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O RELATIVISMO LINGUÍSTICO E O ENSINO DE FÍSICA PARA SURDOS

Cleyton Ribeiro Magalhães, Alexandre Lopes De Oliveira

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
Ensino, Aprendizagem E Avaliação Em Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## O RELATIVISMO LINGUÍSTICO E O ENSINO DE FÍSICA PARA SURDOS

## Cleyton Ribeiro Magalhães , Alexandre Lopes de Oliveira 1 2

1 IFRJ - campus Nilópolis, cleytonfisica42@gmail.com

2 IFRJ - campus Nilópolis, alexandre.oliveira@ifrj.edu.br

## Resumo

Popularmente é dito que pensamos e raciocinamos diferentes quando falamos em diferentes línguas, mas até que ponto a língua que sabemos nos influencia? Língua e linguagem, muitas vezes associadas como um mesmo conceito de maneira errônea, afetam o modo de se comunicar, perceber o mundo e interpretar a realidade, isto é, falantes de diferentes lugares no mundo não apenas se diferem na utilização de Língua, mas também em como pensariam e perceberiam diferentes tópicos. Se levarmos em conta essa ideia, poderiam diferentes línguas influenciar nossas representações e conceitos sobre o nosso redor? Com a retomada da ideia de Relativismo Linguístico, dizendo que a língua molda e organiza o pensamento, e pesquisas empíricas nessa área, tem-se confirmado ideias de que as diferentes línguas podem afetar seus falantes nas suas representações de espaço, tempo, objetos e até o que lembram melhor em acontecimentos. Isto nos leva a pensar, será que também afetam a nossa maneira de aprender? Neste trabalho procuramos refletir sobre essas questões e como a falta de representações em sinais de conceitos Físicos na Língua Brasileira de Sinais pode influenciar no aprendizado da Física, visto que ainda não se tem pesquisas sobre Relativismo Linguístico com línguas de sinais e aprendizado de conceitos.

Palavras-chave : Relativismo Linguístico, Libras, Aprendizagem.

## Introdução

A linguagem é a capacidade humana de se comunicar através de signos, esta capacidade advém da necessidade natural humana de comunicar-se. Também podemos relacionar diferentes linguagens como manifestações desta capacidade, como a linguagem cientifica e a linguagem matemática (FIORIN, 2013). Ambas, em geral, aprendidas formalmente na escola.

A linguagem cientifica é a linguagem pela qual a ciência, como construção humana, busca explicar e facilitar o entendimento do mundo natural e a partir disso podermos entender melhor a nós mesmos e o ambiente ao nosso redor. A explicação cientifica para o mundo natural, que nada mais é que o fazer ciência, é descrevê-la numa linguagem dita científica, através de conhecimentos metodicamente adquiridos. O entender ou ler essa linguagem torna as pessoas alfabetizadas cientificamente. Porém para uma efetiva Alfabetização Científica não basta apenas entender a ciência por si só, mas como ela tem sido estruturada e qual sua relação com a sociedade e tecnologias que nos cercam. Quando Alfabetizados Cientificamente as pessoas se tornam cidadãos críticos e ativos na sociedade, capazes de modificá-la para melhor (CHASSOT, 2003).

Já língua 'é o um sistema de signos específicos aos membros de uma dada comunidade' (FIORIN, 2013). Esta língua quando naturalmente aprendida pelo contato, ainda como criança, com outros falantes e sua cultura adjacente, pode ser

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designada língua materna. Tal língua será a que o individuo usará com base para aprender novos conhecimentos e novas línguas, se assim o desejar.

A língua, como sistema de signos específicos para a expressão de sentidos, pode se manifestar oralmente e escrito, como a língua portuguesa, e de modo gestovisual, como a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ambas com status de língua, apenas se diferenciando em sua manifestação.

A linguagem é uma maneira de perceber o mundo e a língua é uma forma de interpretar a realidade (FIORIN, 2013). Por isso, a existência de diferentes linguagens e as diferentes línguas ao redor do mundo. A realidade pode ser percebida de diferentes formas dependendo da origem do individuo e sua historia, com isso a necessidade da linguagem que culmina na língua.

Então se a nossa forma de interpretar a realidade depende, ou se manifesta através da língua, o quanto os falantes de diferentes línguas vão ter diferenças quando pensamos em assuntos específicos? Segundo as ideias do Relativismo Linguístico, a língua que uma pessoa fala interfere nas suas representações e percepções do mundo ao seu redor.

- O objetivo desse trabalho é discorrer sobre o que vem a ser Relativismo Linguístico, sobre trabalhos já realizados nesse assunto e uma articulação teórica em como esse conceito pode estar relacionado com possíveis dificuldades de alunos surdos em aulas de física.

