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TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: UMA PROPOSTA DE ENSINO DE FÍSICA PARA O CURSO NORMAL.

Diana Aparecida Kaefer Schons, Ana Marli Bulegon

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
Tecnologias Da Informação E Comunicação No Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO: UMA PROPOSTA DE ENSINO DE FÍSICA PARA O CURSO NORMAL.

## DIANA APARECIDA KAEFER SCHONS

Universidade Franciscana (UFN)/ Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ensino de Ciências e Matemática/ Instituto Estadual de EducaçãoVisconde de Cairu/dianakaefer74@gmail.com

## ANA MARLI BULEGON

Universidade Franciscana (UFN) / Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ensino de Ciências e Matemática/ Universidade Franciscana/anabulegon@unifra.br

Resumo : Entende-se que os egressos do Curso Normal são aqueles que despertarão nos estudantes o gosto pela ciência e pelo conhecimento científico. Neste sentido, propôs-se, como parte de um projeto de pesquisa maior, desenvolvido no âmbito do curso de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática do PPGECIMAT da Universidade Franciscana de Santa Maria, RS, a formação de uma cultura digital nos estudantes do 2º Ano de um Curso Normal de uma escola pública de Santa Rosa - RS, no ano de 2018. Tenciona-se, com isso, que eles possam fazer uso desse conhecimento no momento de sua atuação como docente de turmas dos anos iniciais da educação básica. Para a obtenção deste objetivo, os estudantes foram organizados em três equipes de trabalho e fizeram uso Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Atividades Experimentais (AEx). Foram propostas nove aulas, de dois períodos, organizadas em uma Unidade de Aprendizagem (UA), estruturada com a metodologia dos Três Momentos Pedagógicos (TMP). Neste trabalho analisou-se os resultados do comportamento e conhecimento dos estudantes quanto ao uso das TIC. Nas atividades fez-se uso de vídeos, softwares, links, simuladores, etc. para realizar pesquisa na web; elaborar relatórios, gráficos, infográficos, entre outros. Os conteúdos abordados foram temperatura, calor, energia interna, equilíbrio térmico e formas de propagação de calor. Durante o trabalho houve uma participação e um interesse significativo dos alunos e com a análise do pré-teste e pós-teste, dos registros dos participantes no Ambiente Virtual de Aprendizagem e da observação participante ficou evidente a apropriação dos conceitos sobre Condutividade Térmica pelos estudantes.

Palavras-chave: Atividades experimentais, Ensino de Física, Formação de Professores, Tecnologia da Informação e Comunicação.

## 1-INTRODUÇÃO

Vive-se na era do desenvolvimento de Tecnologias de Informação de Comunicação (TIC), em que todas as áreas da sociedade se beneficiam de aparatos tecnológicos.

Como docente de Física de um Curso Normal e mestranda Profissional em 1 Ensino de Ciências e Matemática, propôs-se uma pesquisa com o seguinte objetivo geral: Investigar como o uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) e de Atividades Experimentais (AEx) podem contribuir para a formação de conceitos de Condutividade Térmica em estudantes do Curso Normal. Esse tema de pesquisa surgiu devido aos questionamentos dos estudantes do curso Normal nas aulas de Física em relação à forma como os conceitos de Condutividade Térmica poderiam ser ensinados na Educação Básica, com crianças de 1º ao 5º ano dos anos iniciais.

Diante dessa problemática optou-se pelo uso de TIC e AEx, já que a primeira decorre do momento atual em que elas emergem no contexto social e são recursos utilizados no cotidiano pelos estudantes e a segunda, entende-se que é uma ferramenta

usada para gerar atividades lúdicas e contribuir para desenvolver habilidades motoras nas crianças (público alvo das estudantes normalistas) e que podem contribuir com o conhecimento de conceitos básicos de Física, como a Condutividade térmica. Entre outras coisas, o intuito é mostrar que a Condutividade Térmica pode ser abordada de uma maneira atrativa, explicando-se situações cotidianas de forma científica. Acredita-se que aliando TIC com AEx no processo de ensino de Física os estudantes terão a aprendizagem sobre esse conceito potencializada.

Para atingir o objetivo e resolver o problema de pesquisa elaborou-se uma unidade de aprendizagem (UA), sobre Condutividade Térmica, com o uso das TIC e de AEx. Neste trabalho deu-se ênfase aos resultados da aplicação do uso das TIC.

## 2 - A Educação básica no Brasil

O inciso XIII do Art. 5º da Constituição assegura o livre exercício profissional atendida às qualificações profissionais que a lei estabelecer. Uma das leis diretamente concernente a estas qualificações está na Lei 9.394/96: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN). Com efeito, diz o Art. 62 desta Lei:

A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena, em universidades e institutos superiores de educação, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nas quatro primeiras séries do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade Normal (LDBEN, 9393/96).

