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ENSINO INCLUSIVO E O LABOR ATÓRIO DIDÁTICO - UMA DÉCADA DE TRABALHOS

Anamaria M Martinez Souza, Maria Cristina Penido

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
29/01/2019
Linha de pesquisa
Equidade, Inclusão, Estudos Culturais E O Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## ENSINO INCLUSIVO E O LABORATîRIO DIDçTICO Ð UMA DƒCADA DE TRABALHOS

Anamaria M Martinez Souza, Dra. Maria Cristina Penido

1 Mestranda UFBA/UEFS Ð PPGEFHC, anamariamartinezsouza@gmail.com

2 UFBA/UEFS Ð PPGEFHC, mcrispenido@gmail.com

## Resumo

A educaGLYPH<141>‹o brasileira encontra-se no processo de se fazer inclusiva, portanto Ž um desafio atual implementar tal pol'tica. Neste artigo, atravŽs de uma an‡lise sistem‡tica, buscamos investigar nos trGLYPH<144>s principais eventos da ‡rea de ensino de ciGLYPH<144>ncias, mais especificamente de F'sica, o que dizem os trabalhos que trazem o laborat-rio did‡tico de ensino de f'sica voltado para o ensino inclusivo, afim de buscar responder a seguinte quest‹o: Como o laborat-rio de Ensino de F'sica pode cooperar com a inclus‹o de alunos surdos seguindo a educaGLYPH<141>‹o inclusiva? Consultamos os anais do SNEF, ENPEC e EPEF de 2007 ˆ 2017. A busca resultou num total de 54 artigos que versavam sobre educaGLYPH<141>‹o inclusiva, onde somente 3 artigos traziam discuss›es sobre o laborat-rio did‡tico. Encontramos trabalhos que trazem pr‡ticas experimentais, mas n‹o encontramos pesquisas que debatessem sobre o laborat-rio ou experimentaGLYPH<141>‹o como ferramenta de ensino inclusivo. Somente como ve'culo para pesquisa de argumentaGLYPH<141>‹o e relatos de experiGLYPH<144>ncias. Apesar de n‹o ser esse o foco da nossa pesquisa, reconhecemos a import%ncia de tais produGLYPH<141>›es. Com este trabalho pretendemos evidenciar uma das lacunas na pesquisa em ensino de ciGLYPH<144>ncia inclusivo, dessa forma apontando perspectivas para a comunidade de pesquisa.

Palavras-chave : Ensino Inclusivo, Laborat-rio did‡tico, Surdo, Ensino de F'sica.

## IntroduGLYPH<141>‹o

Implantar uma pol'tica inclusiva Ž um desafio atual da educaGLYPH<141>‹o brasileira que encontra-se no processo de se fazer inclusiva. Vivemos em uma sociedade democr‡tica que tem por definiGLYPH<141>‹o a pluralidade, o conv'vio e a interlocuGLYPH<141>‹o com a diversidade, Ž essa diversidade que est‡ reproduzida na escola, enquanto micro cŽlula da sociedade. O direito de participar nos espaGLYPH<141>os e processos comuns de ensino e aprendizagem realizados na escola Ž previsto na legislaGLYPH<141>‹o. Apontando assim para a adoGLYPH<141>‹o de pol'ticas educacionais inclusivas, em detrimento da segregaGLYPH<141>‹o vivenciada historicamente pelos portadores de deficiGLYPH<144>ncia, para a transformaGLYPH<141>‹o das instituiGLYPH<141>›es escolares e tambŽm para a mudanGLYPH<141>a das pr‡ticas sociais, como a relaGLYPH<141>‹o com a fam'lia e a comunidade.

