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FÍSICA EM CENA: UMA PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO ENVOLVENDO PRODUÇÕES FÍLMICAS

Marta Maximo Pereira, Ana Maria Assis De Oliveira Silva, Jônatas Dos Santos Intronno, Larissa Vasconcellos Costa Nunes, Maria Eduarda Silva Da Gama Afonso

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
30/01/2019
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## FÍSICA EM CENA : UMA PROPOSTA DE JOGO DIDÁTICO ENVOLVENDO PRODUÇÕES FÍLMICAS

Marta Maximo Pereira 1 , Ana Maria Assis de Oliveira Silva 2 , Jônatas dos Santos Intronno 3 , Larissa Vasconcellos Costa Nunes 4 e Maria Eduarda Silva da Gama Afonso 5

1 CEFET/RJ campus Nova Iguaçu / Laboratório de Pesquisa em Ensino de Ciências (LaPEC), martamaximo@yahoo.com

2 CEFET/RJ campus Nova Iguaçu / Laboratório de Pesquisa em Ensino de Ciências (LaPEC), flyeah.ana@gmail.com

3 CEFET/RJ campus Nova Iguaçu / Laboratório de Pesquisa em Ensino de Ciências (LaPEC), jonatasintronno@hotmail.com

4 CEFET/RJ campus Nova Iguaçu / Laboratório de Pesquisa em Ensino de Ciências (LaPEC), larissavcnunes@gmail.com

5 CEFET/RJ campus Nova Iguaçu / Laboratório de Pesquisa em Ensino de Ciências (LaPEC), maria2015.md@gmail.com

## Resumo

As potencialidades do uso de produções fílmicas para a aprendizagem são apontadas pela literatura da área de pesquisa em ensino de ciências. O objetivo deste trabalho é apresentar a proposta do jogo didático Física em Cena, que solicita a associação entre conhecimento científico escolar, expresso em textos de cartas, e fenômenos presentes em cenas de filmes comerciais, previamente selecionados. O Física em Cena foi elaborado no âmbito do projeto de extensão MÁFIA ( M uitas A tividades de F ísica nterativa e I A plicada), desenvolvido com a participação de estudantes de Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio em uma instituição federal de ensino. Para a sua estruturação, foram consideradas algumas reflexões teóricas sobre o uso de jogos no ensino de ciências. Ele é composto de 7 trechos de filmes, com duração máxima de cerca de 2 min cada, e de 18 cartas numeradas de forma aleatória, divididas em cartas corretas e incorretas. A presença de cartas corretas e incorretas confere maior jogabilidade e permite que o aluno avalie de forma mais profunda o conteúdo das cartas, pois a mera identificação da carta com a cena do filme não lhe dá a garantia de que aquele conhecimento é adequado cientificamente. Ganha o jogo quem fizer o maior número possível de associações entre carta correta e fenômeno presente no filme. Considera-se que este trabalho avança ao propor a elaboração de um jogo didático com a participação de estudantes da Educação Básica e considerando reflexões que buscam aprofundar a compreensão do papel do jogo didático no ensino de ciências para além dos aspectos lúdicos e motivacionais.

Palavras-chave : jogo didático, filme, ensino, Física.

## Introdução

As potencialidades do uso de produções fílmicas para a aprendizagem de conhecimento científico escolar são apontadas pela literatura da área de pesquisa em Ensino de Ciências (SILVA; PEREIRA; ARROIO, 2017; XAVIER et. al, 2010; SILVA et. al, 2005). Para Silva, Pereira e Arroio (2017, p. 34),

a prática de utilizar vídeos como forma de estudar ciências leva à reflexão de como as disciplinas têm sido trabalhadas na sala de aula e a dinâmica entre esse espaço real e o processo de ensino e aprendizagem virtual por meio dos vídeos.

