E AÍ PROFESSOR, COMO OCORREM OS ECLIPSES? CONTRIBUIÇÕES DE UMA ATIVIDADE PRÁTICA DO ENSINO POR INVESTIGAÇÃO NUM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO
Fábio Matos Rodrigues, Viviane Briccia
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXIII
- Ano
- 2019
- Data
- 29/01/2019
- Linha de pesquisa
- Ensino, Aprendizagem E Avaliação Em Física
- Tipo
- Comunicação
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Texto completo
## E AÍ PROFESSOR, COMO OCORREM OS ECLIPSES? CONTRIBUIÇÕES DE UMA ATIVIDADE PRÁTICA DO ENSINO POR INVESTIGAÇÃO NUM CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SERVIÇO
## *Fábio Matos Rodrigues 1 , Viviane Briccia 2
- 1 Universidade Estadual Paulista 'Júlio Mesquita Filho', Campus Bauru, Discente do Programa de Pós-Graduação em
Educação para as Ciências, e-mail: rodriguesfm.unesp@gmail.com
2 Universidade Estadual de Santa Cruz, Docente do curso de Pedagogia e do Programa de Mestrado em Educação em Ciências, e-mail: vivianebriccia@gmail.com
## Resumo
Essa pesquisa tem por intuito apresentar uma análise sobre um dos resultados de uma atividade do Ensino por Investigação, por meio dos diálogos gerados entre os professores e o mediador da formação em serviço, oriunda de uma pesquisa concluída em caráter de mestrado, com professores da rede pública estadual da cidade de Itabuna - BA. Um dos objetivos era destacar possíveis mudanças na concepção para o ensino de Astronomia para as aulas de Ciências Naturais, durante a trajetória no curso de formação continuada. Como apoio teórico-metodológico, utilizamos aportes da análise do discurso, conforme as orientações do Ensino por investigação, onde os professores puderam se expressar acerca da atividade realizada, onde estrategicamente os mesmos foram considerados como alunos. A análise foi realizada a partir das respostas dadas pelos mesmos à medida que foram desenvolvendo a atividade investigativa. Os resultados revelaram que o ensino de temas de Astronomia pode ser melhor socializado e compreendido se os professores associarem desconstruírem perfis metodológicos adquiridos em suas próprias formações baseada no ensino tradicional, admitindo possibilidades de inserir em suas práticas pedagógicas elementos investigativos, tornando os sujeitos, sendo estes tanto alunos compreendidos como protagonistas do próprio conhecimento, quanto eles mesmos, os mediadores do conhecimento, envolvidos na prática reflexiva sobre a produção de argumentações sobre a construção do conhecimento científico.
Palavras-chave : Formação em Serviço. Ensino por Investigação. Astronomia.
## O Ensino por Investigação como Abordagem Didática
Não se pode negar que ensinar Ciências tornou-se um desafio constante para os professores dos anos finais Ensino Fundamental II, principalmente se considerarmos o ensino de temas relacionados à Astronomia (RODRIGUES, 2016). Visando atender às necessidades vigentes do contexto de sala de aula, alguns professores procuram nortear suas práticas considerando propostas de intervenções que deem subsídios para uma relação construtiva entre professor - conhecimento estudante, onde elementos como: conhecimento prévio do aluno e informações comuns do dia a dia, por parte do seu contexto se tornam ingredientes fecundos e importantes para a socialização do conhecimento.
Diante de uma perspectiva construtivista, inúmeras propostas surgem para o ensino de Ciências com o intuito de promover uma participação maior dos estudantes, tornando-os protagonista na construção do próprio conhecimento. Entre
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as propostas destacamos o Ensino por investigação como uma das abordagens de ensinar Ciências que preconiza uma mudança no papel do professor que nessa proposta passa a ser mediador do processo de ensino.
