Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

ATIVIDADE ENVOLVENDO HISTÓRIA DA CIÊNCIA: ''SOBRE A TAL MAÇÃ DE NEWTON"

Keli Cristina Maurina

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
História, Filosofia E Sociologia Das Ciências E O Ensino De Física
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2019

Texto completo

## ATIVIDADE ENVOLVENDO HISTÓRIA DA CIÊNCIA: 'SOBRE A TAL MAÇÃ DE NEWTON'

## Keli Cristina Maurina 1

1 Universidade Tecnológica Federal do Paraná/Departamento de Física/kelimaurina@utfpr.edu.br

## Resumo

Trabalho desenvolvido em moldes colaborativos com uma turma de curso técnico nível médio, sobre a história da maçã de Newton. Delineado com suporte teóricometodológico, principalmente, nos Momentos Pedagógicos, na História da Ciência e Alfabetização Científica e Tecnológica, o mesmo foi além da sala de aula, através da coleta e análise de dados de um questionário, elaborado em parceria com os estudantes. Após efetivação das etapas da pesquisa - fundamentação teórica, baseada essencialmente no texto 'A maçã de Newton: história, lendas e tolices', de Martins (2006a); coleta e análise de dados (questionário) -, as equipes apresentaram o trabalho, apontando algumas inferências sobre os efeitos da história da maçã, bem como, suas próprias percepções sobre o processo de construção do conhecimento científico. Consideramos que tal trabalho pode ser usado como base, ou mesmo como um roteiro, por outros professores ao trabalharem o conteúdo de Gravitação Universal, que muitas vezes não têm o devido tempo para a devida abordagem histórica e científica do mesmo.

Palavras-chave : História da Ciência, Gravitação Universal, Ensinoaprendizagem de Física.

## Introdução

As anedotas científicas estão presentes no imaginário das pessoas, como é o caso da maçã de Newton. No entanto, até que ponto acreditar na veracidade dessa história é comprometedor? Obviamente, como professores de Física, devemos ter criticidade, bem como formação para tal, em considerar que tais anedotas influenciam na ideia de construção do conhecimento científico. Possibilitando considerar como verdade o surgimento de ideias e conclusões sobre teorias/leis científicas através de situações um tanto inusitadas, como o de uma maçã que cai na cabeça de uma pessoa.

A partir disso, procurou-se desenvolver um trabalho que de modo geral, permitisse a estudantes de uma turma de curso técnico em nível médio, acesso a visão de historiadores da ciência sobre o caso da 'maçã de Newton'. Sendo oportunizado para tal objetivo, a orientação sobre a construção de uma pesquisa, mais especificamente, pesquisa em educação. Ressalta-se a consideração desse trabalho, não apenas ilustrar um caso particular de uso da História da Ciência (HC) em sala de aula, mas também, servir de exemplo e (re)aplicação por outros professores da área.

## Fundamentação teórica

- O processo ensino-aprendizagem de Física, como de qualquer outra disciplina, envolve diversos elementos de distintas naturezas, ou seja, trata-se de

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

um fenômeno complexo (ILLERIS, 2013). Caracterizado como tal, deve obviamente, ser analisado sob diversas perspectivas. Dentre as quais, destacamos a influência da HC, que apesar de ser um campo de pesquisa próprio, também interfere em outros.

Tendo em vista a cidadania como um dos elementos importantes para a formação dos estudantes do Ensino Médio (EM) (BRASIL, 2002), e que para efetivação desse processo, torna-se relevante a alfabetização científica e tecnológica (FOUREZ, 1999; AULER & DELIZOICOV, 2001). Em outras palavras, o indivíduo precisa de conhecimento dos principais conceitos científicos presentes em nosso meio, seja em fenômenos naturais ou aplicações tecnológicas. Portanto, a Física no EM é de fundamental importância.