## Relativismo Linguístico

Nos últimos anos há a retomada e remodelamento da Hipótese de SapirWhorf ou do Relativismo linguístico por pesquisadores da área de Linguística. Tal percepção foi iniciada com os estudos de Edward Sapir (1884-1939) e Benjamin Lee Whorf (1847-1941). Sapir e Whorf estudaram línguas indígenas americanas e um resultado intrigante foi que na língua Hopi não existiria vocábulos para designar passagem de tempo. Segundo eles esse povo não conseguiria pensar no tempo, isto é, não conseguiram pensar no tempo como uma passagem progressiva de passado para futuro. A consequência dessa ideia seria a que as palavras provocam e moldam o pensamento. De modo mais radical, a hipótese diz que só é possível pensar, se soubermos a palavra e o conceito que ela carrega (SZCZESNIAK, 2005).

Se levarmos em conta essa visão radical da hipótese, os falantes de línguas que não tem uma palavra específica para um sentimento, não conseguiriam sentir esse sentimento. Porém com estudos posteriores, a hipótese foi sendo refutada, por não corresponder com as evidencias empíricas das pesquisas e estudos de outras áreas, como psicologia. Aos pouco essa hipótese foi sendo abandonada por não haver suporte que sustentassem essa ideia (SZCZESNIAK, 2005).

Porem olhando a hipótese por uma ótica mais moderada, ela diz que a língua molda e organiza o pensamento, mas não os cria, dessa forma podemos começar a pensar mais abertamente sobre o tema. O pensamento pode não ser gerado diretamente pela língua, mas ela pode afetar a cognição e compreensão de mundo da pessoa falante dessa língua. Nesse sentido podendo afetar diretamente a

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cognição e a aprendizagem dos indivíduos de deferentes línguas (SZCZESNIAK, 2005).

## Pesquisas na área

Atualmente algumas pesquisas na área da Ciência Cognitivista vêm de encontro com as ideias do Relativismo Linguístico apontando uma confirmação de suas propostas. Nessas pesquisas podemos ver como diferentes línguas afetam a representação dos seus falantes de espaço, tempo e objetos, também como percebem de maneiras diferentes acontecimentos que observam e diferenciar quantidades de objetos.

Tratando-se de percepção de espaço, em Pormpuraaw , uma pequena comunidade aborígene no nordeste da Austrália, que falam a língua Kuuk Thaayorre, estudos mostram que nesta língua não se tem termos de espaço relativos (direita ou esquerda), apenas se utilizam de termos de direções cardinais absolutas (norte, leste, sul e oeste). Então seria comum de ouvirmos frases do tipo 'minha irmã é aquela à sudeste da casa' ou 'o copo esta à noroeste de você'. Por utilizarem sempre os pontos cardiais para localização os habitantes dessa comunidade são extremamente bons em apontar essas direções, mesmo em lugares desconhecidos ou fechados (BORODITSKY, 2011).

Com essa diferente forma de perceber o espaço, a noção de tempo também se modifica. Foram dadas a alguns falantes de Kuuk Thaayorre figuras que mostravam um homem envelhecendo, por exemplo, e pedido a eles que colocassem essas figuras em ordem cronológica. Quando o mesmo pedido era feito a falantes de Inglês, esses sempre dispunham as imagens da sua esquerda para a sua direita, já falantes de Hebraico tendem a arranjar as imagens de sua direita para a sua esquerda. Ambos influenciados pelo sentido de sua escrita, porem para os habitantes de Pormpuraaw as imagens sempre iam de leste para oeste. Então se colocados de frente para o norte, arranjavam as imagens da direita para esquerda. Se colocados de frente para leste, as imagens eram arrumadas de forma que a imagem mais antiga ficasse mais perto do seu corpo e a mais jovem mais distante do seu corpo. Na pesquisa em nenhum momento foi dito qual dos pontos cardiais estavam a sua frente, porem os moradores dessa comunidade já a sabiam e se utilizavam disso para suas representações cronológicas (BORODITSKY e GABY, 2010; BORODITSKY, 2011).

Quando se fala de objetos, observam-se diferentes marcações de gênero em diferentes línguas. Isto é, em algumas línguas tem-se, através de artigos, ou até modificação de preposições e verbos, a marcação diferentes gêneros gramaticais em masculinos e femininos, podendo haver também neutros, vegetais entre outras classificações. Um estudo sugeriu que os diferentes gêneros gramaticais podem afetar na representação mental de objetos (BORODITSKY, 2006).

