O CURRÍCULO DE FÍSICA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO: QUAIS ELEMENTOS DO PLANO DE CURSO FAVORECEM A INTEGRAÇÃO?
Danilo Almeida Souza, Maria Cristina Martins Penido
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 31/01/2019
- Linha de pesquisa
- O Ensino De Física Na Educação Superior
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## O CURRÍCULO DE FÍSICA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO: QUAIS ELEMENTOS DO PLANO DE CURSO FAVORECEM A INTEGRAÇÃO?
## Danilo Almeida Souza 1 e Maria Cristina Martins Penido 2
1 Instituto Federal da Bahia, Campus Ilhéus. 1,2 Universidade Federal da Bahia 1 Prof. EBTT - IFBA/ Doutorando pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências - UFBA/ PPGEFHC; e-mail: danilofisico@gmail.com 2 Professora Titular - UFBA/ e-mail: mcrispenido@gmail.com
## Resumo
O presente artigo traz uma discussão acerca da educação profissional técnica de nível médio, na forma integrada, a partir do currículo da física dentro do plano de curso de uma instituição baiana pertencente a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Buscamos identificar quais elementos favorecem a integração da física junto a formação profissional no curso Técnico Integrado em Segurança do Trabalho no Instituto Federal da Bahia campus Ilhéus. Como instrumento metodológico fazemos uso da pesquisa empírica de natureza qualitativa com base na análise documental. Definimos os elementos balizadores dessa análise baseado no que está discutido em Ramos, Frigotto e Ciavatta (2012), a exemplo da distribuição e organização curricular, as obras sugeridas para referências bibliográficas, além das habilidades e competências explícitas na ementa da disciplina de física. Uma constatação inicial proveniente do plano de curso referência é que há pouca ou nenhuma articulação entre as áreas/ disciplinas regularmente ofertadas no ensino médio, e aquelas que vão dar conta do ciclo profissional do indivíduo. Isso fica evidente ao não identificarmos dados substanciais quando olhamos para a física dentro da distribuição da matriz curricular, ou mesmo nas ementas descritas em cada série, dando clara evidência de um longo caminho a seguir na construção do ensino médio integrado no âmbito da sua essência.
Palavras-chave : ensino de física, ensino médio integrado, currículo.
## Introdução
O ano de 2004 representa um marco importante para o ensino médio integrado tal qual praticado em grande parte das instituições pertencentes a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (RFEPCT). A publicação do decreto nº 5.154/2004 traz a forma integrada, como uma das possibilidades de articulação entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino médio regular, dedicada aos estudantes 'que já tenha concluído o ensino fundamental, sendo o curso planejado de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino, contando com matrícula única para cada aluno' (BRASIL, 2004). Embora o ensino técnico já garantia equidade ao ensino médio regular quanto ao ingresso em instituições de ensino superior o grande diferencial estaria em prover uma educação que atendesse as diretrizes nacionais para as duas modalidades de oferta, regular e técnica.
A expansão da RFEPCT, que culminou na criação dos institutos federais
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através da lei nº 11.892 de 28 de dezembro de 2008 1 , e consequente aumento na oferta de ensino na forma integrada, tem impulsionado o desenvolvimento de pesquisas nessa temática de modo a direcionar o amadurecimento e consolidação dessas instituições, bem como tecer diálogos acerca do papel das disciplinas de núcleo comum (aqui chamadas aquelas integrantes do ensino médio regular) dentro dessa forma de oferta da educação técnica. Alguns pesquisadores da área de educação como Ciavatta (2012), já definia a importância e a necessidade de se fazer educação profissional integrada como uma forma superação do dualismo que perdurou durante anos na educação brasileira:
A ideia de formação integrada sugere superar o ser humano dividido historicamente pela divisão social do trabalho entre a ação de executar e a ação de pensar, dirigir ou planejar. Trata-se de superar a redução da preparação para o trabalho ao seu aspecto operacional, simplificado, escoimado dos conhecimentos que estão na sua gênese científicotecnológica e na sua apropriação histórico-social. Como formação humana, o que se busca é garantir ao adolescente, ao jovem e ao adulto trabalhador o direito a uma formação completa para a leitura do mundo e para a atuação como cidadão pertencente a um país, integrado dignamente à sua sociedade política. Formação que, nesse sentido, supõe a compreensão das relações sociais subjacentes a todos os fenômenos.