Por se tratar de uma abordagem didática (Sasseron, 2015) torna-se importante orientar professores em serviço a modificarem suas práticas com a intenção de os envolver como mediador no processo da 'descoberta' pelos estudantes, sendo este um papel fundamental, para o êxito dessa abordagem. O desejo de questionar, investigar e conhecer deve partir do professor e contagiar os estudantes durante o processo da 'descoberta', sujeito a etapas de: planejamento, levantamento de hipóteses, realização de medidas, interpretação dos dados, reflexão e construção de explicações de caráter teórico, frente a um problema proposto, que orientados por Carvalho e Gil-Perez (2006) entendemos como alicerces fundamentais do 'saber fazer'.
Nesse sentido, compreendemos que o Ensino por Investigação reúne atributos capazes de nortear a prática pedagógica em sala de aula, com intuito de introduzir nos discursos dos alunos elementos científicos reflexivos possibilitando uma aprendizagem mais significativa para os estudantes, visto que não se aborda apenas o conteúdo, mas também o desenvolvimento de habilidades fundamentais, promovendo muitas vezes a interdisciplinaridade. Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN, sugerem estratégias inovadoras onde o professor possui o papel de:
[...] trazer elementos das teorias científicas e outros sistemas explicativos para a sua classe sob a forma de perguntas, nomeações, indicações para observação e experimentação, leitura de textos e em seu próprio discurso explicativo. É nesse processo intrinsecamente dinâmico de busca de informações e confronto de ideias que o conhecimento científico se constrói. O sujeito que observa, experimenta ou lê põe em ação seus conhecimentos anteriores, interpretando as informações a partir de seus próprios referenciais (BRASIL, 2001, p. 120).
Apoiados nesse argumento entendemos que o modelo didático tradicional, comumente chamado por método tradicional de ensino, atualmente tem sido muito discutido diante as considerações mais atuais. Tais atribuições fazem do Ensino por investigação um agente potencializador da prática pedagógica para promover o desenvolvimento de novas compreensões, significados sobre os conhecimentos acerca dos fenômenos observados, refletindo diretamente no conteúdo a ser ensinado (LIMA; MAUÉS, 2006).
Nesse sentido, destacamos que as atividades desenvolvidas e norteadas por essa abordagem promovem momentos de discussões significativos com e entre os estudantes atribuindo um caráter científico-investigativo, frente a problemas do dia a dia. Com uma noção reorientada, o professor realiza levantamento de fatos observáveis e oportuniza explicações teóricas por meio de argumentações dos estudantes, induzindo-os indiretamente utilizarem o raciocínio científico para resolução do problema, permitindo a construção de novas percepções acerca do que está sendo investigado.
## As Características do Cenário e o Percurso Metodológico da Pesquisa
- O delineamento metodológico dessa pesquisa está balizado pelos parâmetros descritos pela abordagem qualitativa (BOGDAN; BIKLEN,1994). O cenário de pesquisa escolhido para a realização desse trabalho foi uma escola
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pública da região de atuação da Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, em uma escola que dispõe de 57 professores dos quais 9 aceitaram ser colaboradores desse trabalho, participando do curso de formação em serviço.
Considerando o aspecto éticos da pesquisa, para o nome dos professores utilizaremos, nesse trabalho, nomes de estrelas, sendo os nomes: Sirius, Rigel, Vega, Achenar, Aldebaran, Betelgeuse, Pollux, Antares, Canopus. Algumas informações sobre os colaboradores podem ser visualizadas no quadro 01.
Quadro 01: Dados referentes aos professores colaboradores da pesquisa.
Com esse público de formação heterogênea e, portanto, ideal para a aplicação da nossa abordagem, consideramos uma atividade prática participativa, intitulada como: 'O Problema das Sombras Iguais' apresentada em Gonçalves e Carvalho (1995), com o intuito de destacar possíveis mudanças na concepção para o ensino de Astronomia para as aulas de Ciências Naturais, durante a trajetória formativa no curso de formação continuada.
