ABORDANDO O TEATRO CIENTÍFICO NO ENSINO DE FÍSICA
Allan Rodrigues Santos, José Rafael Dos Santos, Héstia Raíssa Batista Reis Lima
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 29/01/2019
- Linha de pesquisa
- Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## ABORDANDO O TEATRO CIENTÍFICO NO ENSINO DE FÍSICA
## Allan Rodrigues Santos 1 , José Rafael dos Santos 2 , Héstia Raíssa Batista Reis Lima 3
- 1 Instituto Federal de Sergipe/Coordenação de Licenciatura em Física, campus Lagarto, allan\_rodriguessantos@hotmail.com
- 2 Instituto Federal de Sergipe/Coordenação de Licenciatura em Física, campus Lagarto, rafaelsantos\_fisica@hotmail.com
- 3 Instituto Federal de Sergipe/Coordenação de Licenciatura em Física, campus Lagarto, hestia.lima@ifs.edu.br
## Resumo
A arte e a ciência são formas diferentes de interpretar o mundo, com uma estreita ligação que pode ocorrer através do Teatro, quando utilizado como ferramenta educacional. Geralmente, o teatro geral é vinculado a temas literários, mas quando utilizado para divulgação científica recebe o nome de Teatro científico (TC). Fundamentado em estudos atuais sobre o TC, esse trabalho faz uma análise sobre a possibilidade de utilização do mesmo em sala de aula, além de sugerir a elaboração de uma sequência didática com aulas baseadas nessa metodologia para o ensino de Física. Para analisar as contribuições educacionais dessa proposta a pesquisa deverá ser realizada em turmas de primeiro ano do ensino médio do Colégio Estadual Doutor Jessé Fontes situado em Pedrinhas, interior sergipano. Esse trabalho poderá mostrar os impactos do TC no ensino de física, possibilitando ao aluno um posicionamento ativo na construção de seu conhecimento, através de uma forma lúdica e assim evidenciando como uma potencial ferramenta didática para facilitar uma aprendizagem Significativa.
Palavras-chave : Ferramenta didática, Processo de ensino aprendizagem, teatro científico.
## Introdução
Na atual educação brasileira é perceptível a dificuldade de alguns docentes em lecionar a disciplina de física, isso pode ocorrer devido a criação de parâmetros intuitivos de que ela não é matéria fácil de ser compreendida. Esse tipo de obstáculo pode ser reflexo da forma que abordada a disciplina durante as aulas, ou seja, se essa abordagem for de maneira equivocada, ao ponto que seja visada só como uma ciência exata com operações numéricas, sem muito significado contextualizado ao conhecimento, possivelmente não motivando podem levar a criação de obstáculos ao conhecimento por parte dos alunos. Esse tipo de aulas onde o enfoque é a 'transmissão' do conhecimento, apesar de serem bem comuns, são considerados obsoleto devido não ser atrativo para grande parte dos alunos.
O teatro é uma forma de arte onde uma atividade ou história é interpretada por atores em um determinado lugar. Algumas de suas funções são: interpretar ações, sentimentos, a invisibilidade de certos sentimentos ou fenômenos. Essa prática é observada desde a Antiguidade Clássica, aos Jesuítas que usavam para interpretar funções esclarecedoras de suas crenças cristãs para o povo indígena, até os dias atuais. É notável que o teatro é um profundo transmissor de interpretações do mundo até os dias atuais e, também, uma importante ferramenta educacional,
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fazendo coligação com divulgações científicas ou temas científicos. Quando é usado para divulgação científica recebe o nome de teatro científico.
A disciplina física é frequentemente vista como difícil e cheia de regras e fórmulas. Consequentemente, o estudante enxerga a disciplina como acumuladora de cálculos e fórmulas, despertando um pré-conceito e a resistência no enfrentamento das dificuldades de entendimento dos conteúdos relacionados a esta, bem como das suas aplicações tecnológicas, muitas vezes presentes no seu próprio cotidiano. Neste sentido, processos de aprendizagem que visem melhoria e disseminação de conceitos pré-concebidos relacionados a componente curricular em questão se fazem necessários.
Neste sentido o presente trabalho pretende abordar o teatro científico como ferramenta para mudar essa realidade que os estudantes enfrentam, despertando a curiosidade dos estudantes sobre diferentes tópicos da disciplina de física, por meio da história da ciência, abordando diferentes cientistas e seus conceitos. É uma ferramenta que engloba inúmeras variáveis para impulsionar o ensino, como: interdisciplinaridade, conteúdo lúdico, atrativo, inovador, participativo e cultural. A ideia é fazer do estudante o seu próprio construtor de ideias, motivando-o, e deixando de ser apenas um acumulador de conhecimentos. Assim, o estudante passa a acionar os seus conhecimentos prévios, associando com os novos conteúdos passados através do teatro científico, que pode funcionar como um alvo pontual para o desenvolvimento do conhecimento científico (Novak, 1984). Isso é abordado por Moreira quando trata da teoria da aprendizagem significativa de Ausubel:
'[...] a aprendizagem significativa se caracteriza pela interação entre conhecimentos prévios e conhecimentos novos, e que essa interação é nãoliteral e não-arbitrária. Nesse processo, os novos conhecimentos adquirem significado para o sujeito e os conhecimentos prévios adquirem novos significados ou maior estabilidade cognitiva.' (MOREIRA, 2012, pág. 2).