Diante do exponencial crescimento de matriculas de surdos e demais estudantes com necessidades educacionais especificas (NEE), as pol'ticas do sistema de ensino devem prever a diminuiGLYPH<141>‹o e retirada das barreiras ˆ educaGLYPH<141>‹o destes e promover a participaGLYPH<141>‹o a partir de novas relaGLYPH<141>›es entre os estudantes, sendo fundamental para uma socializaGLYPH<141>‹o humanizada. Devem prever tambŽm novas relaGLYPH<141> ›es pedag-gicas que equacionem nos diferentes modos de aprender das diferentes crianGLYPH<141>as, jovens e de relaGLYPH<141>›es sociais, valorizando a diversidade em todas as atividades sociais, espaGLYPH<141>os e formas de convivGLYPH<144>ncia e trabalho.

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Ao adentrarem as salas de au la os surdos se deparam com diversas dificuldades, desde os n'veis mais b‡sicos atŽ o ensino superior. Inclusive Fonseca (2004) aponta o despreparo no atendimento ˆs NEE como o principal respons‡vel pelo nœmero ainda pequeno de estudantes com deficiGLYPH<144> ncia no ensino superior, quando comparamos por exemplo com a entrada no ensino b‡sico. A dura realidade que recepciona deficientes em geral conta com salas de aula inapropriadas, professores sem a formaGLYPH<141>‹o adequada, comunidade escolar despreparada, rec ursos e ainda materiais did‡ticos insuficientes (WATAYA, 2006). Neste trabalho n‹o pretendemos tratar sobre este t-pico de pesquisa t‹o vasto, mas contextualizar para levantarmos a quest‹o que nos propomos.

Diante deste cen‡rio de desafios e barreiras, nos questionamos se o laborat-rio did‡tico mais especificamente o de ensino de F'sica seria capaz de contribuir, enquanto ferramenta de Ensino, para pensarmos numa metodologia inclusiva, afim de gerar contribuiGLYPH<141>›es para essa ‡rea t‹o carente de esforGLYPH<141>os, produGLYPH<141>‹o e formaGLYPH<141>‹o. As pesquisas em Ensino de F'sica apontam o laborat-rio Did‡tico ou experimentaGLYPH<141>‹o como um espaGLYPH<141>o em potencial para desenvolver uma vis‹o mais completa da ciGLYPH<144>ncia e h‡ anos suas potencialidades s‹o discutidas entre professores e pesquisadores. J‡ estabelecido como not-ria ferramenta de ensino, seu uso Ž estimulado e considerado indispens‡vel ao ensino de ciGLYPH<144>ncias, sendo inclusive previsto por documentos oficiais. (BRASIL,2013)

Naturalmente na F'sica muitas s‹o as contribuiGLYPH<141>›es e po tencialidades atribu'das a pr‡tica em Laborat-rio Did‡tico de Ensino de F'sica, LADEF, (MACEDO & PENIDO, 2010). Inspecionando a literatura encontramos diversas pesquisas acerca do laborat-rio e suas poss'veis contribuiGLYPH<141>›es para o ensino, porŽm po ucas tratam da educaGLYPH<141>‹o inclusiva. Os laborat-rios did‡ticos s‹o considerados um ambiente cognitivo apropriado ao ensino e aprendizagem de ciGLYPH<144>ncias, por proporcionar ao estudante, o contato com fen™menos descrito por leis e teorias que permeiam a ci GLYPH<144>ncia, permitindo que testem suas hip-teses, indagaGLYPH<141>›es, dœvidas e curiosidades ao explorar mœltiplos sentidos sensoriais. O que caracteriza o laborat-rio did‡tico como ferramenta de ensino indispens‡vel. (CARVALHO, 2006; CAPECCHI, 2006; MARANDINO et al 2009; BRODIN, 1978; ARAòJO; ABIB, 2003; HODSON, 1994; MACEDO,2010)

Pensando nisso, neste trabalho olhamos para os anais da œltima dŽcada, 2007 ˆ 2017, dos trGLYPH<144>s principais eventos da ‡rea de Ensino de F'sica, a saber; ENPEC Encontro Nacional d e Pesquisa em ciGLYPH<144>ncias, EPEF Encontro de pesquisa em Ensino de F'sica e SNEF, Simp-sio Nacional de Ensino de F'sica. Buscando trabalhos que discutissem o Laborat-rio did‡tico e o Ensino inclusivo de F'sica, para entendermos de que forma o laborat-r io did‡tico pode contribuir com a educaGLYPH<141>‹o inclusiva enquanto ferramenta de ensino.

