REPRESENTAÇÕES DE LICENCIANDOS EM FÍSICA SOBRE A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Jéssica Dos Reis Belíssimo, Fabiano Willian Parma, Roberto Nardi
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 31/01/2019
- Linha de pesquisa
- Formação, Práticas E Desenvolvimento Profissional Docente
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## REPRESENTAÇÕES DE LICENCIANDOS EM FÍSICA SOBRE A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Jéssica dos Reis Belíssimo , Fabiano Willian Parma , Roberto Nardi 1 2 3
1 UNESP/Faculdade de Ciências/Departamento de Física, jessica.belissimo@unesp.br 2 UNESP/Faculdade de Ciências/Pós-graduação em Educação para a Ciência, f.parma@unesp.br 3 UNESP/Faculdade de Ciências/Departamento de Educação, Grupo de Pesquisa em Ensino de Ciências, r.nardi@unesp.br
Apoio: CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
## Resumo
Apresentamos aqui um recorte de uma pesquisa mais ampla, que objetivou estudar detalhes do processo de formação inicial de professores de Física, buscando analisar as representações de licenciandos em Física desde o ingresso na universidade até seu egresso e compreender como a pesquisa vem sendo introduzida ou interferindo, já na formação inicial de professores de Física. Neste sentido, procurou-se analisar o perfil desses futuros docentes e seus imaginários sobre conhecimento científico, ensino de ciências e a constituição de saberes docentes, desde o ingresso na universidade em 2014 até a conclusão do curso em 2017. O levantamento de dados ocorreu através de uma abordagem qualitativa utilizando como ferramenta questionários aplicados no início de cada ano letivo nas disciplinas específicas da licenciatura. Os dados foram tratados pela Análise de Discurso, originada por Pêcheux e desenvolvida no Brasil por Orlandi e outros pesquisadores. Nessa comunicação destacamos sentidos produzidos nos discursos dos futuros professores para 'avaliação' e práticas docentes. Os discursos mostram que as condições de produção do discurso foram fundamentais nas mudanças dos imaginários dos alunos sobre as temáticas e a força e o impacto que o curso e a instituição têm sobre os alunos.
Palavras-chave : Ensino de Física, Formação Inicial de Professores, Avaliação da Aprendizagem, Análise do Discurso.
## Abstract
We present here partial outcomes of a broader research aimed to study details of the initial formation process of Physics teachers, seeking to analyse the representations of these future teachers since joining the university until their graduation, and to understand how the research has been introduced or interfering, already in the initial formation of teachers of Physics. In this sense, we sought to analyse the profile of these future teachers and their imaginaries about scientific knowledge, science teaching and the constitution of teaching knowledge, from joining the university in 2014 until the conclusion of the course in 2017. The data collection took place through of a qualitative approach using questionnaires applied at the beginning of each academic year in the specific subjects of the degree. The data were treated by Discourse Analysis, originated by Pêcheux and developed in Brazil by Orlandi and other researchers. In this communication, we highlight the meanings produced in the discourses of future teachers for 'evaluation' and teaching practices. The discourses show that the conditions of discourse production were fundamental in the changes of the students' imaginaries about the themes and the force and impact that the course and the institution have on the students.
Keywords: Physics Teaching, Teachers Training, Evaluation of Learning, Discourse Analysis.
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## Introdução
A temática formação inicial de professores, particularmente de Física, vem ganhando espaço no decorrer dos anos e tem estado cada vez mais presente nas pesquisas de Educação e Ensino de Ciências. Há disponível, por conseguinte, um volume considerável de publicações que sugerem tendências e apontam lacunas, evidenciando caminhos promissores para darmos sequência na busca por soluções para as principais problemáticas da área.
Fica visível, portanto, que a discussão sobre a formação de professores é de grande importância, principalmente no que se refere aos modelos formativos que estão sendo implantados nos cursos de licenciatura no país.
