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PRIMEIROS PASSOS PARA CARACTERIZAÇÃO DE UM SUBPROJETO DE FÍSICA DO PIBID COMO ATIVIDADE SOCIO-HISTÓRICA-CULTURAL

Walter Mendes Leopoldo, Valéria Silva Dias

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
Formação, Práticas E Desenvolvimento Profissional Docente
Tipo
Pôster

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Texto completo

## PRIMEIROS PASSOS PARA CARACTERIZAÇÃO DE UM SUBPROJETO DE FÍSICA DO PIBID COMO ATIVIDADE SOCIOHISTÓRICA-CULTURAL

## Walter Mendes Leopoldo 1 , Valéria Silva Dias 2

1

Programa de Pós-Graduação Interunidades em Ensino de Ciências/USP, walter.leopoldo@usp.br 2 Instituto de Física/USP, vsdias@if.usp.br

## RESUMO

O objetivo deste trabalho é caracterizar um subprojeto de Física do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência como uma Atividade Sócio-Histórico-Cultural. Este trabalho faz parte de uma pesquisa mais ampla que visa investigar o papel da supervisão na formação inicial de professores em dois contextos distintos, no PIBID e no estágio curricular obrigatório. Neste recorte tomamos o contexto do PIBID e detalhamos a dinâmica desenvolvida em 2015 por parte dos integrantes de um subprojeto de Física integrante do Projeto Institucional da Universidade de São Paulo. Apresentamos um breve histórico do contexto de criação do Programa, bem como os elementos fundamentais da Teoria da Atividade. Conseguimos identificar no subprojeto quatro tipos de sujeitos . Eles fazem parte da comunidade que tem como objeto a formação inicial e continuada de professores em lócus e a melhoria das aulas de Física nas escolas de Educação Básica, que estrutura a atividade . Identificamos algumas das regras e instrumentos utilizados pelos sujeitos a partir da divisão social do trabalho que organiza as múltiplas responsabilidades que os sujeitos assumem dentro da atividade. Embora consideremos que uma caracterização preliminar tenha sido bem sucedida, apontamos que é necessário desenvolver aprofundamentos na análise desenvolvida, procurando evidenciar os múltiplos sentidos que estes sujeitos empregam à Atividade , evidenciando as contradições inerentes ao sistema .

Palavras-chave: Teoria da Atividade; subprojeto Física do PIBID; formação de professores, supervisão.

## INTRODUÇÃO

No mês de maio de 2007 a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CEB/CNE) divulgou em relatório intitulado 'Escassez de professores no Ensino Médio: Propostas estruturais e emergências', contendo dados sobre diversos problemas da Educação Básica (EB) baseados no Censo Escolar de 2005. Como destaque desse relatório, apontamos o baixo percentual de docentes com formação em curso de licenciatura na disciplina de atuação

Apenas em Língua Portuguesa, Biologia e Educação Física há mais de 50% dos docentes em atuação que têm licenciatura na disciplina ministrada. A situação mais preocupante é na disciplina de Física, em que esse percentual fica apenas em 9%! A disciplina de Química não está muito atrás, com 13%. (Brasil, 2007, p. 16, grifo nosso).

Nesse relatório, os conselheiros indicaram um conjunto de 'Soluções e Proposições', dentre as quais, a criação imediata de bolsas de incentivo à docência, com prioridade para licenciandos de cursos de Química, Física, Matemática e Biologia. Segundo o relatório, essa medida, visaria 'valorizar o futuro professor e despertar a motivação das universidades pela educação básica, e também aumentaria

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a demanda pelos cursos de Licenciatura, com impacto direto na qualidade discente.' ( ibidem , p. 22).

Em resposta às demandas apresentas pela CEB/MEC, em setembro de 2007 a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (CAPES), por meio da Diretoria de Formação de Professores da Educação Básica (DEB) lançou o Edital MEC/CAPES/FNDE nº1/2007, dando início ao Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID).

Desde então, como apontado por Silva (2015), o PIBID tem se apresentado como um programa importante na formação e permanência de estudantes de diferentes licenciaturas em todo o país. O Programa apresenta uma estrutura na qual as Instituições de Ensino Superior (IES) participantes elaboram um Projeto Institucional composto por subprojetos. Os subprojetos podem ser multidisciplinares ou estarem relacionados a uma disciplina (ou curso) específica.

No presente trabalho, pretendemos desenvolver a caracterização de um subprojeto de Física do PIBID-USP utilizando o referencial da Teoria Sócio-HistóricoCultural da Atividade ou, simplesmente, Teoria da Atividade (Engeström, 2001). Acreditamos que essa caracterização nos auxiliará a compreender a teia de relações da qual os sujeitos participantes do subprojeto estão envolvidos (Ribeiro, 2016). Este trabalho faz parte de uma investigação mais ampla, na qual pretendemos investigar o papel do professor supervisor na formação inicial de professores em dois contextos distintos: o Estágio Curricular Obrigatório e o PIBID.