Este trabalho Ž parte da pesquisa de mestrado em andamento da autora que junto ˆ sua orientadora apresentam este trabalho. A partir dos resultados encontrados aqui se justifica o percurso tomado na investigaGLYPH<141>‹o de mestrado.

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## Percurso metodol-gico

A pesquisa foi dividida em duas etapas. Primeiro a coleta de dados e depois a an‡lise e interpretaGLYPH<141>‹o dos resultados obtidos.

Buscamos trabalhos da œltima dŽcada que trat assem sobre o Laborat-rio Did‡tico voltado para EducaGLYPH<141>‹o Inclusiva, nos anais dos congressos mais relevantes para ‡rea de ensino de F'sica, a saber; ENPEC Encontro Nacional de Pesquisa em C iGLYPH<144>ncias, EPEF Encontro de P esquisa em Ensino de F'sica e SN EF, Simp-sio Nacional de Ensino de F'sica.

A princ'pio a busca realizada foi baseada no t'tulo dos trabalhos e palavras chaves, buscando as palavras; inclus‹o, surdo, n‹o ouvinte e deficiente auditivo. Em seguida os trabalhos encontrados foram filtra dos pelo resumo. O intuito da pesquisa Ž tratar sobre o laborat-rio did‡tico e a inclus‹o, sendo assim selecionamos os trabalhos que mencionavam experimentaGLYPH<141>‹o, experiGLYPH<144>ncias, pr‡ticas e laborat-rio para uma leitura, aprofundada. Neste trabalho adotamos a nomenclatura Surdo por entendGLYPH<144>los como componentes de uma cultura singular, e n‹o somente por considerar suas quest›es de saœde e integridade f'sica.

## Resultado e discuss›es

Dentre as atas dos eventos, encontramos 54 artigos no total que tratavam de educaGLYPH<141>‹o de surdos numa perspectiva inclusiva de ensino. Estando 33 deles presentes nas atas do ENPEC, 20 no SNEF e apenas 1 artigo presente nas atas do EPEF. O gr‡fico abaixo ilustra o resultado encontrado.

Gr‡fico 1 Ð Eventos e publicaGLYPH<141>›es sobre inclus‹o de estudantes surdos.

fonte: Autoras

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No quadro abaixo temos a representaGLYPH&lt;141&gt;‹o detalhada e concentrada. Os anos em que o evento n‹o ocorre u est‹o representados com traGLYPH&lt;141&gt;o ( -). R1 representa o nœmero de trabalhos em que apareceram estudantes surdos e educaGLYPH&lt;141&gt;‹o inclusiva e R2 representa o nœ mero de trabalhos que apareceram educaGLYPH&lt;141&gt;‹o inclusiva de estudantes surdos junto ao laborat-rio did‡tico ou com a nomenclatura experimentaGLYPH&lt;141&gt;‹o. Chamamos a atenGLYPH&lt;141&gt;‹o que todos os eventos s‹o bianuais. Sendo que apenas o EPEF aconteceu em anos pares e t eve ediGLYPH&lt;141&gt;‹o extra em 2011, onde aparece o artigo que levantamos.

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Quadro 1 Ð Trabalhos que mencionam Ensino inclusivo de estudantes Surdos x Estudantes surdos e o LADEF

Fonte: anais dos congressos, editado pela autora.

Para compreendermos esse grande afunilamento de trabalhos, criamos 6 categorias afim de agrupar os principais temas dos 53 trabalhos sobre inclus‹o de estudantes surdos. Dividindo em; SequGLYPH&lt;144&gt;ncias did‡ticas e ferramentas (16), Metan‡lise (03), Discurso sobre ensino de CiGLYPH&lt;144&gt;ncia (18), Laborat-rio e experimentaGLYPH&lt;141&gt;‹o (03), Politicas Pœblicas, Tratamentos E Terminologias Espec'ficas (7) , e FormaGLYPH&lt;141&gt;‹o de professores (5).