A pesquisa em Ensino de Física consolidada como uma importante área de pesquisa no Brasil e no exterior, vem a considerável tempo, defendendo as proposições do campo da HC (ACOT, 2001; GIL-PÉREZ, 1993; MARTINS, A. 2007; MARTINS, R. 1988; 1990; 2006; MATTHEWS, 1994; 1988; PEDUZZI, 2001; SILVA, 2006; entre outros) para o processo ensino-aprendizagem da ciência de modo geral, construindo ao longo de anos, suas bases teóricas e especificidades. Além disso, constitui-se como área de conhecimento com fortes e profundas influências para a Didática das Ciências (MARTINS, 2007).

A contribuição da HC é relevante para o processo ensino-aprendizagem de Física, em função de diversos aspectos: como a compreensão das interrelações entre ciência, tecnologia e sociedade, mostram que a ciência não é algo isolado e neutro, muito pelo contrário, sofre influências de vários setores sociais; como percepção do processo social (coletivo) e gradativo de construção do conhecimento, permitindo o desenvolvimento de uma visão mais correta da natureza da ciência, seus procedimentos e suas limitações (MARTINS, 2006); como instrumento e estratégia, dentre outros.

Portanto, a partir dos elementos expostos citados acima, nos sentimos motivados em desenvolver esse trabalho articulado com a temática HC e conteúdos de Física. A situação escolhida foi a tão disseminada história da maçã de Issac Newton (1643 - 1727), ou seja, a situação de que 'uma maçã, ao cair na cabeça de Newton, fez com ele desenvolvesse a teoria da Gravitação Universal (GU)'.

## Metodologia

Após a abordagem dos conteúdos modelos astronômicos e leis de Kepler, a teoria da GU foi introduzida. No primeiro momento, realizou-se questões instigadoras sobre o assunto, seguido do tratamento teórico (formulação matemática, proporcionalidades das grandezas, gráfico, análise dimensional, etc) e, voltando aos questionamentos que ficaram em aberto, assim como indica os momentos pedagógicos (DELIZOICOV & ANGOTTI, 1992), que embasaram metodologicamente o trabalho.

A questão chave lançada no primeiro momento foi relativa a história da maçã: se os estudantes tinham conhecimento da mesma e, se acreditavam ou não. Esse encaminhamento foi induzido de tal modo, que ao final da discussão, os estudantes foram tomados digamos, de uma curiosidade epistemológica, bachelardiana. Posteriormente, seguiu-se com a proposição de que os estudantes tomassem certo viés de pesquisador e agente de seu processo de aprendizagem,

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

sendo organizados em sete equipes (livre escolha de membros). Para então, sob orientação da professora, desenvolver uma pesquisa que fosse pautada em etapas criteriosas, ou seja, de cunho acadêmico, porém sem imposição da ideia de 'o método científico', como tanto criticava Feyerabend (1977). Pata tanto, formulou-se a questão-problema: Como a 'história da maça de Newton' é percebida/tratada pela: HC, por páginas educativas na internet , pelas pessoas de modo geral e por você (estudante e participante da pesquisa)?; levantou-se ideias/hipóteses, revisou-se a literatura, desenvolveu-se instrumento de coleta de dados e tratamento dos mesmos, conforme ilustrou-se através do mapa conceitual na Figura 01.

Figura 01: Mapa Conceitual: aspectos metodológicos sobre o trabalho

<!-- image -->

Por envolver aspectos qualitativos e quantitativos, consideramos apropriado a categorização da metodologia adotada nos métodos mistos, que segundo Hernández Sampieri e Mendoza:

- […] representam um conjunto de processos sistemáticos e críticos de pesquisa e implicam a coleta e a análise de dados quantitativos e qualitativos, assim como sua integração e discussão conjunta, para realizar inferências como produto de toda a informação coletada (metainferências) e conseguir um maior entendimento do fenômeno em estudo (2008, apud HERNÁNDEZ SAMPIERI; COLLADO &amp; LUCIO, 2013, p. 550).

O instrumento de coleta de dados foi um questionário, no formato do Google Drive , sendo elaborado em conjunto com a turma, já que o propósito era justamente de produção coletiva, ou seja, uma pesquisa desenvolvida por um conjunto de indivíduos. Esse questionário denominado 'Aspectos da História da Ciência', foi divulgado em meio digital (redes sociais), pelos próprios estudantes. Com relação à amostra, não optamos por um grupo distinto, mas sim o que se denomina de diversa (HERÁNDEZ SAMPIERI &amp; MENDOZA, 2008), tendo em vista justamente um olhar holístico sobre o assunto.