## TEORIA DA ATIVIDADE

A Teoria da Atividade tem raízes nas pesquisas de Lev Vigotski (Engeström, 2001), que defende, entre outras coisas, que toda a ação humana é mediada através de 'um processo de intervenção de um elemento intermediário numa relação' (Oliveira, 2000):

Figura 01: Modelo da Ação Mediada de Vygotsky. Fonte: Engeström, 2001

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Aprofundando as contribuições trazidas por Vigotsky (Oliveira, 2000; Engeström, 2001; Camillo, 2011), nos deparamos com as contribuições feitas por Alexei Leontiev. Esse autor defende que toda atividade humana se estrutura a partir de uma necessidade , um motivo . A atividade (com seu motivo) é composta quando se coordena ações (com fins específicos), que por sua vez são geradas quando há a coordenação de operações (condições instrumentais).

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Figura 02: A estrutura da atividade proposta por Leontiev. Fonte: Rodrigues, 2013.

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Podemos trazer como exemplo de Atividade Humana o ato de dirigir. Dependendo do nível de interiorização, de conscientização dos elementos que compõem o ato de dirigir (fins e condições instrumentais), um mesmo elemento pode se constituir como operação ou como ação, que se coordenam para o desenvolvimento de diferentes atividades. Vejamos os casos de motoristas iniciantes e experientes. Para o motorista iniciante podemos tomar como atividade o aprender a dirigir, estruturada na necessidade de desempenhar a direção. Para isso, necessitará desempenhar ações como trocar de marcha, respeitar a sinalização de trânsito, controlar o volante, etc. Para desenvolver a ação de trocar a marcha, o motorista terá de desempenhar as operações de pisar na embreagem e soltá-la vagarosamente, olhar para o câmbio para ver as posições das marchas, etc. Para o motorista experiente podemos tomar como atividade o ir de casa ao trabalho de carro, estruturada na necessidade de chegar rapidamente no serviço. Para isso, uma das ações que desempenhará será dirigir. Para desenvolver essa ação o motorista desempenhará as operações de trocar de marcha, respeitar a sinalização de trânsito, controlar o volante, etc.

Engreström (2001) ampliou as contribuições de Leontiev tomando por base a importância dos instrumentos como mediadores para a interação sujeito e objeto, reforçando a visão de que o ser humano só se torna ser humano em comunidade e, por conta disso, torna-se dissociável da mesma. Para isso, acrescentou à unidade de análise dessa teoria as regras como mediação entre sujeitos e comunidade, e a divisão social do trabalho como mediação entre objeto e comunidade (Figura 03).

Figura 03: A estrutura de um sistema de atividade humana. Fonte: Engestöm, 2001.

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Podemos considerar, de maneira simplificada, que os elementos constituintes da Atividade, conforme esta modelagem, são:

Sujeito (S): aquele que, a partir de um motivo, desempenha Ações da Atividade;

Objeto (O): o motivo, o elemento pelo qual a Atividade se estrutura e é desenvolvida;

Instrumentos (I): o elemento mediador entre o Sujeito e Objeto;

Comunidade (C): conjunto social que compartilham o objeto da Atividade;

Regras (R): normas que gerem o funcionamento da Comunidade e concretizam-se nas tarefas desempenhadas por cada sujeito;

Divisão Social do Trabalho (D): tarefas e funções desenvolvidas por cada Sujeito da Atividade, estruturadas de forma a articular suas Ações e da Comunidade.

Engeström (2001) defende ainda que podemos resumir a proposta de sistemas interligados de atividades auxiliados por cinco princípios: a unidade de análise, a multivocalidade, a historicidade, as contradições e os ciclos expansivos.

- O princípio da unidade de análise indica que sujeitos mediados por artefatos e orientados para um objeto trabalham individual ou coletivamente. As ações e operações desempenhadas só podem ser compreendidas quando analisadas dentro de todo o contexto dos sistemas de atividades.
- O princípio da multivocalidade revela que o sistema de atividades é constituído por múltiplos pontos de vista, tradições e interesses, criando diferentes posições para indivíduos por meio da divisão social do trabalho. Sendo uma fonte de ' problemas e uma fonte de inovação, exigindo ação e tradução ' ( ibidem; p. 76 ).
- O princípio da historicidade indica a necessidade de se estudar como a história dos conceitos e instrumentos moldaram o sistema de atividade, pois só podemos entender seus problemas e potencialidades por meio da sua história.
- O princípio das contradições refere-se às tensões estruturais historicamente acumuladas que são centrais no sistema de atividades por gerarem perturbações e ' conflitos, mas também, inovações visando mudar a atividade ' ( ibidem, p. 77).
- O princípio dos ciclos expansivos indica uma recontextualização 'do objeto e dos motivos da atividade, envolvendo um horizonte mais amplo de possibilidades do que no modo anterior das atividades ' ( idem ).

