RELATO DE EXPERIÊNCIA: REALIZAÇÃO DE UMA PRÁTICA NÃO FORMAL DE EDUCAÇÃO SOBRE MAGNETISMO E COLISÕES
Murilo Viana Maia, Luana Simões Barbosa Batista, Amanda Aschauer Vieira Alves
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 29/01/2019
- Linha de pesquisa
- Divulgação Científica, Educação Não Formal E Informal
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## RELATO DE EXPERIÊNCIA: REALIZAÇÃO DE UMA PRÁTICA NÃO FORMAL DE EDUCAÇÃO SOBRE MAGNETISMO E COLISÕES Murilo Viana Maia , Luana Simões Barbosa Batista , Amanda Aschauer Vieira 1 2 Alves 3
## Resumo
- O seguinte artigo é um relato de experiência de um grupo de estudantes do curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal do Espírito Santo - Campus Cariacica ao desenvolverem uma atividade sobre magnetismo e colisões, de caráter não-formal e lúdico, para o Centro de Educação e Cultura Praça da Ciência, localizado na cidade de Vitória, Espírito Santo. O trabalho fez parte de uma atividade da disciplina de Física III, atividade essa que consistiu numa intervenção em uma escola ou espaço não-formal de educação, para desenvolver e aplicar uma atividade com o tema eletromagnetismo. A metodologia da atividade foi à apresentação do tema através de um experimento interativo e acessível a todos os públicos. Como resultado da ação, pudemos observar que as pessoas não só se interessaram pela atividade aqui relatada, mas também gostariam que mais atividades como essa fossem realizadas no espaço. Houve ainda uma conscientização da natureza do espaço, onde se realizou o trabalho, quando entenderam que é um espaço que pretende conciliar aprendizado e diversão.
Palavras-chave : Magnetismo, Colisões, Educação não-formal, Lúdico.
## Introdução
- O presente trabalho é fruto de uma atividade da disciplina de Física III, ministrada no primeiro semestre do ano de 2017, do curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal do Espírito Santo campus Cariacica. A proposta era que os alunos cursantes da disciplina fizessem intervenções em escolas ou espaços nãoformais de educação, levando algum tema do conteúdo eletromagnetismo para os alunos ou público dos respectivos locais. Assim, nesse contexto, o atual trabalho tem por objetivo relatar a experiência dos estudantes ao aplicarem seu projeto de intervenção, explicitando todas as etapas da idealização e desenvolvimento da mesma.
- O grupo desenvolvedor deste trabalho é constituído por mediadores de Centros de Educação, Ciência e Cultura da cidade de Vitória. Dessa maneira, foi natural a escolha do local da intervenção como sendo um espaço de divulgação da ciência e afins. A prática de atividades não-formais e tudo aquilo que envolve esse modo de educar faz parte da prática cotidiana dos estudantes executores da atividade.
- O local em que o trabalho foi realizado foi a Praça da Ciência da cidade de Vitória. Esse local foi escolhido pela afinidade do grupo com o local, pelo seu número de visitantes, bem como pelas suas características, que permitiam a exploração de metodologias alternativas para o ensino de Física em especial do eletromagnetismo.
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O experimento concebido para a apresentação na Praça da Ciência deveria se adequar a realidade do espaço. Por esse motivo, foi escolhido um experimento com conceitos simples e com características lúdicas e interativas, pois a Praça recebe muitas famílias com crianças de todas as idades. A Praça da Ciência possui em seu acervo uma série de equipamentos que apelam sempre para o lúdico, se preocupando em proporcionar não só a apresentação de fenômenos e conceitos físicos, mas também oportunizar ao público a possibilidade de vivenciar os fenômenos com os próprios sentidos. Pela razão do ambiente da Praça demandar uma atividade que consiga prender a atenção, em meio a tanta informação presente do espaço, e considerando principalmente o público infantil, a ludicidade da atividade foi uma das preocupações mais importantes da ação.
## Metodologia
Para relatar todo o processo da realização da atividade, vamos dividi-lo em alguns momentos que se relacionam como parte de um todo, mas que foram realizados em etapas diferentes. Esses momentos podem ser descritos nas seguintes etapas: idealização da intervenção, o desenvolvimento do experimento, o planejamento da aplicação, a realização da intervenção, a coleta e análise de dados e a reflexão pós-campo da atividade.
