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O USO DE SOFTWARE DE SIMULAÇÃO E APLICATIVOS NA PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

Reinaldo Pereira, Daniel Filho, Domingos Neto, Rodrigo Vaz, Cleidiane Costa

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## O USO DE SOFTWARE DE SIMULAÇÃO E APLICATIVOS NA PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA

## Reinaldo de Lima Pereira 1 Daniel Bezerra de Maria Filho 2 Domingos dos Santos Pureza Neto 3 Rodrigo Pinheiro Vaz 4 Cleidilane Sena Costa 5

reinaldopereira1414@gmail.com

2 Universidade Federal do Pará/ Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia /

filhodaniel468@gmail.com

3 Universidade Federal do Pará/ Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia /

d.netont@gmail.com

4 Universidade Federal do Pará/ Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia /

rodrigopvaz84@gmail.com

5 Universidade Federal do Pará/ Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia/

cleidilane@ufpa.br

## Resumo

Este trabalho apresenta os resultados iniciais de uma metodologia que utiliza recursos tecnológicos para ensinar Física aos estudantes da educação básica, em especial para aqueles com deficiência auditiva, com o intuito de minimizar a evasão escolar e dá suporte a conhecimentos na área de ciências. Pretende-se oferecer recursos alternativos aos professores da educação básica, a fim de elaborar novas propostas de comunicação entre o estudante e professor no processo de aprendizado, tornando, ao utilizar métodos mais dinâmicos e motivadores, o ensino da Física mais atrativo aos estudantes, sendo estes alterados em cada fase de aplicação para serem adaptados aos mais diversos grupos do público alvo. Logo, propõe-se como meios alternativos o uso das tecnologias, tais como o aplicativo Hand Talk e softwares livres, como a plataforma PhET Interactive Simulation , para mostrar aos estudantes como ocorrem os processos de transformações das fases da água e analisar microscopicamente, através de vídeos computacionais, a reestruturação das moléculas de água nas suas mudanças de fases. Em vista disso, pretende-se apresentar de forma mais dinâmica conteúdos em sala de aula, para motivar os estudantes a pensar em propostas para solucionar problemas do cotidiano, assim como os problemas que são relacionados ao tema água, bem como a sua preservação e conscientização. Assim, deixaremos uma forma de usar a tecnologia a favor da educação inclusiva, que busca conhecer novas maneiras de ensinar Física para um aprendizado mais eficaz.

Palavras-Chave: Água, Educação, Física, Inclusão, Tecnologia.

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## 1. INTRODUÇÃO.

Quando se trata de educação inclusiva, nos deparamos com certos obstáculos, tais como a falta de profissionais, como intérpretes, cuidadores, ambientes adaptados para fácil acesso e a falta de estrutura para a inserção de salas de recursos multifuncionais para atender os mesmos, assim impedindo que a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), também chamada de Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015), que entrou em vigor no dia 2 de junho de 2016, seja cumprida, tais como infraestrutura e profissionais qualificados. No entanto, Duarte e Cohen (2006) afirmam que grande parcela de pessoas com deficiência não tem acesso à educação. Alguns anos depois, Marcos de Freitas (2013), reafirma esse quadro, quando discute na introdução de O aluno incluído na educação básica, as questões complexas que são avaliar e incluir, e que nem sempre a vulnerabilidade pessoal é considerada em conta:

Muitas vezes a avaliação se reduz a um instrumento institucional que 'comprova' que aquele aluno avaliado está na escola somente porque vive a experiência de inclusão, somente porque há um novo repertório de leis a fazer cumprir. (FREITAS, 2013, p.15)

Um dos motivos dessa exclusão é o fato de muitas escolas não terem um suporte necessário, como materiais didáticos para os profissionais e educadores em sala de aula, dificultando o processo de ensino aprendizagem.

Muitas vezes, as pessoas que se propõem a educar e cuidar dessas crianças se sentem perdidas e angustiadas, seja pela dificuldade na relação com elas, seja pelas distorções e preconceitos advindos da falta de informação sobre a deficiência e suas consequências no desenvolvimento e aprendizagem da criança, podendo até se julgarem incapazes de assumir essa tarefa com eficiência. (VEIGA, 2008, p. 01).

