A VISÃO DE LICENCIANDOS EM FÍSICA SOBRE AS CAUSAS DA EVASÃO DISCENTE NO CURSO
Tairine De Carvalho Cabral, André Coelho Da Silva, Raquel Aparecida De Carvalho
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 28/01/2019
- Linha de pesquisa
- O Ensino De Física Na Educação Superior
- Tipo
- Pôster
Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2019
Texto completo
## A VISÃO DE LICENCIANDOS EM FÍSICA SOBRE AS CAUSAS DA EVASÃO DISCENTE NO CURSO
## Tairine de Carvalho Cabral 1 , André Coelho da Silva 2 , Raquel Aparecida de Carvalho 3
1 Instituto Federal de São Paulo (IFSP), campus Itapetininga, tairinec.cabral@outlook.com 2 IFSP, campus Itapetininga, andrecoelho@ifsp.edu.br 3 IFSP, campus Itapetininga, raquelaccosmo@gmail.com
## Resumo
Uma das explicações para a escassez de professores formados em Física lecionando essa disciplina em escolas brasileiras é o alto índice de evasão em cursos de Licenciatura. Além disso, a evasão também implica em desperdício de recursos humanos e econômicos. Neste trabalho, partimos da ideia de que a proposição e a implementação de estratégias de intervenção junto à evasão devem ser precedidas pela compreensão das causas desse problema. Nesse sentido, objetivamos compreender quais são as causas da evasão discente em um curso de Licenciatura em Física segundo a visão de licenciandos que nele permanecem matriculados. Para isso, coletamos informações de pesquisa junto a licenciandos em Física de uma instituição pública federal por meio de um questionário escrito composto por quatro questões. Os questionários respondidos até o momento nos permitiram elencar algumas das causas para a evasão discente no curso: dificuldade nas disciplinas do curso, em acompanhar o raciocínio e as explicações dos professores, especialmente no que se refere à matemática associada à física; dificuldade em conciliar emprego, família e estudos; expectativa de que a dificuldade em finalizar o curso não será recompensada com um bom emprego; dificuldade financeira; e dificuldade em desenvolver o hábito de estudar. Ainda que se refiram a um curso de Licenciatura em Física de uma instituição de ensino federal em específico, acreditamos que as causas para a evasão discente levantadas sejam similares às causas existentes em outras instituições. Logo, o conhecimento delas talvez possa favorecer a adoção de determinadas medidas também em outras instituições. Ainda assim, apontamos que o ideal seria realizar levantamentos amplos nos cursos de Licenciatura em Física de cada instituição - nesses casos, inclusive, o questionário por nós elaborado e aqui apresentado pode ser utilizado, seja em sua forma original ou após a realização de uma reformulação.
Palavras-chave : evasão discente; licenciatura em Física; causas; questionário.
## Introdução
A desistência em dar continuidade aos estudos no âmbito de um determinado curso é nomeada de evasão discente ou, simplesmente, evasão. Historicamente, trata-se de um dos grandes problemas com os quais os gestores e professores têm lidado no âmbito do ensino formal, tanto nos ensinos básico e técnico quanto no ensino superior. Há que se observar também que se trata de um fenômeno que tem incidido nos sistemas de ensino de praticamente todos os países, guardando certa homogeneidade em relação aos cursos/áreas mais atingidos, ainda que seja necessário levar em conta sua complexidade e as particularidades socioculturais e econômicas de cada nação e de cada instituição de ensino (ALMEIDA; SCHIMIGUEL, 2011; LIMA; MACHADO, 2014).
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
No Brasil, estudos como Andriola, Andriola e Moura (2006), Arruda et al . (2006), Silva Filho et al . (2007), Almeida e Schimiguel (2011), Baggi e Lopes (2011), Lima Júnior, Ostermann e Rezende (2012), Araujo e Mazur (2013), Lima e Machado (2014), Tontini e Walter (2014), Massi e Villani (2015), Santos e Giraffa (2015), Souza e Gomes Junior (2015), Davok e Bernard (2016), Santana (2016), Santos e Giraffa (2016), entre outros, têm se debruçado sobre a evasão no ensino superior.
Nesse escopo, há que se destacar o Projeto GUIA (Gestión Universitaria Integral del Abandono), desenvolvido em diversas instituições de ensino superior de dezesseis países, incluindo o Brasil (na PUC-RS). Tal projeto tem como finalidade reduzir os índices de evasão discente em cursos de nível superior e, para isso, tem investido no estudo de suas causas e na proposição, aplicação e avaliação de possíveis soluções (ALFA, s/d; SANTOS; GIRAFFA, 2015).
