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BREVE ANÁLISE DA EVASÃO NA LICENCIATURA EM FÍSICA

Leticia Francisca De Almeida Nestali, Ana Rita Pereira

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
29/01/2019
Linha de pesquisa
Políticas Públicas E O Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## BREVE ANÁLISE DA EVASÃO NA LICENCIATURA EM FÍSICA

## Leticia Francisca de Almeida Nestali 1 , Ana Rita Pereira 2

1 Universidade Federal de Goiás/Regional Catalão/Departamento de Física, leticialeisy@gmail.com 2 Universidade Federal de Goiás/Regional Catalão/Departamento de Física, anaritapr@gmail.com

## Resumo

A evasão de alunos nos cursos de graduação está afetando enormemente as universidades brasileiras. Apesar das políticas de incentivo ao ingresso no Ensino Superior, a permanência e conclusão da graduação ainda é um problema para muitos alunos, que não conseguem evoluir no curso e abandonam a universidade. A evasão provoca diversos impactos negativos, que vão desde prejuízos emocionais ao estudante até prejuízos econômicos à universidade. Observando os cursos de licenciaturas, em particular na área de Ciências Exatas, esse problema se agrava, pois com baixa procura e uma taxa alta de abandono, o número de concluintes é muito pequeno. O presente trabalho faz uma análise da evolução dos alunos na matriz curricular de um curso de licenciatura em Física no sudeste goiano, um curso que desde o seu início raramente preencheu todas as vagas disponíveis, tendo um elevado índice de alunos evadidos. Procurando entender essa problemática foi realizada uma pesquisa quantitativa e qualitativa sobre a situação dos alunos que ingressam no curso e dos que chegam ao seu final. O principal objetivo deste estudo é identificar e reconhecer o problema dentro da universidade, e a partir daí propor e realizar ações que minimize essa situação. Foi realizada também uma avaliação acerca das percepções que os ingressantes têm sobre a Física, procurando entender como isso contribui para sua permanência no curso.

Palavras-chave : Evasão, Física, Desistência dos alunos.

## Introdução

A Constituição Brasileira garante que a educação é um direito fundamental, universal, inalienável e tem participação ativa na formação integral do ser humano e em sua relação com a sociedade. Em relação ao acesso no ensino superior constata-se ainda que poucos estudantes, egressos do ensino médio, alcançam este direito. Os antigos vestibulares eram processos de seleção, que de forma elitizada, privilegiavam os que tinham acesso a uma boa formação ou que foram mais preparados para as provas. Esses foram substituídos, na maioria das Instituições de Ensino Superior (IES), pelo Enxame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o que de certa forma democratizou o acesso aos cursos de graduação, e considerando os programas de inclusão para os alunos oriundos da Escola Publica nas IES, observase significativo aumento de estudantes no ensino superior.

Mas, como mostra Macedo (2012), as políticas educacionais promovidas pelo Governo Federal, trouxeram avanços e melhorou o acesso ao Ensino Superior, mas isso não contribuiu para a solução da problemática da evasão nas IES brasileiras. De forma que, facilitar o acesso ao Ensino Superior não garante a permanência dos alunos na universidade até a conclusão do curso. Talvez o modelo atual, que utiliza a nota do ENEM através do Sistema de Seleção Unificada (SISU), que possibilita ao estudante escolher qualquer IES pública, provoque até mais abandono, pois tem estudantes que vão para localidades distantes e logo desistem devido aos custos elevados para se manter numa nova cidade, sem o apoio familiar

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e com poucas políticas de permanência na graduação (GOBARA E GARCIA, 2007). E esse deve ser um ponto a ser olhado pelos gestores ao considerarem mudanças na atual forma de ingresso nas IES públicas.

Logo, aumentar o número de vagas e com isso o número de ingressantes, não implica na graduação de mais alunos. E o resultado é um Ensino Superior caro e ineficiente, pois os custos para manter uma universidade são altos, e o abandono/evasão no decorrer da graduação significa perdas, pois esse investimento não terá retorno, além de significar menos profissionais qualificados no mercado de trabalho, acarretando prejuízos socioeconômicos ao Brasil. E o resultado é que atualmente o Brasil tem, por um lado, um crescimento acelerado do número de vagas, e por outro, a expansão do número de abandono ou trancamento de matrículas nas universidades. E assim a evasão escolar, que já era significativa, hoje atinge enormemente os cursos de graduação, sendo cada vez mais ostensiva. Mas, apesar de apresentar números crescentes, a evasão ainda não mostrou força suficiente para 'tocar as universidades em suas raízes' (MORAES, 1986).