Devido a isso, o professor deve pensar em novas propostas que auxiliem os estudantes em sala de aula (SILVA, 2011).

Desse modo, já foi apontado que no Ensino Médio é uma etapa que apresenta maior dificuldade na inclusão de deficientes. Ainda no ano de 2016, o site O GLOBO, publica Ensino médio é etapa que apresenta maior dificuldade na inclusão de deficientes , na qual o Instituto Unibanco revela que o índice de estudantes incluídos vai caindo ao longo da trajetória escolar até chegar a um percentual de 0,8% das 8 milhões de matrículas do ensino médio. Entre os motivos, conforme já mencionado acima, os pesquisadores destacam a falta de preparo das escolas para acolher esses estudantes e os entraves da própria configuração pedagógica dessa etapa.

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Em 2017, Eder Camargo publicou o seguinte na revista Ciência & Educação (Bauru):

A atual crise política que assola o Brasil traz um discurso contraditório e, às vezes, confuso sobre 'qualidade de ensino', que na opinião do autor do presente editorial, objetiva retirar dos educandos brasileiros, público ou não público da educação especial, os instrumentos psicológicos de mediação (VIGOTSKI, 2001) que lhes possibilitam interpretar o mundo não natural e que define conceitos como normalidade e deficiência. É preciso, a todo custo, desconstruir a 'qualidade de ensino' imposta no Brasil (2016). (CAMARGO, 2017, p.4)

Atrelado a esses problemas, abordar temas de ciência, como por exemplo, as mudanças de estado físico da água, torna-se ainda mais difícil para os estudantes deficientes auditivos em escolas que não tem a capacidade de acolher tais estudantes.

De tal forma, para trabalhar o tema em questão, podemos utilizar recursos tecnológicos como: montagem de vídeo de simulações computacionais usando softwares livres da internet, a exemplo temos a plataforma PhET Interactive Simulation, da University of Colorado Boulder, que disponibiliza em seu site https://phet.colorado.edu , softwares para simulações na área das ciências naturais, para buscar de maneira mais dinâmica abordar o tema e a problemática que envolve o assunto em questão para estudantes do ensino básico, incluindo pessoas com deficiência auditiva. Isso consistirá numa abordagem que complementará o método tradicional, que encaixará métodos alternativos para aprimorar o ensino e aprendizagem em sala de aula. Assim, o estudante seria motivado a aprender e a buscar respostas para solucionar as problemáticas, e trazer ao mesmo tempo o uso da tecnologia para a abordagem do tema água, relacionando-a com seu cotidiano para uma melhor compreensão. (MORAN, MASETTO, BEHRENS, 2000).

Com isso, outro recurso tecnológico que pode ser utilizado é o aplicativo Hand Talk , que é uma plataforma que traduz simultaneamente conteúdos em português para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e tem por objetivo a inclusão social de pessoas surdas.

O aplicativo funciona com um intérprete virtual, o Hugo, que reage a comandos de voz e texto, convertendo em tempo real os conteúdos em português para LIBRAS. Ele permite também que ouvintes possam aprender a se comunicar em LIBRAS, o que favorece a educação inclusiva. O uso do mesmo, auxiliando a tradução de palavras do cotidiano para a LIBRAS, possibilita a tradução de pequenos vídeos, agindo como ferramenta conectiva alternativa de comunicação

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dos estudantes surdos, colegas ouvintes e professores. Assim, o uso dessas mídias auxiliares em sala de aula ajudará na compreensão de temas mais complexos, como por exemplo, a estrutura molecular da água durante a organização das moléculas, quando são expostos a altas e baixas temperaturas. Logo, podem-se explicar as estruturas físico-químicas e fenômenos relacionados com as anomalias na difusão, densidade, tensão superficial e calor específico da água. Desse modo, facilitaria um pouco mais a compreensão da explicação de alguns fenômenos do cotidiano, como por exemplo, a formação de gotículas de água em superfícies de plantas, que é explicado a partir da tensão superficial e muitos outros fatores que estão relacionados à água. Esse meio possibilita uma interligação entre o estudante e professor através dessas tecnologias, enriquecendo o aprendizado do estudante, suas capacidades e potencialidades.

