O CINEMA NO ENSINO DE FÍSICA: UMA REVISÃO DO SNEF E ENPEC
Cinde De Sousa Costa, Maria Cristina Martins Penido, Dielson Pereira Hohenfeld
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 29/01/2019
- Linha de pesquisa
- Pesquisa Em Ensino De Física E Suas Metodologias
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## O CINEMA NO ENSINO DE FÍSICA: UMA REVISÃO DO SNEF E ENPEC
## Cinde de Sousa Costa 1 , Maria Cristina Martins Penido 2 , Dielson Pereira Hohenfeld 3
1 IF- UFBA/Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências/ sousa.cinde@gmail.com
2 IF- UFBA/Departamento de Física Geral/mcrispenido@gmail.com
3 IFBA/Departamento de Física/dielson.dph@gmail.com
## Resumo
Este trabalho tem como objetivo investigar os artigos que abordam o cinema como recurso didático para o ensino de física a fim de subsidiar um trabalho de mestrado. Desta forma, iremos realizar uma revisão de literatura das 4 últimas edições do Simpósio Nacional de Ensino de Física e o Encontro Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências. Os filmes e séries de TV vêm sendo bastante utilizados nas salas de aula como instrumento para tornar os conteúdos de física mais divertidos e dinâmicos, aproximando a disciplina do estudante. Como o Ensino de Física vem buscando novas formas de abordar os conteúdos de forma contextualizada e que faça o discente se interessar por física, o cinema pode ser um recurso com potencialidade para se utilizar. A ficção científica, por exemplo, é um gênero de filme que aborda questões sobre a ciência, trazendo elementos que conhecemos e não conhecemos da produção científica real envolvendo assuntos que os professores de física desenvolvem em suas aulas. Categorizamos esses artigos, a partir de referenciais teóricos tais como, NEVES et al., 2000; Pols, 2015; Champoux, 2007; Napolitano, 2013, direcionando nosso olhar para os tipos de abordagem e as considerações acerca do tema. Como resultado, encontramos 27 trabalhos no SNEF e 8 trabalhos no ENPEC. Através das categorias criadas identificamos uma predominância de artigos que propõe o cinema como forma de ajudar no entendimento dos conteúdos de física.
Palavras-chave : Cinema; Ensino de Física; Revisão de literatura.
## Introdução
O cinema sempre fascinou as pessoas, começou sua trajetória trazendo situações do dia a dia, simples como a passagem de um trem e com o tempo foi se desenvolvendo e criando novas narrativas, novos mundos e realidades. O desenvolvimento tecnológico ajudou a indústria cinematográfica a se estabelecer como um modo de reunir pessoas e influenciá-las com as ideias que desejavam transmitir.
Desde a criação do cinema, a sétima arte e a ciência estavam ligadas, seja para transmitir as imagens com mais qualidade, construir câmeras que capturassem o som ambiente, ou até mesmo no enredo da história que estava sendo gravada. Esse laço foi percebido por pesquisadores que viram nessa forma de arte uma ferramenta de melhorar o ensino de ciências na educação básica. Porém, segundo Napolitano (2013), trazer o cinema para dentro da sala de aula não é tão fácil assim. De acordo com o autor, assistir um filme desperta no telespectador mais do que o intuito de entender a história, outros elementos culturais e ideológicos que surgem, e a escola e professores devem entender essa papel do cinema na vida e cultura do estudante.
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Sabemos a dificuldade que muitos professores têm em fazer a física ser mais agradável aos olhos dos estudantes. Isso se deve principalmente porque:
Durante anos e anos, a Física é aprendida na escola na forma dogmática. Estudantes são vistos como pequenos cérebros vazios (Tábulas rasas), o qual é necessário encher com tópicos pré-definidos de um currículo escolar. Não é necessariamente dizer que este tipo de ensino produz um grande dano educacional na vida do estudante, proibindo ele/ela para a possibilidade de construir o conhecimento dele/dela. (tradução da autora, NEVES et al., 2000, pg. 99)
Ainda segundo Neves et al. (2000), os filmes provocam nos estudantes e professores a curiosidade em investigar sobre os conteúdos que envolvem as cenas e os personagens. Desta forma, o cinema seria uma proposta promissora de aproximar o estudante do conhecimento físico, que muitas vezes se apresenta de forma inacessível a ele. Segundo Champoux (2007), a imagem e efeitos auditivos que o filme passa pode dizer muito sobre os fenômenos que pretendemos explicar na sala de aula, das teorias aos conceitos.