Segundo Cunha e colaboradores (CUNHA et. al., 2001), o problema da evasão de alunos, no ensino de graduação, em particular nas universidades publicas, ' ainda não foi tratado com empenho e rigor analítico necessários ao seu entendimento '. Embora em expansão, a pesquisa sobre essa problemática ainda é pequena, e em geral quantificam a evasão, sem aprofundar no entendimento das causas e dos motivos que levam ao abandono do curso escolhido. Faltam inclusive diagnósticos efetivos e precisos sobre os números de alunos evadidos, e até mesmo sobre o que caracteriza e define a evasão. E sequer existe consenso sobre como entender ou medir a evasão no ensino superior, ou seja, não existe uma metodologia que delimite com precisão os seus índices, pois existem alunos que mudam de curso dentro da mesma instituição e isso muitas vezes é contabilizado como evasão.

Em relação aos cursos de Física, pode-se dizer que esse fenômeno tem alcance mundial, pois segundo a literatura o número de formandos no tempo regular é cerca de 10 % dos ingressantes (Rodrigues & Teixeira, 2009, Gobara & Garcia, 2007; Barroso & Falcão, 2004). Olhando especificamente os cursos de Licenciatura em Física verifica-se a condição de baixa procura e elevado índice de desistência. Embora exista um enorme déficit de docentes de Física na Educação Básica de todo o país, isso não estimula o interesse e a procura pelo curso, e o resultado é um enorme déficit de professores de Física, sendo que muitas vezes os docentes que ministram as aulas de Física possuem formação em outras licenciaturas, ou sequer tem uma licenciatura ou mesmo, em vários casos, sequer possuem uma graduação, como ocorre na região de Catalão, onde cerca de 80 % dos docentes são graduados em Matemática e 7 % ainda são estudantes de Física (PEREIRA et. al., 2009). De modo que é notável a necessidade da formação de licenciados em Física para suprir essa demanda, mas com a quantidade de egressos em Física, isso vai demorar.

No entanto a evasão não atinge apenas os cursos de Física, sendo atualmente causa de preocupação em todas as áreas. Portanto, existe a necessidade de entender melhor o fenômeno da evasão, ver a evolução dos alunos durante sua graduação, o que os motiva a procurar determinado curso e procurar entender os fatores que leva alunos a desistirem do curso.

Os dados aqui apresentados foram obtidos junto à coordenação do curso de Física, e através de entrevistas e questionários realizados com alunos ao longo da

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sua evolução no curso. Desta forma foi possível fazer uma análise quantitativa do número de alunos ingressantes e evadidos e, também, uma análise qualitativa sobre a percepção que os alunos possuem sobre a Física e o curso de licenciatura em Física.

## A licenciatura em Física na RC-UFG

O abandono de curso representa a causa da maioria dos casos de fracasso escolar, são inúmeros estudantes que ingressam na universidade e que desistem sem concluir o curso. Pensando nesse esvaziamento continuo foi realizada esta pesquisa junto ao curso de Licenciatura em Física da Regional Catalão da Universidade Federal de Goiás (RC-UFG), localizada na região sudeste de Goiás, onde a demanda por Físicos é alta, devido as características locais com inúmeras fábricas e mineradoras.

Primeiramente são apresentados os resultados de uma pesquisa quantitativa, considerando dados oficiais disponibilizados pela coordenação do curso, acerca da evolução dos estudantes dentro da matriz curricular do curso. Os dados mostram a quantidade de alunos ingressantes, alunos regulares, alunos com matrículas trancadas, alunos excluídos (evadidos) e alunos formados. Foram analisados os dados das turmas com ingresso em 2006 (início do curso) até 2013, considerando que todos esses alunos já deveriam ter concluído o curso até 2016. A partir de 2014 a análise será apenas preliminar. Os dados são mostrados nos gráficos 1 e 2 abaixo.

Gráfico 1: Número de ingressantes no curso de Física da RC-UFG de 2006 a 2017

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Gráfico 2: Número de alunos ingressantes e de alunos evadidos.

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O gráfico da figura 1 mostra que somente em duas ocasiões as vagas do curso foram totalmente preenchidas, tendo períodos em que o número de ingressantes preencheu menos de 40% das vagas. Porém esse não é o único problema que deve ser enfrentado, existe também a quantidade de evasões que ocorrem ao longo do curso, como mostra o gráfico da figura 2, que em alguns períodos chega a atingir 80%.

Outro fator observado em Catalão é que muitos estudantes abandonam o curso devido às várias reprovações acumuladas no decorrer dos semestres. Essas reprovações prejudicam à evolução dos alunos e poucos concluem o curso nos 8 semestres regulares. O tempo médio que os alunos levam para concluir o curso é de cerca de 12 semestres. Essas reprovações evidenciam a formação deficitária dos alunos na Educação Básica, sendo que os mesmos chegam à universidade sem terem atingido a maturidade e habilidades necessárias para o estudo e aprendizagem da Física, o resultado é um quadro de reprovações sucessivas que compromete tanto sua autoestima quanto o sucesso dentro do curso, o que o leva muitas vezes à desistência do curso. A tabela 1 apresenta a evolução dos alunos no curso de física.