Com isso, apresentamos a proposta de utilizar recursos como mídias, simulações e aplicativos, mais especificamente, o aplicativo de plataforma Android Hand Talk e o site PhET Interactive Simulation, que serão aplicados nas escolas para trabalhar o ensino de ciências e abordar temas relacionados à água, bem como suas anomalias e sua estrutura molecular. Além disso, o trabalho como uma ferramenta que ajude a apresentar situações e problemas de Física de acordo com as necessidades do estudante, aproveitando dos recursos tecnológicos gratuitos atuais, como programas de computadores, aplicativos para celulares e sites da internet, para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, sendo assim um meio de fazer uma aplicação de uma sequência de ensino sobre os assuntos abordados que consiga uma maior aproximação das atividades escolares, para possibilitar e desenvolver habilidades cognitivas relevantes aos estudantes com deficiência na área de conhecimento de ciências.

## 2. PROPOSTA METODOLÓGICA.

Com o propósito de contribuir no aprendizado dos estudantes acerca de fenômenos como densidade, difusão, calor específico e tensão superficial da água, buscou-se verificar nesse projeto a eficiência de uma intervenção didáticoexperimental, utilizando os aplicativos e softwares já citados acima a fim de construir vídeos para mostrar a organização molecular da água, visto que os fenômenos recorrentes estão diretamente ligados ao processo de anomalias (BARBOSA, 2015) na estruturação das moléculas de água. Assim, auxiliando nos processos de

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construção de aprendizagem dos estudantes, e em especial estudantes com deficiência auditiva.

Para tanto, o software utilizado para fazer as simulações das moléculas de água para a montagem do vídeo é de livre acesso na internet, na plataforma PhET Interactive Simulation que é uma plataforma de simulações online que disponibiliza programas para fazer simulações na área das ciências naturais. Esse programa apresenta especificamente alguns recursos como simulações de fenômenos físicoquímicos com moléculas de água.

Outros recursos como o programa Flash, Gimp e Hand Talk também servem de auxílio para deixar mais dinâmica a montagem do vídeo. Assim, com esses recursos, procuramos obter resultados que ajude futuramente a execução dessas atividades como uma metodologia nas salas de aula, para que possamos utilizar como alternativa no ensino das ciências e conseguir melhores resultados de inclusão.

Nesse sentido, com o uso do Phet as moléculas de água são simuladas para contrair e expandir com a diminuição e aumento de temperatura respectivamente, e ainda é feito uma análise de como ela se comporta variando o espaço e a pressão com o uso do programa. Com esse programa pode-se facilmente demonstrar aos estudantes propriedades específicas relacionadas à água, tais como o seu comportamento no intervalo de temperatura de 0 a 4 graus célsius, que diferente de um líquido normal, as moléculas de água se contraem mostrando uma anomalia na sua densidade.

Ainda nessa demonstração, o estudante pode ter a compreensão do calor específico da água, onde a mesma precisa de uma temperatura elevada para ser aquecida e consequentemente demora a resfriar.

Outro ponto a ser mencionado é o comportamento das moléculas nos espaços que se encontram, que diferente de outras substâncias, elas se movimentam mais rápido em espaços menores. No entanto, nem todos os softwares disponibilizados na internet contemplam todos os objetivos da simulação para mostrar como ocorre o processo das quatro anomalias da água citadas anteriormente.

Para simular as ligações de hidrogênio entre as moléculas de água e poder explicar a tensão superficial da água que se dá devido às pontes de hidrogênio, fez-

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se necessário construir moléculas e melhorar outras já disponibilizadas pelos softwares, utilizando os programas Flash e Gimp que servem respectivamente para fazer animações e edições de imagens (Figura 1). Com isso, o vídeo fica com uma melhor abordagem na organização das moléculas.