Na próxima seção, apresentaremos a dinâmica do subprojeto Física do PIBIDUSP que caracterizaremos adiante com o referencial apresentado.

## SUBPROJETO DE FÍSICA DO PIBID-USP

Nesta seção apresentaremos a dinâmica de trabalho desenvolvida por um grupo do subprojeto de Física do PIBID-USP.

- A dinâmica apresentada foi desempenhada no ano de 2015, no qual o subprojeto Física do PIBID-USP era constituído por 30 (trinta) licenciandos bolsistas, estudantes do Instituto de Física da USP (IFUSP), por 6 (seis) professores supervisores de escolas de EB localizadas no estado de São Paulo (cinco delas

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pertencentes a Rede Estadual de Ensino, localizadas na capital do Estado, e uma pertencente a Rede Municipal de Ensino da cidade de Barueri, pertencente a região metropolitana de São Paulo) e por duas professoras coordenadoras do IFUSP.

No começo do ano letivo, cada uma das coordenadoras responsabilizou-se por acompanhar um conjunto de 3 (três) escolas e 15 (quinze) licenciandos, estabelecendo objetivos e metas específicos para cada conjunto, estipulados a partir das especificidades e demandas apresentadas pelos supervisores.

Detalharemos a dinâmica do trabalho de um grupo composto por 5 (cinco) licenciandos, desenvolvida no Programa em parceria com uma Escola Estadual localizada na Zona Leste da cidade de São Paulo.

A supervisora da escola da Zona Leste era licenciada em Física e trabalhava há muitos anos em escolas das redes pública e privada. Na rede pública, trabalhava com turmas regulares de Física do período noturno (19h00 às 23h00), nas quintas e sextas-feiras. Em 2015 atendia 5 (cinco) turmas de terceiros anos do Ensino Médio que contava com presença rotativa de 20 (vinte) alunos por sala de aula.

Semanalmente os licenciandos, divididos em duplas e trios, acompanhavam duas aulas da professora supervisora, observando as aulas ministradas e, sempre que possível, desenvolvendo pequenas intervenções como auxiliar aos alunos da EB em exercícios propostos e no direcionamento de experiências realizadas no laboratório de Ciências (relacionadas, principalmente, aos conteúdos de Eletricidade e Magnetismo) e/ou a regência de aulas planejadas coletivamente.

Também semanalmente, o grupo se reunia no IFUSP, com a coordenadora, os supervisores e os outros grupos, para estudo de Referenciais Metodológicos (como os Três Momentos Pedagógicos), Estratégias de Ensino (como uso experimentação, de simulações computacionais), Conteúdos Específicos (como História e Filosofia da Ciência, Ciência, Tecnologia e Sociedade); para relatar as vivências da semana nas escolas, e preparar a seguinte, com desenvolvimento de planos de aula e/ou sequências didáticas sobre Circuitos Elétricos, Lei de Ampère, Física de Partículas e outros conteúdos do Currículo Estadual de Ensino.

Além dos encontros presenciais, o coletivo construiu um grupo em um mensageiro virtual e uma página de Moodle , na qual compartilhou planos de aula, textos acadêmicas e de divulgação científica sobre os diversos conteúdos científicos, divulgou eventos que julgavam de interesse do coletivo e relatos de vivência na escola de EB e as atas das reuniões.

Semestralmente, os integrantes do coletivo deveriam redigir e entregar um relatório apresentando suas observações, produções e reflexões desenvolvidas no Projeto durante o período letivo. No segundo semestre todos deveriam participar do Encontro PIBID USP, evento no qual todos subprojetos pertencentes ao Projeto Institucional compartilhariam as vivências e saberes desenvolvidos até então.

Observava-se uma preocupação da coordenadora do subprojeto em promover o questionamento das ações planejadas e relatadas pelos integrantes do subprojeto, buscando desenvolver uma visão que superasse modelos de ensino historicamente consolidados, seja pelos anos de prática docente, seja pela vivência enquanto discente. E ainda uma preocupação com a performance dos licenciandos em aula, buscando a compreensão e adequação das práticas à realidade escolar vivenciada, contribuindo para as formações inicial e continuada dos participantes do

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subprojeto. Este olhar, sempre presente nas discussões e conversas trocadas pelos integrantes do grupo, contribuíam na construção de aulas mais interativas e que dialogassem com os alunos da escola, resultando na melhoria das aulas na escola de EB.