Portanto a aprendizagem significativa pode ser caracterizada pela inserção de novos conceitos ou definições/significados no contexto escolar aos conhecimentos prévios do estudante. Isso pode ser feito através de práticas experimentais ou artísticas dentro das disciplinas, buscando uma transformação no modelo de aula contemporâneo e inovando a forma com que o estudante adquire conhecimento sobre a disciplina física. Segundo Zanetic (1989):
'A física também é cultura. A física também tem seu romance intrincado e mistérios. Isso não significa a substituição da física escolar 'formalista' por uma física 'romanceada'. O que desejo é fornecer substâncias cultural para esses cálculos, para que estas formas ganhem realidade científica e que se compreenda a interligação da física com a vida intelectual e social em geral.' (apud HENRIQUE & COLOMBO JÚNIOR, 2011; pág. 4)
É verificado na literatura, que o uso do teatro científico funciona como uma transformação na vida do aluno. Um artigo que tem como tema 'Metamorfose na sala de aula dois: desfazendo estigmas na disciplina de física a partir do teatro' (ASSIS, et al. , 2016), um aluno dá um depoimento sobre seu comportamento antes e depois do teatro. Antes, ele não levava nada a sério bagunçando muito e depois, ele queria tanto aparecer que foi a partir daí que ele se encontrou no mundo que se sentia confortável. Assim, o aluno mudou seu comportamento por completo e passou a se dedicar ao ciclo educacional, sendo participativo e construtor de suas próprias ideias.
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Neste contexto, o presente trabalho, oportunizado pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) do Instituto Federal de Sergipe (IFS), tem como principal objetivo buscar fortalecer o processo de ensinoaprendizagem por meio do teatro científico, ferramenta que pode transformar o estudo em uma forma mais dinâmica e lúdica, fazendo com que os estudantes passem a ter a percepção mais real conceito de física e desfazer a visão de uma física que funciona a base de memorização de fórmulas. Visando, assim, melhorar o desempenho escolar dos estudantes de um modo fora dos padrões tradicionais, além de proporcionar a construção do meu perfil profissional como professor e fundamentar uma das principais características de um professor, sua metodologia de trabalho.
## Problematização
Dentre diversas metodologias e estratégias de ensino não tradicionais, escolhemos o teatro científico por ter se mostrado um ótimo recurso pedagógico, se devidamente utilizado. Por outro lado, uma problemática é que pode ser visto como uma prática banalizada e sem objetivo pedagógico quando utilizado sem uma relação com a disciplina e fora da prática de sala de aula. Outra problemática é o fato de que estamos lidando com um grupo de adolescentes, sendo necessário ter uma consciência do que se pretende e como irá realizar na prática. Caso contrário, o trabalho pode se tornar uma fonte de brincadeira para os estudantes, se desviando do objetivo pretendido.
Uma outra problemática ainda, é a questão da construção de textos teatrais, danças, paródias ou quaisquer outras fontes de arte. Embora seja a arte a linguagem dessas funções deve estar de acordo com a linguagem científica? Então essa passagem da linguagem científica para teatro não é muito agradável?
Nunes (2000, pág. 40) oferece uma solução quando diz que não se precisa provocar uma mudança no texto para ser útil, eles fazem parte do teatro.
- '(...) nossa proposta faz questão de conservar o discurso autoral (narração, descrição, comentário, reflexão, etc.), fundada na crença de que é possível descobrir nele uma teatralidade inerente e específica, capaz de render instigantes soluções de linguagem cênica" (apud OLIVEIRA & ZANETIC, 2004, pág. 4).
Em todos os textos a teatralidade se faz presente, tornando-se assim uma ferramenta que pode se expandir em sala de aula.
## Objetivos
Buscar fortalecer o processo de ensino-aprendizagem, por meio do teatro científico, ferramenta que pode transformar o estudo em uma forma mais dinâmica e lúdica. Fazendo com que os estudantes passem a ter a percepção do Real conceito de Física, já que há mal entendidos no senso comum, aprimorar as teorias e desfazer a visão de uma física que funciona como memorização de fórmulas. Além de:
- Tentar inovar o estilo de aula contemporâneo, através de um novo ferramental didático que desperte a curiosidade do estudante pela disciplina física;
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- Fazer com que o estudante compreenda a física nas ações cotidianas, propiciando uma base histórica sobre os teóricos físicos;
- Desfazer o estigma criado de uma física calculista, aprimorando os reais conceitos físicos;
- Transformar o aluno em um sujeito ativo, priorizando o processo de ensino-aprendizagem, acionamento dos conhecimentos prévios e amadurecendo os conhecimentos precipitados.
