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Ensino de Física para deficientes visuais: uma proposta para o ensino de atrito com material tátil alternativo

Iasmin Ribeiro Ramos, Júlio Fernandes Ramos Azevedo, Rodrigo Neves Gonçalves, Nilzilene Gomes De Figueiredo

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
29/01/2019
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## Ensino de Física para deficientes visuais: uma proposta para o ensino de atrito com material tátil alternativo

## Iasmin Ribeiro Ramos 1 , Júlio Fernandes Ramos Azevedo 2 , Rodrigo Neves Gonçalves 2 , Nilzilene Gomes de Figueiredo 3

- 1 Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)/Graduanda da Licenciatura Integrada em Matemática e Física/Instituto de Ciências da Educação, iasmin.rramos@gmail.com
- 2 Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)/Graduando da Licenciatura Integrada em Matemática e Física/Instituto de Ciências da Educação, julioazevedo50@gmail.com
- 2 Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA)/Graduando da Licenciatura Integrada em Matemática e Física/Instituto de Ciências da Educação, rodrigo.goncalves2612@gmail.com

## Resumo

A inclusão escolar de estudantes com necessidades educacionais especiais é resultado de um processo histórico de inclusão social das pessoas com deficiência. As instituições educacionais por muitos anos segregaram a educação das pessoas que não se encaixavam no padrão estabelecido como 'normal', traduzindo assim as desigualdades vividas na sociedade e nas relações entre os seres humanos. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 23,9% da população brasileira (45.606.048) têm algum tipo de deficiência, seja ela visual, auditiva, motora e mental ou intelectual. A pesquisa também apontou que a deficiência visual é a de maior ocorrência, afetando 18,6% da população. No entanto, estima-se que apenas 1% da população com deficiência visual recebe algum tipo de atendimento educacional e as dificuldades enfrentadas por eles ainda são diversas. No curso de Licenciatura Integrada em Matemática e Física da Universidade Federal do Oeste do Pará, campus Santarém, nos últimos dois anos os docentes têm demonstrado uma preocupação maior quanto à problematização e incentivo à produção de materiais tátil visuais pelos licenciandos, em especial porque em 2017 ingressou um estudante com deficiência visual no curso de formação inicial. Assim, o objetivo deste trabalho é fazer um relato de uma atividade didática desenvolvida em uma disciplina de Física básica 1 por uma das equipes com uso de material didático alternativo e de fácil aquisição que pode ser utilizado para abordar 'O que é Atrito?' e 'Os tipos de atrito' com estudantes deficientes visuais nas aulas de Física. Organizaram-se cinco experimentos com materiais alternativos táteis, sendo quatro com cilindros de batata chips - três cobertos por materiais distintos como: lixa para madeira, E.V.A, papel cartão e um sem nenhum revestimento - e uma caixinha de MDF cujas faces estavam revestidas, também, com diferentes materiais e esta caixa estava acoplada a um arame de caderno para simular um dinamômetro. A exposição ocorreu para os próprios estudantes da turma de licenciatura e seguiu-se a discussões com os colegas e observações feitas pela professora. O uso de materiais alternativos teve o intuito de minimizar os custos de maneira que fique acessível a outros que quiserem reproduzi-los. Essa foi uma experiência que serviu para que os professores em formação inicial refletissem e criassem possibilidades de como incluir os estudantes deficientes visuais em aulas de física, considerando as condições de uma sala de aula regular.

Palavras-chave : Deficiência visual; Força de atrito; Formação inicial de professores; Material didático.

## Introdução

A inclusão escolar de estudantes com necessidades educacionais especiais é resultado de um processo histórico de inclusão social das pessoas com deficiência. As instituições educacionais por muitos anos segregaram a educação das pessoas que não se encaixavam no padrão estabelecido como 'normal', traduzindo assim as

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desigualdades vividas na sociedade e nas relações entre os seres humanos (ROSA, 2009; NASCIMENTO, 2012).