Nessa linha de pesquisa, esta comunicação mostra detalhes de uma pesquisa longitudinal, cujo objetivo foi estudar as representações de licenciandos em Física desde a inserção na universidade até seu egresso e compreender como a pesquisa vem sendo introduzida ou interferindo, já na formação inicial de professores de Física. Para isso, analisamos as possíveis variações no imaginário desses futuros docentes sobre assuntos relacionados ao conhecimento científico, o ensino da Ciência e o processo de constituição de saberes para a docência.
## Metodologia
Trata-se de um estudo de caráter longitudinal, que buscou acompanhar uma turma de licenciandos em Física de uma Universidade pública do estado de São Paulo, desde o início da graduação, até a conclusão do curso. A coleta dos dados aconteceu por meio de questionários, os quais foram respondidos pelos licenciandos no início de cada ano em uma das disciplinas do curso que estava ligada ao eixo pedagógico. Foram realizadas quatro coletas de dados, nas quais as mesmas questões foram mantidas. Exceto no primeiro questionário, onde nos preocupamos em levantar, além das questões que serviriam de análise, o perfil pessoal e acadêmico de cada um desses licenciandos. Inicialmente, quarenta e nove licenciandos participaram da primeira coleta de dados; no segundo ano, esse número caiu para onze licenciandos; na terceira coleta de dados, oito licenciandos responderam à pesquisa; no último questionário apenas três licenciandos, da amostra inicial, participaram. Ao final do curso, somente um desses ingressantes concluiu o curso dentro do tempo previsto. Apesar de essa diminuição nos parecer um dado muito impertinente, é coerente com as pesquisas anteriores realizadas por Kussuda (2017) que, em sua pesquisa, se preocupou em mostrar a evasão neste curso de Física, nesta mesma Universidade.
Para o desenvolvimento da pesquisa utilizamos uma abordagem qualitativa, no sentido definido por André (1995) e Flick (2009). Elementos da Análise de Discurso (AD) de filiação francesa, desenvolvida por Michel Pêcheux (2010) na França e por Orlandi e colaboradores (1999) no Brasil, constituíram-se em referencial teórico-metodológico para a elaboração do dispositivo de análise dos imaginários dos licenciandos da amostra. A AD nesta linha tem como principal característica promover a reflexão sobre a interpretação, ou seja, ela evidencia a impossibilidade de se ter um acesso direto aos sentidos. De acordo com Orlandi (1999), esse tipo de análise possui o objetivo de compreender como um objeto produz sentidos para os sujeitos, qual sua relevância e como ela ocorre. É também baseado nesse referencial que ressaltamos que a linguagem não é algo
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transparente, sendo necessário considerar as condições de produção dos sentidos. Segundo Pêcheux (2010), devemos supor que em todo processo discursivo existem formações imaginárias, nas quais o sujeito do discurso estabelece relações com suas condições reais de existência, o contexto, através das formações imaginárias que o governam.
Destacamos aqui nesta comunicação as respostas dadas pelos licenciandos apenas a uma das questões constantes nos questionários:
- Qual o significado da 'prova' (avaliação) para você?
## Condições de produção do Discurso
A enunciação dos discursos aconteceu nas disciplinas de Metodologia e Prática de Ensino de Física (MPEF) I, III, V e Didática da Ciência. Essas disciplinas estão dentro do eixo 2, chamado 'A Formação dos Conhecimentos DidáticoPedagógicos do Professor de Física - eixo integrador do curso', da matriz curricular da licenciatura analisada.
O projeto pedagógico do curso contempla dois outros eixos: eixo 1, comum com o Curso de Bacharelado em Física de Materiais, que contempla os conteúdos específicos de Física, e o eixo 3 que abrange aspectos filosóficos, históricos, políticos, econômicos, sociológicos e antropológicos relativos à ciência e seus impactos no ensino de sala de aula.