Sendo um trabalho com aspectos colaborativos, as etapas da pesquisa foram orientandas de forma a se estabelecer certo grau de padronização, e não correr o risco de perder o foco, a essência do mesmo. Para ilustrar isso, apresentamos no Quadro 01, as principais orientações fornecidas aos estudantes.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Quadro 01: Delineamento da pesquisa

## Resultados

Sob recomendação os estudantes tiveram acesso a um exemplar típico de trabalho de um historiador da ciência: o texto 'A maçã de Newton: história, lendas e tolices', de Martins (2006a). A vantagem por tal escolha foi perceptível na fala dos estudantes, durante a apresentação de cada equipe. A ideia da construção do conhecimento científico foi uma das mais marcantes, já que o texto aborda a evolução do conceito de gravidade, desmistificando a posição de compreensão súbita de alguma coisa ou situação.

Com relação aos sites e sua abordagem quanto a história da maçã, o propósito principal dessa etapa da pesquisa - por sinal, atingido -, foi justamente o posicionamento do estudante, após o embasamento teórico (o estudo do referido texto de Martins), perante o assunto. A percepção de um olhar diferenciado ao pesquisar na internet . Não faremos a exposição apontada pelos estudantes, pois preferimos destacar os dados do questionário. De modo geral, dentre os sites analisados, poucos ainda apresentam a história da maçã como verídica.

Quanto ao questionário - que foi respondido por noventa e sete (97) participantes -, o mesmo solicitava informações sobre idade, nível de escolaridade e resposta a seis perguntas objetivas. Conforme ilustra a Figura 02, a maioria dos respondentes encontra-se no Ensino Médio e no Superior.

Figura 02: Nível de escolaridade

<!-- image -->

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

A questão 3, em escala Likert 1 (Figura 03), constou da asserção: 'Sobre a seguinte afirmação: 'A teoria da Gravitação Universal surgiu quando Newton estava em um pomar, quando uma maçã caiu em sua cabeça', você:'

Figura 03: Respostas à questão 3

<!-- image -->

Observou-se que praticamente metade da amostra concorda (parcial ou totalmente) com a referida afirmação. Portanto, isso evidencia como o mito da maçã ainda é forte e presente entre as pessoas.

Na questão 4 (Figura 04), abordamos o contexto onde predominantemente os participantes tenham tomado conhecimento da história, perguntando: 'Em que meio você ouviu falar sobre a história da maçã que caiu na cabeça de Newton?' O meio escolar destacou-se com maior índice. No entanto, não podemos inferir se foi através de uma abordagem formal (em sala de aula) ou de modo informal, por meio de conversas com colegas, por exemplo. Tão pouco, se a história foi tratada como verídica ou não. Para tanto, precisaria uma continuação da pesquisa com tais participantes.

Figura 04: Respostas à questão 4

<!-- image -->

A fim de verificar correspondência/validade nas respostas, perguntou-se na questão 5 (que está relacionada com a 3), em escala Likert: 'Com relação ao desenvolvimento da teoria da Gravitação Universal de Newton, a queda da maçã teve um papel...'. Sendo o número 1 indicando um papel de fraca ou nula influência, e gradativamente maior para os demais, com influência total para o 10.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Figura 05: Respostas à questão 5

<!-- image -->

Praticamente um quarto dos respondentes consideram que a queda da maçã teve um papel muito importante para o desenvolvimento da teoria da GU (Figura 05). Nesse caso, dá-se a entender, que para os mesmos, se a maçã não tivesse caído, Newton não teria conseguido desenvolver a teoria, o que ilustra uma percepção errônea da construção do conhecimento científico.

## Conclusão

Histórias como a da maçã de Newton, podem muitas vezes passar sem uma atenção maior, sem uma reflexão pelas pessoas, e muitas vezes pelos próprios professores de disciplinas correlatas. Podemos evidenciar isso nas repostas ao questionário e dos próprios estudantes ao sintetizaram o 'antes e depois' em suas apresentações de grupo sobre o trabalho.