Por exemplo, falantes de Espanhol e Alemão foram pedidos a apontar semelhanças entre pessoas (homem ou mulher) e fotos de objetos (que tinham gêneros gramaticais inversos em Espanhol e Alemão). Como esperado os objetos que tinham o gênero gramatical masculino eram mais comparados a homens e objetos com o gênero gramatical feminino com mulheres. Além disso, os participantes da pesquisa foram pedidos para descrever objetos (mais uma vez com

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gêneros gramaticais diferentes em cada língua). O resultado foi que objetos com masculinos foram adjetivados mais com palavras estereotipicamente masculinas, o mesmo acontecendo com objetos femininos. Por exemplo, quando pedidos para descrever o objeto 'ponte' (uma palavra feminina em Alemão e masculina em Espanhol), falantes de Alemão usaram mais adjetivos como 'elegante, bonito e frágil', já os falantes de Espanhol usaram 'grande, perigoso e forte'.

Quando se compara como diferentes línguas descrevem eventos podemos ter influencia em que aspecto se lembram mais em uma ação. Por exemplo, falantes de Inglês tendem a descrever um evento como um agente fazendo algo, mostrando construções como ' John broke the vase ' (John quebrou o vaso). Já falantes de Japonês e Espanhol tendem a não mencionar o agente, se for um acidente. Em Espanhol seria ' Se rompió el florero ' ('O vaso quebrou' ou 'O vaso se quebrou'). Isto é, se for um evento acidental, a memória dos falantes em Espanhol tende a se focar mais em como aconteceu o acidente e menos quem foi o causador do acidente.

Em uma pesquisa, falantes de Inglês, Japonês e Espanhol assistiram vídeos de pessoas executando ações, acidentais ou não. Após isso foi feito um teste de memória surpresa. Uma parte dos pesquisados deveriam dizer quem foram os agentes nas ações do vídeo, enquanto outra parte deveria descrever apenas os eventos do mesmo vídeo. Quando analisado os dados do teste de memória o resultado foi o esperado. Nas ações intencionais, todos os falantes das três línguas descreveram as ações em relação ao agente da ação e também se lembraram das ações intencionais descrevendo-as. Já quando analisado os resultados dos acidentes é que se mostraram as diferenças. Falantes de Espanhol e Japonês geralmente não descreviam as ações em relação ao agente da ação como os falantes de Inglês, como também não lembravam tão bem quem realizou a ação (FAUSEY et. al, 2010; FAUSEY e BORODITSKY, 2011; BORODITSKY, 2011).

Por último, pode-se refletir se a diferenciação de quantidade de objetos pode ser afetada se temos ou não representações dessas quantias. Por exemplo, foi feita uma pesquisa com o povo Pirahã (ou Pirarrã), uma comunidade indígena da Amazônia, que tem um sistema numérico limitado, não tendo um método para expressar números exatos, nem mesmo o numero 'um'. Nessa pesquisa foi realizado com os participantes uma serie de atividades para avaliar a utilização dos três termos conhecidos deste povo de se referir a quantidades, 'hói', 'hoí' e 'baagiso', não tendo uma tradução exata em termos de quantidades. Pela falta dessa tecnologia linguística de se ter palavras exatas para representar cardinalidade, eles não conseguem diferenciar, organizar, categorizar e manipular números exatos, principalmente em grandes quantidades (FRANK et al, 2008)

Visto que a língua que se utiliza pode influenciar diretamente nas representações de espaço, tempo, objetos, entre outros, a língua poderia também influenciar nas representações de conceitos científicos e consequentemente no seu entendimento.

## Libras e o contexto escolar

Em meados do século XIX o imperador Dom Pedro II, em uma viagem a França, conhece o trabalho que vinha sendo realizado com surdos no Instituto de

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Surdos de Paris e convida o professor surdo E. Huet para implementar o trabalho com surdos no Brasil. A partir de sinais que já vinham sendo utilizados aqui combinada com a língua de sinais francesa se dá origem a Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Apenas em 2002, a partir da Lei nº 10.436, a Libras é reconhecida como língua e há o reconhecimento da cultura e comunidade surda, cuja meio natural de se comunicar é a Libras. A partir também deste documento tem-se um crescente nos estudos, dessa que agora é oficialmente língua, e da defesa a educação bilíngue para surdos, em que Libras seja a sua língua materna e a segunda língua é a portuguesa (obrigatoriamente escrito e possivelmente oral).

Ainda que estejamos nesse panorama de defesa à educação bilíngue para surdos, a sua implementação ainda é pontual e pouco aceita na realidade das salas comuns. Isto advém principalmente da falta de conhecimento na área da surdez por professores e administradores (FESTA e OLIVEIRA, 2012). Apesar desse desconhecimento, a quantidade de alunos surdos vem crescendo nas escolas de ensino regular e estas devem se adaptar para a efetiva inclusão desses alunos na comunidade escolar (PESSANHA, COZENDEY e ROCHA, 2013).

Com o direito a educação bilíngue para surdos, é garantida pelo Decreto 5.626/2005 a presença do interprete/tradutor de Libras em sala de aula que tem a presença de alunos surdos. O interprete/tradutor de Libras é o que garantiria a mediação da comunicação dos alunos surdos com os demais alunos, com o professor e também com o conhecimento ensinado e aprendido, seu papel se torna central quando pensamos mais na interação do aluno surdo com o conhecimento.