Do ponto de vista político e de concepção, muitos teóricos vêm se dedicando a uma análise profunda sobre o ensino médio integrado, seu percurso e implicações para o contexto do país, um exemplo desses esforços está condensado no texto: 'Ensino Médio Integrado: Concepções e contradições' de Ramos, Frigotto e Ciavatta (2012), assim como em documentos do governo, alguns sintetizados em livros como o do Pacheco (2012), que contextualiza o ensino médio integrado, bem como apresenta algumas orientações resultado de reuniões de um grupo de trabalho posto a discutir atualizações nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) para a educação técnica de nível médio. Quando partimos para o ensino de ciências (mais especificamente a física), essa discussão tem aparecido de forma tímida, atendo-se a propor intervenções didáticas para o ensino da física de forma contextualizada a formação técnica, reconhecendo a necessidade de aproximação, mas carecendo de uma discussão mais densa que dê conta de elencar elementos que norteiem a construção do currículo da física na educação profissional tecnológica de nível médio.
Propomo-nos neste trabalho avaliar como está desenhado à matriz curricular da física e ementas dentro da educação profissional técnica de nível médio na forma integrada a partir do Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Segurança do Trabalho do Instituto Federal da Bahia (IFBA) campus Ilhéus buscando identificar quais elementos favorecem a integração da física junto a formação profissional onde ela está inserida. Partimos de elementos norteadores que foram inspirados a partir da concepção de ensino médio apresentada em Ramos, Frigotto e Ciavatta (2012). Ao final, apresentamos algumas lacunas teóricas a partir da discussão traçada.
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Em termos de estruturação este artigo sai da introdução avançando para a metodologia, onde apresentamos a modalidade de pesquisa, indicando os caminhos metodológicos e as razões que justifiquem seu uso; em seguida trazemos elementos do plano de curso utilizado na pesquisa seguido de uma análise sobre o mesmo na busca de identificar quais elementos favorecem a integração, sobretudo do ponto de vista das ementas da área de conhecimento da física; por fim, tecemos as considerações finais, apontando percursos para integração, as limitações e as perspectivas futuras do estudo.
## Metodologia
Adotamos como modalidade de investigação a pesquisa empírica de caráter qualitativo, tomando como instrumento de coleta de dados a análise documental do 'Plano de Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Segurança do Trabalho' em vigência no Instituto Federal da Bahia (IFBA), campus Ilhéus. A escolha do curso integrado em segurança do trabalho se dá pelo fato de ser um dos cursos (o campus Ilhéus conta hoje com a oferta de três cursos técnicos na forma integrada) que apresenta egressos nessa forma de oferta na instituição analisada, e cujo plano de curso já se encontra em sua 2ª versão. O curso de informática apesar de atender também esse critério, verificamos que seu plano converge com o que está apresentado no curso segurança do trabalho em mais de 90% no que diz respeito a física, diferenciando apenas na contextualização para área de computação e redes. Dessa forma, a escolha de qualquer um desses não prejudicaria o conteúdo aqui exposto.
Para análise do plano de curso tomamos os seguintes elementos balizadores:
- i. Identificar na descrição do plano de curso se existem elementos que prezem pela articulação das disciplinas do ciclo comum, com as do ciclo profissionalizante;
- ii. Verificar como está distribuída e apresentada a disciplina física no decorrer das etapas no ensino médio integrado (carga horária dedicada, conteúdos abordados, etc.);
- iii. Buscar elementos da matriz curricular/ ementa da física que dão conta de criar conexões da disciplina com a formação técnica de habilitação profissional;
- iv. Identificar habilidades e competências descritas dentro da matriz curricular/ ementa da física que favorecem a formação profissional;
- v. Perceber se as referências bibliográficas básicas e complementares da matriz curricular/ ementa da física tratam de temas convergentes a formação profissional.
Embora o documento base para apresentação dos dados seja o plano de curso, pontuamos que as impressões e vivências do autor dentro da instituição oferecem subsídios adicionais, especialmente sobre os encaminhamentos e proposições futuras para as discussões aqui apresentadas.
## O plano de curso
Analisamos o 'Plano de Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Segurança do Trabalho' do IFBA campus Ilhéus, na sua revisão feita no ano de 2014. O documento apresenta 13 (treze) itens descritos como: i) apresentação; ii) caracterização/justificativa/objetivos; iii) requisitos de acesso; iv) perfil profissional de
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conclusão de curso; v) organização curricular; vi) prática profissional; vii) critérios de aproveitamento de estudos e certificação de conhecimentos e experiências anteriores; viii) avaliação da aprendizagem; ix) instalações e equipamentos; x) acervo bibliográfico; xi) pessoal docente e técnico administrativo; xii) certificados e diplomas; xiii) referências bibliográficas. Partindo do foco central desta pesquisa, trazemos como destaque a seção v. organização curricular, dialogando sempre que possível com os objetivos, perfil profissional de conclusão do curso e prática profissional, presentes nas seções ii., iv. e vi., respectivamente.