Em linhas gerais a atividade consistia em escolher objetos planos de diferentes cores, tamanhos e formas e ao expor estes a uma fonte de luz extensa, nesse caso o Sol e conduzi-los a refletirem sobre o fenômeno eclipse. Para isso considera-se o fenômeno como sendo uma sobreposição do Sol (uma fonte de luz distante) e um objeto mais próximo da Terra, nesse caso a Lua e, por associação conseguissem explicar o efeito da distância como determinante para esse fenômeno.
Para obtermos as informações para esse trabalho, optamos utilizar videogravações (KENSKI, 2003) e, para realizar a análise das informações obtidas pelas vidoegravações as falas dos professores foram transcritas e separadas em Episódios de Ensino apresentado em Carvalho (2004). Disponibilizamos recortes de cartolinas com vários formatos, cores e tamanhos diferentes e os professores foram desafiados a utilizarem duas peças que considerassem diferentes entre si para realizar a atividade.
Cabe salientar, que nesse momento os professores foram considerados 'estudantes' e saíram da sala de aula e diante da luz solar realizaram essa experimentação, para verificarem que as atividades relacionadas à Astronomia necessitam muitas vezes sair do ambiente comum da sala de aula, visto que as informações necessárias para a experimentação são obtidas do céu aberto. Essa iniciativa, tornou-se muito importante nas discussões dos professores visto que os
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mesmos compreenderam a importância do uso de outros espaços para o ensino de temas científicos e a aprendizagem dos alunos.
## Resultado e Discussão
O quadro 02 destaca o momento em que os professores se deparam com o problema proposto pelo mediador e começam a realizarem as primeiras conjecturas. Para melhor verificação elencou-se as falas por meio de quadros, onde apresentam três colunas, as quais identificam os sujeitos e as transcrições das falas na sequencia em que as atividades estavam ocorrendo. Cabe salientar que nos diálogos que foram analisados, as falas que nos chamaram a atenção iremos destaca-las entre colchetes e itálico para descrever nossas interpretações.
Quadro 02: Episódio de análise da atividade investigativa, apresentando os aspectos iniciais.
No episódio acima podemos identificar argumentações importantes, das quais destacamos as interações dos professores ao interagirem com os objetos e entre si levantando algumas hipóteses. Podemos verificar que primeiramente o docente Aldebaran expõe sua forma de resolver o problema, porém equivocada, pois sua forma de expressar a resposta, considerou apenas uma sombra projetada ao colocar um objeto na frente do outro e ambos impedindo os raios solares de atingirem o solo. O cerne dessa atividade consiste em formar duas sombras iguais, por meio de objetos diferentes. Entretanto salienta-se, apoiado em Carvalho (2004) que num processo investigativo a tentativa e o erro fazem parte do processo de aprendizagem, pois os docentes vão descartando as hipóteses que não foram verificadas como uma direção para a resposta, fazendo com que o erro seja superado pela própria argumentação.
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Percebemos esse processo, no turno 114 onde a docente Betelgeuse seguindo outro raciocínio, formula uma resposta aceitável tendo em vista que a construção de seu argumento tenha se apoiado num conhecimento anterior. A professora Betelgeuse, após esse primeiro diálogo, enuncia um princípio físico importante para o começo de uma reflexão acerca do eclipse ao descrever a forma correta de apresentar o experimento e a relação de distância como explicação lógica de como ocorre fisicamente os eclipses.
Nesse sentido, dando continuidade à abordagem os professores foram convidados a explicar com suas próprias palavras a formação das sombras. As descrições encontram-se no quadro 03.
Quadro 03: Episódio de análise da atividade investigativa: explicando com as próprias palavras a execução da atividade.
Nesse recorte de diálogo percebe-se na docente Betelgeuse uma desconstrução importante sobre a hipótese de que objetos de cores diferentes fazem sombras diferentes. Concordando com esse argumento, a docente Pollux apresenta outro elemento importante, trazendo a dependência da posição do objeto diante de uma fonte de luz. Nesse recorte, os professores ainda extrapolaram a compreensão acerca dos fenômenos observados no céu, quando no ultimo diálogo a docente Betelgeuse generaliza condições sobre a observação, salientando que nem sempre o que se observa, de fato, é o que realmente está ocorrendo.