As possibilidades são muitas, segundo Pols (2015), como existem filmes com cenas que podem envolver fenômenos físicos, os quais não estão presentes diretamente no nosso dia a dia, seria a oportunidade do professor utilizar esse recurso. A ficção científica é um ótimo exemplo de gênero cinematográfico que contém vários elementos relacionados com a ciência e pode estar presente na sala de aula de acordo com o objetivo do professor. Seja para unir disciplinas a fim de discutir com os estudantes uma situação problema, trazer um debate sobre a história da ciência ou da física moderna com as novas tecnologias, problematizar o desenvolvimento da tecnologia e do uso da ciência para seu uso indiscriminado ou até mesmo ensinar um determinado conteúdo.
Alguns desafios podem aparecer durante a elaboração ou execução de uma prática didática que envolva o cinema. Champoux (2007) aponta que alguns filmes podem distrair os estudantes no que se refere as teorias e conteúdos, fugindo do objetivo do docente. É importante também se atentar para o excesso do uso de filmes nas aulas, correndo o risco de perder o encantamento e dinamicidade que a proposta possui.
Por fim, nessa pesquisa pretendemos investigar, através de uma revisão de artigos aceitos nas últimas 4 edições do SNEF (Simpósio Nacional de Ensino de Física) de 2011 à 2017, qual a natureza dos trabalhos que envolvem o cinema como recurso didático para o ensino de física. A necessidade de buscar essas pesquisas surgiu de uma dissertação de mestrado, na qual iremos analisar o cinema enquanto instrumento para promover a interdisciplinaridade no ensino de física. Desta forma, através desse artigo, buscamos entender um pouco mais sobre as potencialidades e desafios desse tipo de atividade em sala de aula.
## Metodologia
Escolhemos como fonte de busca as edições dos anos de 2017, 2015, 2013 e 2011 do Simpósio Nacional de Ensino de Física (SNEF) e do Ensino Nacional de Pesquisa em Ensino de Ciências (ENPEC). A razão dessa escolha se deve ao formato diferenciado dos eventos, onde são publicados trabalhos de qualidade e com um público voltado para o ensino de física e ciências.
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Estabelecemos algumas categorias de análise baseadas na leitura dos referenciais no capítulo anterior. Primeiramente, observamos se o estudo apresentava uma abordagem teórica sobre o cinema no Ensino de Física ou se a abordagem continha alguma proposta didática sobre o tema.
A seguir, construímos categorias para analisar o perfil de abordagem que os artigos apresentavam.
- 1) Interdisciplinaridade: o artigo utiliza do cinema como forma de dialogar com disciplinas além da física;
- 2) Contextualização: a pesquisa, através dos filmes, aborda questões do dia a dia e realidade do estudante;
- 3) Identificação de erros científicos: o trabalho procura apontar ou analisar os erros científicos que os filmes costumam veicular, buscando desmitificar os conceitos errôneos;
- 4) História da Ciência: o artigo busca abordar, utilizando da cinematografia, questões históricas da física.
- 5) Ensinar conceitos: através do filme ensinar conteúdos de física, apenas como instrumento visual do fenômeno.
Também decidimos nos debruçar sobre as conclusões dos artigos, identificando as potencialidades e desafios derivados da utilização dos filmes como recurso didático no ensino de física.
## Análise de dados
Em cada uma das 4 edições do SNEF, observamos os artigos apresentados na forma de pôster e comunicação oral. Buscamos no título, palavras-chave e resumo trabalhos que fizerem referência ao cinema, séries de TV ou filmes no ensino de física. No ENPEC examinamos os anais dos trabalhos aceitos. No quadro abaixo dispomos a quantidade de artigos encontrados.
Quadro 01: Número de artigos encontrados
Começamos por analisar a natureza do estudo: pesquisa teórica ou proposta didática. Dentre os 27 artigos 1 encontrados no SNEF, 7 deles faziam um estudo teórico sobre a utilização do cinema como recurso didático para o ensino de física.
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As outras 20 pesquisas tratavam da aplicação de propostas metodológicas em sala de aula. Já no ENPEC, 5 deles tinham natureza teórica teórico e 3 pesquisas tratavam de propostas metodológicas. Não contabilizamos, no ENPEC, investigações voltadas para outras disciplinas, sendo que nosso foco é o ensino de física.
A segunda etapa foi identificar o que os artigos têm trazido como contribuição do cinema para o ensino. Para isso, usamos as categorias descritas no capítulo da metodologia deste trabalho e esquematizamos no quadro abaixo.
Quadro 02: Categorização
O Quadro 01 nos mostra que os artigos encontrados utilizam com mais frequência o cinema como forma de fazer o estudante entender determinado conceito. Esse fator é importante quando evidenciamos a falha do ensino tradicional de aproximar a física do discente. Os filmes, através da imaginação, emoção e representação da realidade, auxiliam o estudante na percepção de fenômenos que muitas vezes a fórmula que o professor coloca no quadro não alcança o entendimento. Por esse motivo, muitos estudos estão voltados para a exploração de alguns conteúdos que os estudantes têm dificuldade através das obras cinematográficas. Percebe-se que poucos trabalham a Contextualização de forma direta e como objetivo de pesquisa, assim como a História da Ciência, a qual é requisitada em filmes de gênero histórico.