A estrutura curricular que analisamos dispõe de um curso com carga horária de 4.362 horas/aulas no decorrer de quatro anos letivos, constituído por três núcleos, a) um núcleo comum que integra disciplinas das três áreas de conhecimentos do Ensino Médio (Linguagem e Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias), totalizando 2736 horas/aulas; b) um núcleo de integração entre as disciplinas gerais do conhecimento e as disciplinas de formação profissional do Técnico em Segurança no Trabalho Integrado ao Ensino Médio, totalizando 648 horas/aulas; c) um núcleo de formação profissional, que integra as disciplinas da área profissional de Técnico em Segurança no Trabalho Integrado ao Ensino Médio totalizando 828 horas/aulas e mais 150 horas de prática profissional.
Tais núcleos se integram a distribuição anual, onde cada uma destas seria constituída 'pela integração entre os conhecimentos de formação geral (linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências da natureza, matemática e suas tecnologias e ciências humanas e suas tecnologias), parte diversificada e uma parte de formação específica'. Essa nova distribuição, define essas formações como:
Formação Geral -disciplinas de formação geral que compõem a construção curricular para o ensino médio, conforme Lei nº 9394/96 e Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio, cujos programas estejam voltados para conteúdos, habilidades e competências que assegurem a construção do cidadão crítico e autônomo numa intersecção com conteúdos de interesse da área de Segurança do Trabalho. Parte Diversificada As disciplinas da Parte Diversificada objetivam ao desenvolvimento de capacidades e de condutas importantes na atualidade, visando à formação para o exercício da cidadania e preparação para o trabalho. Formação Específica (Ensino Profissionalizante) Desenvolvimento de habilidades inerentes à realização da manutenção preventiva, preditiva e corretiva de sistemas na adequação do ambiente de trabalho; (DIAS; LEITE, 2014)
A disciplina de física aparece exatamente em seu nome genérico, presente nos 04 (quatro) anos de formação do estudante, com carga horária em 60h, 60h, 90h e 90h para os 1º, 2º, 3º e 4º ano, respectivamente, totalizando 300 horas na integração do curso. As competências e habilidades se mesclam no decorrer das séries, trazendo pequenos elementos pontuais que os diferem em cada ano. Quanto aos conteúdos, nomeados como base científico-tecnológicas para as quatro séries, apresentamos um resumo na tabela 01, abaixo:
## Conteúdos (Base Científico-Tecnológicas)
Tabela 01 Conteúdos (Base Científico-Tecnológicas) para a disciplina física; adaptado de Dias e Leite (2014)
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Os elementos do plano de curso se apresentam de maneira harmônica, mostrando articulação com a região geográfica de implantação do curso, assim como as motivações que trazem este como uma necessidade regional onde o campus da IFBA está instalado.
## Análise e Discussão do Plano
Iniciamos nossa análise a partir dos núcleos que são a base para a estrutura curricular apresentada. Esses núcleos já foram referenciados na seção anterior, e são nomeados como i) núcleo comum; ii) núcleo de integração entre as disciplinas gerais do conhecimento e o núcleo de formação profissional; e iii) núcleo de formação profissional. Nesse âmbito, cabe um destaque que o núcleo denominado de núcleo de integração entre as disciplinas gerais do conhecimento e o núcleo de formação profissional no nosso entendimento deve ser o foco para insuflar a construção de um currículo que dialogue com a educação profissional integrada. Curiosamente, ao ser incorporado nas séries escolares, essa ideia de núcleos deixa de aparecer de maneira explícita, passando os componentes curriculares a serem discriminados através de três eixos formativos denominados de: formação geral, parte diversificada e formação específica (ensino profissionalizante). Dentro das definições apresentadas para estes, a parte de formação geral é a única que traz no seu bojo a questão da integração, quando menciona que 'trata-se disciplinas de formação geral que compõem a construção curricular para o ensino médio, conforme Lei nº 9394/96 e Parâmetros Curriculares para o Ensino Médio, cujos programas estejam voltados para conteúdos, habilidades e competências que assegurem a construção do cidadão crítico e autônomo numa intersecção com conteúdos de interesse da área de Segurança do Trabalho (Grifo nosso)'. Assim fica evidente que o documento norteador dedica às disciplinas inclusas na formação geral a responsabilidade de pensar e promover essa integração. Ressaltamos que todas as disciplinas englobadas na formação geral são aquelas presente no ensino médio regular, onde a física está inclusa (ver figura 01).
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Figura 01 Parte de Formação Geral (DIAS; LEITE, 2014)
Refinando nossa avaliação para os elementos a partir da disciplina de física, a tabela 01, indica que as bases científico-tecnológicas (conteúdos) em nada diferem da maioria dos currículos da educação de nível médio regular, salvo a distribuição feita no decorrer dos quatro anos letivos, não deixando evidente, caso exista, a presença da articulação com a formação profissional. Isso se repete ao tomarmos como referências as habilidades e competências discriminadas; trazemos a exemplo o que está posto no 4º ano em Dias e Leite (2014):
-Expressar se corretamente utilizando a linguagem física adequada e elementos de sua representação simbólica. Apresentar de forma clara e objetiva o conhecimento aprendido, através de tal linguagem.
