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O Uso das TICs na Inclusão Social - um Experimento Educacional para a Comunidade Surda

Vyrna Jacomo De Abreu Nunes, Martiane De Oliveira Silva

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
Tecnologias Da Informação E Comunicação No Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## O Uso das TICs na Inclusão Social - um Experimento Educacional para a Comunidade Surda

## Vyrna Jacomo de Abreu Nunes 1 , Martiane de Oliveira Silva 2

1

CEFET-RJ/ UnED Petrópolis, vyrna.jacomo@yahoo.com.br 2

CEFET-RJ/ UnED Petrópolis, martianedeo.silva@gmail.com

## Resumo

Em um contexto cuja relevância da tecnologia, informação e comunicação cresce vertiginosamente, é importante compreender de que modo estas podem trabalhar para um melhor desenvolvimento social. Especialmente em uma sociedade em que se promoveu, constantemente, a segregação, deve-se buscar uma reversão deste processo em diferentes frentes. Avaliando-se o campo da educação, é possível perceber como a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) pode ser produtivo no sentido de possibilitar uma melhor visualização dos conteúdos, além de trazer dinamismo e ludicidade às atividades, atraindo e dando maiores expectativas aos alunos. Concentrando-se na realidade dos Surdos, então, este trabalho vem propor, além de uma revisão literária acerca das TICs e seu histórico de uso no processo educativo, um modelo de aula de Física com a combinação de diferentes recursos - computador, câmera e software - de modo a construir conceitos visuais. Assim, visa-se descortinar a relevância da acessibilidade universal ao que a sociedade pode oferecer, mais especificamente, neste caso, em relação ao espaço educacional, bem como as TICs podem promovê-la.

Palavras-chave : TICs, Tecnologia, Comunicação, Educação, Surdos

## Introdução

Juntamente com a ciência, a tecnologia se desenvolveu ao longo dos anos, em diferentes épocas e povos, combinando necessidades e descobertas humanas. Pode-se dizer que a tecnologia é tão antiga quanto a humanidade, sendo assim, é conveniente segundo Uliano (2016, p. 11) apropriar-se das tecnologias em prol da interação, do trabalho coletivo e do protagonismo entre professores e alunos para o desenvolvimento do seu trabalho. Devem-se englobar à educação conjuntos de ferramentas e possibilidades que a Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) oferece.

Os alunos que hoje ocupam as salas de aula do ensino básico cresceram no que é chamado por Barroqueiro et al. (2009, p. 2) de Sociedade da Informação, onde o suposto papel do professor ao fazer uso das TICs é de criar ambientes propícios ao aprendizado e ao contorno de dificuldades especiais que o aluno possa vir a ter, sejam de qualquer ordem. Sendo assim, deve-se tirar partido da tecnologia para o desenvolvimento social e a educação é um importante veículo para tal.

Olhando-se para as estruturas sociais, percebe-se que a segregação social foi algo comum ao longo da História. Embora tenha se procurado cada vez mais abolir medidas excludentes, ainda é distante a realidade de uma sociedade inclusiva, garantindo os direitos igualitários a todos.

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'[...] os direitos abstratos do homem e do cidadão inscritos no frontão dos edifícios pela democracia [...]: direitos das idades e dos sexos [...], direitos das condições [...], direitos à instrução e à educação, direito ao trabalho, à cultura, ao repouso, à saúde, à habitação.' (LEFEBVRE, 2001, p. 116)

Como aponta a Constituição de 1988 (BRASIL, 1988), deve-se promover a função social do espaço - ou seja, a cidade deve proporcionar a cidadania e isso se reflete no espaço escolar, que reproduz o sistema social em que se insere. Ainda, conforme Paiva (2009 apud PAIVA & BURGOS, 2009), há a 'exclusão sistemática' da sociedade de um dos mais importantes canais de acesso à democracia - a escola - pela privação no seu acesso. Assim, deve-se entender que o acesso não se resume à dimensão física, mas também simbólica. Deste modo, não basta garantir que a escola receba os alunos, mas que de fato haja sua participação na educação, o que não ocorre.

Escolheu-se, então, como recorte para este trabalho a questão da acessibilidade no âmbito escolar às pessoas com barreiras físicas ou linguísticas, mais especificamente, aos Surdos. Buscando a correspondência com o desenvolvimento das TICs, será avaliado e proposto como estas podem proporcionar uma educação mais inclusiva.