Alguns aspectos, particularmente, a questão de uma parte significativa dos respondentes ao questionário, considerar que a queda da maçã teve um papel valorado em 10 (máximo da escala), foi trabalhado com os estudantes, durante e após as apresentações dos trabalhos, através de um feedback . De modo a tornar perceptível que dentre eles, também alguns pensavam assim, e após a realização do trabalho, mudaram de ideia. Ou seja, tornou-se um exemplo concreto de alteração de concepção sobre a construção do conhecimento científico.

O comprometimento da turma para com o desenvolvimento do trabalho foi muito importante. Os estudantes obtiveram um entendimento maior do próprio processo de pesquisa, de mudança de ideia, de construção do conhecimento científico, do trabalho do historiador da ciência, dentre outros aspectos positivos para sua formação. Desse modo, a Física, não ficou atrelada apenas ao desenvolvimento de cálculos sobre a GU, sobre lançamento de foguetes…mas também, ampliou sua dimensão.

## Agradecimentos

À turma do 3º ano do curso Técnico Integrado Nível Médio em Agrimensura, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná - Câmpus Pato Branco.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

## Referências

ACOT, Pascal. História das Ciências . Lisboa: Edições 70, 2001.

AULER, D. &amp; DELIZOICOV, Demétrio. Alfabetização Científico-Tecnológica Para Quê? Ensaio - Pesquisa em Educação em Ciências , Belo Horizonte, v.3, n.1, junho, 2001.

BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico . Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.

BRASIL, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio . Brasília: MEC, SEMTEC, 2002.

DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, José André. Física . 2. ed. São Paulo: Cortez, 1992.

FEYERABEND, Paul K. Contra o método . Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1977.

FOUREZ, Gérard. Alfabetización científica y tecnológica . Buenos Aires: Colihue, 1999.

GIL-PÉREZ, D. Contribuición de la Historia y de la Filosofía de las Ciencias al desarrollo de un modelo de enseñanza/aprendizaje como investigación. Enseñanza de las Ciencias , v. 11, n. 2, p. 197-212, 1993.

HERNÁNDEZ SAMPIERI, Roberto; COLLADO, Carlos F.; LUCIO, María Del Pilar B. Metodologia da Pesquisa . 5 ed. Porto Alegre: Penso, 2013.

ILLERIS, Knud, (Org.). Teorias contemporâneas da aprendizagem . Porto Alegre: Penso, 2013.

MARTINS, André Ferrer. História e Filosofia da Ciência no ensino: há muitas pedras nesse caminho... . Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 24, n.1, p. 112-131, abr. 2007.

MARTINS, Roberto de A.. A maçã de Newton: história, lendas e tolices. In: SILVA, Cibelle Celestino. Estudos de História e Filosofia das Ciências . São Paulo: Ed. Livraria da Física, 2006a. p. 167-189.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. Contribuição do conhecimento histórico ao ensino do eletromagnetismo. Caderno Catarinense de Ensino de Física , Florianópolis, 5, 4957, 1988.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. Introdução: A história das ciências e seus usos na educação. In: SILVA, Cibelle Celestino. Estudos de História e Filosofia das Ciências . São Paulo: Ed. Livraria da Física, p. XVII-XXX, 2006b.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. Sobre o papel da história da ciência no ensino. Boletim da Sociedade Brasileira de História da Ciência , 9, 3-5, 1990.

MATTHEWS, M. R. A role for History and Philosophy of Science teaching. Educacional Philosophy and Theory , 20, 67-81, 1988.

MATTHEWS, Michael R. Science Teaching - The role of History and a Philosophy of Science . New York: Routledge, 1994.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

PEDUZZI, Luiz O. de Quadro. Sobre a utilização didática da história da ciência. In: PIETROCOLA, Maurício. (org.). Ensino de física: conteúdo, metodologia e epistemologia . Florianópolis: EDUFSC, 2001, p. 151-170.

SILVA, Cibelle Celestino. Estudos de História e Filosofia das Ciências . São Paulo: Ed. Livraria da Física, 2006.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.