Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

FÍSICA PARA DEFICIENTES VISUAIS - METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MECÂNICA

Suzely Trindade Queiroz, Rodrigo Saldanha Borges, Luciana Pereira Gonzalez.

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
29/01/2019
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2019

Texto completo

## FÍSICA PARA DEFICIENTES VISUAIS - METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MECÂNICA

## Suzely Trindade Queiroz 1 , Rodrigo Saldanha Borges 2 , Luciana Pereira Gonzalez 3

1,2,3 UFPA, Campus Universitário de Ananindeua, Faculdade de Física, lpgonzalez@ufpa.br

## Resumo

O presente artigo visa discutir as dificuldades enfrentadas no processo de ensino e aprendizagem de alunos deficientes visuais, e como consequência desta problemática apresentar uma estratégia metodológica em busca de uma escola inclusiva, onde alunos videntes e deficientes visuais possam aprender juntos. A metodologia utilizada é baseada na utilização de maquetes táteis e visuais, confeccionadas pelos autores com materiais de baixo custo. A partir de tais maquetes é possível analisar diferentes fenômenos físicos, onde neste artigo são tratados os relacionados a mecânica como a trajetória de um projétil, somas de forças, intensidade de forças, atrito de um bloco em uma superfície, aplicação da primeira e segunda leis de Newton, entre outros. Os resultados apresentados neste artigo são provenientes da semana das licenciaturas 2018 / UFPA - campus Ananindeua, onde tais materiais didáticos foram expostos. Com este trabalho espera-se apresentar aos docentes e futuros docentes, uma possibilidade de estratégia metodológica que possa promover a inclusão educacional do aluno deficiente visual.

Palavras-chave : Inclusão, ensino de física, maquete tátil e visual.

## Introdução

A educação inclusiva deve ser assegurada em todos os níveis de aprendizado, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento de talentos e habilidades, segundo as características, interesses e necessidades de aprendizagem do aluno (Brasil, Lei n°13.146/2015, art.27). O que muitas vezes se verifica, no entanto, é que ainda há inúmeras dificuldades encontradas para que a educação inclusiva prevista em lei possa ser colocada em prática. Em âmbito escolar tais dificuldades podem advir, por exemplo, da falta de formação do professor para tratar do tema inclusão, bem como sua falta de conhecimento de estratégicas metodológicas para ensinar um aluno cego ou com baixa visão. A lei brasileira de inclusão da Pessoa com deficiência, refere-se a possibilidade e condição de alcance para utilização, com segurança e autonomia dos espaços, por pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida (Brasil, Lei n° 13.146/2015, inciso I do art.3°), porém, o que se constata ainda é a escassez de recursos estruturais nas instituições de ensino, como a inexistência de piso tátil e obstáculos nas áreas de circulação. Soma-se a isso, a falta de assistências tecnológicas em sala de aula.

Segundo Rodrigues (2016), o conceito de inclusão, no âmbito especifico da educação, implica inicialmente em rejeitar a exclusão, ou seja, é necessário que as escolas desenvolvam práticas que promovam a acessibilidade, para assim ter uma potencialização na construção de conhecimentos com a ausência de descriminação. É necessário, portanto, repensar a forma de ensinar e sobre os materiais e recursos

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

didáticos utilizados em sala de aula, de tal forma que estes possam atender as necessidades educacionais de uma escola inclusiva. Segundo Vygotsky (1997), pessoas com deficiência tem igual potencialidade de aprendizado de pessoas sem deficiência, o que irá garantir tal aprendizado é a maneira como o docente ensina e qual estratégia inclusiva aplicará de acordo com o tipo de deficiência desse aluno.

