Análise do Desempenho Acadêmico de Um Curso de Licenciatura em Física
Gabriela Mikoaski, Tiago Belmonte Nascimento, Paulo Vinícius Rebeque
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 28/01/2019
- Linha de pesquisa
- Formação, Práticas E Desenvolvimento Profissional Docente
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## ANÁLISE DO DESEMPENHO ACADÊMICO DISCENTE DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM FÍSICA
Gabriela Mikoaski 1 , Tiago Belmonte Nascimento 2 , Paulo Vinícius Rebeque 3
- 1 Instituto Federal do Rio Grande do Sul, gabrielamikoaski@gmail.com
- 2 Instituto Federal do Rio Grande do Sul, tiago.nascimento@bento.ifrs.edu.br
- 3 Instituto Federal do Rio Grande do Sul, paulo.rebeque@bento.ifrs.edu.br
## Resumo
Apresenta-se neste trabalho um estudo inicial sobre o curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul campus Bento Gonçalves (IFRS/BG), especificamente sobre parâmetros relativos ao desempenho acadêmico do corpo discente deste curso de graduação. Neste contexto, agrupou-se os seguintes dados junto à Coordenadoria de Registros Escolar do IFRS/BG: número de vagas ofertadas, número de estudantes matriculados, número de estudantes que evadiram e número de estudantes que concluíram. Ademais, para analisar o percentual de aprovação/reprovação dos discentes nas disciplinas de Física e Matemática ofertadas no primeiro semestre, reuniu-se os diários de classe destas disciplinas conforme o ano de ingresso de cada turma. Com quase 10 anos de existência, o curso de Licenciatura em Física formou, até Dezembro de 2017, 35 professores, o que representa apenas 16% do total de matriculados. Consequentemente, identificou-se um elevado percentual de evasão, estudantes que por diversos motivos abandonaram o curso antes de concluírem, restando ainda um pequeno percentual de estudantes retidos (que estão matriculados no curso, mas não o concluíram no tempo mínimo de quatro anos). Quanto à análise do desempenho acadêmico nas disciplinas de Física e Matemática, embora exista um considerável índice de reprovação, encontra-se que com o passar dos anos houve uma melhora desses índices, possivelmente, resultado de mudanças curriculares que ocorreram conforme o curso foi se desenvolvendo e se adequando as demandas identificadas.
Palavras-chave : Licenciatura em Física, corpo discente, desempenho acadêmico.
## Introdução
O curso presencial de Licenciatura em Física do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul campus Bento Gonçalves (IFRS/BG) tem por finalidade a formação inicial de professores de Física para atuarem na Educação Básica, bem como preparar seus egressos para a continuidade de formação em outros níveis, como na pós-graduação, cursos de mestrado e doutorado, por exemplo. Criado em 2009, o referido curso oferta desde então 35 vagas a cada ano, sendo o tempo mínimo de conclusão de oito semestres letivos. Além disso, as atividades de ensino, aulas presenciais das componentes curriculares, ocorrem no período noturno, de maneira interligada com outras atividades acadêmicas, tais como Pesquisa e Extensão (IFRS, 2017).
Do ponto de vista histórico, o curso de Licenciatura em Física do IFRS/BG surgiu, sobretudo, por uma necessidade institucional intrínseca aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IF), qual seja: de ofertar o mínimo de 20% de suas vagas para os cursos de Licenciatura, em especial, nas áreas de
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Ciências (Biologia, Física e Química) e Matemática (BRASIL, 2008). Para além, pautado no princípio da verticalização do ensino, isto é, de abrigar no mesmo ambiente vários níveis de ensino (médio e/ou técnico, graduação e pós-graduação), os IF também devem garantir a oferta de 50% de suas vagas para a educação profissional técnica de nível médio, além de outras modalidades de graduação (tecnólogos, bacharelados e engenharias) e pós-graduação stricto e lato sensu .
Quanto ao curso de Licenciatura em Física do IFRS/BG propriamente dito, por ter sido criado em 'regime de urgência', teve que passar por várias mudanças estruturais e curriculares (SECCO, REBEQUE e SOUZA, 2017), tanto para se adequar ao cenário de reformulação das diretrizes nacionais para a formação de professores (DECONTO, OSTERMANN e CAVALCANTI, 2016), quanto para construir um ambiente de afirmação do próprio IFRS/BG, enquanto instituição de ensino que oferta cursos para a formação de professores (IFRS, 2011).