## Aproximando o olhar para a singularidade de cada evento encontramos:

- ∞ No SNEF um total de 21 trabalhos sobre inclus‹o na œltima dŽcada, onde somente 2 trouxeram pr‡ticas experimentais. Em 2011 tivemos um trabalho, onde o autor n‹o tratava explicitamente sobre laborat-rio, mas apresentava uma pr‡tica experimental reali zada com estudantes surdos que concluia ter sido proveitosa para aprendizagem dos mesmos. Em 2013, um trabalho envolvendo estudantes do PIBID que tambŽm n‹o problematizava o laborat-rio, mas narrava as pr‡ticas experimentais implementadas pelo grupo de autores junto a turmas de estudantes com deficiGLYPH&lt;144&gt;ncias auditivas e visuais, segundo a denominaGLYPH&lt;141&gt;‹o dos autores.
- ∞ No Epef de 2016 a 2008 apenas um trabalho sobre inclus‹o de estudantes surdos foi encontrado, e alguns poucos trabalhos que tratam sobre a i nclus‹o de estudantes cegos. O œnico trabalho que versa sobre a inclus‹o de estudantes surdos Ž de 2011, porŽm trabalha com modelos qualitativos, sendo assim n‹o se enquadra no objetivo deste trabalho.
- ∞ O Enpec traz uma quantidade mais expressiva de trabalhos envolvendo inclus‹o, destacamos inclusive um dos trabalhos que versa sobre a inclus‹o e o laborat-rio, porŽm a pesquisa Ž voltada a deficientes visuais e n‹o para surdos. Entretanto contribuiu para reflex‹o neste trabalho. Uma vertente aparece intensamente nos anais do evento e merece ser destacada; trabalhos que tratam da perspectiva do professor diante dos desafios da

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educaGLYPH&lt;141&gt;‹o inclusiva e da sua formaGLYPH&lt;141&gt;‹o. Encontramos trabalhos que trazem pr‡ticas experimentais, mas n‹o encontramos p esquisas que tratassem sobre o laborat-rio ou experimentaGLYPH&lt;141&gt;‹o como ferramenta œtil ao ensino inclusivo. Somente como ve'culo para pesquisa de argumentaGLYPH&lt;141&gt;‹o e relatos de experiGLYPH&lt;144&gt;ncias. Apesar de n‹o ser esse o foco da nossa pesquisa, reconhecemos a im port%ncia de tais produGLYPH&lt;141&gt;›es.

## Conclus›es

Ap-s olharmos para os dados quantitativos, podemos perceber que as pesquisas que versam sobre inclus‹o no ensino de F' sica tGLYPH&lt;144&gt;m crescido, no entanto os trabalhos encontrados sobre o laborat-rio did‡tico , especificamente de f'sica, demonstr am a carGLYPH&lt;144&gt;ncia de pesquisas na ‡rea. N‹o conseguimos encontrar a resposta que busc‡vamos para a pergunta que propomos; Como o LADEF pode cooperar com a inclus‹o de alunos surdos seguindo a educaGLYPH&lt;141&gt;‹o inclusiva? ReforGLYPH&lt;141&gt;amo s a intenGLYPH&lt;141&gt;‹o de compreender o laborat-rio como ferramenta, e n‹o somente tratar das pr‡ticas em si, da sua execuGLYPH&lt;141&gt;‹o e conclus›es pontuais de sequGLYPH&lt;144&gt;ncias aplicadas.