Segundo Mendes (2006 apud SILVA, 2012), a história da educação especial teve seu início no século XVI quando médicos e pedagogos contrariando as concepções vigentes na época resolvem educar indivíduos considerados ineducáveis na época. No final do século XVIII e início do século XIX quando as ideias liberais chegam ao Brasil, a educação de crianças com deficiência surge nas instituições influenciadas por esse movimento liberalista (JANUZZI, 2004 apud SILVA, 2012).

Ao longo das últimas décadas do século XX muitas conquistas de direitos das pessoas com deficiência têm sido adquiridas a nível de legislação, mas ainda observamos de modo prático mudanças lentas no universo educacional, seja na educação básica ou superior.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 23,9% da população brasileira (45.606.048) têm algum tipo de deficiência, seja ela visual, auditiva, motora e mental ou intelectual. A pesquisa também apontou que a deficiência visual é a de maior ocorrência, afetando 18,6% da população 1 . Apesar de ser uma parcela significante da população, as dificuldades enfrentadas por eles ainda são diversas, principalmente no âmbito educacional.

- O acesso à pessoa com deficiência visual integrada ao sistema regular de ensino foi garantido pelo Estado através da Lei de Diretrizes e Bases n° 4.024/61, mas essa integração não ocorreu de fato, pois o Estado não viabilizou a proposta e a educação dessas pessoas ficou sob a responsabilidade de instituições particulares incentivadas pelo governo.

Franco e Dias (2007) indicam vários avanços nas conquistas das pessoas com deficiência visual desde a década de 70 no Brasil, mas ressaltam, com base em algumas referências bases, que 'o acesso e a permanência da pessoa cega na escola ainda são muito escassos. Estima-se que apenas 1% da população com deficiência visual recebe algum tipo de atendimento educacional' (p.4).

Um dos fatores inquestionáveis para a modificação dessa realidade é a qualificação dos profissionais de educação básica, em especial os professores, tanto ao nível de formação inicial quanto continuada, bem como a produção e adequação de materiais didáticos que possam tornar acessível o conhecimento às pessoas com comprometimento na visão, sejam elas cegas ou de baixa visão. No ensino de Física os trabalhos desenvolvidos pelo professor Éder Pires de Camargo da UNESP de Ilha Solteira, tais como Camargo (2011), Camargo (2016) e Camargo e Masini (2016), entre outros, têm sido fontes de inspiração para vários professores brasileiros, seja a nível de educação básica ou superior.

No curso de Licenciatura Integrada em Matemática e Física da Universidade Federal do Oeste do Pará, campus Santarém, nos últimos dois anos os docentes têm demonstrado uma preocupação maior quanto à problematização e incentivo à produção de materiais tátil visuais pelos licenciandos, em especial porque em 2017 ingressou um estudante com deficiência visual no curso de formação inicial. Assim, durante uma disciplina de Física básica 1 os licenciandos foram instigados a produzir

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um material didático que pudesse ser utilizado com estudantes da educação básica com alguma deficiência de modo a auxiliar o professor nas aulas de física.

Assim, o objetivo deste trabalho é fazer um relato da atividade didática desenvolvida por uma das equipes com uso de material didático alternativo e de fácil aquisição que pode ser utilizado para abordar 'O que é Atrito?' e 'Os tipos de atrito' com estudantes deficientes visuais nas aulas de Física.

## Metodologia

O referente trabalho foi desenvolvido em uma turma de Licenciatura Integrada em Matemática e Física no segundo semestre letivo de 2017 na disciplina de Física básica I. A turma estava no segundo ano de graduação e foi instigada pela professora da turma a construir experimentos de baixo custo utilizando utensílios recorrentes do nosso cotidiano que pudessem ser úteis aos professores de Física para ensinarem conceitos de mecânica para estudantes com deficiência (visual, auditiva, entre outras) e que preparássemos uma aula para uso com abordagem experimental investigativa (AZEVEDO, 2012). A experimentação investigativa deve partir sempre de um problema e proporciona o diálogo entre os participantes da atividade de modo que possa ser conduzido a um processo de construção de conhecimentos em que o professor atua como mediador do processo.

