O PROTAGONISMO DE AMADEU EM UMA BRINCADEIRA CIENTÍFICA INVESTIGATIVA (BCI)
Wagner Da Cruz Seabra Eiras
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 30/01/2019
- Linha de pesquisa
- Ética, Afeto E Diversidade Em Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## O PROTAGONISMO DE AMADEU EM UMA BRINCADEIRA CIENTÍFICA INVESTIGATIVA (BCI)
## Wagner da Cruz Seabra Eiras 1
1 Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais/Programa de Pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora, wagner.seabra@ifsudestemg.edu.br
## Resumo
Neste trabalho analiso a participação de Amadeu, criança com necessidades educacionais especiais, numa brincadeira científica investigativa (BCI), realizada durante as aulas de Ciências, em uma turma do 5º ano do Ensino Fundamental. As BCI são atividades de investigação do princípio de funcionamento de brinquedos científicos a partir da construção e do manuseio deles pelas crianças. A pesquisa foi desenvolvida numa abordagem qualitativa, na perspectiva histórico-cultural, em que a fonte direta dos dados é o ambiente natural e o interesse maior é pelo processo de aplicação da atividade. A coleta de dados foi realizada pela observação participante do pesquisador, sendo auxiliado pela professora de Ciências da turma investigada. A BCI analisada neste trabalho foi realizada com o brinquedo científico denominado 'disco flutuante', cujo objetivo é explorar conceitos físicos relacionados ao movimento. Este estudo mostra que a BCI estimulou Amadeu a assumir o protagonismo da atividade proposta, mostrando a importância de as atividades educativas contemplarem também as crianças com necessidades educacionais especiais, de forma a focalizar naquilo que essas crianças podem, na perspectiva de inclusão social.
Palavras-chave : brincadeiras científicas investigativas (BCI), protagonismo, inclusão social.
## Introdução
No primeiro semestre de 2017, desenvolvi e apliquei três brincadeiras científicas investigativas (BCI) para a abordagem de conceitos físicos nas aulas de Ciências, em uma turma do 5º ano do Ensino Fundamental, de uma escola pública de um município do interior de Minas Gerais.
Neste trabalho analiso a participação de Amadeu, criança com necessidades educacionais especiais, em uma das BCI realizadas durante as aulas de Ciências.
## Brincadeiras científicas investigativas (BCI)
As brincadeiras científicas investigativas (BCI) são atividades de investigação do princípio de funcionamento de brinquedos científicos para explorar conceitos físicos envolvidos no funcionamento deles. As BCI são desenvolvidas a partir da metodologia de construção de brinquedos científicos estudada por Eiras e Menezes
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(2012, 2013) e por Menezes et al. (2016) e das atividades-chave propostas por Carvalho (2016) para uma sequência de ensino investigativa (SEI).
As BCI são realizadas em sete momentos (Quadro 1):
Quadro 1 : Brincadeiras científicas investigativas (BCI)
## Metodologia da pesquisa
A pesquisa foi desenvolvida numa abordagem qualitativa na perspectiva histórico-cultural por entender melhor se aproximar das relações humanas que acontecem nos espaços educativos (VIGOTSKI, 1998). A fonte direta dos dados foi o ambiente natural e interesse maior foi pelo processo de aplicação do que pelos resultados ou produtos da atividade (LÜDKE; ANDRÉ, 1986). A coleta de dados foi realizada a partir da observação participante do pesquisador, sendo auxiliado pela professora de Ciências da turma investigada. Todas as atividades foram gravadas em áudio e em vídeo. As crianças também produziram registros das atividades desenvolvidas. Este estudo foi submetido e aprovado no Comitê de Ética de Pesquisa do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais.
A pesquisa foi desenvolvida no primeiro semestre de 2017, em uma turma do 5º ano do Ensino Fundamental, formada por 14 crianças, com idades entre 10 e 12 anos, de uma escola pública municipal de ensino, localizada num bairro periférico de uma cidade do interior de Minas Gerais.
Neste trabalho são descritos e analisados três episódios ocorridos na primeira BCI com o disco flutuante (Figura 1), realizados em 2 encontros, com duas aulas de 40 minutos cada, cujo objetivo foi explorar conceitos físicos relacionados ao movimento.
Figura 1: Disco flutuante
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Os episódios selecionados estão focalizados na participação do estudante Amadeu 1 , de 11 anos de idade e com necessidades educacionais especiais. Quando no 2º ano do Ensino Fundamental, Amadeu foi encaminhado para o Centro de Atendimento Educacional Especializado da Secretaria Municipal de Educação (CAEE) para receber atendimento psicológico por apresentar
dificuldades de interação com professores e colegas, baixo desempenho na execução das tarefas e reações incontroláveis devido a sua falta de habilidade em lidar com frustações e situações difíceis. O aluno [...] tem dificuldade em seguir os comandos dos professores e demonstra poucos avanços no processo de alfabetização tanto em Português como em Matemática. 2
De acordo com os relatórios da pedagoga responsável pela Oficina Pedagógica (OP) do CAEE, no ano de 2015, Amadeu 'tem muita dificuldade para interagir com o outro, costuma rejeitar os colegas, [...] não querendo desenvolver atividades coletivas' 3 .
