ANÁLISE DOS ÍNDICES DE EVASÃO E MEDIDAS DE COMBATE A EVASÃO NO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS EXATAS-UFPR
Samuel Willian Schwertner Costiche, Karin Ribeiro Dos Santos, Mara Fernanda Parisoto
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 29/01/2019
- Linha de pesquisa
- Ética, Afeto E Diversidade Em Ensino De Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## ANÁLISE DOS ÍNDICES DE EVASÃO E MEDIDAS DE COMBATE NO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS EXATAS-UFPR
## Samuel Willian Schwertner Costiche 1 , Karin Ribeiro dos Santos 2 , Prof a Dr a Mara Fernanda Parisoto 3
- 1 Universidade Federal do Paraná (UFPR), samuelcostiche1@gmail.com
- 2 Universidade Federal do Paraná (UFPR), karinsantos.ribeiro@gmail.com
- 3 Universidade Federal do Paraná (UFPR), marafernandaparisoto@gmail.com
## Resumo
Neste artigo abordamos o papel crucial da motivação acadêmica na busca por melhores condições de ensino e aprendizado de Física. Tendo em vista que, para que o aluno esteja disposto a aceitar novas metodologias e abordagens ao Ensino de Física, é necessário que ele esteja motivado a permanecer em seu ambiente de estudo, analisamos os índices de evasão e suas implicações sobre o desenvolvimento intelectual e social do curso de Licenciatura em Ciências Exatas da Universidade Federal do Paraná - Setor Palotina. Consideramos o modelo longitudinal do abandono proposto por Vincent Tinto para explicar e prever os dados atuais e futuros acerca dos índices de evasão da Universidade e traçar o perfil dos alunos ingressantes do curso no primeiro semestre do ano de 2018, relacionando as características individuais com os respectivos índices de evasão da turma. Abordamos ainda o impacto do valor social atribuído a priori para o curso de licenciatura, isto é, a forma como o vestibular apresenta-se segundo os conceitos de senso de auto eficácia, percepção de currículo e valor econômico, a partir das considerações teóricas de Tinto (1975) e Mises (2010). Por fim, apontamos as medidas tomadas na busca da redução das taxas de evasão do curso, bem como o estímulo à motivação acadêmica por meio de intervenções nas relações entre professor e aluno, entre os alunos e da instituição para com os alunos. Estas intervenções visam, a curto, médio e longo prazo, proporcionar uma significativa valorização social e intelectual do curso diante de novos alunos ingressantes mas, principalmente, acolher os atuais alunos do curso a fim de proporcionar aqueles que já ingressaram um ambiente de estudo motivador e, consequentemente, melhorar as condições de ensino desde as interações sociais até o desenvolvimento cognitivo e profissional.
Palavras-chave : Evasão, Motivação, Ensino.
## Introdução
Desde a década de 1970, os trabalhos ligados ao estudo da evasão acadêmica receberam grande embasamento teórico pelos quais a análise estatística dos dados pudera ser interpretada corretamente (Tinto, 1975). Vincent Tinto foi o primeiro a oferecer um modelo longitudinal do abandono, onde fizera uma conexão explícita entre o ambiente acadêmico e os indivíduos que compõe esse meio, possibilitando assim uma análise social e intelectual do fenômeno da evasão, tanto sob o olhar da instituição quanto sob o olhar do aluno (Tinto, 2007).
- O sucesso escolar depende da motivação do aluno perante o próprio ato de aprender (Tinto, 1993), antes mesmo das formas como aprende. Um aluno motivado estará disposto a utilizar diversas metodologias para desenvolver seu aprendizado, mas um aluno desmotivado, quaisquer que sejam as ferramentas de aprendizagem apresentadas, dificilmente será receptivo para novas abordagens ao conteúdo, uma
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vez que apresenta-se desmotivado para o próprio processo de aprender, seja pelo conteúdo ou ambiente social (Tinto, 1975). Deste modo, o estudo do fenômeno da evasão converge para o estudo da melhoria do Ensino de Física na medida em que identifica as razões pelas quais um aluno sente-se segregado de seu ambiente de estudo, a saber, uma das principais causas do cenário atual deficitário do rendimento escolar e acadêmico (PEREIRA, 2015).