Perto de completar 10 anos de existência, tem-se na literatura estudos sobre a evolução histórica do projeto pedagógico e seus modelos formativos (SECCO, 2016) e sobre características dos trabalhos de conclusão de curso produzidos neste contexto (CASSINELE, 2018). Com o objetivo de ampliarmos as investigações acerca deste objeto, apresenta-se neste trabalho uma investigação sobre o corpo discente, nomeadamente, sobre o desempenho acadêmico destes ao longo dos anos em que o curso é ofertado. Nesse sentido, busca-se empreender um estudo de natureza quantitativa sobre alguns indicadores globais do curso de Licenciatura em Física do IFRS/BG, relativos aos estudantes matriculados, evadidos e concluintes. Como objetivos específicos, volta-se o olhar para as disciplinas básicas da área de Física e Matemática presentes no primeiro semestre da matriz curricular para determinar o percentual de retenção dos discentes que cursaram essas disciplinas e refletir sobre o desempenho de cada turma de ingressantes. Para finalizar, em relação aos egressos, realizou-se uma análise sobre o tempo de permanência destes, período que compreende o ano de ingresso até a conclusão do curso.
## Procedimentos Metodológicos
Conforme os objetivos estabelecidos para a presente pesquisa, realizou-se uma análise do desempenho acadêmico do corpo discente da Licenciatura em Física do IFRS/BG. Para tal, recorreu-se aos dados quantitativos disponíveis na Coordenadoria de Registros Acadêmicos (CRA) do campus , no período compreendido entre os anos de 2009 e 2017, tais como: número de vagas ofertadas, número de estudantes matriculados, número de estudantes que evadiram o curso e número de estudantes que concluíram o curso.
Todos os dados da pesquisa foram coletados em dezembro de 2017 e organizados de acordo com o ano de ingresso de uma específica turma, ou seja, a primeira turma tem como referência o ano de 2009, a segunda turma o ano de 2010 e assim sucessivamente. Isto posto, realizou-se uma análise quantitativa, em termos de percentual, para cada categoria: matriculados, evadidos e concluintes, sendo para esta última categoria determinado o tempo de permanência médio dos egressos. Além disso, a partir de diários de classe (registros que cada professor faz para cada disciplina que ministra), analisou-se os dados referentes às disciplinas de Física e Matemática ofertadas para cada turma de ingressante, de acordo com a grade curricular em vigência.
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Em resumo, a metodologia de análise consistiu em agrupar os dados referentes ao corpo discente de cada turma formada de 2009 a 2017, de modo a categorizar a situação dos estudantes da Licenciatura em Física do IFRS/BG em: permanentes (estudantes que estavam regularmente matriculados), evadidos (considerados como ex-estudantes, pois desistiram do curso) ou concluintes (estudantes que cumpriram todas as exigências para a obtenção do título).
## Resultados e Discussão
A primeira etapa da pesquisa foi identificar não o número de vagas ofertadas em cada ano, mas sim o número de ingressantes, uma vez que pode ocorrer o não preenchimento de todas as vagas ofertadas (tornando-se vagas ociosas), ou ainda, de ingresso para estudantes via transferência ou para pessoas portadoras de diploma. Por essas razões, o número de ingressante (de estudantes matriculados no primeiro semestre do curso) pode ser maior ou menor do que as 35 vagas ofertadas anualmente no processo seletivo, conforme tabela abaixo.
Tabela 01: número de ingressantes no curso de Licenciatura em Física do IFRS/BG para cada ano de oferta do curso.
Por um lado, percebeu-se que das nove turmas formadas até 2017, apenas três delas iniciaram o semestre com vagas ociosas, isto é, vagas que foram ofertadas no processo seletivo e não ocupadas. Por outro lado, por conta de uma turma com exatos 35 matriculados e outras cinco turmas com número superior, em média, o curso em questão possui o número de 36 ingressantes por turma.
Considerando que o período mínimo para conclusão do curso é de quatro anos 1 , apenas as seis primeiras turmas, com início nos anos de 2009 até 2014, pode ter concluintes. Nesta perspectiva, conforme figura 1, identificou-se que até o final do ano de 2017, apenas 16% do total de ingressantes concluíram este curso.
Figura 1: situação dos estudantes paras as primeiras seis turmas do curso de Licenciatura em Física do IFRS/BG - Dezembro de 2017.
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Este percentual poderá ser elevado, pois ainda há 22 estudantes nessas turmas que poderão concluir do curso (estudantes retidos). Porém, mesmo considerando a possível conclusão de todos, o percentual total de egressos será um pouco maior que 26%. Esse resultado nos revela um baixo percentual de formandos para o curso, mas que não foge de percentuais encontrados para as licenciaturas em geral (PINTO, 2014) ou mesmo para as licenciaturas específicas da área de Ciências da Natureza e Matemática (ARAUJO e VIANNA, 2011).