Apesar do progresso de Amadeu com o tratamento recebido no CAEE, de acordo com professora Paula, ele continuava isolado das outras crianças e com dificuldade de realizar as atividades escolares, sendo considerado não alfabetizado.
## Desenvolvimento da pesquisa
Para iniciar a BCI com o disco flutuante, foi solicitado para as crianças posicionarem as suas carteiras em forma semicircular a fim de facilitar a interação entre todos. Amadeu posicionou a sua cadeira na última fileira e permaneceu com o seu olhar direcionado para a lateral da sala de aula, evidenciando a sua dificuldade de interagir com outras pessoas (Figura 2).
Figura 2: Crianças na sala de aula
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Inicialmente, com o objetivo de nutrir a imaginação das crianças e promover o envolvimento delas nas BCI, apresentei o enredo de uma história de faz de conta (HFC) 4 , construído com a participação das crianças. De forma resumida, o enredo da HFC relata a invasão da Terra, em 2023, por alienígenas, interessados no ar, na água e nas fontes de energia do nosso planeta. Os humanos venceram a guerra, mas a Terra ficou com poucas fontes de energia e com a água e o ar poluídos e contaminados. O ar foi contaminado com um vírus alienígena que eliminou todo o conhecimento dos adultos sobre Ciências. Entretanto, as crianças não foram contaminadas. Nesse panorama pós-guerra, o pesquisador personificou ser um construtor de brinquedos que necessitava do auxílio das crianças para compreender o funcionamento dos brinquedos para voltar a construí-los.
Durante a apresentação e construção do enredo da HFC, as crianças sugeriram vários nomes para os alienígenas, para o planeta deles e para o vírus. Amadeu, antes distante, levantou a sua mão várias vezes, parecendo desejar sugerir os nomes solicitados. Entretanto, quando eu dava a oportunidade para ele falar, mudava a direção de seu olhar, recolhendo-se. Após isso acontecer quatro vezes, Amadeu não conseguiu se conter e sugeriu 'Playstation' para os alienígenas, 'Mistureba' para o planeta e 'Olhos Verdes' para o vírus que infectou os adultos. Algumas crianças demonstraram desdém diante da fala de Amadeu. A reação das crianças com a fala de Amadeu pareceu ser habitual, pois enquanto falava, Amadeu dirigia o olhar para as crianças, procurando aprovação ou não da sua fala.
Após a apresentação e construção do enredo da HFC, foi realizada a primeira BCI com disco flutuante. O disco flutuante (Figura 1) é construído com um compact disc (CD) usado, um balão, utilizado em festas de crianças, uma tampa de garrafa PET furada no seu centro, uma seringa de plástico de 5ml e um elástico látex fino n o 18. O balão é adequadamente fixado com o auxílio do elástico no pedaço da seringa que é inserido no furo da tampa de garrafa PET, inicialmente colada no CD. Com o balão cheio de ar, o CD é colocado sobre uma superfície horizontal lisa e, ao receber um leve toque, entra em movimento com facilidade, permanecendo assim por um intervalo de tempo maior do que se o balão estivesse vazio, pois o ar proveniente do balão forma uma camada de ar entre o CD e a superfície, diminuindo o atrito (MENEZES et al ., 2016).
Quando o brinquedo foi lançado sobre o piso da sala, Amadeu, sorrindo, aproximou-se para ver mais de perto, misturando-se às outras crianças, pois 'na brincadeira, a criança é livre, ou seja, ela determina suas atitudes, partindo do seu 'eu'' (VIGOTSKI, 2008, p. 36).
No 2º momento da BCI, enquanto as crianças apresentavam suas hipóteses acerca do funcionamento do brinquedo, Amadeu, movimentando-se pela sala, ergueu a mão várias vezes, pedindo a palavra, mas quando era oportunizada a sua fala, ele se recusava, contradizendo o seu movimento corporal que demonstrava participar da atividade.
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As crianças foram orientadas a formar grupos livremente, cada um com três crianças, para manipularem o brinquedo e investigarem o seu funcionamento (3º momento). Para cada grupo foi disponibilizado um brinquedo. Rapidamente, todas as crianças se organizaram nos seus grupos, com exceção de Amadeu que permaneceu sentado em sua cadeira posicionada na última fileira e encostada na parede da sala. Amadeu foi convidado para formar um grupo com Lúcia e Andressa, mas somente aceitou após ser explicado para ele que o brinquedo seria explorado para compreender o seu funcionamento.
