SOBRE A OFERTA DE VAGAS EM CURSOS DE LICENCIATURA EM FÍSICA NO CENÁRIO NACIONAL DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Paulo Vinícius Rebeque, Tiago Belmonte Nascimento, Edenmar G. D. Zacaria
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 29/01/2019
- Linha de pesquisa
- Políticas Públicas E O Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## SOBRE A OFERTA DE VAGAS EM CURSOS DE LICENCIATURA EM FÍSICA NO CENÁRIO NACIONAL DOS INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
## Edenmar G. D. Zacaria 1 , Tiago Belmonte Nascimento 2 , Paulo Vinícius Rebeque 3
- 1 Instituto Federal do Rio Grande do Sul, edenmarzacaria@outlook.com
- 2 Instituto Federal do Rio Grande do Sul, tiago.nascimento@bento.ifrs.edu.br
- 3 Instituto Federal do Rio Grande do Sul, paulo.rebeque@bento.ifrs.edu.br
## Resumo
No presente artigo, realizamos um levantamento dos cursos presenciais de Licenciatura em Física ofertados nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IF), tendo em vista que estas instituições devem ofertar no mínimo 20% de vagas para cursos de formação de professores, sobretudo na área de Ciências da Natureza e Matemática, e o contexto de escassez de professores devidamente habilitados nessas áreas que atuam na educação básica. Próximo de completarem dez anos de existências, percebemos que os IF têm contribuído significativamente com a expansão da oferta de licenciaturas no país, sendo atualmente ofertados 67 cursos presenciais Licenciatura em Física. Neste estudo inicial, a partir da identificação destes cursos nos campi dos IF, bem como os respectivos anos de criação, traçamos uma estimativa para o número de vagas ofertadas anualmente em cada região do país para mapearmos a oferta nacional de vagas nestes cursos, de modo a registramos um número maior destes cursos na região nordeste do Brasil. Embora este levantamento seja importante para mapearmos a oferta de vagas nas Licenciaturas em Física nos IF, não temos ainda informações suficientes para sabermos quais as implicações destes cursos na educação básica, em especial, no que se refere a escassez de professores de Física com formação adequada atuando neste nível de ensino.
Palavras-chave : Formação de professores, Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia, Licenciatura em Física.
## Introdução
No Brasil, a formação inicial de professores está vinculada aos cursos de ensino superior denominados licenciaturas (GATTI, 2014). Tais cursos habilitam seu titular a ser professor de uma específica área do conhecimento (História, Letras, Artes, Física, Música, etc.) em escolas de ensino infantil, fundamental e médio.
Na literatura acadêmica, a formação inicial de professores é tema recorrente desde a década de 1970, sendo abordado, por vezes de maneira abrangente (SAVIANI, 2009; GATTI, 2010), isto é, pesquisas sobre características e aspectos históricos que envolvem o campo da formação inicial de professores como um todo. Ou ainda, na forma de pesquisas direcionadas para a formação de professores de uma específica área do conhecimento, como por exemplo a área de Ensino de Ciências da Natureza e Matemática (SLONGO, DELIZOICOV e ROSSET, 2010).
Neste delimitado contexto, da formação inicial de professores de Ciências da Natureza e Matemática, um tema que se mostra presente há algum tempo nas pesquisas acadêmicas, principalmente por se pautarem em informações dos Censos Escolares da Educação Básica publicados na primeira década dos anos 2000
(BRASIL, 2009 e 2011), diz respeito à escassez de professores habilitados que lecionam no Ensino Médio (KUENZER, 2011), especificamente nas disciplinas de Biologia, Física, Química e Matemática (ARAUJO e VIANNA, 2011).
No entanto, como nos mostra Pinto (2014), não há falta de oferta de vagas nas Instituições de Ensino Superior (IES) para as licenciaturas, mas sim o não preenchimento das vagas existentes, bem como a permanência dos estudantes até a conclusão do curso. Ainda, há um grande problema de evasão da carreira docente na educação básica, provocado, em partes, pela falta de atratividade e desvalorização da carreira docente (SCHEIBE, 2010).
Curiosamente, muito em função de políticas públicas de democratização do Ensino Superior (RISTOFF, 2014), com destaque para a expansão das Universidades Federais a partir do ano de 2003 (BRASIL, 2012), percebemos uma intensa ampliação da oferta de vagas nas licenciaturas presenciais e na Educação à Distância (PINTO, 2014), de modo que somente as IES públicas atenderiam à demanda de vagas para os cursos de formação inicial de professores.