No que diz respeito especificamente a pesquisas sobre a evasão em cursos de graduação em Física, as primeiras remontam à década de 1970 (LIMA JUNIOR; OSTERMANN; REZENDE, 2012). Paralelamente a isso, tradicionalmente, os cursos de Licenciatura em Física estão entre os que apresentam as maiores taxas de evasão nas universidades. De fato, esses elevados índices apenas particularizam as conclusões de autores que têm apontado que cursos na área das ciências naturais e exatas e cursos de licenciatura são os que mais sofrem com esse problema. No caso dos cursos de licenciatura, as instituições têm buscado formas de tentar atrair jovens para esses cursos e de mantê-los em seus percursos universitários (MASSI; VILLANI, 2015; LIMA JUNIOR; OSTERMANN; REZENDE, 2012; LIMA; MACHADO, 2014; DAVOK; BERNARD, 2016).
É válido salientar que a evasão discente pode ser considerada um problema por conta tanto de aspectos econômicos quanto de aspectos humanos. Em outras palavras: quando um estudante desiste de tentar concluir um curso, essa situação implica em desperdício de recursos econômicos e em desperdício de recursos humanos. Portanto, no caso das instituições públicas, a evasão impacta negativamente seu custo-benefício para a sociedade como um todo (MASSI; VILLANI, 2015; DAVOK; BERNARD, 2016). Lima Junior, Ostermann e Rezende (2012, p. 38) assim se manifestam:
[...] Quando resulta do fracasso acadêmico, a retenção ou o abandono do curso podem consolidar no estudante um sentimento de derrota difícil de ser superado. No caso das instituições de ensino e seus mantenedores, altos índices de evasão e retenção costumam ser considerados indicadores de mau funcionamento do sistema de ensino, representando o investimento frustrado de recursos e esforços.
O desafio que se coloca é então compreender quais são as causas da evasão para poder efetivar medidas que consigam minimizá-la. Nesse sentido, parece-nos pertinente supor que a proposição e a implementação de estratégias de intervenção devem ser precedidas pela compreensão das causas do problema em uma dada instituição.
Tendo em vista esses apontamentos, neste trabalho temos como objetivo compreender quais são as causas da evasão discente em um curso de Licenciatura em Física segundo a visão de licenciandos que nele permanecem matriculados. Justificamos a opção pelos estudantes matriculados tomando como base as palavras de Santos e Giraffa (2016, p. 2):
Ao estudar a temática do abandono a partir dos estudantes que permanecem, salientamos que um dos aspectos que reforçam esta
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
abordagem é a dificuldade de encontrar e contatar com os estudantes que não estão mais na instituição de ensino, muitos mudam de endereço, telefone, correio eletrônico e o vínculo entre IES e estudante acaba se perdendo. Entendemos que ao dar voz ao estudante que permanece, podemos de uma forma indireta, identificar as possíveis causas que poderiam levar ao abandono dos estudos e, assim, antecipar ações que objetivem a não saída do estudante.
Na seção seguinte explicitaremos a metodologia empreendida para alcançarmos o objetivo proposto.
## Metodologia
A pesquisa está sendo desenvolvida em uma instituição pública federal, isto é, trata-se de uma pesquisa em andamento. A coleta de informações de pesquisa está sendo feito junto a licenciandos que permanecem no curso por meio de um questionário escrito composto pelas seguintes quatro questões (onde 'X' é o nome da instituição):
- 1) a) Que motivos levaram você a entrar no curso de Licenciatura em Física X? b) Esse curso era de sua preferência ou na verdade você gostaria de realizar outro curso?
- 2) Você já pensou em abandonar o curso? Que motivos o levaram a isso?
- 3) Certamente você conhece pessoas que abandonaram o curso. Na sua visão, que motivos os levaram a isso, ou seja, quais são as causas da evasão no curso de Licenciatura em Física X?
- 4) Na sua opinião, que ações devem ser tomadas para evitar/reduzir a evasão de alunos do curso?
- A primeira questão do questionário tem o intuito de possibilitar a compreensão dos motivos que levaram os licenciandos a se matricularem no curso, bem como levantar se o curso era ou não a primeira opção deles. De fato, um estudante que não tinha determinado curso como primeira opção tende a encará-lo como algo provisório, ou seja, um estudante nessa condição tem maior probabilidade de abandoná-lo.
A segunda questão objetiva levantar potenciais causas de evasão do curso potenciais porque, para os licenciandos que participaram da pesquisa, elas não tiveram como consequência a evasão (lembrando que o questionário está sendo aplicado a estudantes que permanecem no curso e não a estudantes que já evadiram). Nesse sentido, para estudantes que já abandonaram o curso e porventura para licenciandos que ainda estejam matriculados e que futuramente venham a abandonar o curso (inclusive o próprio respondente da questão), essas causas potenciais podem se configurar como causas efetivas de evasão.