A prática de ensino tradicionalmente prioriza o sentido da visão e audição em sala de aula, no caso de alunos com deficiência visual, é importante que sejam criados métodos onde a percepção tátil possa ser explorada em substituição a visual. Pensando nisso, foi criado o projeto de extensão 'A Educação inclusiva no ensino da Física: produção de materiais didáticos alternativos para ensinar alunos com deficiência visual', desenvolvido na Universidade Federal do Pará, campus universitário de Ananindeua, com o objetivo de elaborar e criar maquetes táteis e visuais, para ensinar conceitos físicos a pessoas cegas e com baixa visão, sendo possível ainda utilizar tais materiais com alunos videntes. Neste artigo, são apresentadas duas maquetes nomeadas como Lançamento Oblíquo e Força resultante, nestas são tratados os conceitos físicos relacionados com a mecânica. Os objetos pedagógicos aqui propostos foram confeccionados com materiais de baixo custo e de fácil acesso. Tal projeto espera dessa forma, auxiliar docentes e futuros docentes de física e áreas afins, que pretendam criar e aplicar metodologias inclusivas em sala de aula.

## Materiais Didáticos e Metodologia Aplicada

Os resultados aqui apresentados foram obtidos a partir de uma oficina ministrada pelos autores intitulada 'Confecção de Materiais Didáticos Para Ensinar alunos com deficiência Visual'. Esta fez parte do evento 'II Semana das licenciaturas do campus de Ananindeua/UFPA - SLIC 2018'. Tal oficina foi ministrada para 20 alunos de licenciatura em Física, com carga horária de 4 horas dividida em 5 momentos: 1 - Breve discussão sobre Inclusão; 2 - Introdução a escrita Braille, 3 Percepção tátil das maquetes e explicação de conceitos Físicos, 4 - Criação ou recriação de maquetes táteis e visuais, 5 - Avaliação dos materiais confeccionados.

No primeiro momento da oficina, foi falado, sobre a importância do tema inclusão, suas dificuldades, desafios e lei brasileira de inclusão. Em seguida, foi apresentada a linguagem Braille, tais alunos já tinham participado anteriormente de uma palestra sobre a escrita Braille ocorrida no mesmo evento, dessa forma foi possível falar do tema de forma sucinta já que os alunos possuíam algum conhecimento do que se tratava a escrita Braille. Para que os alunos praticassem tal escrita, foi dado para cada participante da oficina um quadrado de isopor medindo em torno de 15 cm de lado, e alfinetes de mapa, com tais materiais em mãos os ministrantes solicitaram que os alunos tentassem recriar os símbolos de 0 a 10 em Braille (figura 01). É importante esclarecer que tal prática teve como objetivo apenas auxiliar na memorização de tal escrita já que algumas maquetes que seriam apresentadas na oficina traziam legendas com números em Braille. Para que a escrita Braille tenham qualidade apropriada para a leitura tátil de um indivíduo cego, são necessários equipamento específicos como a máquina de escrever Braille ou a Reglete.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Figura 01: Aprendendo a linguagem BrailleFonte: Autoria própria (2018)

<!-- image -->

Em seguida, foi solicitado que quatro alunos participassem de uma dinâmica, onde estes seriam vendados e tentariam definir e descobrir a utilidade de um determinado objeto somente utilizando o tato (figura 02).

Figura 02: Alunos vendados tentando identificar objetosFonte: Autoria própria (2018)

<!-- image -->

Foram dados alguns minutos para que o aluno tentasse falar sua percepção sobre o que tocava e depois era dado um novo objeto refazendo a mesma sequência. Tais objetos eram as maquetes táteis e visuais, confeccionadas pelos autores onde poderiam ser tratados e exemplificados temas da matemática e física. Após esse momento as vendas eram retiradas e foi dado início a explicação sobre cada maquete, possíveis conceitos que poderiam ser trabalhados em sala de aula seguido da descrição de como estes materiais foram confeccionados.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Após tais explanações foi dado início ao quarto momento da oficina onde os participantes foram incentivados a recriarem uma das maquetes apresentadas ou criar uma nova maquete que tratassem de qualquer conceito físico ou da matemática aplicada à física. Para que os participantes desenvolvessem tal atividade, foram disponibilizados diferentes materiais de baixo custo como folhas e bolas de isopor, folhas de EVA, cartolina, miçanga, palito de churrasco entre outros.

Após todos os alunos terem confeccionado seus objetos, estes passaram pela avaliação de quatro professores da faculdade de física, para que fossem escolhidos os três melhores trabalhos, sendo estes, avaliados no quesito inovação, capacidade de criar materiais inclusivos, e quantidade de conceitos matemáticos e físicos que poderiam ensinar utilizando tal maquete. Na seção a seguir será comentado e descrito dois destes objetos metodológicos que foram apresentados na oficina, Estes foram criados com o objetivo de tratar temas da física relacionados a mecânica.