Ainda em relação à figura 01, pode-se determinar o percentual aproximado de evasão para cada uma das seis turmas, quais sejam, respectivamente: 66%, 52%, 73%, 72%, 95%, 73%. Embora sejam percentuais elevados, não há ainda como identificar possíveis fatores para a evasão dos estudantes do curso em questão, sendo uma possibilidade a realização de estudos similares ao de Lima Júnior, Ostermann e Rezende (2012), sobre os condicionantes sociais de evasão e retenção para o caso de outro curso de Física (bacharelado e licenciatura).
Sobre os 35 concluintes do curso, apresenta-se a seguir uma análise relativa ao período de permanência destes no IFRS/BG, a qual constata-se que os estudantes levaram em média 5 anos para concluírem o curso e que, destes 35, 18 estudantes se formaram no tempo mínimo (3 ou 4 anos). Abaixo, um gráfico sobre o percentual de concluintes por tempo de permanência.
Figura 02: tempo de permanência dos estudantes concluintes das seis primeiras turmas do curso de Licenciatura em Física do IFRS/BG - Dezembro de 2017.
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Partindo para uma análise que engloba todas as nove turmas, realizou-se um levantamento do desempenho acadêmico dos discentes nas disciplinas de Física e Matemática do primeiro semestre. Nesse sentido, convém esclarecer que para o período que está sendo analisado há três configurações de matrizes curriculares para o primeiro semestre, de modo que analisou-se as seguintes disciplinas: Ciência experimental I, Física I e Cálculo I (turma 2009); Física Experimental I, Física Geral I e Cálculo I (turmas de 2010 a 2013); Introdução à Física, Matemática Básica e Cálculo I (turmas de 2014 a 2017), além de Física Geral I e Física Experimental I que estavam no segundo semestre desta última grade curricular.
Nesta análise, pode-se ter quatro possibilidades para os estudantes: aprovado (que atingiram a nota mínima exigida), reprovado (que pode ser por não atingir a nota ou a frequência mínima exigida), aproveitamento (que cursaram a disciplina em outra instituição) e cancelamento (que pode ser por trancamento de matrícula, desistência da disciplina ou desistência do curso).
Apresenta-se na sequência os gráficos do desempenho acadêmico dos estudantes de acordo com a configuração de matriz curricular que acima foi descrito.
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Figura 03: desempenho acadêmico do corpo discente nas disciplinas do primeiro semestre da grade curricular de 2009.
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Figura 04: desempenho acadêmico do corpo discente nas disciplinas do primeiro semestre da grade curricular de 2010 a 2013.
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Figura 05: desempenho acadêmico do corpo discente nas disciplinas do primeiro semestre da grade curricular de 2014 a 2017.
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Figura 06: desempenho acadêmico do corpo discente nas disciplinas do segundo semestre da grade curricular de 2014 a 2017.
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Pensando na evolução da disciplina de Física I, ofertada no primeiro semestre para as grades curriculares de 2009 até 2013, tem-se que em todos os anos o número de estudantes reprovados foi maior do que o número de estudantes aprovados. Contudo, a partir de 2014, essa disciplina passou para o segundo semestre, de modo que no primeiro semestre começou a ser ofertada a disciplina de Introdução à Física. Nesta configuração de matriz curricular, o objetivo da primeira disciplina está em uma abordagem da Física em nível de Ensino Médio, no sentido de preparar os ingressantes para os próximos semestres do curso. De fato, percebese uma melhora nesta questão, pois há um maior quantitativo de estudantes aprovados, tanto em Introdução à Física, quanto em Física Geral I.
Quanto às disciplinas de caráter prático-experimental (Ciência Experimental I e Física Experimental I), identificou-se em todos os casos um grande índice de aprovação dos estudantes. Tal resultado pode estar associado ao contexto avaliativo dessas disciplinas que, diferente do tradicionalismo de provas dissertativas, esta pautado em relatórios acadêmicos que consistem na descrição e análise de práticas experimentais realizadas durante as aulas.
Por fim, no que diz respeito às disciplinas de Matemática, a disciplina de Cálculo I sempre foi ofertada no primeiro semestre e mantendo a mesma ementa. Com isso, apesar de na turma de 2009 ter um maior número de aprovações, globalmente tem-se um elevado índice de reprovação nesta disciplina. Ainda, mesmo no cenário em que Cálculo I é ofertado concomitante à Matemática Básica (disciplina coloca no currículo com o mesmo objetivo de Introdução à Física), também se registrou um elevado índice de reprovação. Em verdade, uma análise melhor sobre essa questão poderá ser feita nos próximos anos, uma vez que na grade curricular de 2018 a disciplina de Cálculo I passou a ser ofertada no segundo semestre, seguindo a lógica de Introdução à Física e Física Geral I.