Figura 01: Edição de imagens da estrutura molecular de água com auxilio do programa Gimp

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Outros recursos utilizados são legendas que auxiliam na explicação do que está sendo abordado no vídeo. A legenda pode ser inserida no vídeo através de aplicativos que espelham a tela do celular no computador ou que gravem a tela do aparelho, sendo estes a critério do usuário pelo fato da familiarização com uso de cada aplicativo.

Logo, com o auxílio do programa Wondershare Filmora é feito uma edição com os vídeos criados e as legendas, oferecendo aos estudantes surdos um suporte para o aprendizado. Ainda mais, fazendo o uso do aplicativo Hand Talk, que utiliza um boneco chamado Hugo, um personagem 3D que possui características específicas para o auxílio das traduções, com as suas mãos grandes, está sendo utilizado para fazer traduções de palavras para a LIBRAS, fazendo deste, um recurso para traduzir a legenda do vídeo de simulação relacionada às moléculas de água, anexando-o no canto inferior do vídeo para dar apoio aos estudantes surdos, que visualizarão, por meio de uma linguagem mais próxima de seu entendimento, a tradução do vídeo (figura 2),

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Figura 02: Ilustração da produção do vídeo com auxilio do programa Wondershare Filmora, anexando legendas e o Avatar Hugo para traduzir o vídeo sobre demonstrar a estrutura molecular da água sobre pressão.

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O Hand Talk funciona de forma bem simples: antes de começar o uso, ele tem um tutorial para introduzir o usuário ao aplicativo que conta com o Hugo, para ensinar a língua. Há várias formas de procurar as palavras avulsas e frases: digitando, por áudio ou por foto. É possível também acessar o histórico, sem precisar ficar repetindo a mesma frase sempre.

Além desses recursos visuais para surdos, também utilizaremos de recursos de áudio que serve para narrar à explicação do vídeo e dá apoio a todo público ouvinte.

Com base no ensino por investigação, o vídeo de simulação será mostrado para estimular os estudantes a buscar respostas sobre os processos de quebra de ligações, aumento, transformações e a movimentação molecular da água nos processos da passagem da fase líquida para sólida. Entender e ter uma visão microscópica de todos os efeitos e movimentos que estão ocorrendo com as moléculas durante as transformações.

Através da apresentação dessas mídias e explicação por meio de palestras, mostrando os temas relacionados à água para os estudantes com deficiência auditiva, para mostrar e questionar de forma visual os conhecimentos de Física, de forma que os estudantes sejam motivados a aprender o assunto em questão faz-se necessário que após a demonstração dos recursos de mídia usados, os estudantes tenham momentos de reflexão em sala buscando encontrar soluções para os problemas relacionados ao tema, e com isso pretende-se ter um melhor aproveitamento sobre o ensino de Física.

## 3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A busca para aprimorar a educação, trazendo ao ambiente escolar essa nova metodologia sistemática para a produção de conhecimentos na inclusão de

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estudantes, constitui-se atualmente em um grande desafio quando se trata de uma educação inclusiva. Entretanto, a utilização de tecnologias auxiliares na inclusão, é de fundamental relevância para que os mesmos possam ter condições de um ensino e aprendizagem de qualidade que possa desenvolver suas habilidades intelectuais, sociais e motoras. Por isso, ao trazermos para a sala de aula o aplicativo Hand Talk e plataforma Phet , abrimos algumas portas para o auxílio no ensino-aprendizagem de assuntos do cotidiano nas aulas, como é neste caso, sobre as moléculas de água e seus comportamentos anômalos, para estudantes, em especial, com deficiência auditiva como se vem mostrado nas atuais fases de aplicação deste trabalho. Vale ressaltar, que este é um recurso limitado, que não substitui um ensino especializado, mas serve como um instrumento alternativo para complementar e ajudar no ensino, como por exemplo, o aplicativo Hand Talk que auxilia tanto professores quanto interpretes demonstrando com o avatar a execução da grande variedade de palavras em libras, visando também que não apenas se destina aos estudantes surdos, mas também para os demais alunos, pois trabalha uma proposta visual interativa com suas animações e simulações da plataforma Phet, flash e Gimp , despertando a curiosidade e reflexão do aluno sobre o assunto aplicado.

