grande parte da população. De acordo Moran (2004, p. 01) 'com as tecnologias cada vez mais rápidas e integradas, o conceito de presença e distância se altera profundamente e as formas de ensinar e aprender também [...]".
Desse modo, uma alternativa acessível para a educação é o uso de QR Code® 1 , um recurso digital capaz de armazenar informações em códigos de respostas rápidas nos aparelhos portáteis como ' smartphones ' e ' tablets ', facilitando a divulgação de conceitos. A proposta de utiliza-los nos ambientes de ensino coopera como uma ferramenta virtual de aceleração de conceitos científicos, o que consequentemente pode resultar na produção de saberes diferentes dos vistos em sala de aula.
É possível afirmar que os estudos sobre a transformação do conhecimento científico nos museus possuem complexidade e especificidade próprias e dessemelhantes daqueles desenvolvidos em outros espaços educativos, tal como a escola. As investigações sobre os processos de produção do conhecimento em espaços de museus devem ser desenvolvidas sob uma perspectiva mais ampla e
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considerar suas particularidades [...] (MARANDINO, 2005, p. 14).
Dentre as diversas formas de ensino é uma das características dos Espaços Não Formais agregar alternativas que ampliem a divulgação científica. Segundo Trilla (1993, p.28), 'a educação não formal consiste em procedimentos que, de maneira mais ou menos radical, diferem das formas canônicas e convencionais da escola'. Com isso, pode-se mensurar que a inserção de elementos virtuais em um Museu ou Centro de Ciências acrescenta ao espaço um viés inovador, onde a tecnologia presente no cotidiano de boa parte da população se torna um dos meios disponíveis para obter e difundir o conhecimento científico. Ademais, também representa uma contribuição significativa para o próprio mediador do espaço não formal, ao proporcionar informações adicionais, documentos auxiliares e curiosidades para motivar o seu público e acrescentar em seu conhecimento pessoal.
## 2 METODOLOGIA
Buscando investigar a influência da utilização do QR Code® e sua relevância para fins educativos no CCPP (Centro de Ciências e Planetário do Pará), o processo metodológico consistiu em uma abordagem qualitativa e utilizou uma entrevista aberta não estruturada para detalhar o entendimento de um determinado grupo social. Para Minayo (2001), esse modelo de pesquisa aborda um universo de significados, motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, aprofundando as relações, os processos e os fenômenos que não podem ser reduzidos a variáveis.
As etapas para a realização da pesquisa foram desenvolvidas com o intuito de apresentar o Espaço de Física do CCPP, exibir o recurso virtual proposto e executar a entrevista com os visitantes. Para isso, ocorreu a mediação habitual durante uma visitação livre ao Centro de Ciências, em que os graduandos vivenciaram a apresentação dos experimentos e de seus respectivos conceitos, para em seguida utilizar o QR Code® por intermédio de um leitor digital e de instruções sobre como acessar as informações inseridas na ferramenta.
Os participantes da pesquisa eram discentes entre os cursos de licenciatura plena em matemática e licenciatura plena em Ciências Naturais, com Habilitações em Física, Química e Biologia da UEPA (Universidade do Estado do Pará). Foi realizada a entrevista aberta com 25 alunos individualmente, a fim de entender qual
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seria a receptividade desses quanto ao uso do recurso digital e à maneira com ela influencia o comportamento dos estudantes.
O material presente na ferramenta digital foi construído a partir de conceitos de livros didáticos do ensino fundamental II e médio, além de links que viabilizam o acesso a textos sobre cada experimento individualmente. A estrutura de apresentação dos documentos existentes em cada QR Code® foi moldada sob um modelo padronizado que contém descrições, conceitos físicos, curiosidades, referências adicionais (escritas com uma linguagem adaptada e acessível) e suas aplicações no cotidiano.
Desse modo, a entrevista com os 25 investigados presentes no CCPP discorreu a partir de perguntas que buscavam entender como a utilização desse recurso digital poderia fomentar a curiosidade e cria uma cultura cientifica capaz divulgar estes conhecimentos e torná-lo mais acessível para o Centro de Ciências. Outro foco visado durante a aplicação da ferramenta QR Code® foi compreender a influência das TICs no processo de ensino-aprendizagem, assim como constatar as possibilidades de adaptação desse recurso digital a todos os públicos, os pontos negativos do uso de meios tecnológicos na educação e a pertinência de sua aplicação no Espaço Não Formal.
## 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO
A partir do questionamento acerca dos recursos virtuais contribuírem ou não para o Ensino de Ciências, as opiniões e considerações feitas pelos estudantes entrevistados foram transcritas, analisadas e selecionadas, a fim de compreender o grau de influência dessa ferramenta digital na educação. Para identificá-los foram utilizados pseudônimos com o intuito de preservar a identidade dos sujeitos.