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Segundo Xavier et. al (2010), os alunos se mostram mais envolvidos na atividade e motivados a aprender quando são utilizados trechos de filmes para abordar conteúdos específicos de Física. O uso de filmes com finalidade didática para a aprendizagem de Física também é uma oportunidade para que os alunos passem a perceber que conhecimentos da disciplina podem ser usados para explicar fenômenos do cotidiano e demais situações presentes nos filmes. Tal fato pode propiciar aos educandos a adoção de uma atitude mais crítica em relação ao que assistem nas produções cinematográficas (CLEBSCH, 2004).

Este trabalho utiliza as produções fílmicas no contexto de jogos didáticos para a aprendizagem de Física. Kishimoto (1996) destaca que o jogo facilita o aprendizado, pois o aluno, livre de avaliação e pressão, pode resolver e explorar situações-problema, além de estimular a busca pela resolução do problema e fazer do erro uma forma de aprendizado. Para Cunha (2012, p. 95), no âmbito do Ensino de Química, o jogo didático está diretamente relacionado 'ao ensino de conceitos e/ou conteúdos, organizado com regras e atividades programadas e que mantém um equilíbrio entre a função lúdica e a função educativa do jogo, sendo, em geral, realizado na sala de aula ou no laboratório'.

Segundo Fonseca e Cardoso (2017), a maior parte dos trabalhos sobre jogos didáticos apresentados e publicados nos anais dos Encontros Nacionais de Pesquisa em Educação em Ciências (ENPECs) são sobre Biologia (28% do total) e Química (19% do total). Os trabalhos sobre jogos didáticos no Ensino de Física representam somente 13% do total 1 , o que nos levou a pensar no desenvolvimento de jogos didáticos para essa disciplina, combinados com as produções fílmicas.

Assim, o objetivo deste trabalho é apresentar a proposta do jogo didático Física em Cena , elaborado com base em algumas reflexões sobre o uso de jogos no ensino de ciências. O Física em Cena solicita a associação entre conhecimento científico escolar e fenômenos presentes em cenas de filmes comerciais, previamente selecionados, estimulando as relações entre a ciência e a realidade construída nos filmes e a criticidade na observação dos mesmos.

## Fundamentação Teórica

Consideramos os aspectos lúdico, motivacional e inovador dos jogos, frequentemente utilizados para justificar sua elaboração e seu uso na sala de aula de Ciências, como relevantes para a escolha desse recurso. Entretanto, concordamos com o posicionamento de Messeder-Neto e Moradillo (2016), no contexto do Ensino de Química, que acreditamos que possa ser estendido ao Ensino de Física: 'muitos dos trabalhos que relatam as pesquisas e experiências lúdicas na sala de aula carecem de um referencial teórico que sustente essas práticas' (MESSEDER-NETO; MORADILLO, 2016, p. 360).

Como forma de contribuir para um embasamento inicial para se pensar os jogos no ensino, os mesmos autores propõem, em seu trabalho, as seguintes questões norteadoras para o professor orientar a aplicação de um jogo didático:

Qual lugar o conteúdo científico ocupa nesse jogo? A diversão do jogo orbita em torno desse conteúdo? Os estudantes têm consciência de onde

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essa atividade quer chegar e o que ele deve aprender? O jogo mobiliza os conceitos que o estudante deve aprender? Em que momento o professor faz a síntese dos aspectos que foram discutidos no jogo? (MESSEDERNETO; MORADILLO, 2016, p. 367)

Concordando com a colocação dos pesquisadores e ampliando sua abrangência, pensamos que, além de orientar a aplicação do jogo didático, tais perguntas podem (e devem) servir de base para a reflexão sobre a própria elaboração e estruturação inicial do jogo, em termos de seus objetivos, dinâmica, formas de interação e participação dos alunos e modos de mediação do professor. Portanto, consideramos tais perguntas para o jogo didático apresentado neste texto.