Tabela 1: Situação dos alunos ingressantes no curso de Física da RC/UFG no período de 2006 a 2013.

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A tabela 1 mostra que até o momento 19% dos ingressantes concluíram o curso, mas somente 7% conseguiram concluir o curso em 8 semestres. Ainda existe cerca de 12% frequentando o curso, e que provavelmente conseguirão se formar. Se isso ocorrer o percentual de alunos formados subirá para 31%. Outro detalhe observado é que dentre os ingressantes nos anos de 2008 e 2011, nenhum conseguiu se formar em 8 semestres, enfatizando o quadro de reprovações sucessivas e falta de êxito dos alunos em evoluir dentro da matriz curricular do curso.

Para Gobara e Garcia (2007) a crise nos cursos de licenciatura é constante, pois além da dificuldade do estudante se sustentar economicamente durante o curso e ter sucesso nas disciplinas da matriz curricular, existe ainda toda a problemática da futura carreira, onde os baixos salários e a falta de status social da profissão de professor, provoca desinteresse e baixa procura pelo curso, como é observado na RC-UFG, onde no período de 2006-2013, 41% das vagas ofertadas não foram preenchidas. Entre 2014 e 2017, houve um aumento no numero de ingressantes, mas isso não significou aumento na taxa de permanência no curso, visto que 56% já abandonaram o curso, sendo que desse percentual 51% foram excluídos (em geral por não efetuarem a matricula) e 5 % trancaram a matricula.

Tabela 2: Ingressantes entre 2014 a 2017 e a situação dos alunos no curso.

## A percepção dos alunos sobre o curso de física da RC/UFG

É importante conhecer o perfil dos alunos ingressantes em cada curso, pois com esse conhecimento é possível saber quais são os principais desafios que eles enfrentarão na vida acadêmica. Mediante a análise do perfil dos ingressantes é

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possível desenvolver políticas que assegurem a sua permanência na universidade até a conclusão do curso.

Numa análise qualitativa, buscando avaliar o perfil socioeconômico e as motivações dos escolares em estudar física, foram aplicados questionários e entrevistas. Pelas respostas obtidas verifica-se que o perfil dos ingressantes no curso de Física da RC-UFG, é de jovens, na faixa etária de 16 a 20 anos de idade, com predominância masculina, apesar do número de mulheres estar aumentando (25% dos ingressantes em 2016 e 26 % em 2017), e são egressos da escola pública (80%). Em geral esses jovens são oriundos de extratos sociais menos privilegiados em termos educacionais e culturais, sendo que a maioria está na faixa de renda familiar de até quatro salários mínimos. E o fato desse jovem ingressar na universidade indica uma superação em relação aos seus pais quanto à escolaridade, onde cerca de 45 % dos pais destes alunos só cursaram o ensino fundamental e 43 % chegaram a concluir o ensino médio.

Cerca de 50 % ingressaram no curso dizendo querer ser professor, mas veem a desvalorização da carreira docente como uma barreira. Em relação à motivação pra escolher o curso de Física, podemos dividir as respostas em quatro categorias: o grupo dos que optaram pelo curso devido a afinidade com a Física e Matemática no ensino médio; o grupo dos que acham a Física interessante por estar relacionada a tudo no cotidiano e querem aprofundar esse conhecimento; o grupo focado no mercado de trabalho, devido à escassez de professores de Física e as possibilidades de emprego em áreas correlatas e tem o grupo dos que veem o curso de Física como forma de acesso à universidade (e busca uma futura transferência interna). Essas quatro categorias são representadas na tabela 3.

Tabela 3: Respostas dos alunos à pergunta 'Por que estudar Física?'.

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Observando a tabela 3, notamos que muitos acham a física interessante e ingressaram no curso em busca de mais conhecimentos, outros alunos se empolgaram com os 'fascínios' da física e com a facilidade que tinham com os cálculos na Educação Básica, existem ainda aqueles que não aprenderam física no ensino médio ou que optaram pela física por ela está presente em inúmeras situações do cotidiano. Mas de forma geral o que se observa é que os alunos chegam à universidade despreparados para a sua realidade, tendo ainda uma visão bastante 'romantizada' da Física e do cientista, ou seja, tem poucos conhecimentos dos requisitos e exigências necessárias para obter sucesso na aprendizagem da Física e assim concluírem a graduação em Física.