Vejamos que para a fazermos uma intervenção em um espaço, antes temos que recolher informações do mesmo, através de visitas presenciais e de leitura de artigos que o mencionam. O espaço escolhido foi o da Praça da Ciência, considerando que a equipe realizadora da atividade é formada por mediadores dos centros de educação e ciência, o conhecimento prático do espaço já estava bem assimilado. Essa vivência no local nos permitiu observar que atividades feitas na Praça da Ciência necessitam ser bem visíveis a céu aberto e que não podem ser sensíveis a ação do vento, do sol, de sons e etc. Por isso, um experimento lá deve ser simples e de fácil manuseio. Além disso, é evidente que o público familiar demanda atividades fáceis de entender e de manusear, para que tanto crianças e adultos possam interagir e participar.
Além do conhecimento prático, outra perspectiva importante é a de busca de referências teóricas sobre o espaço. A Praça da Ciência pode ser identificada como um centro de divulgação da ciência e de educação não-formal, onde informação, educação e lazer se misturam. Quanto a tais espaços Candotti nos diz:
Os Centros e Museus de Ciência são espaços onde cultura, lazer, aprendizagem e divulgação científica são oferecidos à população. Essa linha de divulgação científica pressupõe o exercício de reflexão sobre os impactos sociais e culturais de nossas descobertas. (CANDOTTI, 2002).
Com tais conceitos em mente vemos que qualquer ação a ser realizada nesses locais tem que se preocupar com a aprendizagem científica, mas também com o lúdico, para que a atividade seja atrativa ao público que busca nesses espaços uma atividade de lazer. Tomando um olhar mais a seguinte referência nos mostra o caminho metodológico escolhido pela Praça da Ciência para alcançar os objetivos de divulgar e ensinar ciência e de proporcionar o diálogo entre a teoria e a prática.
'A opção da Praça da Ciência utilizar instalações interativas de divulgação científica permite [...] atividades desenvolvidas na perspectiva de
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inclusão de conceitos de interatividade, entre outros recursos, coaduna em favorecer uma atitude exploratória face ao conhecimento, construindo e ampliando a possibilidade de discussão e interlocução com o cidadão comum de qualquer grupo da sociedade. Portanto, a Praça da Ciência, ao promover uma visita pautada na discussão através da utilização de equipamentos simples e de fácil compreensão, forma um elo entre a teoria e a experimentação.' (QUEIROGA, 2011)
Ao reunir as informações teóricas e práticas, pudemos buscar um experimento que converse com tudo o que foi explicitado até agora. O experimento que mais se mostrou viável para a intervenção foi o 'Canhão de Gauss', que consiste na aceleração de um projétil ferromagnético, através de campos magnéticos de bobinas onde as correntes variam com certa frequência. Essa atividade tem muitas vantagens, pois é de fácil visualização do público e pode ser relacionada a uma brincadeira. Essa experiência possui conceitos simples do eletromagnetismo, porém a construção de bobinas sincronizadas se mostrou impraticável a estrutura da Praça da Ciência, a qual não possui tomada de fácil acesso e que está totalmente sujeita a interferências do ambiente. Por essa razão, o experimento foi adaptado para ser feito com ímãs de neodímio ao invés de bobinas. Os ímãs também funcionam como aceleradores de projéteis ferromagnéticos e possuem a vantagem de não precisarem de energia elétrica.
Feita essa adaptação, o passo seguinte foi à obtenção dos materiais necessários para a montagem do experimento. Tínhamos que ter um trilho por onde o projétil seria lançado, um objeto para fornecer quantidade de movimento ao projétil, o projétil em si e por último um alvo. Assim, cada utensílio tinha sua função dentro do experimento. Para o trilho do projétil utilizamos um cano de PVC, de aproximadamente um metro, cortado de forma a ficar na forma de uma 'calha'. O projétil ferromagnético consistia de pequenas esferas de aço, que obtemos dentro de um rolamento de carreira dupla de esferas. Para acelerar o projétil como já dito utilizamos ímãs de neodímio, que possuem um campo magnético mais intenso que os feitos de ferrite, presos por fita no cano de PVC. Os alvos eram estrutura montadas com bloquinhos de madeira, os quais podem ser utilizados para montar diversas estruturas mais ou menos estáveis que podiam ter sua resistência testada dentro da brincadeira. Na Figura 1 é possível visualizar os materiais usados e o processo de fabricação mencionado.
Figura 01: Experimento do Canhão de Ímãs visto de cima.
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Partindo agora para a etapa de planejamento da proposta de intervenção, o grupo teve que se reunir junto da coordenação da Praça da Ciência para organizar como seria realizada a atividade. Planejamos que parte da Praça seria utilizada, o horário e data mais adequados e a dinâmica que seria realizada com o público.