## Proposta do jogo didático Física em Cena

- O jogo didático Física em Cena é composto de 7 trechos de filmes, com duração máxima de cerca de 2 min cada, e de 18 cartas numeradas de forma aleatória, divididas em cartas corretas e incorretas. O objetivo do jogo é fazer o maior número de associações entre carta correta e fenômeno presente no filme.

No que se refere ao lugar que o conteúdo científico ocupa no Física em Cena (MESSEDER-NETO; MORADILLO, 2016), a concepção que norteou o desenvolvimento das cartas foi a seguinte: com base em uma situação específica da cena do filme escolhida, foram escritas afirmações de forma mais geral e próxima da estrutura do conhecimento científico. Assim, as cartas corretas apresentam conhecimentos de Física relacionados aos trechos dos filmes selecionados, e não necessariamente fazem referência direta ao que aconteceu na cena, mas sim a um fenômeno físico presente nela. A possibilidade ou não de ocorrência, na vida real, das situações presentes nas cenas também foi considerada na elaboração das cartas. Há duas ou três cartas sobre os fenômenos presentes em cada trecho de filme e uma delas sempre apresenta um conteúdo incorreto. Os trechos dos filmes podem apresentar mais de um fenômeno e, assim, mais de uma carta correta.

Ainda sobre as cartas, a presença de cartas corretas e incorretas confere maior jogabilidade ao jogo e permite que o aluno avalie de forma mais profunda o conteúdo das mesmas, pois a mera identificação da carta com a cena do filme não lhe dá a garantia de que aquele conhecimento é adequado cientificamente. Algumas cartas incorretas visam contrapor conhecimentos cotidianos aos científicos, na tentativa de que os alunos reconheçam esses últimos como mais adequados para explicar fenômenos físicos.

- O Quadro 1 apresenta, para cada trecho de filme, os respectivos fenômenos que foram escolhidos para serem abordados nas cartas, assim como o número das cartas relacionadas a eles. Os números das cartas corretas estão sublinhados. Os filmes utilizados foram: O Hobbit; Up! Altas Aventuras; Kung Fu Panda; Zathura (2 fenômenos em 1 trecho e outro fenômeno em outro trecho); Velocidade Máxima; Meu Malvado Favorito (2 fenômenos em 1 trecho). Os trechos I e III, por conterem fenômenos semelhantes, apresentam as cartas 13 e 14 como corretas.

Quadro 01: Fenômenos abordados em cada trecho dos filmes do Física em Cena , cartas associadas a eles e carta correta para cada um (sublinhada).

## JOGO FÍSICA EM CENA

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Na Figura 01, são apresentados o verso das cartas do jogo, um exemplo de carta correta e outro de carta incorreta, ambos sobre o trecho IV, do filme Zathura (som no espaço sideral). Trata-se de uma cena em que há uma explosão no espaço e se escuta o barulho da mesma. Na carta correta, é dito que o som é uma onda mecânica, ou seja, necessita de um meio material para se propagar. Assim, não se propaga no vácuo, o que só acontece com ondas eletromagnéticas. Já na carta incorreta, é dito que o som consegue se propagar no vácuo, assim como as ondas eletromagnéticas, o que não é compatível com o conhecimento científico.

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Figura 01: Verso das cartas, exemplo de carta correta (2) e de carta incorreta (12) relativas ao trecho IV (som no espaço sideral) do filme Zathura no jogo Física em Cena.

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Já na Figura 02, são apresentadas as cenas dos trechos I e III, que se referem a fenômenos semelhantes (subida por escada de pedras que caem), mas presentes em dois filmes diferentes (O Hobbit e Kung Fu Panda). Duas cartas corretas (13 e 14) foram elaboradas e podem ser escolhidas pelos jogadores como associadas aos dois trechos. Na carta 13, é mencionado o aumento da velocidade de queda da pedra quando ela é empurrada para baixo, em comparação com uma queda livre, e a transformação da energia potencial gravitacional em energia cinética conforme a pedra cai. Na carta 14, é mencionado o enunciado da 3ª lei de Newton ('a toda força de ação corresponde uma força de reação, de mesmo módulo, direção e em sentido oposto'), aplicado à situação em que a pedra é empurrada para baixo por quem sobe por ela.