Com isso, esse projeto certamente contribuirá para a tentativa de minimizar os problemas relacionados à inserção de estudantes deficientes auditivos, de modo que a produção de materiais didáticos com o uso da tecnologia será de tal importância para a sociedade, a fim de conscientizar sobre a importância da água nos dias atuais e contribuir no processo de aprendizado dos estudantes, para que eles sejam motivados a perceber e solucionar problemas cotidianos, assim como os problemas que são relacionados ao tema água, bem como a sua preservação e conscientização.

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## 4. REFERÊNCIAS

BARBOSA, M.C.B. Aprendendo com as esquisitices da água . Revista e-Boletim de Física, Porto Alegre, maio 2015. Disponível em &lt;https://www.if.ufrgs.br/~barbosa/water-portuguese.pdf&gt;. Acesso em: 23 de junho de 2018.

BRASIL. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015.

BRASIL. Lei que Dispõe sobre Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002.

BRASIL. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000 .Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005.

CARMAGO, Eder Pires de. Inclusão social, educação inclusiva e educação especial: enlaces e desenlaces. Disponível em: &lt;http://www.scielo.br/pdf/ciedu/v23n1/15167313-ciedu-23-01-0001.pdf&gt; Acesso em: 24 de setembro de 2018.

CARVALHO, Paulo Vaz . Breve história dos surdos no mundo e em Portugal. Lisboa: Surd'Universo. 2007.

DUARTE, C. R. S.; COHEN, R. Proposta de metodologia de avaliação da acessibilidade aos espaços de ensino fundamental. In: Seminário Internacional Nutau 2006: Demandas Sociais, Inovações Tecnológicas e a Cidade. São Paulo: USP: 2006.

MORAN, J.M.; MASETTO, M.; BEHRENS, M. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Edição 6. Campinas. São Paulo: Papirus, 2000.

SILVA, M. DOR. Dificuldades enfrentadas pelos professores na educação inclusiva. Brasília, 2011.

Veiga

## Sites

Adobe Flash (Software de animação) . Disponível em: &lt;https://www.adobe.com/ products/animate.html&gt; Acesso em: 24 de outubro de 2018.

Aplicativo 'Hand Talk' . Disponivel em:&lt;https://handtalk.me/app&gt; Acesso em: 09 de Fevereiro de 2018.

O GLOBO. Educação: Ensino médio é etapa que apresenta maior dificuldade na inclusão de deficientes. Disponível em: &lt;https://oglobo.globo.com/sociedade/ educacao/ensino-medio-etapa-que-apresenta-maior-dificuldade-na-inclusao-dedeficientes-20000762&gt;. Acesso em: 27 de Abril de 2018.

PhET Interactive Simulation. University of Colorado Boulder. Disponível em: &lt;https://phet.colorado.edu/pt\_BR/&gt; Acesso em: 10 de Janeiro de 2018.

GIMP (Programa de manipulação de imagem . ) Disponível em: &lt;https://www.gimp. org/&gt; Acesso em: 24 de setembro de 2018.

Tutorial Filmora Video Editor . Disponível em: &lt;https://www.techtudo.com.br/dicas-etutoriais/noticia/2016/12/como-editar-videos-com-o-filmora-no-pc.html&gt; Acesso em: 24 de setembro de 2018.

Vídeo aulas GIMP . Disponível em: &lt;https://www.gimpbrasil.org/video-aulas&gt; Acesso em: 24 de setembro de 2018.

Wondershare Filmora (Editor de Vídeo). Disponível em: &lt;https://filmora.wonder share.com/pt-br/&gt; Acesso em: 24 de setembro de 2018.

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