Também foi possível perceber no Quadro 01 que a Interdisciplinaridade é evidenciada como uma abordagem possível através do cinema, apesar de pouco explorada no que tange o diálogo entre disciplinas. De acordo com Dantas (2011, pg. 15):
Aprender física não é apenas memorizar conceitos e fórmulas, deslocadas da história e da vida. O cinema pode ser usado como o mecanismo didático pedagógico, que, de uma forma interdisciplinar, contribui para que os alunos desenvolvam o senso crítico dentro da sociedade que se acham inseridos.
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Outra evidência interessante nessa revisão foi o olhar para a identificação, por parte dos artigos, de erros conceituais nos filmes. Tínhamos uma ideia preliminar que muitos trabalhos iriam explorar as falhas ou ideias errôneas do senso comum que são propagadas em filmes de ficção científica, porém encontramos poucas pesquisas que seguissem essa linha.
A terceira etapa consistiu em analisar qualitativamente as conclusões e consideração dos artigos selecionados com o intuito de entender como as pesquisas percebem as contribuições e dificuldades em trazer o cinema para o ensino de física. Começando pelas dificuldades, poucos foram os trabalhos que apontaram problemas em realizar tal atividade considerando: a falta de tempo para realizar a proposta; falta de estrutura na escola em fornecer material para transmissão do filme; cuidado que o professor deve ter ao conduzir a atividade para manter o foco no aprendizado e não exclusivamente na ludicidade do filme (CASTILHO et al., 2017; MATTOS, SOUZA, 2017; FERRES, ZANOTELLO, 2013).
Destacamos as mais importantes considerações feitas pelos autores que apontam o cinema como um instrumento eficiente para transpor os conteúdos de sala de aula:
- · Visualização do fenômeno na prática (SILVA; OLIVEIRA, 2017);
- · Discurso social sobre a ciência (SILVAL; ALBUQUERQUE, 2017);
- · Desperta interesse sobre os conteúdos de física (SILVAL; ALBUQUERQUE, 2017);
- · Protagonismo do estudante na atividade (PINTO; SILVA, 2017);
- · Muitas situações problemas trazidas no filme envolvem de mais de uma área do saber (SOUZA; DUARTE, 2013);
- · Conexões do filme com a realidade do discente (CASTILHO et al., 2017);
- · Descentralização do papel do professor como único produtor de sentidos em sala de aula (PEREIRA; ALMEIDA, 2017);
- · O filme pode causar afetividade e por isso gera maior interesse nas discussões (SANTOS; FARIA; SANTOS, 2017);
- · Uso dos filmes como método facilitador no processo do ensinoaprendizagem (SOUZA et al., 2015);
- · Percepção dos estudantes de conceitos errôneos que estavam a serviço do entretenimento na série, motivando o estudo dos conteúdos de forma aprofundada (SOUZA; DUARTE, 2013);
- · Visão crítica sobre os conteúdos veiculados nas mídias e filmes de ficção científica (SOUZA; DUARTE, 2013).
- · Enriquecimento da prática pedagógica (SILVA; CAMELO; MARTINS, 2015)
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## Conclusão
Este trabalho teve como objetivo fazer uma revisão de literatura nas últimas 4 edições do SNEF e ENPEC, evento que percorre o país mobilizando pesquisadores da área de ensino de física. Concentramos nossa revisão em artigos, apresentados na forma de pôster e comunicação oral, que investigasse a utilização do cinema como recurso didático para o ensino de física, a fim de entender a natureza desses trabalhos e como a pesquisa nessa área caminha. Desta forma, como resultado, encontramos 27 artigos no SNEF e apenas 8 artigos no ENPEC com essa característica.
Entendemos, não apenas que deva haver mais trabalhos nas atas e anais de eventos sobre este assunto, mas que outras abordagens e potencialidades dos filmes sejam exploradas. A interdisciplinaridade é uma dessas vertentes, considerando que os filmes possuem um universo de conteúdos e problemas que podem ser discutidos na sala de aula dialogando com diferentes disciplinas. Xavier et al. (2010) aponta que os filmes são excelentes instrumentos para promover o diálogo de disciplinas, pois contém elementos de várias áreas do saber além dos aspectos da Física. O importante nesse tipo de prática é não limitar a discussão apenas aos conteúdos de física, mas aprofundar as questões trazidas nas cenas, explorando os conhecimentos e, se for possível, alinhar com outros professores o debate em sala.