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Figura 02: Cena do trecho I (escada de pedras que caem enquanto Legolas sobe por elas), do filme O Hobbit, e do trecho III (subida e escalada de Tai Lung - marcado com um círculo por pedras que caem - identificadas com retângulos), do filme Kung Fu Panda, com duas possiblidades de carta correta para ambas (13 e 14).

Devido à extensão deste trabalho, não será possível descrever o conteúdo de todas as cenas e respectivas cartas do Física em Cena . O jogo foi elaborado em 2017, no âmbito do projeto de extensão MÁFIA ( M uitas A tividades de F ísica I nterativa e A plicada), desenvolvido com a participação de estudantes de Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio em uma instituição federal de ensino. Os trechos dos filmes foram propostos pelos alunos, sob a orientação da professora proponente da MÁFIA (primeira autora deste trabalho), e o conteúdo das cartas foi também elaborado inicialmente por eles, sendo discutido com a docente e corrigido por ela.

## Relato de aplicação do jogo Física em Cena

Nas aplicações realizadas com o público em geral, o Física em Cena foi jogado, com dois conjuntos de cartas, por duas duplas ou por dois trios, o que pode possibilitar maior interação e discussões sobre as cartas e os trechos dos filmes. O objetivo pedagógico do jogo é estimular os jogadores a pensar acerca de explicações cientificamente adequadas para os fenômenos físicos presentes nas cenas. Tal objetivo é explicitado aos estudantes no início da atividade, para que tenham consciência de onde se quer chegar com o Física em Cena e de que devem mobilizar conhecimento científico para jogar, conforme as orientações presentes em Messeder-Neto e Moradillo (2016).

Inicialmente, cada uma das duplas ou dos trios recebe um conjunto de 18 cartas, as quais podem ser expostas em uma mesa grande. A critério do professor, as cartas podem ser lidas ou não antes de os trechos serem apresentados aos alunos. Nas aplicações realizadas, verificou-se que a leitura prévia das cartas, mesmo que de forma geral, com um tempo máximo de 10 min, auxilia os estudantes a assistirem aos trechos dos filmes com mais atenção e confere maior jogabilidade, pois reduz o tempo de escolha das cartas após a exibição de cada trecho.

- O professor inicia a apresentação do primeiro trecho, informando o nome do filme e solicitando que os alunos estejam atentos aos fenômenos físicos que aparecem nele. Ao final, cada dupla ou trio seleciona, em seu conjunto de cartas, a(s) carta(s) que apresenta(m) corretamente um conhecimento de Física relativo ao(s) fenômeno(s) observado(s). Esses procedimentos se repetem até que todos os trechos tenham sido vistos.

Ao final de todos os trechos de filmes apresentados, o professor projeta a tela inicial do primeiro trecho e cada dupla ou trio informa o(s) fenômeno(s) físico(s) que observou no filme e a(s) carta(s) escolhida(s) como correta(s), lendo o conteúdo da(s) mesma(s). Caso o professor julgue necessário (ou porque os alunos não se lembram do trecho ou por solicitação deles mesmos), o docente pode passar novamente o trecho ou parte dele, para auxiliar a identificação do(s) fenômeno(s) e a explicação do(s) mesmo(s) por parte dos alunos.

- A(s) carta(s) associada(s) ao trecho é(são) avaliada(s) pelo professor, que aponta se a associação feita entre a(s) carta(s) e o trecho do filme está correta ou não para cada dupla ou trio e explica o motivo da(s) associação(ões) correta(s) e da impossibilidade de associação incorreta, se for o caso. Esse é o momento em que o

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professor faz a síntese dos aspectos que foram discutidos em cada etapa do jogo (MESSEDER-NETO; MORADILLO, 2016). Isso se repete para todos os trechos de filmes. Quem conseguir o maior número de associações corretas entre cartas e trechos ganha o jogo. A Figura 03 apresenta fotos de alunos jogando o Física em Cena durante a apresentação do jogo à comunidade escolar e ao público em geral, na Semana de Ensino, Pesquisa e Extensão 2017 da instituição de ensino onde se desenvolve o projeto MÁFIA.