## Ensino de Física e a articulação entre os temas

Quando pensamos nas aulas de Física observamos que, geralmente, cada aula traz novos conceitos e fenômenos através de palavras que os alunos talvez nunca ouviram, ou se já ouviram, não à ouviram com a conceituação científica da palavra. O problema é que vários dos conceitos expressos na Física não possuem sinais próprios na Libras. Na tentativa de não se interromper o processo da aula, o interprete/tradutor se utiliza de classificadores, combinações de sinais, ou até acorda um sinal com o aluno surdo para representar a palavra necessária (ZARA e PINHO, 2017).

Nesse panorama, a de sinais científicos constitui a problemática principal do ensino de Física e de Ciências para alunos surdos, porém, além disso, podemos ainda encarar o problema de que o interprete/ tradutor de Libras não possui formação especifica na área da Física, por isso a estratégia utilizada por ele para representar certa palavra/conceito pode ser conceitualmente errada. Logo, a dificuldade de muitos alunos em aprender Física, se torna um pouco mais complexa pelos alunos surdos, visto de sua representação gesto-visual errônea pode induzir ao erro conceitual (ZARA e PINHO, 2017).

Se refletirmos essa questão na ótica do Relativismo Linguístico, o questionamento que levantamos é se a falta de sinais para conceitos Físicos interfeririam na aprendizagem dos mesmos, não apenas pela impossibilidade de comunicação nesses termos, mas sim cognitivamente. Será com os limites de

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termos linguísticos da Libras poderiam interferir o cognitivo do aluno surdo no ensino de Física.

Relembrando do caso do povo Pirahã, que não tem um sistema de palavras para representar números exatos, seriamos levados a pensar que resposta a tal questionamento seria positivo, isto é, a falta de sinais para os conceitos Físicos realmente torna mais complexo o aprendizado dos mesmos.

Apesar dessa linha de raciocínio, devemos ser cuidadosos em afirmar a relação entre Relativismo Linguístico e Aprendizagem, considerando que os estudos empíricos de Relativismo Linguístico ainda são recentes, não tendo ainda pesquisas falando sobre como seria as diferentes formas de aprendizado em diferentes línguas. Outro ponto a ser considerado é que até então não há pesquisas de nenhum tipo articulando Relativismo Linguístico e Línguas de Sinais empiricamente.

## Considerações finais

Neste trabalho não temos a pretensão de responder definitivamente se a falta de sinais científicos na Libras afeta diretamente o aprendizado de alunos surdos, mas suscitar uma reflexão, levando em conta as pesquisas recentes de Relatividade Linguística e apontar esse conceito como uma possibilidade de explicação de um maior percalço dos alunos surdos de aprenderem Física.

Atualmente já há pesquisas dedicadas a criar e catalogar não apenas sinais de conceitos Físicos, mas científicos em geral. Exemplos de trabalhos na criação de sinais no contexto da Física são Passero, Botan e Cardoso (2011), Santos et al (2013), Vargas e Gobara (2015) e Alves (2017).

Outra questão que podemos observar é a não divulgação ampla dessas pesquisas, acarretando na criação de diferentes sinais para mesmos conceitos em diferentes regiões do país. Porem esta é outra problemática a ser discutida.

A perspectiva é que através desse trabalho inicial articulando o conceito de Relativismo Linguístico e a Língua de Sinais possa ter o inicio de pesquisas empíricas para responder essas questões e outras que possam vir a aparecer.

## Referências

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CHASSOT, Attico. Alfabetização científica: uma possibilidade para a inclusão social. Rev. Bras. Educ., Rio de Janeiro , n. 22, p. 89-100, Apr. 2003 .

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FESTA, Priscila Soares Vidal e OLIVEIRA, Daiane Cristine. Bilinguismo e surdez: conhecendo essa abordagem no Brasil e em outros países. Revista eletrônica das faculdades OPET, p. 1-10, dez. 2012.

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PASSERO, Taimara; Botan, Everton; CARDOSO, Fabiano César. O desenvolvimento de pesquisas sobre Ensino de Física em Libras realizadas pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação de Surdos Édouard Huet. In: XIX SNEF, 2011, Manaus. Anais do XIX SNEF. Manaus: SBF, 2011.

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SANTOS, Edna Menezes ; Jadiane Oliveira de Andrade ; Niviane Oliveira Santos ; Celso José Viana-Barbosa . Inclusão e o Ensino de Física: Uma Proposta de Criar Sinais no Ensino da Astronomia. In: XX Simpósio Nacional de Ensino de Física, 2013, São Paulo-SP. Anais do XX SNEF, 2013.

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