Uma interpretação das estatísticas segundo estes aspectos teóricos satisfazem a necessidade de ligar a evasão a uma causa bem definida, mas não sugerem que medidas práticas devam ser tomadas na busca de melhorias no processo pragmático da aprendizagem. Portanto, analisando as particularidades do curso, podemos traçar medidas de combate focadas em públicos-alvo que emergem da interpretação teórica dos índices de evasão, a fim de motivar o aluno tanto socialmente quanto academicamente, abrindo caminho para a implementação de novas e repensadas metodologias de ensino, outrora pouco eficazes pela prévia indisposição dos alunos.
## Modelo Longitudinal do Abandono
Ao identificar que os estudos relacionados à evasão acadêmica assumiram um caráter puramente estatístico do fenômeno, Vincent Tinto desenvolveu uma perspectiva nova e fundamental para a compreensão da relação entre as taxas de evasão e suas causas. Em suma, o principal motivo pelo qual a necessidade de explicar teoricamente surge, segundo Tinto, concentra-se no fato de que a apresentação puramente estatística dos dados não fornece uma visão suficientemente clara dos motivos que levam um aluno a evadir, ou das causas que aumentam sua indisposição para evadir. Em última instância, esta superficialidade faria com que o público alvo correto das medidas de combate não fosse alcançado, e eventualmente poderia implicar em esforços equivocados no combate à evasão, portanto, o ensino como um todo se tornaria prejudicado na medida em que ao passo em que a evasão ocorre, não é devidamente explicada e combatida.
Tinto propõe analisar a evasão como um fenômeno academicamente equivalente ao que socialmente se concretiza no suicídio, isto é, uma forma de analisar a evasão como o ápice da desmotivação acadêmica. Ou seja, o fenômeno da evasão não está diretamente ligado à um conjunto estatístico de características intrínsecas do aluno, mas sim, à um processo dinâmico e variável de integração social e acadêmica, de modo que a análise da evasão deve ser feita em função da consideração individual de múltiplas variáveis em conjunto, tais como as habilidades cognitivas prévias, o histórico familiar, a realidade social, entre outras que podem integrar ou excluir um indivíduo de seu ambiente social. Assim, partindo das considerações de Émile Durkheim acerca do suicídio, Tinto elabora um diagrama teórico de base (Figura 1), através do qual as variáveis identificadas no fenômeno da evasão são interpretadas segundo implicações difusas que afastam ou aproximam o aluno da integração com o ambiente, e consequentemente, asseveram ou anulam a decisão de evadir.
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FIGURA 1 Modelo longitudinal do abandono de Vincent Tinto
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## Índices de evasão e sua relação com o perfil dos alunos.
Ao final do primeiro semestre de 2018, os dados relacionados ao desempenho, perfil do aluno (Gráficos 2 e 3) e presença em sala de aula foram contabilizados e interpretados segundo os aspectos teóricos dispostos no modelo longitudinal de Tinto, com base no questionário aplicado no início do semestre. O desempenho dos alunos (Tabela 1) foi separado por entre as três principais disciplinas do curso (Física, Química e Matemática), no entanto, uma vez que a evasão do curso ocorre mutuamente para as três disciplinas, o número de alunos evadidos foi considerado a partir das ausências, presenças e evasões confirmadas da disciplina de Introdução à Física.