## Considerações Finais
Desde a abertura do curso de Licenciatura em Física no IFRS/BG, em 2009, do total de estudantes que se matricularam nas seis primeiras turmas, apenas 35 concluíram o curso. Mesmo considerando que os estudantes destas turmas ainda matriculados se formarão (estudantes retidos, no sentido de que não concluíram o curso no tempo mínimo de quatro anos), este percentual chegará próximo de 26%.
Ao analisar o desempenho acadêmico dos discentes nas disciplinas de Física e Matemática, ofertadas no primeiro semestre do curso, conforme matriz curricular, nota-se um elevado percentual de reprovações, mas que com o passar dos anos, com as novas configurações curriculares (destaque para a inclusão da disciplina de Introdução à Física no primeiro semestre e Física Geral I no segundo semestre), tem apresentado percentuais menores. Nesta perspectiva, pode haver uma melhora no índice dos formandos por turmas, uma vez que se nota um menor quantitativo de estudantes reprovados nas disciplinas do primeiro semestre do curso. No entanto, é preciso um maior número de turmas para se avançar neste estudo específico.
Os indicadores do desempenho acadêmico dos discentes pode revelar a importância das mudanças curriculares ocorridas com o passar dos anos. De fato, tendo sido um curso criado em 'regime de urgência' (SECCO, REBEQUE e SOUZA, 2017), o curso de Licenciatura em Física do IFRS/BG está aos poucos construindo uma identidade, um contexto educacional voltado para a formação de professores.
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Para encerrar, reconhece-se que as investigações aqui apresentadas possuem um caráter inicial, uma espécie de primeiro levantamento. Por isso, mais do que apresentar características e conclusões sobre o objeto analisado, estas primeiras análises indicam caminhos promissores para futuras investigações, tais como: índices de aproveitamento do curso (relação entre o tempo de conclusão e os concluintes), índices de retenção em todas as disciplinas (não somente as de Física e Matemática), sobre prováveis motivos para evasão e retenção, sobre o campo de atuação dos egressos, entre outras possibilidades.
## Agradecimentos
Ao IFRS campus Bento Gonçalves, que fomenta este projeto através do Edital n° 51/2017, vinculado ao Edital PROPPI n° 70/2017 - Fomento Interno 2018/2019.
## Referências
ARAUJO, R. S.; VIANNA, D. M. (2011). A carência de professores de Ciências e Matemática na educação básica e a ampliação das vagas no ensino superior. Ciência & Educação . v. 17, n. 4, p. 807-822.
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CASSINELLI, A. B. (2018). Análise e Caracterização dos trabalhos de conclusão de curso da Licenciatura em Física do IFRS/BG . Trabalho de Conclusão de Curso. Instituto Federal do Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves, 2016.
DECONTO, D. C. S., CAVALCANTI, C. J. H.; OSTERMANN, F. (2016). Incoerências e contradições de políticas públicas para a formação docente no cenário atual de reformulação das diretrizes curriculares nacionais. Caderno Brasileiro de Ensino de Física . v. 3, n. 1, p. 194-222.
IFRS. (2010). Regimento Geral do IFRS . Disponível em: https://ww1.ifrs.edu.br/site/ midias/arquivos/20107615252937regimento\_geral\_do\_ifrs\_05-08-2010.pdf. Acesso em 23/06/2018.
IFRS. (2017). Projeto Pedagógico do curso de Licenciatura em Física . Disponível em: https://bento.ifrs.edu.br/site/midias/arquivos/2018114143425 650pp\_-fisica\_2017.pdf. Acesso em 23/06/2018. Acesso em 23/06/2018.
LIMA JR, P.; OSTERMANN, F.; REZENDE, F. Análise dos condicionantes sociais de evasão e retenção em cursos de graduação em Física à luz da sociologia de Bourdieu. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências . v. 12, n.1, p. 37-70, 2012.
PINTO, J. M. de R. O que explica a falta de professores nas escolas brasileiras? Jornal de Políticas Educacionais . N° 15, p. 03-12, 2014.
SECCO, D. A investigação dos modelos formativos docentes em um curso de formação inicial de Professores de Física . Trabalho de Conclusão de Curso. Instituto Federal do Rio Grande do Sul, Bento Gonçalves, 2016.
SECCO, D.; REBEQUE, P. V.; SOUZA, J. Análise da evolução dos projetos pedagógicos de um curso de formação inicial de professores de Física. TEAR: Revista de Educação, Ciência e Tecnologia . v. 6, n. 2, p. 1-21, 2017.
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