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Figura 03: Alunos jogando Física em Cena, com a projeção dos filmes e as cartas.

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## Considerações finais

O objetivo deste trabalho foi apresentar o jogo didático Física em Cena , que visa levar os alunos a refletir sobre a pertinência de conhecimentos de Física para explicar fenômenos possíveis (ou não) de serem observados nas produções fílmicas. A diversão do jogo parece orbitar em torno do desafio de associar conhecimento científico escolar às cenas dos filmes.

Foi possível observar também que o conteúdo das cartas pode auxiliar tanto na retomada de conhecimento científico como na apresentação de novos conhecimentos, ampliando o que os alunos já sabem sobre determinado conceito, lei ou fenômeno.

Ainda que o Física em Cena seja um jogo que possa ter potencial para facilitar e dinamizar a aprendizagem de Física, em especial, as retomadas de conhecimento científico escolar, tem-se a consciência de que nenhuma proposta didática pode ser tida como a salvadora ou solucionadora dos problemas de ensino e aprendizagem de Física que perpassam o cotidiano escolar. Todavia, considera-se que este trabalho avança ao propor a elaboração de um jogo didático no ensino de Física com a participação de estudantes da Educação Básica e considerando reflexões que buscam aprofundar a compreensão do papel do jogo didático no ensino de ciências para além dos aspectos lúdicos e motivacionais (MESSEDERNETO; MORADILLO, 2016).

## Referências

CLEBSCH, A. B. Realidade ou ficção? A análise de desenhos animados e filmes motivando a física na sala de aula. 2004. Dissertação (Mestrado em Ensino de Física) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

CUNHA, M. B. da. Jogos no ensino de química: considerações teóricas para sua utilização em sala de aula. Química Nova na Escola , v. 34, n. 2, p. 92-98, 2012.

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FONSECA, C. V.; CARDOSO, K. A. Jogos didáticos e pesquisa em ensino de Ciências da Natureza: estudo documental em edições do ENPEC (2007-2015). In: XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências / XI ENPEC, 2017, Florianópolis. Anais do XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências / XI ENPEC, Florianópolis, SC, 2017.

KISHIMOTO, T. M. O jogo e a educação infantil. In: KISHIMOTO, T. M. (Org.). Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação . 4. ed. São Paulo: Cortez Editora, 1996.

MESSEDER-NETO, H. S.; MORADILLO, E. F. O Lúdico no Ensino de Química: Considerações a partir da Psicologia Histórico-Cultural. Química Nova na Escola . v. 38, n. 4, p. 360-368, 2016.

SILVA, L. F.; FERREIRA, R. A. F.; MENDONÇA, C. P.; ANDRADE, J. M. A Física nos filmes de ficção científica: uma proposta de motivação para o estudo da Física. In: XVI Simpósio Nacional de Ensino de Física, 2005, Rio de Janeiro. Anais do XVI Simpósio Nacional de Ensino de Física, Rio de Janeiro, RJ, 2005.

SILVA, M. J.; PEREIRA, M. V.; ARROIO, A. O papel do Youtube no ensino de ciências para estudantes do ensino médio. Revista de Educação, Ciências e Matemática , v. 7, p. 34-53, 2017.

XAVIER, C. H. G.; PASSOS, C. M. B.; FREIRE, P. T. C.; COELHO, A. A. O uso do cinema para o ensino de Física no ensino médio. Experiências em Ensino de Ciências (UFRGS) , v. 5, n. 2, p. 93-106, 2010.

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