## O teatro e o ensino de Física
A disciplina de Física, da área de conhecimento Ciências Exatas e da Natureza, presente de forma necessária e imprescindível na matriz curricular do Ensino Médio, apresenta uma dificuldade inerente a um contexto histórico de longa data, despertando no estudante um pré-conceito e a resistência no enfrentamento das dificuldades de entendimento dos conteúdos relacionados a este, bem como das suas aplicações tecnológicas, muitas vezes presentes no seu próprio cotidiano. Pinto e Zanetic (1999, apud HENRIQUE & COLOMBO JÚNIOR, 2011; pág. 6) explicitam que 'é preciso transformar o ensino de Física tradicionalmente oferecido por nossas escolas'.
Neste sentido, processos de aprendizagem que visem melhoria e disseminação de conceitos pré-concebidos relacionados a componente curricular em questão se fazem necessários. O teatro científico se apresentam como uma alternativa viável e lúdica, visto que oferece um espaço de integração, experimentação e aprendizado entre os alunos, favorecendo o desenvolvimento das atividades didático-pedagógicas sob a orientação de um docente. A dramatização é colocada por Anastasiou (2007, pág. 96) como uma das estratégias de ensinagem:
'É uma representação teatral, a partir de um foco, problema, tema etc. [...] pode conter explicitação de idéias, conceitos, argumentos e ser também um jeito particular de estudo de casos, já que a teatralização de um problema ou situação perante estudantes equivale a apresentar-lhes um caso de relações humanas' (apud HENRIQUE & COLOMBO JÚNIOR, 2011; pág. 3).
O ensino das ciências, principalmente a disciplina de Física, apresentam dificuldades inerentes a um contexto histórico de longa data, por consequência o estudante adquire pré-conceito e a resistência no enfrentamento das dificuldades de entendimento dos conteúdos relacionados a este. Essas dificuldades tem sido estudadas e diagnosticadas há anos por diversos estudiosos e pesquisadores. É reconhecido que uma das principais dificuldades na disciplina de Física é sua associação com a linguagem matemática, considerada uma grande responsável pelo fracasso escolar (PIETROCOLA, 2002). Porém, uma outra possibilidade para o fracasso escolar pode estar relacionada com a falta de conexão entre a cultura de cada indivíduo e seus conhecimentos fora do ambiente escolar, e a cultura propagada pela escola como parte de sua função social.
É preciso levar em consideração que cada indivíduo tem sua própria forma e ritmo de aprendizado. Nessa hora o papel do professor é fundamental. É preciso ter a sensibilidade e preocupação de ver a realidade dos seus estudantes, indo além da sala de aula, e procurar métodos que despertem seu interesse na busca pelo conhecimento e inovação de todas as suas possíveis formas intrínsecas de um sujeito crítico e inovador, valorizando o ensino e a aprendizagem. Além disso, é
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preciso que exista a vontade de aprender por parte do estudante. De acordo com Noffs (2003), para que o indivíduo faça uma transformação do ensino para o tão valioso conhecimento, é fundamental que o sujeito que aprende coopere com o processo de ensinar do professor. Cada estudante tem sua forma de adquirir conhecimento, intitulando assim um novo rearranjo de estudo.
'[...] o processo de aprendizagem de cada aluno tem aspectos subjetivos simbolicamente definidos e, muitas vezes, quando a dificuldade neste processo nem o próprio aluno tem acesso imediato a um saber que se explique as causas das dificuldades ou do seu baixo desempenho nas disciplinas escolares' (ANDRADE, 2009, p. 110, apud NASCIMENTO, 2016, p.42).
A interação professor e aluno, o contato e o diálogo para com que se possa construir técnicas para quebrar e tentar sanar esses tipos de dificuldade é importante. Vale ressaltar que, a dificuldade para compreender uma certa disciplina não é a mesma coisa não pode ser classificado como uma deficiência mental. A dificuldade de compreensão pode estar relacionada com o fato de que talvez o estudante só não esteja apto com o método de ensino do professor, ou o fato de que muitos professores ainda não tem domínio ou não definiu o seu perfil de ensinar ou ainda passam o conteúdo da mesma forma como ele aprendeu anteriormente.