O Curso Normal forma professores para atuar na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, objetivando os atendimentos a crianças, jovens e adultos, respeitando as exigências que são próprias das comunidades indígenas e dos portadores de necessidades especiais de aprendizagem.

## 3 - Tecnologias de Informação e Comunicação na Formação de Professores

Segundo Amaral (1998), os modelos clássicos do ensino de Ciências, hoje obsoletos historicamente (AUGUSTO, AMARAL, 2015) vêm sendo colocados em questão já há algumas décadas. A forma de atuação docente, as metodologias adotadas, os recursos pedagógicos escolhidos, em grande parte são frutos da formação inicial ou continuada desses profissionais. Atualmente os aparelhos eletrônicos e as TIC estão sempre à mão das pessoas e isso requer da educação uma nova postura, inclusive frente ao ensino de Ciências.

De acordo com Almeida (1999), '[...] os alunos, por crescerem em uma sociedade permeada de recursos tecnológicos, são hábeis manipuladores da tecnologia e a dominam com maior rapidez e desenvoltura que seus professores' (p. 45). Assim, para que os professores possam fazer uso das TIC e serem mediadores no processo de construção de conhecimento de seus estudantes, é preciso haver a busca de formação adequada, para que sejam exploradas todas as potencialidades desse recurso pedagógico. Neste sentido, os professores devem encarar sua qualificação como um processo contínuo, que não se conclui na obtenção do certificado da graduação, mas que necessita ser aprimorada constantemente para acompanhar os avanços da sociedade tecnológica.

No que se refere à inserção das TIC como recurso didático, a formação continuada tem importante papel na qualificação dos professores. Segundo Roque,

Pedrosa, Campos (2011) 'A disponibilização de cursos e oficinas com foco no uso de tecnologias na educação é fundamental para intensificar a confiança de professores no desenvolvimento dessas práticas inovadoras com seus alunos.' (p. 01). Ainda com relação à formação docente, Leffa (2006) afirma que:

O professor que deseja ampliar sua ação para além da sala de aula precisa superar o tripé básico da alfabetização no uso dos computadores: (1) digitar um texto; (2) responder a um e-mail; (3) navegar pela internet. Precisa também saber usar uma ferramenta de autoria a fim de que possa produzir materiais para as necessidades específicas de seus alunos. (p. 192).

Além disso, a BNCC aponta como uma das competências gerais da Educação Básica o desenvolvimento de uma cultura digital que proporcione aos estudantes

Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. (BRASIL, 2018, p.9)

Neste sentido, a formação inicial e continuada de professores, para o uso das TIC, precisa ser encarada como um processo onde a prática, a reflexão e os conhecimentos teóricos adquiridos, constituirão em uma transformação em sua prática pedagógica (ALMEIDA, 1999).

## 4- Ensino de Física

O ensino de Física só tem sentido se puder ser contextualizado e articulado com a vida diária. Diante do contexto de construção do conhecimento ao longo de um percurso histórico e contemporâneo, o Ensino de Física precisa ser conduzido numa nova direção, explorando as ferramentas tecnológicas disponíveis pelos estudantes para tornar o ensino atrativo e significativo para esse público.

De acordo com Bulegon (2011, p.21) para que seja desenvolvido o pensamento crítico nos estudantes, bem como a aprendizagem seja significativa, os PCNEM '[...] sugerem que no Ensino de Física sejam abordadas questões próximas do mundo vivido pelos estudantes e que estes aprendam 'Uma Física cujo significado o aluno possa perceber no momento em que aprende, e não em um momento posterior ao aprendizado'.'(BRASIL, 2000, p.23).

Segundo essa autora 'Não se trata de apresentar ao estudante uma Física para que ele simplesmente a conheça, mas para que esse conhecimento possa auxiliá-lo a pensar e agir, interferindo em situações de seu cotidiano.' (BULEGON, 2011, p.21).

## 5- METODOLOGIA

A presente pesquisa foi realizada na cidade de Santa Rosa, que está localizada na região Noroeste do RS, em uma escola da Rede Estadual de Ensino. Participaram dessa pesquisa 34 estudantes do 2º ano do Curso Normal, período matutino, sendo quatro meninos e 30 meninas. Esta turma foi escolhida por ser a única do Curso Normal e por apresentarem o perfil aberto à pesquisa.

Para o desenvolvimento deste trabalho, utilizou-se o modelo metodológico dos autores Demétrio Delizoicov e José Angotti (1991), que sugerem em suas redações um

modelo estruturado em três etapas chamado de Três Momentos Pedagógicos (TMP).Os momentos pedagógicos foram distribuídos em uma Unidade de Aprendizagem (UA) composta por nove aulas, de acordo com o quadro abaixo:

Quadro 1: Unidade de Aprendizagem sobre Condutividade Térmica

Fonte: elaborado pelas autoras

A primeira etapa (PI) teve por objetivo levantar as concepções prévias dos alunos sobre os conceitos de temperatura, calor, equilíbrio térmico e as formas de propagação do calor. Foi aplicado um questionário com cinco questões discursivas que envolviam as questões básicas de Calorimetria, conhecidas pelo senso comum.