Ao analisar a questão que fundamentou a entrevista verificou-se que a maioria dos investigados considerou positiva a influência dos recursos virtuais no Ensino de Ciências. No decorrer de alguns relatos, a ferramenta digital foi recorrentemente caracterizada como uma facilitadora do processo de ensinoaprendizagem, por possibilitar a dinamização das informações. Ainda a respeito da contribuição desses meios alternativos, o investigado A ressaltou que:
Sem sombra de dúvida contribuem no ensino, tem o poder de ser a arma de revolução do ensino. Por ser
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um recurso versátil, dinâmico, interativo e que não tem limites.
A versatilidade da tecnologia e a facilidade de integrá-la a grande parte da sociedade atual são pontos também previstos por Lobo e Maia (2015), onde se referem à Internet como uma das principais fontes de pesquisa utilizadas na contemporaneidade, por ser considerada inesgotável. Consequentemente, torna-se válido mesurar que os autores igualmente reconhecem a utilidade dos meios tecnológicos, que podem evidenciar uma influência positiva quando agregados a ambientes de ensino.
Uma consideração relevante , levantada no decorrer de algumas entrevistas, referiu-se ao QR Code® ser ou não adaptável para todos os públicos. Dos investigados que manifestaram questões a esse respeito, alguns defenderam que a tecnologia pode ser facilmente aplicada a fins educativos por ser comum as diversas faixas etárias e as diferentes classes sociais. Os demais ressaltaram ainda que a ferramenta permite uma grande flexibilidade na abordagem do conhecimento, dado que seu funcionamento correto se restringe a criatividade de quem propôs seu uso quando desenvolver o material presente no mecanismo.
Acredito que pode ser adaptado a todos que tiverem o acesso ao recurso digital, visto que é uma tecnologia fácil de ser manipulada e logo ser adaptada (ENTREVISTADO G) .
Souza e Meira (2013) destacam que as tecnologias se encontram presentes na vida de crianças e adolescentes de diversas formas, por esse motivo é imprescindível que essas sejam integradas e adaptadas a ambientes de ensino, para que assim contribuam na construção de um meio mais igualitário e transformem os recursos digitais em ferramentas acessíveis às diferentes classes sociais.
Constatou-se, também, uma diversidade de opiniões relacionadas à crença de que existam ou não pontos negativos na aplicação das TICs no ensino. A análise das entrevistas transcritas permitiu observar que alguns dos investigados consideraram como uma das possíveis desvantagens previstas o uso incorreto dos recursos digitais nos ambientes de aprendizagem. Por sua vez, o entrevistado C ressaltou que a utilização da ferramenta digital proporcionaria exclusão pelo fato da tecnologia não estar presente na população em sua totalidade.
Apesar de que uma parcela considerável da população tem acesso fácil a internet, ainda há
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pessoas, principalmente de classe baixa que não possuem esses recursos de maneira acessível. Portanto, a utilização dessas ferramentas poderia proporcionar um ambiente de exclusão e não inclusivo (ENTREVISTADO C).
Em contrapartida, a inclusão digital não se resolve apenas com a aquisição de aparelhos eletrônicos e ferramentas tecnológicas (BONILLA; SILVA, 2002). Com isso, é conveniente enfatizar que ter acesso a esses instrumentos digitais não necessariamente implica no entendimento de seu uso, assim como a falta de instruções a respeito da utilidade do recurso digital pode resultar no uso inadequado dessa ferramenta quando agregada a um ambiente de ensino-aprendizagem.
Com a visão voltada para a futura docência, parte dos graduandos relatou outro viés negativo sobre o acréscimo de ferramentas digitais em ambientes de ensino, que seria a possível dependência dos professores em relação ao recurso, tendo em vista a possibilidade de considerarem o meio tecnológico como necessário, ao invés de alternativo. Outra observação, feita pelo entrevistado K, diz respeito à obsolescência programada dos aparelhos eletrônicos fabricados atualmente, o que os torna previsivelmente falhos.
Se remeter apenas a recursos digitais, talvez. Confiar unicamente em aparelhos eletrônicos e internet não é bom, visto que estes também falham (ENTREVISTADO K).
Mori (2013) afirma que nos tornamos dependentes das TICs direta e indiretamente, visto que a nova concepção de tempo e espaço, suscitada pelo auxílio constante dos meios tecnológicos, causa sujeição. Portanto é imprescindível , que o docente não transfira a responsabilidade de educar para a tecnologia ao tornar seu uso necessário, mas a utilize como uma das ferramentas disponíveis para o ensino. Além disso, a questão da falibilidade dos produtos eletrônicos também é validada pelo sociólogo polonês Bauman (1999), onde cita em seu livro Modernidade Líquida que as produções humanas são programadas para não durarem, tornandoas obsoletas e inconfiáveis.
