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UM DEBATE SOBRE DIVERSIDADE: AS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE FISICA

Janaina De Azevedo Corenza

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
31/01/2019
Linha de pesquisa
Equidade, Inclusão, Estudos Culturais E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## UM DEBATE SOBRE DIVERSIDADE: AS RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE FISICA

## Janaína de Azevedo Corenza

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro/janaina.corenza@ifrj.edu.br

## Resumo

O presente trabalho tem por objetivo apresentar as atividades desenvolvidas em uma disciplina optativa no curso de Licenciatura em Física do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro, campus Nilópolis. A referida disciplina busca discutir questões que envolvem as relações étnico raciais e educação com o objetivo de formar professores que contribuam efetivamente com a temática da diversidade. No primeiro momento será tratada uma breve apresentação do cenário brasileiro sobre questões que envolvem a discussão das relações étnico raciais e educação, assim como a exigência legal deste debate nos cursos de graduação. Em seguida será descrito o histórico da implementação da disciplina no currículo do curso. Posteriormente serão apresentados os conteúdos e os temas que compõem a sua ementa. É demonstrado que a partir de uma metodologia cuja base é a leitura e estudo de pesquisas, exibição de documentários e seminários temáticos, foi viável a construção de novos saberes a respeito das relações étnico raciais e educação. Alguns estudiosos que se debruçam sobre o tema colaboraram para a elaboração da ementa da disciplina, assim como possibilitaram reflexões nas aulas a partir de debates com os futuros professores. Após estes pontos, serão apresentados os resultados obtidos na aprendizagem dos futuros professores de Física sobre o tema principal a partir dos conteúdos desenvolvidos em seminários e dos depoimentos dos estudantes. As considerações finais trazem a importância da valorização da discussão sobre as relações étnico raciais e educação, pautada na exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que obriga o ensino da Historia e cultura da África e afro-brasileira no currículo da escola de educação básica. Indo nesta direção, o objetivo é compartilhar esta experiência na busca por incentivar novas frentes de trabalho nos diversos cursos de formação inicial de professores.

Palavras-chave : formação inicial, educação antirracista, currículo.

## As relações étnico raciais e educação: breve contexto

O relato de experiência ora apresentado traz uma importante alteração no currículo da Licenciatura em Física do IFRJ no campus Nilópolis. A discussão a respeito da diversidade, dando enfoque as questões que envolvem as relações étnico raciais e educação vai ao encontro da exigência legal, descrita nos Artigos 26, 26 A e 79 B da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) alterada pela Lei 10639/2003 que inclui no currículo oficial das redes públicas e privadas de ensino a obrigatoriedade do estudo da História e da Cultura da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política. O objetivo deste relato de experiência é compartilhar e incentivar novas frentes de trabalho nos cursos de formação inicial de professores.

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27 de janeiro a 1 de fevereiro de 2019

A referida legislação afirma que os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras. É válido reforçar que as demais disciplinas curriculares também podem trabalhar a temática em sala de aula. Neste relato não serão desenvolvidos ou apresentados conteúdos da física que possam explorar saberes africanos construídos durante séculos. O trabalho desenvolvido busca tratar de conteúdos que envolvem as questões étnico raciais como as concepções de raça, etnia, racismo, preconceito, diáspora africana e ações afirmativas visto que tais temas são, muitas vezes, desconhecidos pelos futuros professores. O entendimento é que o futuro professor, de posse destas reflexões, possa atuar de forma a favorecer o sucesso escolar dos alunos da educação básica, tendo portanto um olhar criterioso e historiográfico sobre os sujeitos negros.

Com este entendimento, o lidar com alunos e alunas negras em sala de aula quando estes estiverem atuando, considerando que são sujeitos com saberes, conhecimentos diversos e que estes devem ser valorizados em sala de aula, faz parte dos objetivos propostos na disciplina curricular. Os índices de alunos e alunas negras que não completam a educação básica é alarmante se comparados com os não negros. De acordo com o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que considera como negro os cidadãos que se declaram pretos ou pardos, o levantamento feito no ano de 2016 mostra que a taxa de analfabetismo é de 11,2% entre os pretos, 11,1% entre os pardos, e 5% entre os brancos. Até os 14 anos de idade, as taxas de frequência escolar não variam muito entre as populações. No entanto, a partir dos 15 anos as diferenças se destacam: enquanto, entre os brancos, 70,7% dos adolescentes de 15 a 17 anos estão no ensino médio, entre os pretos e pardos este número cai para 50,5% e 55,3%, respectivamente. No terceiro ano do ensino médio, a diferença é ainda maior a partir da análise da aprendizagem dos conteúdos. Segundo o estudo, 38% dos brancos; 21% dos pardos; e 20,3% dos pretos têm o aprendizado adequado em Língua Portuguesa. Em matemática, 15,1 % dos brancos; 5,8% dos pardos e 4,3% dos pretos têm o aprendizado adequado. Pensar sobre estes números sem naturalizar ou reproduzir pensamentos racistas é também um dos desafios presentes na disciplina optativa.