Acompanhando a evolução dos alunos ao longo do curso, observa-se que suas expectativas vão mudando, chegam bastante empolgados, se sentindo vitoriosos por ingressar na universidade, e depois vão sendo acometidos de desanimo que aumenta no longo da graduação. Eles afirmam que não imaginavam que teriam tanta dificuldade, pois esperavam por conteúdos similares aos vistos no ensino médio. E infelizmente, muitos alunos não trazem uma boa bagagem dos conteúdos do ensino médio. Então este é um problema a ser enfrentado para que o número de evasões não continue a aumentar, pois um aluno despreparado fica desestimulado ao sofrer sucessivas reprovações nas disciplinas iniciais do curso e facilmente desiste da graduação. Segundo a fala de vários alunos, ao iniciarem às aulas na universidade eles têm a sensação de terem 'pego um filme pela metade', e vão se conscientizando de que não possuem a formação básica necessária para o sucesso no curso, e assim muitos desistem ou mudam de curso.

## Considerações finais

Analisando a realidade dos estudantes do curso de Física da RC/UFG notamos que existe grande dificuldade em progredir no curso, em especial porque vem de uma Educação Básica deficitária que não fornece a bagagem necessária para obter sucesso no desenvolvimento do curso. Essa situação faz com que o aluno tenha que se esforçar bastante, pois ao mesmo tempo em que estuda os conteúdos da graduação tem que revisar os conteúdos do ensino médio que ele já deveria ter aprendido. E as consequências disso é o alto índice de reprovações nas disciplinas iniciais, o que causa desânimo e desilusão, pois se já nas disciplinas iniciais, que devem ser as mais fáceis, reprovam tanto, com avançar e superar as dos períodos mais avançados com um grau de dificuldade maior para alcançar o tão sonhado canudo?

Outro aspecto relevante, aqui na RC-UFG, e que causa evasão é que muitos alunos não residem na cidade, vindo de outras localidades próximas diariamente para estudar, num trajeto bastante cansativo. Além do cansaço, isso dificulta também a relação aluno-aluno, tornando inviável a formação de grupos de estudos, onde a colaboração entre eles ajuda a superar as dificuldades, pois um aluno ajuda o outro. Outros casos de dificuldade são alunos que trabalham, tendo pouco tempo para se dedicarem ao curso, o que dificulta bastante o sucesso destes, pois além do

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pouco tempo para estudarem não conseguem participar das monitorias ou atendimentos ministrados pelos professores do curso. Sendo um curso que exige bastante estudo, isso requer do aluno muita dedicação para obter sucesso.

Assim é necessário e urgente melhorar a qualidade da Educação Básica da rede, visto que cerca de 80% dos nossos alunos são egressos de escolas públicas. Temos que aproximar mais a universidade das escolas, buscar propiciar aos alunos no ensino médio uma educação de melhor qualidade, para que eles não se deparem com tantas dificuldades ao chegarem à graduação (Gobara e Garcia, 2007).

Além disso, uma maior interação universidade-escola poderá aumentar o interesse pelo curso de Física, pois muitos procuram o curso após participarem de projetos de extensão desenvolvidos nas escolas de ensino médio. Então é necessário que sejam tomadas providências que motive e estimule o ingresso no curso de Física, e principalmente envolvendo os alunos em projetos que os ajude a superar suas deficiências e os incentivem a seguir a carreira docente.

## Referências bibliográficas

BARROSO, M. F &amp; FALCÃO, E. B. M., Evasão universitária: o caso do instituto de física da UFRJ, In: Anais do X Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (X EPEF), 2004.

CUNHA, A. M, TUNES, E. &amp; SILVA, R. R., Química Nova , Vol. 24 (1), p. 262-280, 2001.

GOBARA, S. T. &amp; GARCIA, J. R. B., Revista Brasileira de Ensino de Física , v. 29 (4), p. 519-525, 2007.

MACEDO, C., Evasão estudantil nos cursos de matemática, química e física da Universidade Federal Fluminense: Uma silenciosa problemática , Dissertação de Mestrado, PUC-Rio, 2012.

MORAES, N. I. Perfil da universidade . São Paulo: Pioneira/Universidade de São Paulo, 1986.

PEREIRA, A. R., ALVES, J. P. G., DUTRA, J. C. B., ORTIZ, J. S. E. , Perfil dos professores de física no ensino médio na região de Catalão - Goiás, In: Anais do XVIII Simpósio Nacional de Ensino de Física (XVIII SNEF), Vitória, ES, 2009.

PEREIRA, A. R., SILVA, W. M., SILVA, J. D., SILVA, A. V. , A desistência na licenciatura em física do campus catalão - ufg: evasão ou exclusão?, In: Anais do XIII Encontro de Pesquisa em Ensino de Física (XIII EPEF), Foz do Iguaçu, PR, 2011.

RODRIGUES, M. A. &amp; TEIXEIRA, F. M., Reflexões sobre a baixa procura pelo curso de física nas universidades federais de Pernambuco, In: Anais do VII Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências, VII ENPEC, Florianópolis, SC, 2009.

## Agradecimentos

Ao CNPQ, a UFG e a FAPEG pelo apoio financeiro.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.