Atividades alternativas ao ensino tradicional que favorecem o processo de ensino-aprendizagem dos estudantes se faz importante. A arte e a ciência estão relacionadas por serem formas diferentes de interpretar o mundo, com uma estreita ligação através do teatro. O teatro se relaciona e faz parte da essência da ciência, se vinculando e abrangendo pontos cruciais para os campos de estudo, contextos históricos, sentimentos, teorias ou ações, movimentos corporais, o intelecto, o talento e o se sentir bem com si mesmo. Além de propiciar ao estudante uma nova nomenclatura de estudo uma nova ferramenta de estudo.
'Representar e explicar são aspectos bem marcantes das artes e das ciências. No entanto, essas diferenças não nos autorizam a colocar a arte e a ciência em domínios opostos do fazer humano, como poderia sugerir essa explanação preliminar, pois a ciência também representa a arte, a sua maneira, pode explicar.' (PIETROCOLA, 2004, p. 121-122 apud FONSECA; SANTOS; SOUZA, 2012, p. 4).
Levar em consideração o princípio da criatividade é importantíssimo. Ao levar em conta o aspecto criativo, ele propicia a quebra da linguagem no ramo científico trazendo um lado mais entendível para o público alvo, aconchegando esse sujeito para a o estudo independe do ponto de vista ou condição social dele.
A arte também é vista pela sociedade como algo muito diferencial do aspecto científico, porém apresentam muitas semelhanças. É comum as pessoas considerarem que as artes tem a capacidade de nos sensibilizar de maneira permanente, através da exposição da criatividade dos artistas. Porém a ciência é vista como sendo mais monótona. Porém, cabe considerar que talvez, a maior distinção que existe entre a arte e a ciência seja a forma como as disciplinas da área são ensinadas na escola. Brechet (1978, apud ASSIS et al., 2016) acredita que o fator que torna essas áreas semelhantes é que ambas são para facilitar a vida do indivíduo nos aspectos cotidianos, casuais, escolares, no mundo. A arte para transformar o cenário em algo mais lúdico e a ciências para compreensão das ações naturais. De acordo com ele: 'tal como a transformação da natureza, a transformação da sociedade é um ato de libertação. Cabe ao teatro de uma época
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científica transmitir o júbilo desta libertação' (BRETCHT, 1978 apud ASSIS et al. , 2016).
'Afinal não faço distinção entre ciência e arte, exceto no que diz respeito aos métodos, e julgo que a oposição criada entre elas no passado, se deve a uma mesma visão limitada de ambas as atividades. A arte é a representação, a ciência a explicação da mesma realidade' (READ, apud FIGUEIREDO, 1988).
No âmbito escolar, se acionarmos esses dois personagens, talvez evoluísse ou propagasse o ensino com o teatro científico como ferramenta didática, quebrando o muro criado entre aluno e a disciplina de Física. Assim, o teatro científico acaba servindo como uma junção entre essas duas áreas de conhecimento, ciência e arte.
## Resultados
Essa pesquisa é um projeto em andamento do PIBID/IFS em parceria com o colégio e está sendo realizada em torno de levantamentos de dados bibliográficos. Além disso, a pesquisa também terá um caráter quantitativo em colaboração com estudantes, para fazer um estudo e observação por meio de questionários, com intuito de explorar os conhecimentos prévios sobre os teóricos físicos e os conteúdos abordados em sala de aula. As turmas escolhidas são 1º ano A e 1º ano B do ensino médio do Colégio Estadual Doutor Jessé Fontes, localizado em Pedrinhas, Sergipe. Vale ressaltar que o número de estudantes que farão parte do projeto são um total de 77 estudantes, sendo 40 do 1º ano A e 37 do 1º ano B.
Atualmente, o trabalho se encontra na fase de observação das aulas. Ambas as turmas estão com o cronograma de conteúdo mais lento do que era esperado no início do projeto, por isso houve um atraso na aplicação do questionário. O assunto escolhido para ser trabalho no teatro científico foram as Leis de Newton e será mais delimitado de acordo com o conhecimento dos alunos.
A partir da execução do teatro científico, espera-se que o aluno tenha uma melhor aptidão pela disciplina física. Segundo Martins et. al (2008, apud ASSIS; WHITAKER & CARVALHO, pág. 39) o teatro como ferramenta educacional pode levar o estudante a desenvolver um novo perfil, sendo um sujeito crítico diante de quaisquer ações. Adentrando na relação Teatro científico e ensino de física nos parâmetros curriculares nacional para o ensino médio (BRASIL, 2002).
## Conclusões Parciais
O presente trabalho busca utilizar o teatro científico como uma ferramenta pedagógica de forma a relacionar a física com a arte, trazendo para os estudantes uma forma inovadora e lúdica para o ensino de Física. Essa ferramenta pode servir para motivar os estudantes e auxiliar na sua formação como cidadãos e na construção do conhecimento. O teatro científico também contribui para proporcionar a construção do perfil profissional do professor e fundamentar uma das principais características de um professor, sua metodologia de trabalho.
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