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Para atender um grande número de público, escolhemos apresentar o experimento num feriado, data em que a média de público costuma ser alta. Chegamos cedo, a fim de preparar o espaço adequadamente para aplicação, levando em conta o vento e o sol que podem ser prejudiciais na apresentação. Organizamos e testamos o experimento e acreditando que uma grande parcela dos participantes seriam crianças colocamos o experimento no chão, permitindo às crianças uma melhor visualização. Assim, o local escolhido para apresentação não só teria que ter espaço suficiente para que as crianças pudessem sentar ao redor, mas também deveria estar suficientemente próximo dos equipamentos do acervo, para chamar a atenção daqueles que estavam dentro da Praça. Dividimos as apresentações em dois horários, desse modo obtivemos um número maior de participantes, ampliando o alcance da nossa oficina. Anunciamos a apresentação por meio de placa informativa e divulgação 'boca a boca', iniciamos as oficinas nos horários marcados de 10h e 11h da manhã, onde já havia um bom número de pessoas. Tudo isso foi pensado previamente e organizado de forma que atendesse às necessidades do trabalho. Sendo assim, todas as possibilidades de erros e acertos foram pensadas no planejamento dessa oficina científica.
Dessa forma, a intervenção ia cumprindo a ideia de propagar a ciência para o público geral desse espaço, de modo a agregar conhecimento científico à sua visita na Praça da Ciência e de apropriação desse lugar com um olhar mais crítico.
No que se refere à apresentação do experimento, optamos por dividi-la em dois momentos: um primeiro momento em que tratamos de explicar os materiais utilizados e a montagem do experimento, explicitando características importantes desses materiais e que motivaram escolhê-los, como o fado das bolinhas serem ferromagnéticas ou o ímã ser de neodímio e todos os materiais serem de baixo custo. Deixamos claro que tudo aquilo era acessível caso alguém se interessasse em montar o seu próprio Canhão de Gauss. Entre o primeiro e segundo momento, o experimento foi demonstrado e uma bolinha foi lançada pelo Canhão de Gauss, permitindo aos participantes observarem aquilo que seria explicado no segundo momento. No segundo momento, os conceitos envolvidos no experimento foram explicados, termos como campo magnético, atração magnética, polarização e colisões foram trabalhados.
Após esses momentos, começou-se a experimentação por parte dos, até agora, ouvintes. Para torná-lo ainda mais interessante, propusemos o desafio de que cada pessoa que quisesse usar o Canhão de Gauss organizasse bloquinhos, seja em forma de pirâmide, de forte ou de alguma outra construção, que deveriam ser derrubados pela bolinha lançada pelo canhão. Isso possibilitou a imaginação dos participantes na montagem de sua estrutura, gerando assim indagações a respeito de qual seria uma estrutura perfeita para não suportar o impacto da bolinha, o que nos levou um diálogo na tentativa de explicar possíveis erros e acertos na escolha da estrutura. A participação de todos gerou entusiasmo e interesse pela apresentação. Avaliando os questionários aplicados ao fim da oficina percebemos a satisfação das pessoas por poderem ter participado ativamente da oficina e por ser um experimento bem acessível para todos.
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Figura 02: Público da oficina Canhão de Gauss na Praça da Ciência.
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## Resultados
Para coleta de dados usamos um questionário contendo três questões objetivas, solicitamos justificativas para as respostas a fim de obter sugestões para o aperfeiçoamento de futuras oficinas. Após, esclarecermos as dúvidas sobre a Física, o experimento, os materiais e a montagem, entregamos os questionários e pedimos para que todos pudessem respondê-los (às crianças que não sabiam ler e escrever eram orientadas por seus pais) a fim de coletar as opiniões e melhorias a serem feitas. A ideia era obter por parte dos participantes um feedback da oficina, revelando assim a produtividade e a absorção do conhecimento obtido anteriormente. Observamos um retorno positivo da oficina, através da a interação e participação das pessoas, fizemos perguntas sobre o tema e associação com o cotidiano, e detectamos também uma apropriação de conceitos abordados de forma simples.
Foi interessante observar o preenchimento do questionário pelos partícipes, pudemos notar um diálogo e levantamentos sobre o que tinham adquirido e o que mais haviam gostado na oficina. A interação que a ciência produziu entre amigos, entre pais e filhos foi um resultado melhor do que esperado.
A seguir as questões com as respectivas considerações das respostas:
- 1) 'Você gostou da oficina? Justifique'. Todas as respostas foram positivas e a maioria das justificativas fazia referência à capacidade da bolinha derrubar a pirâmide montada com blocos. Uma resposta chamou bastante a nossa atenção, pois, causou uma grande inspiração por ter visto que nós, estudantes de Física, montamos o experimento sozinhos e que todos, ao final da explicação, puderam experimentar montando sua própria torre para ser derrubada.