Inicialmente, a turma era composta por 49 alunos calouros que ingressaram no curso por meio do vestibular. Este cenário se alterou rapidamente e, já nas primeiras semanas, antes mesmo das primeiras provas, registravam-se sinais de evasão, com a constante ausência de alguns alunos em sala. Ao final do semestre a turma reduziu-se em 42,85%, sendo que destes, 18,37% compõe os alunos que efetivamente evadiram do curso, enquanto 24,48% somam os alunos que faltam constantemente as aulas de Introdução a Física, mas para os quais a evasão não fora confirmada (Gráfico 1).
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GRÁFICO 1 Evasão ao longo do primeiro semestre de 2018.TABELA 1 Desempenho geral da turma
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GRÁFICO 2 Características Gerais da Turma
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Com efeito, vários pontos de intersecção entre os índices de evasão da universidade, o perfil dos alunos e a teoria de Tinto pode ser identificados. Dentre os destacados, o mais evidente refere-se ao senso de auto eficácia do aluno, que culmina em seu fracasso ou sucesso escolar. O número de reprovados compõe 50%
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da turma na disciplina de Introdução a Física, e aproximadamente 70% e 72% nas turmas de Química I e Matemática I, respectivamente. Destes, 13 alunos não fizeram qualquer prova da disciplina de matemática I, bem como 15 alunos não fizeram qualquer prova nas disciplinas de Química I e Introdução à Física. A soma de tais fatores implica diretamente na integração acadêmica, de modo que não só o fracasso pessoal passe a ser considerado ao longo das provas semestrais, como o fracasso coletivo, o que implica também na integração social do aluno.
Outro fator a ser apontado refere-se a afinidade prévia dos alunos com as disciplinas (Gráfico 3). Uma vez que a disciplina para a qual afirmam ter maior afinidade é também a com maiores índices de reprovação, a discrepância entre o senso de auto eficácia e o desempenho acadêmico torna-se mais um fator desmotivador, como descrito por Tinto. Visto que quase a totalidade dos alunos frequentaram o Ensino Médio em escola pública, o baixo desempenho sugere a princípio que os atributos individuais prévios, dispostos no modelo longitudinal de Tinto, não correspondem à demanda intelectual necessária para a integração acadêmica do curso, tão logo, o fracasso acadêmico se torna uma realidade para a maioria dos alunos.
GRÁFICO 3 Disciplina de maior afinidade no Ensino MédioPercepção de currículo e valor social do curso no vestibular
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Partindo da afirmação anterior, a saber, de que os alunos que ingressam o curso não possuem os atributos individuais necessários para a demanda intelectual das disciplinas, é possível identificar uma de suas causas já no Vestibular (Tabela 2).
Mises (2010, p 347), argumentou que o valor de um produto ou serviço depende de um interesse geral do consumidor baseado em sua preferência. Dessa forma, podemos formalizar o que se define por preferência da seguinte forma:
- 1. Entre dois produtos p e q , p supera q em pelo menos um quesito considerado.
- 2. p e q possuem a mesma função social.
- 3. Sob uma economia de mercado relativamente grande, o quesito que difere p de q faz p ser consumido em maior quantidade em comparação com q .
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Um ponto importante a ser esclarecido, é que q não necessariamente deve ser um produto, mas também a negação da aquisição de p , isto é, a decisão de adquirir ou não p . Tendo isto em vista, e considerando que todo objeto, seja intelectual, social ou econômico é escolhido a partir de preferências individuais, é possível analisar, em parte, o que leva os alunos a ingressarem no curso de Licenciatura em Ciências Exatas a partir de suas escolhas quanto ao vestibular. Para defini-lo, portanto, devemos considerar os quesitos que levam uma pessoa a escolher um curso p ou q , ou então a escolher fazer o vestibular para um curso p ou não fazer o vestibular. O primeiro deles é a concorrência, a qual todos os alunos buscam vencer a partir de longos anos de estudo, e pelo qual reconhecem suas chances de entrar ou não em um curso superior. Outro quesito refere-se ao ganho intelectual, social e econômico que o curso pode oferecer, isto é, aquilo que Tinto chama de percepção de currículo, portanto, uma das razões pelas quais o indivíduo escolhe e motiva-se a permanecer no curso escolhido.