No caso particular da disciplina de Física, por um lado, temos que esta é a disciplina que historicamente apresenta maior déficit de professores habilitados atuando na Educação Básica (INEP, 2009 e 2014) e, por outro lado, conforme dito anteriormente, não há falta de oferta de cursos de licenciatura em Física, uma vez que 'se todos os ingressantes houvessem concluído [ o curso de licenciatura em Física ], ter-se-ia formado o dobro de professores necessários!' (PINTO, 2014, p. 9).
Todavia, mesmo com a constatação de que não há falta oferta de vagas nas IES para as licenciaturas, na última década identificamos um grande empenho do Estado na ampliação de oferta dos cursos de licenciaturas, justamente como uma resposta ao quadro de escassez de professores habilitados atuantes na educação básica. Assim, ao pensarmos exclusivamente na formação inicial de professores de Física, isto é, na oferta de cursos de Licenciatura em Física, tomamos como objeto para a presente pesquisa o cenário dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IF), criados em 2008 através da Lei 11.892/2008 (BRASIL, 2008). Tendo em vista que os IF devem ofertar o mínimo de 20% de vagas para os cursos de licenciaturas, em especial nas áreas de Biologia, Física, Química e Matemática, e que são instituições relativamente recentes (próximas de completarem a primeira década de existência), entendemos ser importante o mapeamento dos cursos de Licenciatura em Física criados desde então nessas instituições.
No desenvolvimento desta pesquisa, de início, apresentamos uma breve descrição dos IF (contexto histórico e estrutura organizacional) para, na sequência, problematizarmos a questão da carência de professores habilitados na educação básica, com destaque para a disciplina de Física. Por fim, exibimos uma evolução quantitativa dos cursos de Licenciaturas em Física criados nos IF, assim como um mapeamento das cidades brasileiras que ofertam estes cursos. Com isso, pretendemos iniciar uma reflexão não somente sobre a importância da criação e expansão desses cursos, mas também sobre aspectos que envolvem o contexto dos IF enquanto instituições de ensino engajadas na formação inicial de professores.
## Sobre os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia
Em uma pesquisa documental, Da Silva e Romanowski (2017) nos apresentam uma breve descrição histórica dos IF, com início no ano de 1909, surgimento da Rede Federal de Educação Profissional, até a atualidade. De fato, ao longo desse período o Brasil passou por muitas transições sociais e econômicas, de
modo que essas instituições de ensino também passaram por várias transformações até chegarmos aos IF (BRASIL, 2008).
Tendo como foco a educação profissionalizante (cursos voltados para a formação técnica), a Rede Federal de Educação Profissional, após inúmeros processos de reorganização (DA SILVA e ROMANOWSKI, 2017), passou a ofertar cursos de licenciatura, em especial nas áreas de Ciências da Natureza e Matemática, somente a partir do ano de 2000, nos chamados Centros Federais de Ciência e Tecnologia (CEFET). Após um período de interiorização e expansão, iniciado no ano de 2002, toda essa rede de ensino passou por novas reformulações, sendo desde 2008 os Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IF).
Criados em 29 de dezembro de 2008 (BRASIL, 2008), data de publicação da Lei 11.892/2008, sancionada pelo então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os IF estão vinculados à Secretaria de Educação Tecnológica (SETEC) do Ministério da Educação (MEC). Como consequência dessa Lei, surgiram 38 novos IF com mais de 500 campi espalhados pelo território nacional.
Em termos de oferta cursos, por ser uma instituição que se pauta no princípio da verticalização do ensino, isto é, proporcionar em um mesmo ambiente a oferta de várias etapas de ensino (médio e técnico, graduação e pós-graduação). De acordo com a Lei de criação dos IF (BRASIL, 2008), do total de vagas disponibilizadas nestas instituições, 50% devem ser para cursos de educação profissional técnica de nível médio, priorizando cursos integrados, 20% devem ser para cursos de licenciatura ou programas que foquem na formação pedagógica, com preferência em áreas de Ciências da Natureza e Matemática. Para o restante das vagas, os IF devem oferecer cursos superiores de graduação (bacharelado, tecnologia e engenharia) e de pós-graduação ( lato sensu , cursos de especialização presenciais ou à distância, e stricto sensu , cursos de mestrado e doutorado).
Naturalmente que os IF antes de serem formalmente criados já ofertavam cursos de licenciaturas, pois os CEFET, instituições que deram origem aos IF, iniciaram o processo de criação destes cursos no ano 2000 (BRASIL, 2000). Quase dez anos após à criação dos IF, após um grande processo de expansão dessa rede de ensino, temos que tais cursos passaram a ter uma maior oferta, sobretudo para atender sua Lei de criação (BRASIL, 2008). Assim, como o objetivo de mapearmos o crescimento das licenciaturas, em especial da área da Física, empreenderemos uma investigação sobre a oferta de cursos presenciais de Licenciatura em Física nos IF.