Dando enfoque a disciplina de Física do ensino médio, algumas pesquisas revelam que os alunos a avaliam como 'difícil' conforme mostram Ricardo e Freire (2007). Cabe ao professor reverter esta concepção em suas aulas. O estudo citado traz a seguinte reflexão:

(...) a pertinência dos saberes escolares, em particular da física, não é tão óbvia. Ou seja, não se sustenta por si mesma e, se não promover uma aproximação entre o aluno e sua realidade vivida, desaparece no momento em que as situações escolares idealizadas acabem, fazendo com que os alunos permaneçam com uma física para os exames e provas (a física escolar), e uma "física" para as suas relações com o mundo e com os outros.(RICARDO e FREIRE, 2007, p. 261)

Sem um olhar apurado no intuito de agregar estes alunos no diálogo com diversas realidades e contextos cotidianos, em busca do sucesso escolar, a chance do professor de física contribuir para o fracasso do alunado se torna tema de reflexão. Neste interim, o entrelaçamento entre o índice de alunos e alunas negras que não concluem a escolarização e as dificuldades encontradas em diversas

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disciplinas, dando ênfase aqui à Física, se torna um ponto que gera preocupação. Por tal razão a defesa em discutir o tema das relações étnico raciais no curso de formação inicial de professores, apresentando aos estudantes, a responsabilidade que lhes caberá após a conclusão do curso.

## O aspecto legal da oferta da disciplina

O processo de reconhecimento de cursos de graduação com a visita in loco do MEC à Instituição foi um momento que contribuiu para o colegiado do curso de Licenciatura em Física repensar o currículo. Entre as demandas exigidas está a oferta da discussão a respeito da Lei 10639/2003 nos cursos de formação inicial de professores. Não há especificamente, na legislação, uma determinação sobre a oferta de uma disciplina mas aponta que curso crie estratégias para que o tema seja explorado.

A partir destes pontos o colegiado do curso se debruçou sobre a importância da oferta de pelo menos uma disciplina de caráter optativo aos estudantes, unido a outras atividades sobre o tema das relações étnico raciais e educação durante o semestre letivo. Embora o curso oferte atividades como seminários, palestras e debates sobre o tema, neste texto o foco será a disciplina optativa.

A partir de uma ementa que contemplasse tais discussões, o objetivo foi oportunizar aos futuros professores reflexões sobre nosso processo histórico incluindo a exploração dos sujeitos negros e negras trazidos de maneira forçada para o Brasil para desenvolver o trabalho escravo. Durante a escravidão estes sujeitos não tiveram acesso a educação e ao término da escravidão no Brasil, a escolarização não foi garantida por politicas públicas. Em 2011 Valverde e Estocco destacam a seguinte realidade em seu estudo:

Dessa maneira, nos últimos anos, há um deslocamento da problemática das desigualdades raciais do acesso à educação para o diagnóstico do interior do sistema educacional, pois as diferentes experiências vivenciadas por crianças e jovens brancos e negros na escola têm efeito direto e sua permanência, progressão e desempenho. (VALVERDE; STOCCO, 2011).

A reprovação e/ou a exclusão dos sujeitos negros das salas de aula desde o fim da escravidão ainda se reflete nos dias atuais com visões racistas e preconceituosas, construídas ao longo dos séculos a respeito das pessoas negras. Assim, para compreensão deste cenário de exclusão, do entendimento que as politicas públicas são importantes para mudança de realidade, intensificamos que os professores também precisam ter clareza de seu papel na escola e na valorização da diversidade. Na busca por provocar nos futuros professores estes entrelaçamentos, a disciplina optativa começou a ser ofertada na Licenciatura em Física, a partir do ano de 2017.