## Análise dos Dados
Ao traçarmos um panorama da pesquisa relacionado ao número de ingressos da licenciatura em física que participaram da coleta de dados, notamos que a maior parte cursou o Ensino Médio regular. Metade deles era proveniente de escolas particulares e a outra metade de escolas públicas e/ou técnicas, dados que já foram divulgados em eventos da área (NARDI et al., 2016; BELISSIMO et al., 2017).
Dessa forma, conhecendo o perfil dos licenciandos, o analista faz uma ponte entre a identificação do sujeito, ou seja, de onde ele fala, buscando sentidos em seu discurso, considerando quem é esse sujeito, o que ele diz, para quem e de onde ele fala. E identificando, assim, conexões de sentidos no discurso do sujeito estudado.
Em tal contexto, há uma relação de poder, pois o aluno acaba assumindo a função de autor do discurso e o pesquisador o papel de leitor, de analista; e, mesmo que os pesquisadores tenham deixado claro que as respostas dadas aos questionários não seriam consideradas nas avaliações das disciplinas, os alunos, por mecanismo de antecipação, tentam atingir as 'expectativas' dos pesquisadores. Entendemos assim, a necessidade de proceder a uma entrevista com os sujeitos que chegaram até a etapa final da pesquisa, o que ainda não foi realizado. Desta forma, esta análise corresponde apenas às respostas dadas por estes sujeitos aos quatro questionários respondidos.
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## Sujeito 01
Destacamos a resposta dada por esse sujeito no primeiro dos questionários aplicados, enquanto ingressante do curso de licenciatura (2014):
Me formei no Ensino médio regular, todo em escola particular. Estudei desde o ensino infantil até a formação [...]. Após formado fiz curso prévestibular [...].
Ou seja, esse licenciando estudou durante toda a formação em escola particular, complementando seus estudos de nível médio em curso pré-vestibular, também em um colégio particular de sua cidade. Na época da aplicação do questionário (2014), já atuava como professor nesse mesmo colégio onde fez o curso pré-vestibular.
Nessa perspectiva, iniciamos a análise da questão 'Qual o significado da 'prova' (avaliação) para você?'. As respostas desse licenciando em cada um dos questionários foram:
2014: A prova [...] não deve ser um método de 'ferrar' o aluno. Além de avaliar o quanto o aluno aprendeu ela pode avaliar aonde o professor pode reajustar sua aula,[...]
2015: A avaliação é um momento extremamente interessante para que o próprio professor se analisar. Uma prova coerente mostra se o conteúdo foi assimilado ou não. [...].
2016: A avaliação é um momento que o professor deve utilizar para guiar as suas seguintes aulas. A avaliação se feita corretamente servirá como um diagnóstico do aluno e sua compreensão.
2017: Avaliação é um momento muito importante do processo de ensino aprendizagem [...] É um momento de avaliação do próprio professor, ele suas metodologias e da eficácia das mesmas.
Notamos no discurso do licenciando que nos três primeiros anos ele compreende a avaliação como somativa, no sentido defendido por Luckesi (2002), ou seja, em seu discurso fica evidente que para ele a avaliação tem a função de classificar o aproveitamento do aluno e que através dela o professor pode detectar problemas a serem corrigidos posteriormente. No último ano de curso, o aluno constrói seu discurso baseado na perspectiva de uma avaliação contínua, destacando a importância da avaliação nos processos de ensino e de aprendizagem. No entanto, fica evidente que, apesar de o aluno ser familiarizado com a teoria da avaliação contínua, ele ainda não consegue compreender com clareza como utilizar essa teoria em sala de aula. Em seu discurso ele utiliza excessivamente a frase 'avaliação é um momento' explicitando sua visão de que a avaliação é feita em situações particulares da aprendizagem e não de forma contínua.