Percebeu-se pelo levantamento feito a grande variedade de concepções alternativas dos alunos, baseadas no senso comum, indicando que as atividades, discussões e exemplos utilizados como materiais potencialmente significativos devem ser

abrangentes trazendo uma variedade de situações e aplicações, buscando reconstruir e ou substituir seus conhecimentos prévios pelos conhecimentos científicos.

Partindo do levantamento do conhecimento prévio, estruturou-se a organização do conhecimento (OC) (segunda etapa dos TMP), com atividades sobre os conceitos envolvidos no tema Condutividade Térmica com o uso de TIC e AEx. Com o objetivo de provocar o levantamento de hipóteses e discussões pelas equipes de trabalho, foi realizada uma AEx no laboratório da escola para verificar o ponto de ebulição da água, naquele ambiente, e os fatores de interferência neste fenômeno Físico. Na sequência utilizaramse os recursos das TIC: vídeo, simuladores, softwares, web, etc. para realizar pesquisas científicas, leituras, mapas mentais e a elaboração de infográficos sobre o tema de estudo. O vídeo (sobre o funcionamento do microondas) a serem analisado os estudantes poderiam escolher de acordo com o seu interesse. A diversidade de ferramentas foi utilizada no sentido de desenvolver a cultura digital nas estudantes e mostrar as possibilidades de uso dos recursos e ferramentas das TIC em aula.

E por fim, na terceira e última etapa dos TMP, a aplicação do conhecimento (AC), propôs-se a construção de um infográfico, com o uso de um software, a fim de promover a síntese dos conceitos estudados e a formação inicial ao uso das TIC.

## 5.1-Análise de dados

Depois de trabalhado o conteúdo com os alunos durante 18 aulas, utilizando a metodologia da Aprendizagem Significativa proposta por Ausubel, foi aplicado o mesmo teste, de forma individual, para avaliar possíveis avanços na apropriação da concepção alternativa para a científica. Manteve-se a análise dos dados como incoerentes, parcialmente coerentes e coerentes, as respostas iguais ou similares foram organizadas em categorias. O quadro a seguir é referente ao pré-teste e pós-teste.

Quadro 2: Comparativo dos testes

Fonte: elaborado pelas autoras

Considerou-se que as atividades que envolveram o uso das TIC como pesquisa científica, vídeos, simulações, mapas mentais e infográficos tenha sido o grande diferencial para que os alunos pudessem superar as dificuldades sobre o Tema Condutividade Térmica. A TIC é uma ferramenta acessível para muitos estudantes, o ensino de Física tornou-se mais atraente e dinâmico com o uso da tecnologia digital. No quadro comparativo é possível visualizar um acréscimo de conhecimento, e bastante comum os estudantes confundirem os conceitos relativos à calorimetria, devido ao seu uso no cotidiano. Portanto após as 18 aulas interativas e de construção do conhecimento científico, foi possível perceber gradativamente a reconstrução dos conceitos físicos trabalhados.

## 6 - DISCUSSÕES E RESULTADOS

Segundo a teoria da aprendizagem significativa (TAS), a variável que mais influencia a aprendizagem significativa é o conhecimento prévio do aprendiz. Partindo desta concepção o material a ser desenvolvimento deverá dar conta de criar situações para dar novos sentidos ao conhecimento, estabelecendo novas conexões cerebrais com os conhecimentos existentes. A este material, Ausubel (1973) chamou de material potencialmente significativo. Que possa definir os conceitos principais e que com o uso de ferramentas adequadas possa provocar no estudante situações de análise, discussões, debates, levantamento de problemas, sínteses e resultados.

No pré-teste percebeu-se o grande número de concepções alternativas que os alunos possuíam. Saber qual era o conhecimento prévio dos alunos se tornou uma importante fonte de informações para que o professor pudesse direcionar seu trabalho, para sanar as dificuldades detectadas no pré-teste e que o material a ser desenvolvimento fosse de fato potencialmente significativo.

A maneira como foi organizado os conteúdos partiu do mais simples para o mais difícil, procurou-se aumentar de forma gradual o grau de dificuldade envolvendo os conceitos em estudo e as ferramentas tecnológicas utilizadas, esse fator contribuiu e

motivou os estudantes a participarem das aulas. Entendeu-se que as discussões, simulações, pesquisas, mapas mentais e a elaboração dos infográficos para a explanação do conteúdo tenham contribuído de maneira significativa para a aprendizagem dos estudantes.