Com essas argumentações apresentadas, verifica-se as atribuições enunciadas no trabalho de Lima e Maués (2006), onde apresentam as importantes características ao Ensino por investigação como abordagem didática, pois segundo os autores, a mesma apresenta um potencial para desenvolver novas compreensões acerca dos fenômenos observados, visto que por meio de tentativas os alunos descontroem argumentos que não puderam ser verificados dando margens a novas interpretações sobre o fenômeno.
Após esse momento, conforme a sugestão da abordagem metodológica consideramos um momento importante de explicação dos professores sobre como foi obtido o êxito na atividade. Os argumentos estão expostos no quadro 04.
Quadro 04: Episódio de análise da atividade investigativa: estabelecendo relações práticas com o fenômeno eclipse.
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Nesse diálogo com o docente Antares, encontra-se pontos positivos referente a abordagem, pois o mesmo começa a relatar a distância como um fator importante capaz de modificar o que vemos. Além disso por meio de sua fala, evidenciou-se de modo claro a relação do experimento com o fenômeno que pode ser associado a ele, dando oportunidade de expressar sua compreensão sem utilizar cálculos matemáticos que exploram ainda mais os conceitos. Nesse sentido percebemos que iniciativas como essas podem ser replicadas das mais variadas formas nas aulas de ciências. Percebe-se também que a coparticipação entre os professores na resolução da atividade proporcionou um meio de argumentar cientificamente sobre o fenômeno atribuindo considerações significativas para descrevê-lo. Por fim, no ultimo diálogo o docente Antares consegue, por meio dessa simples atividade e por meio de associações corretas, responder a 'pergunta-título' desse trabalho.
Outro fator importante enunciados por Castro e Carvalho (2006) é a dificuldade para que os professores desenvolvam metodologias alternativas em sala de aula e que explorem outros espaços. Nessa atividade, expressa nos diálogos expostos no quadro 05, percebe-se que os docentes compreenderam a importância do uso de outros espaços para conduzir uma atividade. Além disso, as impressões da forma de conduzir a atividade os fizeram refletir sobre a própria prática, podendo potencializar mudanças significativas em suas futuras aulas, como também prevista nas atividades do Ensino por investigação.
Quadro 05: Episódio de análise da atividade investigativa: estabelecendo relações práticas com o fenômeno eclipse.
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Nesse recorte de diálogos percebemos alguns pontos chaves da perspectiva construtivista em praticamente todas as falas dos docentes. Percebemos com isso os prenúncios dos saberes metodológicos, pois tratando de uma de concepção em relação à prática, como por exemplo: o professorpesquisador e mediador do conhecimento, alunos como protagonista do próprio, etc. Compreende-se, portanto, que a abordagem didática foi adequada para se socializar aspectos científicos sobre um tema da Astronomia e diante da prática também pudemos verificar que os professores discutiram e elencaram elementos importantes nessa abordagem.
Chama a atenção dos docentes Achenar e Betelgeuse destacarem um dos pontos importantes no que se refere à mudança metodológica, que é o 'sair da sala de aula'. Nesse aspecto, percebe-se que nos docentes há uma possível quebra de paradigma metodológico do ensino tradicional, analisando criticamente o ensino tradicional. Paralelamente, os mesmos compreendem que nessa metodologia o erro, recebe um tratamento diferente, ou nas palavras do docente Antares: 'o erro como uma possibilidade de um novo conhecimento', o que diante de uma abordagem investigativa está de acordo com Castro e Carvalho (2006), Carvalho e Gil-Pèrez (2006), Lima e Maués (2006) e também enunciada por Bachelard (1993).