A partir da escolha do tema a ser abordado, 'Força de atrito', a equipe organizou cinco experimentos com material alternativo tátil, sendo quatro cilindros de batata chips - três cobertos por materiais distintos como: lixa para madeira, E.V.A, papel cartão e um sem nenhum revestimento - e uma caixinha de MDF cujas faces estavam revestidas, também, com diferentes materiais e esta caixa estava acoplada a um arame de caderno para simular um dinamômetro (Figura 01).

Figura 01: Materiais táteis elaborados pelos licenciandos.

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Fonte: Os autores.

Após a elaboração houve o momento de exposição à turma de licenciatura e explicação sobre como esse material poderia ser utilizado numa aula de Física da qual tivesse participando estudante com deficiência visual na educação básica. A exposição seguiu-se a discussões com a turma e observações feitas pela professora.

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## Resultados e Discussões

Nesta seção apresentamos primeiramente alguns pontos importantes sobre a preparação da atividade pela equipe e em seguida descrevemos como foi realizada a exposição em sala de aula para os estudantes de licenciatura, bem como as discussões que surgiram com essa exposição.

## A preparação da atividade

O trabalho foi elaborado com o intuito de que estudantes com deficiência visual pudessem acompanhar a aula sobre atrito junto com os demais colegas, pois a limitação na visão poderia comprometer seu entendimento caso fossem usados apenas recursos visuais e a fala pelo professor. Além disso, o material elaborado também poderia ajudar os estudantes 'videntes' (sem problemas na visão) a compreender o tema.

A preparação do material foi planejada de maneira as pessoas utilizassem mais o sentido do tato para identificar as diferenças entre os tipos de material e o seu formato, assim podendo 'deduzir' qual seria a sua relação com o atrito. A proposta foi desenvolver a atividade em sala de aula em três momentos: o primeiro contato de indagações aos estudantes (problematização do tema) no qual o experimento já seria usado como problematizador e seriam levantados os questionamentos referentes a ele; o segundo momento seria de verificação das hipóteses dos alunos aos questionamentos levantados, bem como aprofundamento do conteúdo e, por fim, no terceiro momento os estudantes seriam incentivados a realizarem pesquisas para buscarem novos conhecimentos. Essa atividade faria parte da avaliação, bem como seria avaliado o envolvimento dos estudantes ao longo da aula.

É importante frisar que durante o semestre a turma de Licenciatura já havia assistido a aulas sobre os tipos de atrito e entrado em contato com diversas leituras, como Andrade-Neto (2014), Sinatora e Tanaka (2007) e uma página do CREF sobre atrito de rolamento na qual o professor Fernando Lang da Silveira responde a questionamento (SILVEIRA, 2013). Os objetivos para a realizar previstos para a aula com esses materiais seriam estudar a natureza de alguns tipos de forças e demonstrar experimentalmente algumas situações em que aparecem o atrito, tendo como alicerce o levantamento indagações sobre como o atrito influencia em nosso cotidiano e a verificação da influência do tipo de material usado para o deslizamento e rolamento.

## Descrição e análise

No dia 31 de janeiro de 2018 começou a sequência de exposições dos trabalhos de Física I em sala de aula da universidade. A apresentação da equipe iniciou com a apresentação do plano de aula mostrando o que estava previsto de ser realizado com aquela atividade e com os materiais. Foi informado primeiramente que a atividade seria destinada a estudantes do primeiro ano do ensino médio, tendo como conteúdo básico a força de atrito e suas peculiaridades fazendo uso de materiais alternativos táteis. O tempo estimado para a exposição ao público alvo almejado seria de 45 minutos. Com isso, relatamos também os objetivos da aula, os procedimentos metodológicos, os recursos didáticos utilizados e a forma de avaliação que seria aplicada para verificação da aprendizagem. Como não havia estudantes cegos na turma, um dos estudantes da turma foi vendado para simular um estudante cego para que posteriormente pudesse falar de sua percepção sobre o uso do material.