## Os conteúdos iniciais: a ementa e seus desdobramentos

A disciplina recebeu o título de 'História e a cultura afro brasileira no contexto escolar'. Tem como ementa trabalhar com os seguintes temas: 'Africanos no Brasil: Origens e Contribuições'; 'Diáspora Negra, Raça, racismo, preconceito e etnia: conceitos e implicações'; 'O ensino da história e cultura afro brasileira no contexto escolar brasileiro' e 'A educação na perspectiva da superação do racismo e do respeito à diversidade'. A partir destes temas o objetivo é contextualizar a exigência legal (Lei 10639/2003) no trato do ensino da cultura afro e afro brasileira nas escolas de educação básica no Brasil, possibilitando o reconhecimento sócio histórico e cultural brasileiro por parte dos licenciandos. A disciplina foi construída

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com arcabouços teóricos apreendidos no processo de formação da professora titular que desenvolve pesquisas na área das relações étnico raciais e educação no IFRJ. Distribuída em 2 tempos semanais, a disciplina tem recebido alunos não somente da licenciatura em Física, mas também da Matemática e da Química , enriquecendo o 1 trabalho. A busca é ir na contramão dos resultados de estudos já concretizados, como o de Ribeiro (2001). Vejamos:

A escola de fato, além de não saber lidar pelos problemas sentidos pelas crianças negras, acentua ainda mais estes problemas, por não lhes dar importância ou não opinar a respeito das situações diárias vividas por essas crianças negras. Muitas vezes até mesmo o professor ou a professora são explicitamente racistas, ao reforçarem a ideia nas crianças, de que é natural que as pessoas sejam discriminadas, ajudando a manter comportamentos racistas e contribuindo para o auto isolamento delas. (RIBEIRO, 2001, p. 41)

A metodologia usada para alcance das discussões anteriormente apontadas consiste na leitura e estudo de artigos com debates em sala de aula. Os artigos trabalhados envolvem em um primeiro momento, discussões dos temas conceituais: Diáspora Negra, Raça e Etnia, Racismo, Preconceito e Ações afirmativas. Para trabalhar os conceitos citados, as referências centrais são Munanga e Gomes (2006) e Gomes (2012). O item Ações afirmativas é explorado com mais centralidade quando o debate são as Cotas raciais. Domingues (2005) é uma das referências de estudo. Acrescido a estas leituras, a apresentação de um estudo desenvolvido no 2 doutorado por uma professora do IFRJ sobre Cotas raciais em um curso de prestígio em uma Universidade pública do Rio de Janeiro, gerou uma importante roda de conversa com as turmas. De acordo com Corenza (2017) o desenvolvimento desta metodologia propiciou aos futuros professores reflexões sobre a necessidade de ver a escola como

um importante mecanismo de mudança neste cenário posto. Não silenciar os preconceitos vivenciados no ambiente escolar, construir práticas que evidenciem saberes e que valorizem a promoção da igualdade racial, assim como o ensino das histórias e culturas afro e afro brasileiras são caminhos a serem trilhados em prol do cumprimento da Lei 10.639/2003. (CORENZA, 2017, p. 17)

O ensino da história e cultura afro brasileira no contexto escolar brasileiro é um eixo de discussão que engloba a apresentação do histórico da Lei 10639/2003. Durante o processo histórico de luta, principalmente por parte do Movimento Negro, constata-se que a valorização da história e cultura da África nos currículos escolares é tema de luta e de poder desde meados dos anos 1930, conforme afirma Corenza (2017):

As primeiras raízes de debate sobre uma possível mudança no currículo nas escolas aparecem na nossa história por volta da década de 1930 quando o Movimento Negro afirma que a educação fornecida pelos estabelecimentos de ensino não deveria afastar-se da educação da tradição africana. Vários projetos foram elaborados e criados, mas, por falta de recursos financeiros, nem sempre obtinham sucesso. (CORENZA, 2017, p. 32)

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O tema 'Africanos no Brasil: Origens e Contribuições' é desenvolvido a partir de seminários construídos pelos futuros professores. Tendo como base de estudo Munanga e Gomes (2006) os estudantes elaboram suas falas, criam apresentações com dados, imagens e referências de pesquisas e possibilitam discussão com os demais colegas de turma.

Por fim a educação na perspectiva da superação do racismo e do respeito à diversidade engloba um repensar a educação atual e as possibilidades de um trabalho crítico por parte dos futuros professores na busca por uma sala de aula que possa agregar a todos e possibilitar aprendizagens que valorizem os diversos saberes existentes. O racismo, presente em nossa sociedade, porém dito como ausente, esta fortemente em nossas salas de aula e isto não pode ser negado. Nesta discussão os autores Gonçalves e Silva (2000) e Gonçalves e Ribeiro (2014) foram estudados e tema das discussões em sala de aula.

Casos de racismo ocorridos em escolas cujo desdobramento das ações são por vezes minimizados também fazem parte dos debates travados. O professor que omite casos de racismo ou não propicia que o caso se torne ponto de discussão na escola, pode colaborar para a perpetuação de uma realidade presente, mas ignorada socialmente. Dar voz aos estudantes que vivenciam racismo na escola pode ser um caminho de superação.