## Objeto Metodológico para o Ensino da Mecânica

## Maquete Tátil-visual Lançamento Oblíquo

O Lançamento oblíquo é um tema tratado ainda no ensino médio, faz parte dos assuntos estudados em um ramo da mecânica conhecido como cinemática, que estuda o movimento dos corpos. Tal objeto foi nomeado como maquete tátil e visual lançamento obliquo, e pode ser visto na figura 03.

Figura 03: maquete tátil e visual lançamento oblíquoFonte: Autoria própria (2018)

<!-- image -->

Em tal maquete é possível ver os números de 1 a 9 descritos em braile na base de suporte, estes representam a distância percorrida ou o alcance máximo do projétil. O projétil é representado por duas bolinhas, a primeira fixada no início da

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

parábola, representa o ponto ou momento inicial de um lançamento, a segunda é móvel e representa o mesmo projétil, porém depois de um determinado tempo após seu lançamento. Nesta segunda foram colocadas setas de material plástico, representando os vetores descritos em cada movimento. A partir da bolinha móvel, podem ser trabalhados conceitos que envolvem a decomposição de movimentos. No eixo x (distância), o corpo se movimenta em movimento retilíneo uniforme - MRU e no eixo y (altura) o corpo se movimenta em movimento retilíneo uniformemente variado - MRUV. Pode-se ainda comentar que a velocidade diminui durante a subida do projétil e aumenta na descida. Ainda utilizando tais setas, é possível explicar, por exemplo sobre soma vetorial ou como obter a velocidade em um dado instante, mostrando que essa se obtém da soma das velocidades vertical e horizontal.

A partir deste é possível, portanto comentar e analisar vários fenômenos da mecânica no ensino de física por efeito de um projetil além de conceitos matemáticos já que além do conceito de vetores, uma função do 2º grau esta sendo representada devido a parábola que tal situação descreve. Tal maquete foi inspirada em imagens que aparecem corriqueiramente em livros de física quando é tratado o conceito de lançamento Oblíquo. Com o auxílio de tal maquete, portanto, todos esses conceitos podem ser trabalhados com alunos videntes e deficientes visuais ao mesmo tempo, onde os alunos videntes podem, por exemplo, acompanhar a aula a partir de imagem do livro e o aluno deficiente visual a partir da maquete que estaria substituindo a imagem, promovendo dessa forma o aprendizado a partir do estímulo tátil.

## Maquete Tátil e Visual Força Resultante

Força resultante é um assunto visto no ensino médio e requer os conhecimentos prévios de vetores e operações vetoriais. Nos objetos táteis aqui proposto (figura 04), os cubos representam um objeto de massa qualquer, os quais os alunos poderão de forma tátil ou visual, analisar e efetuar soma de vetores, utilizando as setas. Cada cubo possui entradas para quatro setas, duas de cada lado. As setas representam vetores. As setas possuem dois tamanhos diferentes, a menor equivalente a cinco newtons (5N) e a maior equivale a dez newtons (10N). Através desse mecanismo é possível calcular a força resultante e fazer operação vetorial.

Tal objeto tátil pode ser utilizado também para ensinar os conceitos básicos de módulo, sentido e direção de um vetor, para alunos videntes e alunos com deficiência visual, com orientações prévias de um professor para em seguida os alunos conseguirem manusear de forma autónoma. As setas são diferenciadas por cores para os alunos típicos e estão com tamanhos distintos, para identificação do aluno cego ou com baixa visão.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Figura 04: Maquete tátil e visual força resultanteFonte: Autoria própria (2018)

<!-- image -->

A figura 05 representa a forma de ensinar teoria de força a partir do aprendizado visual. Na figura 06, são trabalhados os mesmos conceitos tratados no exemplo que mostra a figura 05.