Primeiramente, não apenas em relação às pessoas com deficiência, o etnocentrismo - 'visão de mundo onde o nosso próprio grupo é tomado como centro de tudo e todos os outros são pensados e sentidos através dos nossos valores, nossos modelos, nossas definições do que é existência' (ROCHA, 1989, p.7, apud CECÍLIO & SOUZA) - foi bastante pernicioso ao não compreender a construção de identidades por diferentes grupos da sociedade, desrespeitando suas singularidades.

Conforme Bauman (2005 apud CECÍLIO & SOUZA), as diferenças se refletem no espaço social, criando guetos, de modo que é sensível a exclusão e o não-pertencimento. Dado o desconhecimento e incertezas, não há a compreensão mútua, o que aprofundou o prejuízo da comunidade Surda, na medida em que esta sofreu, durante a maior parte do tempo, com a adoção de medidas preconceituosas e/ou incompreensivas, uma vez que se buscava, por força, adequá-las à (aparente) maioria.

Sabe-se que a população ouvinte interage com o mundo, além dos outros sentidos, pela audição e, consequentemente, a fala. Com isso, constrói-se um arcabouço de experiências guiadas pela intervenção na sociedade e sua resposta. No entanto, o mesmo não ocorre para um Surdo. Isso não significa, porém, que este indivíduo esteja em algum tipo de desvantagem, uma vez que possui outros sentidos, criando sua própria linguagem de leitura e conhecimento do mundo. É desta forma, consequentemente, que se constrói sua cultura.

A despeito de terem ganhado maior participação social, especialmente com a Lei de Libras (BRASIL, 2005) que vem revelar a importância do reconhecimento da cultura e comunicação Surda, a comunicação efetiva ainda não existe no espaço escolar.

Com um modelo de ensino marcado pelo pragmatismo e engessamento, todo aluno acaba por ser transformado em mero ouvinte, no qual se fazem depósitos de conhecimento (FREIRE, 1987) constantes, sem implicação com o meio em que

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se inserem e sem permitir que os próprios construam seus conceitos. A construção de conceitos é fundamental para o aprendizado, o que não ocorre de modo eficiente com a escola, de modo geral e, mais particularmente, com os alunos Surdos.

Isso porque 'ser Surdo é pertencer a um mundo de experiência visual e não auditiva' (PERLIN, 2010), logo não existe possibilidade de alunos Surdos construírem seus conceitos dentro de um espaço segregacionista que se configura na sala de aula, meramente pautado na tradução da Língua Portuguesa para Libras, em um espaço físico isolado.

Para estimular sua construção de conceitos - bem como a dos outros alunos -, diversas ferramentas podem ser utilizadas para incorporar a realidade virtual ao processo de apreensão e compreensão do conteúdo.

## O uso das TICs na educação

A utilização da tecnologia na educação começou no século XX com a inserção de meios audiovisuais, ao final da Segunda Guerra Mundial. Os aparelhos adquiridos remontavam à pressão da indústria de instrumentação óptica, sem atender necessidades pedagógicas na produção de materiais técnicos e didáticos. O intuito desses recursos, portanto, era somente modernizar as aulas, pois se restringiam a aumentar fontes de instrução (ALVES, 2009).

Entre os anos 1970 e 1980, haviam surgido os computadores pessoais e a internet, o que levaria, nos anos 1990, à popularização da informática no ensino. A partir deste período os computadores tornaram-se mais acessíveis, com processadores cada vez mais potentes e com melhores capacidades gráficas, o que permitiu sua proliferação em escolas e lares (FIOLHAIS e TRINDADE, 2003).

Todo esse processo ocorreu em países economicamente e tecnologicamente desenvolvidos. Segundo ALMEIDA (2009) as escolas brasileiras, com ênfase as públicas, tiveram contato com as TICs num contexto tecnicista de modernização, cuja proposta era voltada para a formação de mão-de-obra, possibilitando aos alunos a readequação e a preparação para o manuseio dos novos ferramentais tecnológicos, sem a preocupação de agregar conteúdos culturais aos currículos.

Hoje as TICs podem ser consideradas uma forma de adequação do contexto e as situações do processo de aprendizagem às diversidades em sala de aula, através de recursos didáticos e ambientes virtuais que atendem diferentes necessidades de aprendizagem dos alunos.