## Resultados obtidos

A oferta da disciplina com foco no debate das relações étnico raciais e educação traz alguns resultados preliminares. Construídos a partir dos relatos dos futuros professores, afirmam que a disciplina contribui para um repensar a sociedade na qual vivemos indo além da sala de aula. Conceitos trabalhados são ressignificados ao longo do curso. Isto se constata a partir da comparação da definição dos temas feito no primeiro dia de aula e ao final, quando expressam que reelaboraram seus conhecimentos. Durante a auto avaliação, realizada ao final da disciplina, foram registrados relatos que contemplam que os estudantes das licenciaturas não se viam como pessoas racistas e que a leitura de pesquisas de estudiosos que se debruçam sobre o tema ajudou a rever suas convicções. Acrescido a esta afirmativa, relatam também a pertinência de discutir o racismo com colegas, familiares, e em grupos nos quais fazem parte com o objetivo de superar preconceitos e estereótipos socialmente construídos e reproduzidos. Este resultado vai ao encontro da valorização da oferta desta disciplina, pois,

A lei federal 10.639/2003 tornou-se um marco periodizador político, legal e histórico. A formação continuada, que até então era considerada uma panaceia para resolver os problemas do ensino e da aprendizagem na educação escolar básica de um modo geral, torna-se basilar para a implementação da obrigatoriedade do estudo da história e da Cultura Africana e Afro-brasileira, tendo em vista a formação inicial considerada lacunar ou mesmo insatisfatória neste campo (PAULA e GUIMARÃES, 2014, p.445).

O debate sobre as ações afirmativas, essencialmente as Cotas raciais, aparece nos relatos dos estudantes com uma nova perspectiva elaborada. Alguns afirmaram que eram 'contra' a politica de cotas, mas que, a partir das leituras, estudos e dos dados das pesquisas apresentados, mudaram de opinião, entendendo que esta política é uma reparação social.

Por fim, futuros professores também expressam a validade de ter este debate na formação de professores visto que todos lidarão com situações envolvendo

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racismo e preconceitos e que ignorar não traz avanços para mudar a sociedade na qual vivemos.

## Considerações

A lei 10639/2003 ao ser negada aos futuros professores durante sua formação inicial possibilita que, ao entrarem na escola de educação básica, possam não ter um olhar criterioso para o cumprimento da lei e consequentemente negar também às crianças e aos jovens o acesso a uma discussão que possa contribuir para o sucesso escolar. Atribuído a isso, ao trabalhar com o tema das relações étnico raciais, o professor também poderá contribuir positivamente na construção do seu papel na escola e na sociedade. É necessário repensar os currículos dos cursos de formação inicial de professores com vistas a agregar a diversidade, suas complexidades e seus desafios. Este foi o objetivo do relato de experiência, porém é valido reforçar que a proposta da Licenciatura em Física do IFRJ, campus Nilópolis está em curso. A equipe está aberta a novas propostas para que o trabalho tenha, a cada turma, melhores resultados. Resultados estes que se referem a novas posturas, reflexões e debates sobre o tema das relações étnico raciais e educação.

## Referências

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional - LDB Lei nº 9394/96.

\_\_\_\_\_\_. Lei nº. 10.639 de 09 de janeiro de 2003 . Inclui a obrigatoriedade da temática 'História e Cultura Afro-Brasileira' no currículo oficial da rede de ensino. Diário Oficial da União, Brasília, 2003.

CORENZA, Janaína de Azevedo. A Lei 10.639/2003 em dois cursos de pedagogia ofertados no Estado do Rio de Janeiro: ponto de discussão ou de negação? Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, p. 270. 2017.

DOMINGUES, Petrônio. Ações afirmativas para negros no Brasil: o início de uma reparação histórica. Rev. Bras. Educ. [online]. 2005, n.29, pp.164-176. ISSN 1413-2478. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-24782005000200013.

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GONÇALVES, Maria Alice. RIBEIRO, Ana Paula (org.) História, cultura africana e afro brasileira na escola. Volume 2. Rio de Janeiro: Outras Letras, 2014.

MUNANGA, Kabenguele. GOMES, Nilma Lino. O negro no Brasil de hoje . São Paulo: Global, 2006.

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QUEIROZ, Mônica Romitelli. Invisível, implícito e dissonante: Percepções docentes da experiência de relações raciais à luz de Políticas Afirmativas em

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um curso de Medicina. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, p.210. 2018.

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RICARDO, Elio C. FREIRE Janaína C.A. A concepção dos alunos sobre a física do ensino médio: um estudo exploratório. Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 29, n. 2, p. 251-266, (2007)

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