TABELA 2 Número de aprovados e desempenho dos alunos nos vestibulares 2016/2017/2018
O primeiro ponto a ser destacado é a concorrência do curso. Ao longo de três anos houve uma queda quantificável sobre um valor que já era em si baixo. Existem pelo menos duas vagas para cada concorrente, de modo que para ingressar no curso o único requisito necessário é atingir a nota de corte do vestibular. Este fato relaciona-se de modo ambíguo com a política de mercado de Mises e a teoria longitudinal de Tinto. Se, por um lado, a baixa concorrência faz com que mais pessoas tendam a escolher o curso como uma ação preferível a não fazê-lo (seja como segunda opção de curso, seja pela indecisão prévia em contraponto com o gosto pelas disciplinas no Ensino Médio), por outro lado, a baixa concorrência diminui a percepção de currículo do curso de modo que a motivação do aluno, uma vez ingressado no curso, é reduzida devido ao baixo retorno e valor social do curso (TINTO, 1993).
Em segundo lugar, o desempenho mínimo e máximo dos alunos vem se reduzindo ao longo dos três anos, enquanto o número de alunos que ingressam no curso aumentou nos anos de 2017 e 2018, com relação ao ano de maior desempenho, a saber, 2016. Se o vestibular é a justa medida entre o conhecimento previamente adquirido e a capacidade dos alunos para a demanda intelectual do curso, então o número de alunos com características individuais prévias insuficientes
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para acompanhar o decorrer das disciplinas podem estar ingressando no curso devido a concorrência praticamente obsoleta, de modo que sua preferência pelo curso desvia-se dos aspectos dispostos na teoria de Tinto para sustentar a motivação acadêmica, e se tornam resultado de um processo econômico regulado pelo princípio de oferta e demanda. E ainda, uma vez que na Economia os produtos adquiridos são em sua maioria descartáveis, se também o curso foi resultado de uma escolha guiada pelos princípios que regem o mercado econômico, este será visto pelos alunos como também um produto descartável, e não mais uma ferramenta única e imprescindível na ascensão intelectual e social do bem individual e coletivo, que é o real fundamento da manutenção e existência da Universidade.
## Medidas de combate à evasão e propostas para promover a motivação acadêmica
O professor tem um papel fundamental de impulsionar o aluno, usufruindo do seu estímulo intrínseco, quando existente, ou auxiliando-o a desenvolver esse tipo de estímulo para contribuir com a sua jornada na busca pela motivação interior. SANTROCK (2010), argumenta que os indivíduos que obtêm mais sucesso são os que estão motivados intrinsecamente, pela auto realização, do que os que são motivados extrinsecamente, relacionado a fatores e estímulos externos. Em função disso, algumas das principais medidas consideradas para serem implementadas são:
- 1. A criação de um programa de recepção e interação dos calouros por parte dos veteranos do curso.
- 2. A implementação de projetos de extensão como componentes curriculares.
- 3. Maior rapidez no feedback de avaliações.
- 4. A criação de um ambiente de estudo e integração social dentro do campus.
As duas primeiras medidas cumprem o papel de fomentar a integração social dos alunos, além de fornecer ambientes pensados para estimular o aprendizado prático e dialógico, isto é, uma intersecção entre o que Tinto classifica como integração social e intelectual (TINTO, 1975), de modo que uma medida cumpra ao mesmo tempo as duas formas de integração do aluno. As outras duas medidas visam melhorar diretamente o aspecto cognitivo dos alunos, primeiro, porque a rapidez no feedback de avaliações permite que o aluno reconheça mais rapidamente o ritmo da Universidade, que difere de sua realidade no Ensino Médio (VILLANI; MASSI, 2015). Segundo, porque a criação de um ambiente de estudo aproxima o aluno fisicamente do ambiente acadêmico, e consequentemente, o coloca em posição de maior aceitabilidade para desempenhar atividades diversas no Campus, além de, principalmente, fornecer um amparo significativo quanto ao desenvolvimento cognitivo necessário à demanda do curso.