Além disso, na construção de seu discurso, o aluno exprime a necessidade de ser um professor reflexivo, o que pode estar relacionada com sua experiência docente, já que o aluno atua como professor desde que ingressou na licenciatura; entretanto, sua fala ainda é tradicional, indicando que ele idealiza o professor reflexivo como uma prática importante, mas que até este momento não a tem incorporado em suas ações.
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## Sujeito 02
Esse licenciando cursou o ensino médio em escola particular e iniciou o curso de Física com a seguinte motivação:
O gosto de ajudar as pessoas a entender a Física.
A partir do segundo ano de curso, esse licenciando começou a ter contato com a pesquisa na universidade, sobre a qual assim se refere:
Atividades de pesquisa na área 'bruta' (científica).
O que ele define por 'bruta' e 'científica' são as pesquisas na área de Física de Materiais. Percebe-se que o aluno, ao usar esses termos, acredita que a pesquisa em Física 'bruta' é sinônimo de 'científica'; provavelmente, comparando-a com a pesquisa em Ensino.
Quanto às respostas dadas para a questão analisada, temos:
2014: Uma maneira de ver o que o aluno aprendeu e o que deixou de aprender ou não entendeu.
2015: Uma forma de ver o que o aluno aprendeu.
2016: Uma forma de ver o que o aluno aprendeu, o que para ele não ficou muito claro (e de alguma forma consiga voltar e explicar novamente para o aluno).
2017: Avaliar o conteúdo que o aluno aprendeu e o que ficou em déficit, os modelos tradicionais de avaliação se encontram defazados.
Nos quatros questionários, é possível observar que o licenciando utiliza frequentemente a frase 'uma forma de ver o que o aluno aprendeu', o que deixa claro sua concepção de avaliação somativa, isto é, ele compreende a avaliação apenas como uma maneira de classificar a aprendizagem do aluno e detectar possíveis problemas que, supostamente, poderiam ser corrigidos a posteriori. Além disso, o futuro docente não apresenta em seu discurso nenhuma preocupação com a reflexão de suas práticas docentes, enxergando a avaliação apenas como algo a ser realizado pelo aluno. No último questionário, ele evidencia que os modelos tradicionais de avaliação se encontram defasados, entretanto, apesar de ter essa clareza, o licenciando ainda parece não ter avançado na compreensão de modelos de avaliação que a consideram de forma mais ampla.
## Sujeito 03
Completou o ensino médio regular em escola pública e sua motivação para a escolha do curso de Física foi:
A suposta facilidade de lidar com números, e a influência dos professores, que [...] alimentaram a ideia [...]
Como já apresentado por NARDI et al. (2016) a resposta desse licenciando evidencia que o papel do professor da educação básica possui forte influência na escolha do curso. Vale destacar que este sujeito, desde o primeiro ano do curso, já participava de atividades e projetos no observatório didático dessa Universidade, como monitor, e em atividades de construção de lunetas e telescópios de baixo custo.
As respostas desse sujeito ano a ano, foram as seguintes:
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2014: A avaliação para mim é relativo, ela tem a função de avaliar, medir, o que você aprendeu. No entanto a diversas formas de demonstrar o conteudo compreendido.
2015: Avaliação, continua seria o ideal pois podemos avaliar o aluno durante todo o curso e não só em um momento, pois a partir disso podemos sanar e melhorar o que o aluno tem desfalque, pois uma única avaliação geral pode não conter ou não abrangir o melhor dia de um índividuo [...] 2016: Um momento como outros em que o aluno possa utilizar do conhecimento adquirido. Afim dele e do professor analizarem os desfalques que restaram.
2017: [...] medir os conhecimentos dos alunos. Isso é mais eficaz quando realizado de forma continua, afim de levantar à tempo as deficiencias e ajuda-los nessas questões.