- 2) 'Você gostaria de ver outros experimentos assim na Praça da Ciência? Justifique'. Todas as respostas foram positivas, e a maioria das justificativas foi de que acharam bem legal e interessante, mas um destaque entre as justificativas foi o fato de a criança poder participar ativamente do experimento.
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- 3) 'O que essa apresentação acrescentou a você?'. As respostas variaram e entre elas destacamos que grande parte citou o entendimento da conservação da quantidade de movimento.
Através desses questionários, avaliados posteriormente, obtivemos uma satisfação com os resultados positivos que foram já eram esperados, porque, além de uma proposta baseada em conceitos teórico-práticos e reflexivos, abarcando todo o objetivo do trabalho, também obtivemos um retorno dos participantes de forma geral e observamos a absorção das ideias discutidas no contato com as respostas das perguntas levantadas por nós.
## Considerações Finais
A prática dessa atividade proporcionada pela disciplina de Física III nos permitiu ensinar Física por meio de um experimento em um espaço não formal de ensino. Ainda que todos os participantes fossem mediadores de Centros de Educação, Ciência e Cultura, cada apresentação tem uma dinâmica diferente de acordo com o experimento a ser trabalhado.
Nesse caso, nossa adaptação do Canhão de Gauss nos permitiu explicar conceitos simples de eletromagnetismo e conseguiu contemplar desde crianças até adultos, seja na parte conceitual ou na parte da experimentação. Como futuros professores de Física, mesmo que só daremos aula para alunos do ensino médio, experiências como essa em que podemos explicar ciências para crianças tão pequenas são extremamente enriquecedoras, pois nos fazem pensar em associações, analogias e outros métodos para explicar conceitos dos mais diversos graus de dificuldade. Também, é interessante explicar para crianças já que elas costumam ter muita curiosidade quanto ao funcionamento de muitas coisas que abrangem as ciências naturais, sendo assim, mais fácil engajá-las em atividades como essa. Logo:
Há na educação não-formal uma intencionalidade na ação, no ato de participar, de aprender e de transmitir ou trocar saberes (GOHN, 2006)
Mesmo que a Praça da Ciência não seja museu de ciências, é espaço não formal de ensino como esse, portanto, esses têm objetivos parecidos, porém executados de maneira diferente, podendo assim, serem comparados uns aos outros no que diz respeito à citação anterior. Ainda, tendo em mente que:
Ao cercear o ensino de Ciências apenas ao ambiente escolar, a escola automaticamente assume a postura de se achar auto-suficiente no conhecimento de Ciências ou assumir sua intencionalidade ou ignorância de resolução da perpetuação das deficiências no Ensino de Ciências.' (PINTO, et al)
[...] a educação não se restringe ao contexto estritamente escolar, ocorrendo também em museus e centros de divulgação de ciências. (AROCA, et al, 2001)
Percebemos, então, a necessidade de utilizar os espaços não formais de ensino espalhados pela cidade para proporcionarmos uma aprendizagem de forma lúdica, divertida e inclusiva, permitindo a visualização de fenômenos físicos, além da experimentação. Fica clara, a necessidade de divulgar tais espaços, entendendo sua função acadêmica e social, não restringindo a visitação ao horário escolar, incentivando, assim, a diversificação do público e, consequentemente, a diversificação daquilo que é apresentado.
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## Referências
AROCA, S. C.; SILVA, C. C. Ensino de astronomia em um espaço não formal: observação do Sol e de manchas solares. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 33, n. 1, 1402 (2011).
CANDOTTI, E. Ciência na Educação Popular. In: MASSARANI, L.; MOREIRA, I. C.; BRITO, F. (org.). 'Ciência e Público: caminhos da divulgação científica no Brasil'. RJ: Casa da Ciência - Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ, 2002. p.15-23.
GOHN, Maria da Glória. Educação não-formal, participação da sociedade civil e estruturas colegiadas nas escolas. Ensaio: aval.pol.públ.Educ., Rio de Janeiro , v. 14, n. 50, p. 27-38, Mar. 2006.
PINTO, L. T.; FIGUEIREDO, V. A. O ensino de Ciências e os espaços não formais de ensino. Um estudo sobre o ensino de Ciências no município de Duque de Caxias/RJ. II Simpósio Nacional de Ensino de Ciência e Tecnologia. ISSN: 2178 6135. -
QUEIROGA, Patrícia. "Praça da Ciência: Ciência, Educação e Cultura no Município de Vitória, ES." Espaços não formais de educação: educação em ciência, tecnologia e inovação na região metropolitana de Vitória, ES. Vitória: UFES (2011): 16-21.
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