## Sobre a carência de professores de Física na Educação Básica
De acordo com o Censo Escolar da Educação Básica de 2017 (INEP, 2018), em relação aos professores que atuam no Ensino Médio, podemos ter cinco distintos grupos, isto é, professores que estão em diferentes situações de formação ou condições de lecionarem neste nível de ensino, quais sejam:
Grupo 1: Professores com formação superior de licenciatura ou bacharelado com complementação pedagógica na mesma área da disciplina que leciona;
Grupo 2: Professores com formação superior de bacharelado sem complementação pedagógica na mesma área da disciplina que leciona;
Grupo 3: Professores com formação superior de licenciatura ou bacharelado com complementação pedagógica em área diferente da disciplina que leciona;
Grupo 4: Professores com formação superior de bacharelado sem complementação pedagógica em área diferente da disciplina que leciona;
Grupo 5: Professores sem formação.
Especificamente nas disciplinas de Ciências da Natureza e Matemática, temos a seguinte relação percentual entre esses grupos de professores:
Figura 1: percentual de adequação da formação docente para professores que atuam no ensino médio nas disciplinas de Ciências da Natureza e Matemática (INEP, 2018, p. 22).
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Conforme gráfico acima, percebemos que o maior déficit de professores que se enquadram no Grupo 1 está na disciplina de Física, única com percentual menor do que 50%. Embora seja preocupante esse percentual, se pensarmos do ponto de vista histórico, encontramos uma evolução quantitativa significativa, pois segundo o Censo Escolar de 2007 (INEP, 2009 e 2014), a disciplina de Física também figurava com o menor percentual de professores com formação, não chegando a 26%.
Neste sentido, parece-nos perceptível a contribuição da ampliação de vagas para as licenciaturas nos IF, sobretudo por serem instituições de ensino com maior penetração no interior brasileiro. Porém, seria ingênuo de nossa parte pensar que a ampliação de cursos de licenciatura seria a solução definitiva para a escassez de professores na educação básica, conforme já apontamos, temos grandes desafios quanto à evasão de estudantes desses cursos e da carreira docente (SCHEIBE, 2010; ARAUJO e VIANNA, 2011; PINTO, 2014).
## Mapeamento da oferta de vagas em cursos presenciais de Licenciatura de Física nos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia
Com base em informações divulgadas nos sites dos próprios 38 IF existentes 1 , realizamos um levantamento da oferta de cursos presenciais de Licenciatura em Física nessas instituições. Em primeiro lugar, conforme a figura 2,
identificamos o total de campi que ofertam estes cursos para compará-lo com o total de campi existente em cada região do país.
Figura 2: comparação entre o quantitativo de campi dos IF e campi que ofertam o curso de Licenciatura em Física em cada região.
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Analisando em números absolutos, temos 67 cursos de Licenciatura em Física em funcionamento nos IF, sendo que a região Nordeste possui o maior número, mas, em termos percentuais (em relação ao total de campi ), temos em primeiro lugar a região Norte com 13%, em seguida as regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, respectivamente, 12,1%, 12%, 11% e 7,7%. Ademais, temos quatro cursos com previsão de início em 2018, a saber: campus de Maceió do IFAL (Alagoas), campus de Corrente do IFPI (Piauí), campus de Araraquara do IFPE (Pernambuco) e o campus de Ivaiporã do IFPR (Paraná).
Embora seja perceptível a maior oferta de cursos nas regiões Nordeste e Sudeste, devemos destacar que estas são as regiões do país com maior população, 50 milhões no Nordeste e 80 milhões no Sudeste 2 . Além disso, há de ser considerado o total de campi de cada IF por região e o número de vagas oferecidas anualmente em cada curso. Ou seja, apenas a identificação destes cursos não é suficiente para tirarmos conclusões sobre o papel dos cursos de Licenciatura criados nos IF, sobretudo sobre os impactos que estes cursos provocaram (ou irão provocar) na Educação Básica (no sentido de contribuírem com a diminuição do percentual de professores de Física não formados que atuam neste nível de ensino).
No entanto, a partir dos cursos identificados, podemos ter ao menos uma ideia inicial da expansão e interiorização destes cursos no mapa brasileiro. Isto é, pensando em termos de distribuição geográfica (de localização das cidades brasileiras que ofertam esses cursos em seus respectivos campi do IF), temos a seguinte visualização 3 :
Figura 3: localização das cidades que ofertam o curso presencial de Licenciatura em Física em seus respectivos campi do IF.