A terceira questão tem a finalidade de possibilitar a compreensão de quais têm sido, segundo os licenciandos matriculados, as causas efetivas da evasão no curso. Ao considerarmos que os respondentes têm colegas que já evadiram do curso, procuramos com essa questão levantar quais foram os motivos que provavelmente os levaram a isso, seja pelo olhar que o respondente faz da evasão de um ou alguns de seus colegas, seja por meio do compartilhamento de confissões/conversas que tiveram com aqueles que já não estão mais matriculados.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
A quarta questão objetiva possibilitar o conhecimento de soluções para a evasão propostas pelos próprios estudantes. Consideramos que o conhecimento das estratégias por eles vislumbradas é de fundamental importância para que os gestores e professores do curso sejam capazes de efetivar medidas que possam impactar positivamente os índices de permanência no curso.
Tendo em vista o fato de que se trata de uma pesquisa em andamento, neste trabalho apresentaremos apenas resultados e análises que dizem respeito às causas da evasão no curso de Licenciatura em Física investigado - o qual possui níveis de evasão de cerca de 70%. O processo de análise dos resultados se deu por meio da leitura das respostas dos participantes e do levantamento de tendências em suas respostas. Como um participante podia apontar diversos fatores que contribuem, em sua opinião, para a evasão do curso, as porcentagens apresentadas na seção seguinte deste trabalho superam 100%.
Por fim, vale observar que a pesquisa e todos os seus procedimentos, incluindo o questionário, foram aprovados pelo Comitê de Ética em Pesquisa da instituição.
## Resultados
Até o momento, 32 licenciandos em Física matriculados responderam ao questionário. Suas respostas nos permitiram elencar algumas das causas para a evasão discente no curso:
- a) Dificuldade nas disciplinas do curso, em acompanhar o raciocínio e as explicações dos professores, especialmente no que se refere à matemática associada à física - 30 menções (94% dos participantes).
Essa dificuldade foi atribuída principalmente a falhas de aprendizagem ocorridas nos ensinos fundamental e médio, mas também à falta de didática de alguns professores.
- b) Dificuldade em conciliar emprego, família e estudos - 14 menções (44% dos participantes).
Essa dificuldade foi apontada principalmente por estudantes que já possuem emprego e/ou são casados e/ou possuem filhos. Ela implica na falta de tempo para se dedicar aos estudos diante da necessidade de trabalhar e/ou de dar a atenção à família, bem como no cansaço e na dificuldade de concentração nas aulas após a jornada de trabalho e/ou o tempo dedicado à família.
- c) Expectativa de que a dificuldade em finalizar o curso não será recompensada com um bom emprego -12 menções (38% dos participantes)
Embora muitos licenciandos afirmem que gostam e que colegas já evadidos também gostavam do curso, a falta de perspectiva na conquista de um emprego com um bom salário quando de sua conclusão atua como fator contribuinte para a evasão. Nesse sentido, quando alguns estudantes decidem pesar, de um lado, a dificuldade do curso e todo o esforço que eles terão que despender com, do outro, as prováveis 'recompensas' que obterão no final, acabam optando por outras carreiras ou por buscar empregos que não tenham a exigência de formação em nível superior.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
- d) Dificuldade financeira - 7 menções (22% dos participantes).
Essa dificuldade foi apontada principalmente nos casos em que os estudantes tiveram que se mudar da casa de seus pais/familiares para realizarem o curso em outra cidade. Nesse sentido, quando as despesas com aluguel, alimentação, transporte etc. superam as possibilidades financeiras do estudante e de sua família, a evasão tende a ocorrer.
- e) Dificuldade em desenvolver o hábito de estudar - 4 menções (13% dos participantes).
No caso de estudantes que haviam cursado recentemente o ensino médio, essa dificuldade foi atribuída à inércia do hábito de não estudar após as aulas, uma vez que não o viam como necessário para tirarem boas notas e serem aprovados. Já no caso de estudantes que haviam cursado o ensino médio há muito tempo, essa dificuldade foi atribuída ao tempo que ficaram distante dos estudos.
## Considerações Finais e Perspectivas de Continuidade
Consideramos que o conhecimento das causas levantadas até o momento já possibilita a proposição de possíveis estratégias de ação no intuito de tentar minimizar o índice de evasão no curso de Licenciatura em Física investigado. Entre elas, podemos mencionar: a criação de grupos de estudo por parte de alunos e com o acompanhamento de monitores e/ou professores em horários extra aula; a disponibilização de monitores e/ou professores para realizar aulas/plantões de recuperação paralela voltados a estudantes - especialmente ingressantes - que não estejam conseguindo acompanhar as aulas; e a disponibilização de mais bolsas de auxílio alimentação/transporte/moradia.