Segundo FIOLHAIS e TRINDADE (2003), é possível utilizar o computador no ensino de física adequado a cada aluno, sempre levando em consideração a diversidade do processo e o ritmo de aprendizagem individual. Para isso, são propostos os seguintes modos de utilização:

- · Aquisição de dados por computador - propicia aos alunos novas situações de aprendizagem, fazendo o uso de sensores que permitam a medição de grandezas físicas em tempo real, e análise gráfica e fácil leitura dos resultados;
- · Modelagem e simulação - o ambiente de simulação permite ao aluno construir modelos físicos aproximados da realidade, através de ações básicas, como

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alterar valores de variáveis e parâmetros com o objetivo de analisar resultados. É um método muito útil na abordagem de experiências difíceis de serem realizadas manualmente. Além de que quando bem fundamentado pedagogicamente, possibilita o aluno desenvolver seu pensamento e solucionar questões;

- · Multimídia - esta modalidade de utilização é interativa e flexível, envolvendo o uso de várias ferramentas, como sons, textos, imagens, vídeos e simulações. É baseada no conceito de hipertexto e hipermédia, de forma que aumenta a motivação dos alunos no aprendizado de ciências;
- · Realidade Virtual - é uma ferramenta que facilita a interação entre o humano, a máquina e o ambiente virtual construído por modelos gráficos tridimensionais. Permite o estudo de situações tridimensionais complexas, com interação direta, possibilitando aprendizagem por tentativa e erro, mostrando graficamente dados em tempo real;
- · Internet - é o modo de utilização mais geral, pois engloba todos citados anteriormente. Torna a aprendizagem mais pessoal e o professor toma o papel de ajudar a procurar e selecionar informações relevantes e confiáveis, fornecendo motivações para pesquisas.

As TICs podem ser consideradas ferramentas que possibilitam maior autonomia ao aluno no seu processo de aprendizagem. Porém, ainda faltam programas e aplicativos que visam integrar sua potencial eficiência com currículos, para então, deixar de ser vista como objetos de entretenimento e passar a ser consideradas fontes de estudo e investigação. A despeito de conhecer o potencial pedagógico das TICs, ainda se encontra dificuldade de inseri-las no cotidiano das atividades educacionais.

## Aplicação das TICs na educação inclusiva

Partindo-se dos conceitos apresentados, sugere-se uma dupla abordagem em primeiro lugar, apresentar a relevância das TICs no ensino aos alunos, de modo a formar cidadãos conscientes; em segundo lugar, aplicando diretamente o uso de software, câmeras e computadores para a ampliação da comunicabilidade com os alunos, abrangendo um maior número de pessoas e despertando-as para o conhecimento.

Recortando-se mais o amplo leque de possibilidades, partir-se-ia para o uso de um recurso: o PhET - um simulador online gratuito que permite a exploração dos conceitos de Física. Como exemplo, criou-se uma aula baseada no experimento de lançamento de projéteis, aliada a uma experimentação prática, de modo a construir o conceito para os alunos, sem exclusão por deficiência ou linguagem diferenciada.

Este experimento prático, então, utilizaria outro recurso incluído nas TICs, que é a filmagem com celulares ou câmeras digitais, de modo a se montarem vídeos que possam ilustrar com as próprias expressões dos alunos os movimentos ocorridos.

Além de aumentar a compreensão devido ao manuseio, seria criada uma interdisciplinaridade entre a Física e as Artes, demonstrando que a primeira não se resume à reprodução, mas pode ser enriquecida pela construção de qualquer um, inclusive dos alunos. A proposta é, então, apresentar o simulador para explicar o lançamento de projéteis em uma primeira aula. Já em uma segunda reunião, seria

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feito com os próprios meios dos alunos, experimento que reproduzisse os movimentos com material alternativo - os mesmos vão filmar e editar o conteúdo. Por fim, na terceira e última aula, seriam apresentados os vídeos com auxílio de imagens e outros recursos visuais, além de alguma inserção matemática, como avaliação proposta .

Figura 1 - Exemplo de tela do experimento virtual com a trajetóriaFonte: https://phet.colorado.edu/sims/html/projectile-motion/latest/projectile-motion\_pt\_BR.html. Acesso em 20 de jun. de 2018.

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Figura 2 - Exemplo de tela do experimento virtual com vetoresFonte: https://phet.colorado.edu/sims/html/projectile-motion/latest/projectile-motion\_pt\_BR.html. Acesso em 20 de jun. de 2018.

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O objetivo da proposta de aula é trazer uma maior inclusão e entrosamento entre os alunos, ampliando sua comunicação, independente de quaisquer barreiras

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físicas ou simbólicas, bem como permitir que os próprios construam seus conceitos físicos, tirando partido de recursos tecnológicos, e os demonstrem, permitindo uma avaliação do conteúdo apreendido e, até mesmo, da sistemática utilizada.