## Considerações finais
Concluímos que, ao desenvolver uma abordagem teórica sobre os atuais dados relacionados a evasão no curso de Licenciatura em Ciências Exatas da UFPR- Setor Palotina, podemos encontrar vários fatores explicados pelo modelo longitudinal de Tinto que contribuem para a desmotivação acadêmica e, consequentemente, para um desenvolvimento prejudicado do ensino. Apontamos o
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alto índice de reprovação e a percepção de currículo como dois dos principais fatores que explicam a alta taxa de evasão do curso, mesmo antes da realização das primeiras provas. Estas variáveis se estendem muito além das abordadas no presente trabalho, em grande parte por conta da extensão, mas ao longo da obtenção de dados e da consideração de todas as variáveis identificadas até o presente momento, esperamos que as medidas de combate, também selecionadas por conta da extensão, possam abranger todo público-alvo que necessite de amparo por parte da instituição, a fim de fornecer condições para que as taxas de evasão se reduzam, bem como para que os alunos que não possuem evasão confirmada (GRÁFICO 1) possam motivar-se a permanecer e integrar-se ao curso.
Em curto prazo, esperamos que estas considerações, medidas e conclusões tenham implicação direta no ensino de Matemática, Química e Física no curso. E isto porque, além da dificuldade natural das disciplinas, o bom desenvolvimento do ensino depende de como os discentes estão motivados e aptos a aprenderem o conteúdo (VILLANI; MASSI, 2015). Em suma, ainda que um aluno disponha de todas as qualidades de que necessita para se desenvolver bem no curso, se não estiver motivado a isso, razões sociais e intelectuais podem surgir ao longo de sua trajetória acadêmica que o coloquem em posição de evadir (TINTO, 1975). Do contrário, isto é, se um aluno não dispõe previamente de todas as qualidades necessárias para se desenvolver no curso, mas mostra-se motivado diante das medidas e posições tomadas pela instituição e pelos profissionais que nela trabalham, é provável que as razões para permanecer no curso suprimam as dificuldades que possivelmente implicariam em sua evasão, e disto surge a necessidade de se aprofundar em estudos tais como este (TINTO, 2007).
## Referências
MISES, Ludwig Von. Ação Humana: Um tratado de economia . Ed 3.1. Tradução Donald Stewart Jr. São Paulo: Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010.
PEREIRA, Fernando Oliveira. Especificidades do rendimento, aptidão e motivação escolares em alunos com dificuldades de aprendizagem . Revista Quadrimestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional, SP. Vol. 19, N˚ 3, Setembro/Dezembro de 2015: 525-536.
SANTROCK, John W. Psicologia educacional. 3. ed. Trad. Denise Duarte, Mônica Rosemberg, Taís Silva Monteiro Ganeo; rev. téc. Paula Suzana Gioia, Sandro Almeida. Porto Alegre: Artes Médicas, 2010.
TINTO, Vincent. RESEARCH AND PRACTICE OF STUDENT RETENTION: WHAT NEXT?. J. COLLEGE STUDENT RETENTION, Vol. 8(1) 1-19, 2006-2007. Disponível em: < http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.133.2661&rep=rep1&type =pdf>.
TINTO, Vincent. "Dropout from Higher Education: A Theoretical Synthesis of Recent Research" Review of Educational Research, 1975: 89-125.
TINTO, Vincent. Leaving college: rethinking the causes and cures of student attrition. Chicago: University of Chicago Press, 1993.
VILLANI, Alberto; MASSI, Luciana. Um caso de contratendência: baixa evasão na licenciatura em química explicada pelas disposições e integrações . Educ. Pesqui. vol.41 no.4 São Paulo Oct./Dec. 2015. Acessado em: 14/07/2018.
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