Ainda que se refiram a um curso de Licenciatura em Física de uma instituição de ensino federal em específico, acreditamos que as causas para a evasão discente levantadas na seção anterior sejam similares às causas existentes em outras instituições. Nesse sentido, o conhecimento delas talvez possa favorecer a adoção de determinadas medidas também em outras instituições. Ainda assim, apontamos que o ideal seria realizar levantamentos amplos nos cursos de Licenciatura em Física de cada instituição - nesses casos, inclusive, o questionário por nós elaborado e aqui apresentado pode ser utilizado, seja em sua forma original ou após a realização reformulações.
As perspectivas imediatas para a continuidade deste trabalho são a finalização da aplicação dos questionários aos licenciandos em Física do curso, a finalização do levantamento das causas apontadas para a evasão e a realização do levantamento das possíveis soluções sugeridas por eles para o enfrentamento do problema.
## Referências
ALFA. Guia - Presentación. s/d. Disponível em: <http://www.alfaguia.org/www-alfa/index.php/es/proyecto-guia/presentacion.html>. Acesso em: 08 set. 2018.
ALMEIDA, J. B; SCHIMIGUEL, J. Avaliação sobre as causas da evasão escolar no ensino superior: estudo de caso no curso de licenciatura em física no
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Instituto Federal do Maranhão. Revista de Ensino de Ciências e Matemática , v. 2, n. 2, p. 167 178, 2011. -
ANDRIOLA, W. B.; ANDRIOLA, C. G.; MOURA, C.P. Opiniões de docentes e de coordenadores acerca do fenômeno da evasão discente dos cursos de graduação da Universidade Federal do Ceará (UFC). Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação , v. 14, n. 52, p. 365-382, 2006.
ARAUJO, I. S.; MAZUR, E. Instrução pelos colegas e ensino sob medida: uma proposta para o engajamento dos alunos no processo de ensinoaprendizagem de Física. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 30, n. 2, p. 362-384, 2013.
ARRUDA, S. M.; CARVALHO, M. A.; PASSOS, M. M.; SILVEIRA, F. L. Dados comparativos sobre a evasão em física, matemática, química e biologia da Universidade Estadual de Londrina: 1996 a 2004. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , v. 23, n. 3, p.418-438, 2006.
BAGGI, C. A. S.; LOPES, D. A. Evasão e avaliação institucional no ensino superior: uma discussão bibliográfica. Avaliação , v. 16, n. 2, p. 355-374, 2011.
DAVOK, D. F.; BERNARD, R. P. Avaliação dos índices de evasão nos cursos de graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC. Avaliação , v. 21, n. 2, p. 503-521, 2016.
LIMA, E.; MACHADO, L. A evasão discente nos cursos de licenciatura da Universidade Federal de Minas Gerais. Educação Unisinos , v. 18, n. 2, p. 121129, 2014.
LIMA JUNIOR, P.; OSTERMANN, F.; REZENDE, F. Análise dos condicionantes sociais da evasão e retenção em cursos de graduação em Física à luz da sociologia de Bourdieu. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , v. 12, n. 1, p. 37-60, 2012.
MASSI, L.; VILLANI, A. Um caso de contratendência: baixa evasão na licenciatura em química explicada pelas disposições e integrações. Educação e Pesquisa , v. 41, n. 4, p. 975-992, 2015.
SANTANA, O. C. Evasão nas Licenciaturas das Universidades Federais: entre a apetência e a competência. Educação , v. 41, n. 2, p. 311-327, 2016.
SANTOS, P. K.; GIRAFFA, L. M. M. Evasão em cursos de graduação presencias e virtuais de formaçao docente: um estudo a partir dos resultados do projeto Guia. In : Quinta Conferencia Latinoamericana sobre el abandono en la Educación Superior (V CLABES), 2015, Talca (Chile). Memorias ... Talca: Universidad de Talca, 2015.
SANTOS, P. K.; GIRAFFA, L. M. M. Permanência na graduação a distância na perspectiva dos estudantes: um estudo a partir da experiência do projeto Alfa Guia. In : Sexta Conferencia Latinoamericana sobre el abandono en la Educación Superior (VI CLABES), 2016, Quito (Equador). Memorias ... Quito: Escuela Politécnica Naciona, 2016.
SILVA FILHO, R. L. L.; MOTEJUNAS, P. R.; HIPÓLITO, O.; LOBO, M. B. C. M. A evasão no ensino superior brasileiro. Caderno de Pesquisa , v. 37, n. 132, p. 641-659, 2007.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
SOUZA, R. M.; GOMES JUNIOR, S. R. Programa de Educação Tutorial: Avanços na formação em física no Rio Grande do Norte. Revista Brasileira de Ensino Física, v. 37, n. 1, 2015.
TONTINI, G.; WALTER, S. A. Pode-se identificar a propensão e reduzir a evasão de alunos? Ações estratégicas e resultados táticos para instituições de ensino superior. Avaliação , v. 19, n. 1, p. 89-110, 2014.
\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_
Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.