Analisamos as conclusões dos artigos e encontramos tanto dificuldades quanto potencialidades do cinema no ensino de física. As dificuldades, geralmente, estão ligadas com a falta de infraestrutura necessária para o desenvolvimento das propostas com qualidade. Sabemos que muitas escolas brasileiras, principalmente as públicas, não possuem uma sala de vídeo que possa transmitir filmes para os estudantes. Essa situação dificulta as atividades desenvolvidas pelos docentes, que acabam por vezes arcando com essas despesas levando seu próprio material para elaborar o projeto. Em relação as potencialidades identificamos uma série de pontos levantados pelos artigos que corroboram a utilização dos filmes como instrumento didático. Esses pontos são importantes para o docente que pensa em formas de tornar a física mais significante, divertida e próximas do cotidiano do estudante.
## Referências dos artigos selecionados
CASTILHO, Thaís Balada et al. Discutindo ciência e sua natureza no ensino médio a partir do filme 'maze runner: correr ou morrer'. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 22., 2017, São Carlos. Proceedings... . São Carlos: SBF, 2017. p. 1 - 8.
FERRES, Rosemeire Aparecida; ZANOTELLO, Marcelo. A utilização didática de um filme de ficção científica em aulas de física no ensino médio. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 20., 2013, São Paulo. Proceedings... . São Paulo: SBF, 2013. p. 1 - 8.
MATTOS, Celso Luiz; SOUZA, Carolina R.. O que pensam os alunos sobre o cinema no ensino de física? In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 22., 2017, São Carlos. Proceedings... . São Carlos: SBF, 2017. p. 1 - 8.
PEREIRA, Aldo Aoyagui Gomes; ALMEIDA, Maria José P. M. de. Atividades com o documentário a caverna dos sonhos esquecidos na formação inicial de professores
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de física. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 22., 2017, São Carlos. Proceedings... . São Carlos: SBF, 2017. p. 1 - 8.
PINTO, Gabriela Silva; SILVA, Glauco S. F. da. A produção de vídeo de curta duração como ferramenta didática no ensino de física. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 22., 2017, São Carlos. Proceedings... . São Carlos: SBF, 2017. p. 1 - 8.
SANTOS, Lucio José Braga dos; FARIA, Laryssa Missias de; SANTOS, Cynthia Vieira da Costa dos. Conexões didáticas entre o cinema e o ensino de física. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 22., 2017, São Carlos. Proceedings... . São Carlos: SBF, 2017. p. 1 - 8.
SILVA, Caio Oliveira; OLIVEIRA, Letícia Maria de. Da câmara a câmera: a história do cinema e seus paralelos com o ensino de física. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 22., 2017, São Carlos. Proceedings... . São Carlos: SBF, 2017. p. 1 - 8.
SILVA, Maria Romênia da; CAMELO, Midori Hijioka; MARTINS, André Ferrer P.. Contribuições para formação do professor de Ciências/Física nas 'linguagens audiovisuais' por meio do Cinema. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM CIêNCIAS, 10., 2015, Águas de Lindóia . Anais... . Águas de Lindóia: Abrapec, 2015. p. 1 - 8.
SILVAL, Taciana Santos da; ALBUQUERQUE, Samuel Silva de. O uso de contos e filmes de ficção científica no ensino de ciências, na disciplina de física do ensino médio. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 22., 2017, São Carlos. Proceedings... . São Carlos: SBF, 2017. p. 1 - 9.
SOUZA, Wagner de; DUARTE, Sérgio Eduardo Silva. STAR TREK: MEDIA ET SCIENTIA - Um exemplo de aplicação para o Ensino de Tópicos de Física Moderna e Contemporânea. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 20., 2013, São Paulo. Proceedings... . São Paulo: SBF, 2013. p. 1 - 7.
SOUZA, Wflander Martins de et al. A utilização de filmes como recurso didático no ensino da física: uma intervenção didática do pibid/física. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 21., 2015, Uberlândia. Proceedings... . Uberlândia: SBF, 2015. p. 1 - 7.
## Referências teóricos
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NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema na sala de aula . São Paulo: Contexto, 2003. 249 p.
NEVES, Marcos Cesar Danhoni et al. Science fiction in physics teaching: improvement of science education and History of Science via informal strategies of teaching. Revista Ciências Exatas e Naturais , Paraná, v. 1, n. 2, p.91-101, jul. 2000.
POLS, Freek. Learning kinematics through analysing physics in movies. In: INTERNATIONAL CONFERENCE ON TEACHING PHYSICS INNOVATIVELY, 2015, Budapest. Papers. Budapest: Elte University, 2016. p. 21 - 28.
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XAVIER, Carlos Henrique Gurgel et al. O Uso do Cinema para o Ensino de Física no Ensino Médio. Experiências em Ensino de Ciências , Mato Grosso, v. 5, n. 2, p.93-106, ago. 2010.
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