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Primeiro oferecemos aos colegas presentes os materiais para que todos sentissem a textura de cada e observassem a forma, inclusive o acadêmico vendado que teve a oportunidade de tocar os objetos, mas não de vê-los. Os cilindros foram repassados um de cada vez na ordem de o mais rugoso para o menos rugoso e depois a caixinha. A partir desse primeiro contato questionamos o aluno vendado qual era o formato dos materiais, o que foi prontamente respondido, correspondendo ao formato observado pelos estudantes não vendados.

Continuamos com as indagações, mas desta vez a pergunta foi direcionada a todos os presentes: 'Se os quatros cilindros estivessem em uma superfície plana e neles fossem aplicadas forças horizontais de maneira que eles entrassem em movimento, qual teria mais facilidade em se deslocar?' . Pedimos ao licenciando vendado que tocasse novamente no material caso necessitasse e os estudantes começaram a dar suas hipóteses e a prever como esse fenômeno estava relacionado com a força de atrito. Em seguida utilizamos a caixinha para levantarmos outro questionamento: 'Ao distendermos a mola qual seria a face que deslizaria com mais facilidade?' Com as respostas dadas pelos estudantes a esse experimento, fizemos comparação com as respostas do anterior (dos cilindros).

Assim, já passamos ao segundo momento discutindo a diferença entre atrito de rolamento e deslizamento, até que os estudantes pudessem formar um conceito sobre eles. Nessa atividade o estudante vendado que representava o estudante com deficiência visual, participava ativamente com os demais colegas, pois o uso do material tátil permitia com que acompanhasse as discussões.

Após a exposição da equipe houve diversas contribuições dos estudantes de licenciatura quanto ao uso do material, o que foi considerado positivo na proposta e como poderia ser melhorado. Uma contribuição em especial nos levou a pensar em outra possibilidade de utilizar o material em um plano inclinado para a verificar possíveis diferenças das forças de atrito em distintos planos, já que sabemos que calçadas não podem ser feitas com qualquer inclinação e qualquer tipo de material para que a segurança dos que circulam por ela seja garantido.

Figura 02: Contribuição de um colega de sala ao experimento.

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Fonte: Os autores.

O material criado também foi utilizado em uma apresentação de estudantes do final do ensino fundamental participantes do Clube de Ciências da UFOPA que

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trataram do tema 'Os defeitos da visão e como um deficiente visual percebe o mundo'. Embora, o material alternativo tenha sido utilizado de maneira distinta ao que foi proposto, podemos verificar que ele é eficaz como equipamento tátil e que, sim, poderia servir para mais de uma utilidade/interação inclusiva não apenas como instrumento para ensinar a temática de atrito.

Figura 04: Utilização do material por estudantes do Clube de Ciências da UFOPA. Fonte: Os autores.

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## Conclusão

O presente trabalho relata uma proposta didática para ensinar força de atrito de arrastamento e de rolamento com material tátil produzido com materiais alternativos e de baixo custo. O intuito foi minimizar os custos de maneira que fique acessível a outros que queiram reproduzi-lo. Com isso, mostramos que a partir de objetos do dia a dia dos alunos podemos transformá-los em materiais inclusivos para serem utilizados em sala de aula de maneira que os estudantes que possuem comprometimento visual possam ter acesso ao conhecimento como os demais colegas.

Como futuros profissionais da área de ensino de física, pudemos discutir no curso de licenciatura sobre as dificuldades enfrentadas por um docente quando possui dentro da classe um aluno cego e criar possibilidades de materiais que possam ser usados no processo ensino e aprendizagem com esses alunos.