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Por fim, a partir do ano de criação e das vagas ofertas em seus respectivos processos seletivos, traçamos uma estimativa quantitativa das vagas ofertadas em cada região do país nos cursos de Licenciatura em Física que identificamos.
Figura 4: estimativa do aumento quantitativo da oferta de vagas nos cursos presenciais de Licenciatura em Física dos IF para cada região do Brasil . 4
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Como esperado, identificamos uma maior oferta de vagas em cursos presenciais de Licenciatura em Física na região Nordeste desde o início dos IF. Ainda, em um cenário que todas as regiões do país aumentaram o número de campi , a oferta de vagas destes cursos com o passar dos anos também aumentou, sendo a região Nordeste com maior percentual de crescimento. Nessa perspectiva, vale destacarmos o crescimento percentual de oferta de vagas na região Norte, que no ano de 2014 superou a oferta de vagas em relação à região Sul, mesmo possuindo um quantitativo menor de cursos.
Este levantamento inicial que realizamos nos revela a expansão e interiorização dos IF no Brasil, em especial sobre o seu papel de ofertar vagas em cursos de formação inicial de professores, no caso específico da Licenciatura em Física. Para além, se pensarmos em investigações futuras, podemos voltar nossos olhares para o percentual de formandos, em relação ao total de vagas ofertadas, bem como a inserção destes profissionais no mercado de trabalho, notadamente, na educação básica.
## Considerações Finais
Esses resultados nos indicam o crescimento da oferta de vagas na Licenciatura em Física nos IF do Brasil, mas não o quantitativo de professores titulados nestas instituições, tampouco o percentual de professores oriundos desses cursos que estão atuando na educação básica. Nesse sentido, pensado no quantitativo de formandos, segundo os dados da Plataforma Nilo Peçanha, temos 538 concluintes da Licenciatura em Física dos IF, somando os 67 cursos existentes. Embora seja uma informação importante, não temos maiores detalhes sobre os campi dos formandos, sendo necessário uma investigação de maior amplitude para fazermos um mapeamento, conforme região do país, destes professores de Física.
De fato, para tirarmos maiores conclusões sobre a importância dos IF no que diz respeito à formação inicial de professores, principalmente das áreas de Ciências da Natureza e Matemática, precisamos empreender novas investigações, buscando olhar não apenas para a ampliação da oferta, mas para indicadores que podem nos trazer maiores informações: número de matriculados e número de concluintes. Com isso, teremos condições de fazer uma avaliação da relação entre ingressantes e concluintes, bem como traçar estratégias para investigarmos a inserção destes profissionais na educação básica.
## Agradecimentos
Ao IFRS campus Bento Gonçalves, que fomenta este projeto através do Edital n° 51/2017, vinculado ao Edital PROPPI n° 70/2017 - Fomento Interno 2018/2019.
## Referências
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BRASIL. (2012). Análise sobre a expansão das Universidades Federais de 2003 a 2012 . Disponível em http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com\_docman
&view =download&alias=12386-analise-expansao-universidade-federais-2003-2012pdf&Itemid=30192. Acesso em 03 de Julho de 2018.
DA SILVA, P. J.; ROMANOWSKI, J. P. (2017). Os Institutos Federais no Brasil: da Educação Profissional à Formação de Professores. XIII EDUCRE - Congresso Nacional de Educação , Curitiba.
GATTI, B. A. (2010). A formação de professores no Brasil: características e problemas. Educação & Sociedade , v. 31, n. 113, p. 1355-1379.
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INEP. (2014). Censo Escolar da Educação Básica 2013: resumo técnico . Disponível em: http://download.inep.gov.br/educacao\_basica/censo\_escolar/resumo s\_tecnicos/resumo\_tecnico\_censo\_educacao\_basica\_2013.pdf. Acesso em 05 de Julho de 2018.
INEP. (2018). Censo Escolar 2017: notas estatísticas . Disponível em: http://download.inep.gov.br/educacao\_basica/censo\_escolar/notas\_estatisticas/2018 /notas\_estatisticas\_Censo\_Escolar\_2017.pdf. Acesso em 05 de Julho de 2018.
KUENZER, A. Z. (2011). A formação de professores para o ensino médio: velhos problemas, novos desafios. Educação & Sociedade , v. 32, n. 116, p. 667-688.
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SLONGO, I. I. P.; DELIZOICOV, N. C.; ROSSET, J. M. (2010). A formação de professores enunciada pela área de educação em ciências. Alexandria Revista de Educação em Ciência e Tecnologia , v. 3, n. 3, p. 97-121.
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