Nossos resultados apontam para a grande lacuna existente na pesquisa em Ensino de F' sica, faltam trabalhos que discutam o ensino inclusivo, sobretudo para pessoas surdas. AlŽm de elucidar um caminho para pesquisa que relacione o laborat-rio did‡tico e o ensino inclusivo. O mesmo aparece superficialmente nos estudos sobre pr‡ticas inc lusivas, sem discutir as potencialidades e os pontos fracos a serem trabalhados no laborat-rio.

Cabe aqui ressaltar, se destacam nos anais dos congressos analisados, os trabalhos que tratam da educaGLYPH&lt;141&gt;‹o incl usiva e envolvem deficientes visuais, podendo servir de referencial para outros estudos.

Por fim sugerimos ao campo de pesquisa que expanda a an‡lise , por exemplo aos peri-dicos e dissertaGLYPH&lt;141&gt;›es. Para buscar as discuss›es dos pesquisadores de ensino inclusivo e laborat-rio did‡tico acerca dessa fer ramenta t‹o expoente entre professores e pesquisadores, voltada a educaGLYPH&lt;141&gt;‹o inclusiva.

- A lacuna evidenciada nesta revis‹o nos estimula a estender a pesquisa durante investigaGLYPH&lt;141&gt;‹o de mestrado em que se deu. AlŽm da expans‹o bibliogr‡fica, diante dos resultados decidimos ir a campo continuar a pesquisa observando laborat-rio como ferramenta de Ensino de F'sica inclusivo.

## ReferGLYPH&lt;144&gt;ncias

- 1. ARAòJO, M. S. T.; ABIB, M. L. V. S . Atividades Experimentais no Ensino de F'sica: diferentes enfoques, diferentes finalidades. Revista Brasileira de Ensino de F'sica, S‹o Paulo, v.25, n.2, p. 176-194, jun. 2003.
- 2. BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais da EducaGLYPH&lt;141&gt;‹o B‡sica 2013 em: &lt; http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com\_docman&amp;view=download&amp;alia s=13448-diretrizes-curiculares-nacionais-2013-pdf&amp;Itemid=30192&gt; acessada em Julho de 2018

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- 3. BRODIN, G. The role of the laboratory in education of industrial physicists and electrical engineers , [S.I. : s.n.], 1978;
- 4. CARVALHO, A. M. P. ; CAPECCHI, Maria Candida Varone de Morais . Atividade de laborat-rio como instrumento para a abordagem de aspectos da cultura cient'fica em sala de aula .. Pro-PosiGLYPH&lt;141&gt;›es (Unicamp), Campinas - SP., v. 17, n.1, p. 137-153, 2006.
- 5. CARVALHO, Rosita Edler. EducaGLYPH&lt;141&gt;‹o inclusiva: com os pingos nos "is ". 4. ed. Porto Alegre: Ed. MeditaGLYPH&lt;141&gt;‹o, 2006.
- 6. HODSON, D. (1994). Hacia un enfoque m‡s cr'tico del trabajo de laborat-rio. Ense-anza de las Ciencias, 12 (3), pp. 299-313.
- 7. FONSECA, V. InvestigaGLYPH&lt;141&gt;‹o de estudantes portadores de deficiGLYPH&lt;144&gt;ncia auditiva no ensino superior : alguns dados de caracterizaGLYPH&lt;141&gt;‹o e de intervenGLYPH&lt;141&gt;‹o. In: MANENTE, M.V.; GLAT, R.; PLETSCH, M.D. O Papel da Universidade Pœblica frente ˆs pol'ticas pœblicas para educaGLYPH&lt;141&gt;‹o inclusiva. Benjamim Constant, Rio de Janeiro, ano 10, n. 29, p. 3 - 8, dez. 2004.
- 8. MACæDO, S, R. PENIDO, M, C; O Laborat-rio de Ensino de F'sica Investigativo e a FormaGLYPH&lt;141&gt;‹o de Professores no IF-UFBa . 2010
- 9. WATAYA, R.S. O uso de leitores de tela no TelEduc*. Inteface, comunic, saœde, educ, v.9, n.18, p. 227-42, jan.-jun. 2006.

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