-Conhecer as fontes de informação e formas de obter informações relevantes, sabendo interpretar notícias científicas.
-Desenvolver a capacidade de investigação física. Classificar, organizar, sistematizar e identificar. Observar, estimar ordens de grandeza, compreender o conceito de medir, fazer hipóteses, testar.
-Conhecer e utilizar conceitos físicos. Relacionar grandezas, quantificar, identificar parâmetros relevantes. Compreender e utilizar leis e teorias físicas.
-Compreender a física presente no mundo vivencial e nos equipamentos e procedimentos tecnológicos. Descobrir o 'como funciona' de aparelhos.
-Construir e investigar situações 'problema', identificar a situação física, utilizar modelos físicos, prever, analisar, avaliar.
-Reconhecer o papel da física no sistema produtivo, compreendendo a evolução dos meios tecnológicos sua relação dinâmica com a evolução do conhecimento científico.
-Articular o conhecimento físico com o conhecimento de outras áreas.
As referências bibliográficas no plano de curso, no que tange a área de física não apresentam materiais que estabeleçam um diálogo entre essa área de conhecimento e a formação técnica em segurança do trabalho.
Embora reconheçamos que a prática profissional dos docentes, o currículo ativo, por vezes difere do que está presente nos documentos, há uma necessidade
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urgente na incorporação desses elementos textuais no plano de curso, que se apresentam de forma discreta no documento analisado.
## Considerações Finais
Os elementos trazidos nos põem a refletir sobre qual o modelo de educação profissional técnica de nível médio na forma integrada tem sido praticado nas instituições da rede federal. Uma constatação inicial proveniente da análise do plano de curso referência é que há pouca ou nenhuma articulação entre as áreas/ disciplinas regularmente ofertadas no ensino médio, e aquelas que vão dar conta do ciclo profissional do indivíduo. Isso fica evidente ao não identificarmos dados substanciais quando olhamos para a física dentro da distribuição da matriz curricular, ou mesmo nas ementas descritas em cada série.
Tal constatação implica em trazer discussões permanentes em torno dos PPC's desses cursos, que resultem numa reformulação do currículo elaborado a partir da presença dos principais atores envolvidos no processo, corpo docente, discente e comunidade escolar. Aqui recomendamos que essa reformulação seja precedida por uma discussão de concepção de ensino médio integrado, tendo em vista a sua recente formalização por lei, o que deve implicar em pouca exposição dessa forma de oferta em cursos de formação inicial docente.
No âmbito dos pesquisadores em ensino de física apontamos a necessidade de pensar qual modelo da física devemos levar para os cursos integrados nas diferentes formações; responder, o que pensam os professores de física para essa forma de oferta de ensino médio? Quais parâmetros são essenciais para um currículo integrado a partir do plano de curso? E se a física de fato deve ser 'adaptada' quando trazida para cada realidade constitui grande parte das questões que pretendemos responder na nossa pesquisa em andamento.
## Referências
BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Define Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio . DOU de 21 de setembro de 2012. Seção 01. Pág. 22-23.
BRASIL. Decreto nº 5.154 de 23 de julho de 2004. Regulamenta o § 2º do art. 36 e os arts. 39 a 41 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e dá outras providências. 26.7.2004. 2004a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm. Acesso em 30/03/2018.
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BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Base para a Educação Nacional . DOU de 23 de dezembro de 1996. Seção 01. Pág. 27833.
CIAVATTA, Maria. A formação integrada: a escola e o trabalho como lugares de memória e de identidade. In: RAMOS, Marise; FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria (Orgs.). Ensino Médio Integrado: Concepção e Contradições . 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012; Pág. 83-106.
DIAS, Girlene Écio Damasceno; LEITE, Roseane Santos Batista. Plano de Curso Técnico de Nível Médio Integrado em Segurança do Trabalho . Ilhéus-BA, 2014.
PACHECO, Eliezer (org.). Perspectivas da educação Profissional técnica de nível médio: Proposta de Diretrizes Curriculares Nacionais . Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação - SETEC/MEC: Brasília, 2012.
RAMOS, Marise. Concepção do ensino médio integrado. In: Seminário sobre Ensino Médio , 2008. Secretaria de Educação do Pará. 08-09 maio 2008. Disponível em: https://tecnicadmiwj.files.wordpress.com/2008/09/texto-concepcao-do-ensinomedio-integrado-marise-ramos1.pdf. Acesso em: 05/01/2018.
RAMOS, Marise; FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria (Orgs.). Ensino Médio Integrado: Concepção e Contradições . 3. ed. São Paulo: Cortez, 2012.
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