Sabe-se que em uma sala de aula com alunos Surdos, a configuração espacial acaba por criar um isolamento dos mesmos, apenas interagindo com a turma através de seus tradutores-intérpretes de Libras, o que não edifica o conhecimento. Pelo contrário, apresentam-se expressões e fórmulas soltas, sem qualquer conexão com sua experiência.

Através desta proposta, então, a possibilidade de interação destes alunos com toda a turma e com a Física propriamente, para além do conteúdo estático que se tem nas grades curriculares, leva uma maior participação social e independência dos indivíduos Surdos.

## Considerações finais

Inferiu-se que as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) possuem grande potencial para o desenvolvimento político, econômico e social, sendo a educação um fio condutor para sua aplicação no sentido de estabelecer um contato entre os alunos e os recursos disponíveis, bem como no de promover maior esclarecimento dos temas tratados.

Observando-se alunos com dificuldades de comunicação, dadas as poucas oportunidades criadas pelo governo para que se torne acessível a escola a estes alunos, entende-se que podem ser usados recursos alternativos para sua maior participação e compreensão.

Uma vez que a realidade da população Surda tem grande relação com a formação visual de conceitos, propostas que possibilitem sua participação, em detrimento de um isolamento dado pelas barreiras linguísticas, são de grande relevância para a real inclusão e compreensão dessas pessoas como participantes efetivas da sociedade.

É preciso, então, criar, aprimorar e disponibilizar cada vez mais recursos que ampliem a comunicação de diferentes indivíduos, com diferentes identidades e formas de compreensão, aproximando-os e incentivando sua intervenção, crítica e desenvolvimento.

Portanto, considera-se relevante a aplicação do projeto apresentado em sala de aula, de modo a favorecer a ampla inserção dos alunos socialmente, através de uma educação inclusiva. Entende-se, igualmente, que devem ser feitas outras propostas neste sentido, tornando o ensino mais abrangente.

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## Referências

ALMEIDA, D. A. TIC e educação no Brasil: breve histórico e possibilidades atuais de apropriação. Revista Pró-Discente: Caderno de Prod. Acad.-Cient. Progr. Pós-Grad. EducaçãoVitória v. 15 n. 2 Ago./Dez. 2009.

ALVES, T. A. S. Tecnologias de informação e comunicação (TIC) nas escolas: da idealização à realidade. Estudos de casos múltiplos avaliativos em escolas públicas do ensino médio do interior paraibano brasileiro. Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação, Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, Lisboa, Portugal. 2009.

BARROQUEIRO, C.H. et. al. O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no Ensino de Ciências e Matemática: Uma Benção ou um Problema?. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO DE CIÊNCIAS. Florianópolis, 2009.

BOURDIEU, Pierre et al. A Miséria do mundo. Petrópolis: Vozes, 2011.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Disponível em: &lt;http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/constituicao/ ConstituicaoCompilado.htm&gt;. Acesso em: 20 de jun. de 2018.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005. Brasília, DF, 2005.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_. Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Brasília, DF, 2002.

BURGOS, Marcelo B. &amp; PAIVA, Angela R. (orgs.). A Escola e a Favela. Rio de Janeiro: Ed. PUC-Rio: Ed. Pallas, 2009.

CECÍLIO, Gilmara; SOUZA, Camilo. Identidades Transitantes: o desencaixe do deficiente auditivo nos discursos de/sobre surdos e ouvintes. Revista Virtual de Cultura Surda e Diversidade. Disponível em: &lt;http://www.editora-arara- azul.com.br /revista/compar5.php&gt;. Acesso em 23 de abr. 2018.

FIOLHAIS, C. &amp; TRINDADE, J. Física no computador: o computador como uma ferramenta no ensino e na aprendizagem das Ciências Físicas. Revista Brasileira de Ensino de Física, São Paulo, v.25, n.3, p.259-272, set. 2003.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.

LEFEBVRE, Henri. O Direito à Cidade. São Paulo: Centauro, 2001.

MOVIMENTO de Projétil, PhET. Disponível em: &lt;https://phet.colorado.edu/sims/html/ projectile-motion/latest/projectile-motion\_pt\_BR.html&gt;. Acesso em 20 de jun. de 2018.

PERLIN, Gladis T.T.; SKLIAR, Carlos (org.). A surdez: um olhar sobre as diferenças. Porto Alegre: Mediação, 2010.

ULIANO, K. C. M. L.Tecnologia Digital de Informação e Comunicação (TDIC) na Educação: Aplicativos e o Mundo Tecnológico no Contexto Escolar. 2016. Monografia (Programa de Especialização), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis.

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