Durante toda a formação desse sujeito, ele compreende a avaliação e o ensino como conteudista, já que em seus discursos notamos uma grande preocupação com o conteúdo. No primeiro questionário, observamos que o sujeito tem uma visão somativa de avaliação, pois o licenciando deixa claro que a função da avaliação é 'medir' o que o aluno aprendeu, ou seja, apenas classificar a aprendizagem do aluno. Nas três coletas de dados subsequentes, notamos o constante uso da palavra contínua, e em seu discurso ele deixa claro a importância desse tipo de avaliação, pois ela permite um acompanhamento processual do desenvolvimento do aluno, além de fazer parte dos processos de ensino e de aprendizagem. Ainda na terceira coleta de dados, observamos em seu discurso que a avaliação está relacionada, tanto com o aluno quanto com o professor, evidenciando a importância do docente refletir sobre sua prática.
## Considerações Finais
Os resultados mostram que foram as condições de produção do discurso (língua, instituição e formações imaginárias) que provocaram as mudanças nos sentidos produzidos pelos alunos em relação à avaliação. Constituíram-se as condições materiais de produção dos dizeres dos alunos num contexto de universidade como instituição social. Não fossem tais circunstâncias (o aluno discutir sobre a avaliação e as práticas docentes do professor num curso de graduação em Física), os imaginários desses alunos não mudariam, uma vez que o sujeito do discurso estabelece relações com suas condições reais de existência, o contexto, através das formações imaginárias que o governam. Isso demonstra a força e o impacto que o curso de Física (projeto pedagógico e desenho da estrutura curricular, disciplinas que tratam da avaliação) e a pesquisa realizada na Universidade têm sobre esses alunos.
## Referências
ANDRÉ, M. E. D. A. De. Etnografia da prática escolar . Campinas: Papirus, 1995.
BELÍSSIMO, J. R.; PARMA, F. W.; NARDI, R.; ALMEIDA, M. J. P. M. Alguns dados sobre o perfil dos licenciandos em Física ingressantes em uma universidade pública paulista. In: XXII SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 01, 2017, São Carlos. Anais Eletrônicos... Sociedade Brasileira de Física, São Carlos, 2017. Disponível em: <http://www1.sbfisica.org.br/eventos/snef/xxii/sys/resumos/T12381.pdf>. Acesso em: 16 de jul. 2018.
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FLICK, U. Desenho da pesquisa qualitativa . Coleção Pesquisa Qualitativa. São Paulo: Editora Penso, 2009. 164p.
HOFFMANN, J. Avaliação Mediadora: uma prática em construção da préescola à universidade . 19ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2001.
KUSSUDA, S. R. Um estudo sobre a evasão em um curso de Licenciatura em Física: discursos de ex-alunos e professores . 2017. 308f. Tese (Doutorado em Educação para a Ciência) - Faculdade de Ciências. Universidade Estadual Paulista 'Júlio de Mesquita Filho', Bauru.
LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar . 13º ed. São Paulo: Cortez, 2002.
NARDI, R.; ALMEIDA, M. J. P. M.; PARMA, F. W.; BELÍSSIMO, J. R. Um estudo longitudinal sobre o imaginário de licenciandos de Física. In: XVI ENCONTRO DE PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA, 07, 2016, Natal. Anais Eletrônicos.... Sociedade Brasileira de Física, Natal, 2016. Disponível em: <http://www1.sbfisica.org.br/eventos/enf/2016/sys/resumos/T1650-1.pdf>. Acesso em: 16 de jul. 2018
ORLANDI, E. P. Análise de Discurso: princípios e procedimentos . Campinas: Pontes Editores, 1999. 100p.
PÊCHEUX, M. O discurso estrutura ou acontecimento . Tradução: Eni Puccinelli Orlandi. 3. Ed. Campinas: Pontes Editores, 1990, 68p.
PÊCHEUX, M. Análise automática do Discurso. In: GADET, F; HAK, T. (Orgs.). Por uma análise automática do discurso . 4. ed. Tradução de Betânia S. Mariani et al. Campinas: Editora da UNICAMP, 2010.
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