Notamos que apesar de já termos noções sobre o processo de inclusão, ainda foi bastante complexo realizar uma 'aula' inclusiva de forma atrativa e, principalmente, que abordasse de maneira completa algum conteúdo de física. Desse modo, ressaltamos a importância de ao longo das disciplinas do curso de formação inicial termos diferentes oportunidades tanto para discutirmos o processo de inclusão, já que poderemos ter contato com pessoas que possuem diferentes deficiências, quanto de criar materiais e propostas didáticas que podem nos auxiliar quando estivermos atuando como professores de física na educação básica.

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## Referências

ANDRADE-NETO, A.V. Atrito de escorregamento e atrito de rolamento: análise de situações simples. CADERNO DE FÍSICA DA UEFS 12(02). p.33-40, 2014. Disponível em: &lt;http://dfis.uefs.br/caderno/vol12n2/a4NetoRolamento.pdf&gt;. Acesso em: 02 jul. 2018.

AZEVEDO, M. C. P. S . Ensino por investigação: problematizando as atividades em sala de aula. In: CARVALHO, A. M. P. (Org.). Ensino de ciências: unindo a pesquisa e a prática. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. p.19-33.

CAMARGO, E. P. Ensino de óptica para alunos cegos: possibilid ades. 1. ed. Curitiba - PR: Editora CRV, 2011.

CAMARGO, E. P. et al. Inclusão e necessidade educacional especial: compreendendo identidade e diferença por meio do ensino de física e da deficiência visual. 1. ed. São Paulo, SP: Livraria da Física, 2016. v. 1.

CAMARGO, E. P.; MASINI, E. F. S. Concepções de licenciandos em Física sobre ensino e aprendizagem de óptica para cegos. In: III Congresso Nacional de Formação de Professores (CNFP) e XIII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores (CEPFE), 2016, Águas de Lindóia-SP. Proceeding, 2016. v. 1.

CARTILHA do Censo 2010. Pessoas com Deficiência . Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) / Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD) / Coordenação-Geral do Sistema de Informações sobre a Pessoa com Deficiência. Brasília: SDH-PR/SNPD, 2012.

FRANCO, J.R.; DIAS, T.R.S. A educação de pessoas cegas no Brasil. Avesso do Avesso (Araçatuba), v. 5, p. 74-81, 2007. Disponível em: http://www.feata.edu.br/downloads/revistas/avessodoavesso/v5\_artigo05\_educacao. pdf. Acesso em: 01 jul. 2018.

NASCIMENTO, R.E.R. A implementação da política inclusiva realizada por professores de física do ensino regular em Santarém-PA : concepções e desafios. Trabalho de Conclusão de curso (Licenciatura em Física Ambiental), Universidade Federal do Oeste do Pará, 2012.

ROSA, A. C. Educação Inclusiva no Brasil. In: Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) (Org.). Educação Inclusiva . Curitiba: Ibpex, 2009, p. 15-32.

SILVA, A. M. Educação especial e inclusão escolar: história e fundamentos. Curitiba: InterSaberes, 2012.

SILVEIRA, F. L. Modelo usual para o rolamento sem deslizamento não explica a parada do corpo que rola . 2013. Disponível em:

&lt;https://www.if.ufrgs.br/novocref/?contact-pergunta=modelo-usual-para-o-rolamentosem-deslizamento-nao-explica-a-parada-do-corpo-que-rola&gt;. Acesso em: 13 jul. 2018.

SINATORA, A.; TANAKA, D.K. As Leis do atrito: Da Vinci, Amontons ou Coulomb? 2007. Disponível em:

&lt;http://www.joinville.udesc.br/portal/professores/milan/materiais/SINATORA\_\_TANA KA\_\_\_As\_leis\_do\_atrito.pdf&gt;. Acesso em: 13 jul. 2018.

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