Outra consideração presente durante as entrevistas tratou-se da relevância do QR Code® no Espaço Não Formal. A partir das concepções gerais observadas no decorrer das falas dos investigados, notou-se que a ferramenta digital foi considerada capaz de influenciar de maneira criativa e inovadora o processo de ensino-aprendizagem, o que, consequentemente, evidencia o grau de importância
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que as TICs promovem quando agregadas a educação. A esse respeito, entrevistado E acrescentou que,
Os espaços não formais apresentam como proposta fundamental a inovação, o encantamento e popularização das ciências de diferentes formas. Portanto, todas as ferramentas disponíveis que possam ser utilizadas com o objetivo de divulgar o conhecimento científico são extremamente válidas.
Cazelliet al. (1997) afirma que ambientes como museus oportunizam uma aprendizagem ativa e uma intensa interação social entre os visitantes. Para Lévy (1995, p.14) 'a mediação digital remodela certas atividades cognitivas fundamentais [...] o ensino e a aprendizagem, restruturadas por dispositivos técnicos inéditos, encaixam em novas configurações sociais'. Dessa forma, reafirmando o relato supracitado , as peculiaridades dos espaços não formais propiciam a validade da ferramenta QR Code® como um upgrade no ensino do Centro de Ciências e oportunizam mais um meio para a divulgação científica ao usuário, apresentandolhes novos conceitos e curiosidades do cotidiano.
## 4 CONSIDERAÇÕES
- O planejamento buscou subsidiar uma determinada comunidade frequentadora desse Espaço Não Formal com uma ferramenta atualizada, adaptada e interativa, construída com materiais de vocabulário acessível. O interesse de acrescentar um recurso digital aos métodos de mediar o ensino no Centro de Ciências e Planetário do Pará fundamentou-se devido às dificuldades de compreensão de conhecimentos científicos, especificamente os relacionados a temas de Física.
Com base na influência do QR Code® sobre determinado público-alvo, e a partir da importância das TICs no processo de ensino-aprendizagem em um Espaço Não Formal, a proposta desta pesquisa consistiu em apresentar um modelo de código de barra e agregá-lo ao ensino e à divulgação científica. Diante isso, percebeu-se que a aplicação da ferramenta virtual influenciou o aprimoramento de técnicas que beneficiassem o letramento científico, a divulgação da ciência e compreensão dos conceitos científicos para os visitantes de maneira significativa e positiva.
Portanto, é notório que adaptar-se ao uso das tecnologias no âmbito de divulgação científica é um processo desenvolvido e modernizado de acordo com o
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contexto no qual está inserido. As tendências do mundo atual exigem dos indivíduos a capacidade de aprender ao longo da vida e de colocar o conhecimento 'em ação' para possibilitar a resolução de problemas. Em função disso, a proposta de utilização do QR Code® no Espaço Não Formal propicia ao seu público visitante vivenciar essa atualização nas formas de aprendizagem e proporciona uma educação inovadora e compatível com a contemporaneidade.
## 5 Referências
CAZELLI et al. Tendências pedagógicas das exposições de um museu de ciência. Museu de Astronomia e Ciências Afins, Universidade Federal Fluminense. Rio de Janeiro, 1997.
MARANDINO M. Museus de ciências como espaços de educação: In: Museus: dos gabinetes de curiosidades à museologia moderna. Belo Horizonte: Argumentum, 2005, p. 165-176.
MINAYO, Maria. C. S. Ciência, técnica e arte: o desafio da pesquisa social. In: MINAYO, Maria. C. S (Org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.
MORI, Katia R. G. A mediação pedagógica e o uso das tecnologias da informação e da comunicação na escola . Dissertação de Mestrado não publicada. Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2013.
SANTOS, Núbia dos Santos Rosa Santana dos; LIMA, José Valdeni de; WIVES, Leandro Krug. Integração de recursos para acesso aos objetos de aprendizagem multimodais . RENOTE - Novas Tecnologias na Educação, v. 10, n. 3, dezembro, 2012.
SILVA, Helena. JABEIRO, Othon. LIMA, Jussara. Brandão, Marcos. Inclusão digital e educação para a competência informacional: uma questão de ética e cidadania* . Universidade Federal da Bahia (Posici/ICI/UFBA) Ci. Inf., Brasília, v. 34, n. 1, p.28-36, jan./abr. 2005
Silva, P. C. Neto, Nunes, C. e Nunes, E. P. dos Santos. 'Integrando Recursos de Realidade Aumentada e Código de Barras Bidimensionais no Desenvolvimento de um Guia de Turismo' . In WRVA 2011. 2011.
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