Inicialmente, apesar de Lúcia e Andressa explorarem o brinquedo com muita empolgação, Amadeu apenas observava. Lúcia e Andressa começaram a brincar, lançando o brinquedo sobre a mesa, uma para outra. Num certo momento, Lúcia lançou o brinquedo na direção de Amadeu que o recebeu com alegria, lançando-o de volta para Lúcia e assim, sucessivamente até o balão esvaziar. Portanto, a brincadeira com o disco flutuante promoveu a interação entre as crianças, ação fundamental para a aprendizagem e para o desenvolvimento (VIGOTSKI, 1998).
No 5º momento da BCI, cada criança recebeu o material necessário para a construção de seu brinquedo. Apesar das crianças terem sido orientadas para movimentar as carteiras para os locais originais, Amadeu permaneceu com a sua carteira, no centro da sala, apenas atrás da carteira de Lúcia.
Após receber o material necessário para a construção de seu brinquedo, Amadeu, concentrado, encheu o balão e o manuseou para encaixá-lo no pedaço de seringa. Após conseguir, Amadeu inseriu o bico da seringa no furo da tampa de garrafa PET, já colada no CD e, colocando-o sobre a mesa, observou, alegremente, o movimento do brinquedo (Figura 3).
Figura 3: Amadeu brincando com o seu disco flutuante.
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Geraldo e Alessandra, outras duas crianças, observaram a construção de Amadeu e exclamaram:
Geraldo: Olha o do Amadeu...!!!
Alessandra: Ohhh..., até o Amadeu fez..., ohhh!!!
A partir daquele momento, Amadeu tornou-se 'visível' para as outras crianças como igual e capaz.
Para estimular ainda mais a participação de Amadeu, propus para ele:
Pesquisador: Amadeu, estive pensando o seguinte: sabe os alienígenas que invadiram a Terra? A gente não tem ideia como eles são, né? Você não quer fazer o alienígena com massinha para gente? Eu trouxe massinha para você.
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## De acordo com a pedagoga do CAEE, Amadeu
sempre chega ao CAEE com massinha. Com as mesmas, cria personagens dos seus jogos preferidos ou cria seus próprios personagens. Não deixa a massinha nem no momento do lanche, costuma também cheirá-las obsessivamente. 5
Amadeu levantou-se rapidamente de sua carteira e postou-se de pé, ao meu lado, esperando receber o pacote de massas de modelar de várias cores.
Pesquisador: Eu quero que você faça um alienígena, tá?
Amadeu: De qual zeito ...? De qual zeito? (mostrando ansiedade).
De acordo com o relatório da fonoaudióloga do CAEE, quanto aos aspectos da motricidade orofacial, Amadeu apresentou 'Respiração oral, imprecisão articulatória, alteração de postura, tonicidade e mobilidade de língua (Ceceio anterior - interposição lingual nos fonemas /s/ e/z/)'. 6
Dirigindo-se para Amadeu:
Pesquisador: Do jeito que achar melhor. Você é quem vai criar, tá?
Amadeu retornou para a sua carteira e se pôs a modelar o seu alienígena, assumindo o protagonismo da atividade (FRIEDMANN, 2016). Após concluir a sua modelagem, Amadeu dirigiu-se até a frente da sala e apresentou o seu alienígena para todos que o elogiaram enfaticamente (Figura 4).
Figura 4: O alienígena de Amadeu
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Sérgio: Ihhh..., caraca, hein? (valorizando o trabalho de Amadeu).
Pesquisador: Como se chama o alienígena mesmo? (dirigindo-me para Amadeu).
Amadeu: D3 (com voz forte, pausada e segura, indicando estar envolvido com o enredo da HFC, pois este foi o nome do alienígena escolhido pela maioria das crianças há 15 dias atrás).
Jair: Ficou maneiro (elogiando a modelagem de Amadeu).
Alessandra: Eh... Amadeu..., hein? (elogiando Amadeu).
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A professora Paula, apontando para o alienígena, perguntou para Amadeu:
Paula: O que é aquele negocinho vermelho ali? (apontado para o alienígena de Amadeu) É um... É uma bolsa? É isso?
Amadeu: Na on (significando não). É a lu (significando luva) vermelha.
Paula: Não, isso aqui ohhh (indicou outra parte também vermelha).
Amadeu: É ..., é a mão.
Paula: É a mão dele para trás?
Amadeu balançou a cabeça, afirmativamente.
Quando fui movimentar o alienígena de Amadeu, que se encontrava sobre a mesa, encontrei alguma dificuldade devido a massa de modelar estar mole. Ao perceber a minha dificuldade, Amadeu disse:
Amadeu: Porque é preciso palito de dente ( sugerindo um palito de dente para servir de estrutura para o corpo do alienígena).