Figura 05: Teoria de forças por métodos tradicionais.Fonte: Autoria própria (2018)

<!-- image -->

Figura 06: Representação de forças utilizando os objetos confeccionados pelos autoresFonte: Autoria própria (2018)

<!-- image -->

As figuras 05 e 06 representam uma metodologia a ser aplicada em sala de aula para tratar sobre forças resultantes, este exemplo pretende exemplificar uma situação onde os alunos sem deficiência estariam tendo contato com tais conceitos a partir da forma visual tradicional e os alunos cegos ou com baixa visual estariam recebendo o mesmo conhecimento a partir de tal objeto tátil. Este pode ser utilizado não somente para tratar da parte conceitual como pode ainda ser utilizado para o momento da aula onde se prevê resolução de exercícios.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

## Conclusão

A partir de tal oficina foi possível observar um grande interesse dos alunos sobre a educação inclusiva. Alguns citaram que aquele era o primeiro momento que tinham tido contato com o tema inclusão e metodologias para o ensino de alunos deficientes visuais, tal comentário leva a reflexão sobre como os futuros docentes estão sendo preparados para colocarem em prática a escola inclusiva. Os alunos que participaram da dinâmica com os olhos vendados, descreveram a grande dificuldade que tiveram em identificar os objetos a partir do tato, e citaram que aquele momento os auxiliou para se conscientizarem das dificuldades encontradas diariamente pelos deficientes visuais.

Em outro relato foi mencionado que o entendimento de alguns conceitos físicos ficou bem mais acessível a partir da utilização das maquetes, confirmando que objetos metodológicos táteis são facilitadores do processo de ensino e aprendizagem também para alunos sem deficiência visual. Conclui-se, portanto, que, desenvolver materiais didáticos e promover momentos onde práticas inclusivas sejam discutidas são de grande importância para a qualificação de docentes e futuros docentes, aperfeiçoando a acessibilidade educacional e construindo uma nova perspectiva da educação em sala de aula, onde o direito ao ensino possa ser realmente garantido a todos.

## Referências

ANJOS, P.T.A., CAMARGO, E.P. Ensino de física para alunos com deficiências visuais: Panorama das pesquisas apresentadas nos principais encontros e revistas da área a partir do ano 2000. In: Simpósio Nacional de Ensino de Física, 19, 2011, Manaus. Atas do XIX Simpósio Nacional de Ensino de Física. Manaus: SBF, 2011.

AUSUBEL, D.P Education psychology: A cognitive View. New York: Hold Rinehart and Winston, 1978.

BENETI, A. C., MOLERO, I. A., NARDI, R., SUTIL, N. Inclusão no ensino de Física: materiais adequados ao ensino de eletricidade para alunos com e sem deficiência visual. In: Simpósio Nacional de Ensino de Física, XVIII. Vitória: SBF, 2009.

BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Estatuto da Pessoa com Deficiência. Brasília, 2015.

CAMARGO, E. P. A formação de professores de Física no contexto das necessidades educacionais especiais de alunos com deficiência visual: a condução de atividades de ensino de Física. Ilha Solteira, São Paulo, 2010.

CAMARGO, E. P. O ensino de Física no contexto da deficiência visual: elaboração e condução de atividades de ensino de Física para alunos cegos e com baixa visão. 2005. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2005.

CAMARGO, E. P. Saberes docentes para a inclusão do aluno com deficiência visual em aulas de física [online]. São Paulo: Editora UNESP, 2012.

CERQUEIRA, J. B.; FERREIRA, M. A. Os recursos didáticos na educação especial. Rio de Janeiro: Revista Benjamin Constant, nº 5, dezembro de 1996.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

PORTAL DO MEC. Acessibilidade. Disponível em:

&lt;http://portal.mec.gov.br/acessibilidade&gt;. Acesso em: 30 de agosto de 2018.

RODRIGUES, D. Dez Ideias (mal) feitas sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus Editorial, 2006.

RODRIGUES, E. K. V. O ensino de física para deficientes visuais: Uma proposta aplicada à mecânica. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) - Centro de Ciências Tecnológicas, Universidade Estadual do Ceará, Fortaleza, 2007.

VYGOTSKY, L. S Fundamentos de Defectologia. Tomo 5. Madrid: visor Dis. S, 1997

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.