Por meio da análise dos dados percebeu-se uma evolução na concepção dos alunos sobre o processo de Calorimetria, tornaram-se mais críticos e observadores dos fenômenos físicos. As respostas dadas, no pós-teste foram coerentes na sua maioria e de acordo com o conhecimento científico trabalhado, diferentes das respostas do pré-teste, baseadas no senso comum, essa é uma condição que pode demonstrar que houve reconstrução do conhecimento prévio.

## 7 - CONSIDERAÇÕES FINAIS

O objetivo geral dessa pesquisa era a construção de uma cultura digital em estudantes de um curso Normal, futuras professoras de Anos Iniciais da Educação Básica. Para isso foram organizadas atividades com uso de TIC e de AEx sobre os conceitos de Condutividade térmica. A escolha desse conteúdo decorre do desejo de que as estudantes trabalhem com esses conceitos no futuro, enquanto profissionais da docência.

Durante o trabalho houve participação e interesse significativo dos participantes. A análise das anotações da observação participante, do pré-teste e pós-teste, dos registros de participação no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) ficou evidente a apropriação dos conceitos sobre Condutividade Térmica pelos estudantes.

Segundo a TAS para que a aprendizagem significativa ocorra o aprendiz deve possuir os conceitos subsunçores necessários para as novas aprendizagens. O pré-teste possibilitou detectar que os participantes possuíam noções dos conceitos de Condutividade Térmica, porém de forma não científica e confusa devido à semelhança dos conceitos que envolvem o tema. A partir dessa constatação foram planejadas e inseridas atividades na unidade de aprendizagem para tornar mais clara a aprendizagem de conceitos prévios, necessários à compreensão deste conteúdo. Essas atividades (organizadas com TIC e AEx) buscaram estimular a interação entre os colegas e a percepção dos conceitos de forma lúdica para contemplar outra condição para que a TAS ocorra: o material a ser ensinado deve ser potencialmente significativo e relacionável à estrutura de conhecimento do aprendiz de forma não-arbitrária e não-literal. Entendia-se que desse modo as futuras professoras de anos iniciais poderiam trabalhar com esses conceitos em suas aulas, quando do exercício da docência.

Os resultados obtidos com este trabalho nos permitem inferir que a aprendizagem com o uso das TIC acontece de forma interessante, prazerosa e em qualquer ambiente para além da escola, ou seja, o aprendiz precisa estar predisposto a aprender, como aponta a TAS. Por conta dessas evidências pode-se concluir que as TIC, combinadas com as AEx contribuem para o desenvolvimento da aprendizagem significativa dos conceitos estudados.

## 8 - REFERÊNCIAS

ALMEIDA, M. E. B. de. Tecnologias na Educação: dos caminhos trilhados aos atuais desafios . Boletim de Educação Matemática, Rio Claro, n. 29, 1999.

ALMEIDA, A. R. S . Emoção na sala de aula . Campinas, SP: Papirus, 1999.

AMARAL, I. A. Currículo de ciências: das tendências clássicas aos movimentos atuais de renovação. In: BARRETO, E. S. (Org.). Os currículos do ensino fundamental para as escolas brasileiras. Campinas: Autores Associados, 1998. p. 201-232.

AUGUSTO, T. G. S.; AMARAL, I. A.; A formação de professoras para o Ensino de Ciências nas séries iniciais: análise dos efeitos de uma proposta inovadora. Ciênc. Educ., Bauru, v. 21, n. 2, p. 493-509, 2015.

AUSUBEL, D. P. Algunos aspectos psicológicos de La estrutuctura Del conocimiento. Buenos Aires: El Ateneo, 1973.

BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Diário Oficial da União, Brasília, 23 de dezembro de 1996. Disponível em: https://goo.gl/WWZjGy Acesso em: 25 dez. 2017.

BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Brasília: 2000.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Editoração Eletrônica. 2017. Disponível em http://basenacionalcomum.mec.gov.br/wpcontent/uploads/2018/06/BNCC\_EI\_EF\_110518\_versaofinal\_site.pdf Acesso em 20 mar 2018.

BULEGON, A. M. Contribuições dos Objetos de Aprendizagem, no ensino de Física, para o desenvolvimento do Pensamento Crítico e da Aprendizagem Significativa . 2011. 156f. Tese (Doutorado de Informática na Educação) Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011.

LEFFA, V. J. Uma ferramenta de autoria para o professor: o que é e o que faz. Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 41, n. 144, 2006 .

O Funcionamento do aparelho de microondas. Disponível em: https://goo.gl/p2KPWc.

ROQUE, G. O. B; PEDROSA, S. M. P. de A.; CAMPOS, G. H. B. de Ferramentas 2.0 e

formação de professores: desenvolvendo competências. In: CONGRESSO INTERNACIONAL DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA , 17, Manaus: ABED, Disponível em: < Acesso 31 jan

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