## O SUBPROJETO E A TEORIA DA ATIVIDADE

Nesta seção, buscamos fazer uma caracterização do subprojeto de Física do PIBID-USP com a modelagem apresentada pela Figura 03. Acreditamos que a utilização desse referencial teórico-metodológico para análise do PIBID possa contribuir para a compreensão e investigação do sistema complexo que ele constitui. Para isso, iniciaremos evidenciando mediações que devem ser observadas no processo investigativo segundo o referencial teórico.

- O Objeto que dá sentido ao subprojeto é o de fomentar a formação inicial e continuada de professores de Física no lócus de atuação (escola de EB) de forma a desenvolver uma melhoria na qualidade das aulas de Física (no presente e no futuro).

## Os Sujeitos basilares do grupo são:

- o A supervisora , professora da escola de EB;
- o Os alunos , estudantes da escola de EB pertencentes às turmas em que há participação dos licenciandos bolsistas.
- o Os licenciandos são estudantes bolsista do curso de Licenciatura em Física do IFUSP;
- o A coordenadora de área , a docente universitária responsável por três grupos do subprojeto.

Entretanto, vale ressaltar que estes são sujeitos de base e que para determinadas ações existe uma reconfiguração dos sujeitos da atividade.

Devido a existência de múltiplos Sujeitos, observamos a existência de múltiplos pontos de vista (multivocalidade), gerando assim, diferentes Atividades, geradas por distintos motivos. Faz-se necessária uma Divisão Social do Trabalho (D) que é concretizada na (re)formulação de planejamentos de aulas e blocos da disciplina da EB, na disponibilização de materiais e infraestrutura para o desenvolvimento de regências, nas observações, nas ações desenvolvidas e retornos sobre as aulas presenciadas.

Embora em ações específicas essa configuração possa mudar, a Comunidade é constituída essencialmente pelos Sujeitos pertencentes ao grupo do subprojeto Física do PIBID-USP (coordenadora de área, supervisora e licenciandos) e Turmas de Terceiros Anos do Ensino Médio da escola de EB.

As Regras (R) básicas são participar assiduamente das ações desenvolvidas na escola de EB e no IFUSP, elaborar os relatórios periódicos, participar de eventos institucionais relacionados ao Projeto e sustentar o contrato didático firmado com os Alunos.

Os Instrumentos (I) são utilizados nas discussões realizadas na instituição de Ensino Superior (Planos de Aula, Sequências didáticas, Artigos acadêmicos e de divulgação científica, Relatos e Reflexões de Observações de Aula e Regências, vínculos interpessoais, Currículo, etc.), no trabalho desenvolvido nas escolas de EB

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(Infraestrutura e recursos didáticos disponíveis) e nas relações interpessoais (ferramentas virtuais, Mensageiros e Moodle ).

Na Figura 04 procuramos construir uma síntese em forma de diagrama, partindo da estrutura de um Sistema de Atividades.

Recursos diversos, Moodle , Mensageiro Virtual, infraestrutura escolar, relações interpessoais

Figura 04: Diagrama da Atividade do subprojeto Física do PIBID-USP.

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## CONSIDERAÇÕES FINAIS

No presente trabalho buscamos apresentar uma caracterização preliminar de um Subprojeto do PIBID utilizando a Teoria Socio-Histórico-Cultural da Atividade. Fizemos o exercício de elencar os elementos constituintes do PIBID a partir do modelo conceitual apresentado por Engeström (2001). Nesta leitura, conseguimos identificar quatro tipos de sujeitos. Eles fazem parte da comunidade que tem como objeto a formação inicial e continuada de professores em lócus e a melhoria das aulas de Física nas escolas de EB, que estrutura a atividade. Identificamos algumas das regras e dos instrumentos utilizados pelos sujeitos a partir da divisão social do trabalho que organiza as múltiplas responsabilidades que os sujeitos assumem dentro da atividade. No entanto, é necessário desenvolver aprofundamentos na análise desenvolvida, procurando evidenciar os múltiplos sentidos que estes sujeitos empregam à Atividade, evidenciando as contradições inerentes ao sistema.

Esperamos que esse trabalho possa contribuir com as pesquisas da área que envolvem o PIBID ou a Teoria da Atividade, assim como contribuirá para nossa pesquisa ampliada, na qual investigamos como professores supervisores entendem seu papel como formador de novos professores e o impacto dessa atividade em seu desenvolvimento profissional.

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## REFERÊNCIA S

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