A partir da fala de Amadeu, a professora Paula foi até a cozinha da escola e providenciou palitos para Amadeu, que os recebeu e retornou para a sua carteira para restaurar o seu alienígena. Amadeu perfurou a massa de modelar com o palito para exercer o papel da coluna do alienígena, fazendo com que a modelagem ficasse mais rígida.
Como resultado do protagonismo de Amadeu, quando o pesquisador solicitou às crianças para se reunirem em duplas, como desejassem, Mateus, considerado pela professora Paula como uma criança interessada e participativa, convidou Amadeu para formar uma dupla com ele. Amadeu, rapidamente, pegou a sua cadeira e sentouse próximo de Mateus.
## Considerações finais
Neste estudo percebemos como as BCI estimularam Amadeu a assumir o protagonismo na BCI, desde quando levantava a mão por várias vezes, desejando se expressar, até quando assumiu a responsabilidade de construir o alienígena com massa de modelar. Foi a partir do seu protagonismo que Amadeu tornou-se 'visível' para as outras crianças, sendo considerado igual e capaz.
Acredito que o protagonismo de Amadeu aconteceu pelo fato da BCI ser realizada com brinquedos construídos com materiais de baixo custo e fácil aquisição, aproximando a escola do seu cotidiano, situando a BCI na sua zona de desenvolvimento iminente (ZDI) 7 , estimulando-o a assumir o protagonismo sem o receio de se mostrar.
Entretanto, uma criança não assume o protagonismo a partir de um episódio pontual e independente do contexto. O protagonismo é conquistado gradativamente, pois antes de o sujeito assumir o protagonismo perante aos seus pares, deve assumir o protagonismo para si, ocasionando um aumento na autoestima, fazendo-o sentir-se capaz para o enfrentamento da atividade proposta. Daí vem o importante papel do
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professor em estimular o protagonismo das crianças, principalmente aquelas com necessidades educacionais especiais. Para isso é necessário que o professor esteja preparado e disposto a percorrer o caminho imprevisível de eventos repletos de interações, estimuladas na abordagem investigativa, na qual as crianças se envolvem ativamente na solução da questão proposta.
Por fim, ressalto a importância que as atividades sejam planejadas para incluir as crianças com necessidades especiais, de forma a não focalizar naquilo que essas crianças não podem, mas no que elas podem fazer, pois, na maioria das vezes, 'percebemos os grãozinhos de defeitos e não percebemos as áreas colossais, ricas de vida que as crianças possuem' (VIGOTSKI, 2006, p. 40, apud PRESTES, 2010, p. 191).
## Agradecimentos
Agradeço o apoio da Fapemig para a realização deste estudo.
## Referências
CARVALHO, A. M. P. O ensino de ciências e a proposição de sequências de ensino investigativas. In A. M. P. Carvalho (org.) Ensino de Ciências por investigação: condições para implementação em sala de aula. São Paulo: Cencage Learning, 2016. 152p.
MENEZES, P. H. D. et al . Ensino de Ciências com Brinquedos Científicos. São Paulo: Livraria da Física, 2016. 68p.
EIRAS, W. C. S.; MENEZES, P. H. D. Capacitação de professores para o ensino de ciências nos anos iniciais: uma experiência com brinquedos científicos. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM ENSINO DE FÍSICA, 4, 2012, Maresias. Anais eletrônicos....
\_\_\_\_\_\_. Ensino de Física nos anos iniciais: relato de um curso de capacitação para professores que ensinam ciências no nível fundamental I. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE ENSINO DE FÍSICA, 20. 2013, São Paulo-SP. Anais eletrônicos....
FRIEDMANN, A. Protagonismo infantil. In: LOVATO, A.; YIRULA, C. P.; FRANZIM, R. (Org.) Protagonismo: a potência de ação da comunidade escolar. 1. ed. São Paulo: Ashoka/Alana, 2017, pp. 42 - 45.
LÜDKE, M.; ANDRÉ, M. E. D. A. Pesquisa em Educação: abordagens qualitativas. São Paulo: E.P.U., 1986. 100p.
PRESTES, Z. R. (2010). Quando não é quase a mesma coisa: análise de traduções de Lev Semionovitch Vigotski no Brasil. Repercussões no campo educacional. Brasília. 294p. Tese (Doutorado em Educação) - Faculdade de Educação, UnB.
VIGOTSKI, L. S. A brincadeira e o desenvolvimento psíquico da criança. Tradução de Zoia Prestes. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro. Revista Virtual de Gestão de Iniciativas Sociais. n.11, 2008, pp. 23-36. Disponível em:<http://www.Itds.ufrj.br/gis/anteriores/rvgis11.pdf> Acesso em: 10 fev. 2018.
\_\_\_\_\_\_. A Formação Social da Mente. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 191p.
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