Ainda no mesmo contexto o docente Achenar destaca outro fator importante na abordagem que é a dialogicidade entre professor e aluno, em outras palavras e de acordo com Freire (2001), os alunos não podem ser considerados uma 'tábula rasa'. Nesse sentido o docente compreende a importância de se levar em consideração o que Bachelard (1993) também pronuncia: 'todo o conhecimento advém de um conhecimento anterior'. E essa característica tona-se muito importante principalmente na transposição de obstáculos e nesse caso epistemológico.
É importante salientar que apesar do experimento possuir limitações concernentes ao objetos, ou seja, a experiência leva em conta círculos ao invés de esferas, como de fato ocorre no fenômeno dos eclipses, a atividade desenvolve um enorme potencial argumentativo e, sendo bem conduzida, propicia diálogos argumentativos entre os estudantes que são levados a descontruírem algumas ideias testadas e não verificadas, dando margens à novas interpretações e refletindo numa possível aprendizagem coletiva acerca de uma tema científico.
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## Conclusão
Diante do exposto, pudemos verificar das falas dos professores colaboradores que a atividade: o problema das sombras iguais, do ensino por investigação pôde potencializar o ensino de um tema tratado na Astronomia, nesse caso, o eclipse. Apesar das limitações supracitadas, a proposta de se compreender os fatores que explicam tal fenômeno não foram alteradas em decorrência dessa simplificação, possibilitando a compreensão clara das relações básicas que o descrevem.
Outro aspecto importante a ser considerado nesse recorte de diálogos são aspectos que descrevem a reflexão sobre o trabalho docente, o uso de outras formas de ensino, como também aspectos relacionados à crítica ao próprio ambiente de aprendizagem, que em outras palavras se traduz nas condições de levarem os alunos a outros ambientes e participarem de novas descobertas. Também deve ser levado em consideração que a forma como se organiza a atividades em grupo, permite que os alunos, nesse trabalho representado pelos professores, dialoguem entre si dando oportunidade de usarem suas capacidades argumentativas e testarem, visando responder à questão proposta como atividade, que também podem ser levadas em consideração, características avaliativas permitidas durante a após o percurso da própria atividade.
## Referências
BACHELARD, Gaston. A poética do espaço. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
BOGDAN, Roberto C.; BIKLEN, Sari Knopp. Investigação qualitativa em educação. Tradução Maria João Alvarez, Sara Bahia dos Santos e Telmo Mourinho Baptista. Porto: Porto Editora, 1994.
BRASIL, Lei n. 10.172/2001, que aprovou o Plano Nacional de Educação. Disponível em <http://www.camara.gov.br>. Consultado em 10/02/2015.
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de, O Ensino de Ciências: Unindo a Pesquisa e a Prática. São Paulo. 2004. p. 1
CARVALHO, Anna Maria Pessoa de; GIL-PÉREZ, Daniel. Formação de professores de ciências. Coleção Questões da nossa Época, n.26, 8. ed., São Paulo: Cortez, 2006.
GONÇALVES, Maria Elisa Resende; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de. As atividades de conhecimento físico: um exemplo relativo à sombra. Caderno Brasileiro de Ensino de Física. v.12, n.1, p.7-16, 1995.
LIMA, Maria Emília Caixeta de Castro; MAUÉS, Ely; Uma releitura do papel da professora das séries iniciais no desenvolvimento e aprendizagem de ciências das crianças. Revista Ensaio. Vol 8. n.2. 2006.
RODRIGUES, Fábio Matos. Os Saberes Docentes num Curso de Formação Continuada em Ensino de Astronomia: desafios e possibilidades de uma abordagem investigativa. 03 de mar de 2016. 120 f. Dissertação (Mestrado em Educação em Ciências) - Universidade Estadual de Santa Cruz, Ilhéus, Bahia, 2016.
SASSERON, Lúcia Helena. Alfabetização científica, ensino por investigação e argumentação: relações entre ciências da natureza e escola. Revista Ensaio, v.17 n. especial, p. 49- 67, 2015.
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