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Um panorama das publicações sobre a perspectiva CTS/CTSA e o ensino de astronomia no contexto brasileiro do Ensino de Ciências

Thiago Borges Pinto, Higor Edmundo Campos, Fernanda Cristina Pansera

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
Abordagem Ctsa E O Ensino De Física
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## Um panorama das publicações sobre a perspectiva CTS/CTSA e o ensino de Astronomia no contexto brasileiro do ensino de Ciências

## Thiago Borges Pinto 1 , Fernanda Cristina Pansera 2 , Higor Edmundo Silva de Campos³

- 1 UFRGS- Universidade Federal do Rio Grande do Sul/ Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, thiagopinto90@gmail.com
- 2 UNESP- Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/ Programa de Pós-Graduação em Educação para a Ciência, fernandacpansera@hotmail.com
- 3 UFRGS- Universidade Federal do Rio Grande do Sul/ Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, higor.edmundo@gmail.com

## Resumo

Os estudos brasileiros sobre o ensino de Ciências promoveram, desde a década de 1970, significativas mudanças nos currículos da Educação Básica. Percebemos que diferentes temáticas e perspectivas têm despertado o interesse de pesquisadores e professores da área de ensino de Ciências, dentre elas estão a perspectiva CTS- Ciência, Tecnologia e Sociedade- e o ensino de Astronomia. Neste artigo, apresentamos os resultados parciais de uma pesquisa cujo objetivo é investigar as possíveis relações entre o ensino de Astronomia e a perspectiva CTS/CTSA. Esta investigação caracteriza-se como uma pesquisa de 'estado do conhecimento', na qual fez-se uma busca por artigos publicados entre os anos de 2008 e 2017 em quatorze revistas brasileiras de ensino de Ciências e ensino de Física. O critério adotado para definição das fontes de dados foi a classificação das revistas no Qualis/CAPES (2014- para a área de Ensino) da qual optamos por analisar as revistas que possuem classificação A1 e A2. Os resultados do levantamento nos mostraram que apesar do grande volume de trabalhos sobre a perspectiva CTS/CTSA, poucas são as pesquisas que trazem essa perspectiva atrelada ao ensino de Astronomia.

Palavras-chave: Levantamento; ensino de Ciências; ensino de Astronomia.

## Introdução

A Astronomia possui elevada importância no desenvolvimento da civilização. Trata-se de uma ciência muito antiga e que sempre fez parte do modo de ver e viver dos seres humanos. Atualmente, afeta bilhões de pessoas, seja por meio de satélites comerciais e militares, seja pela tecnologia desenvolvida a partir de pesquisas aplicadas em diversas áreas. Seria coerente pensar que um tema tão relevante à humanidade fosse trabalhado com especial atenção nas escolas e demais instituições de ensino.

Langhi e Nardi (2014) apontam que a realidade do ensino de Astronomia no Brasil é outra, existe uma grande distância entre o que é pesquisado e o que é ensinado nas escolas. Além disso, os cursos de formação de professores de Física, geralmente não contemplam as demandas dos documentos legais (BRASIL, 1999, 2002). Entendemos que faz-se necessário estudos de novas estratégias no ensino de Astronomia. Uma alternativa seria aliar os estudos de Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS) com o ensino de Astronomia, culminando no que Ferreira e Voelzke (2012) chamam de CTS-Astro. Esta nova proposta teria como objetivo diminuir o distanciamento entre a Astronomia e o ensino de Astronomia, além de abordar de forma mais humana seus principais tópicos.

Neste artigo, apresentamos os resultados parciais de um levantamento em que investigamos as possíveis relações entre o ensino de Astronomia e a perspectiva

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CTS/CTSA. A investigação caracteriza-se como uma pesquisa de 'estado do conhecimento', no qual fez-se uma busca por artigos publicados entre os anos de 2008 a 2017 em quatorze revistas brasileiras de ensino de Ciências e ensino de Física. O parâmetro de escolha das revistas foi a classificação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) na área de Ensino. Foram analisadas as revistas que possuem classificação A1 e A2.

Verificou-se que no período de 2008 a 2017, houve um aumento no número de publicações na área dos estudos CTS, bem como os relacionados ao ensino de Astronomia (embora os estudos em Astronomia ainda são modestos, concentrandose em sua maioria em periódicos que tratam do ensino de Física). Foram encontrados apenas dois trabalhos que relacionam CTS com ensino de Astronomia, sendo os mesmos utilizados como referencial teórico para este estudo, o que demonstra a grande carência de trabalhos com esta abordagem.

## O enfoque CTS e o ensino de Astronomia

A Astronomia é considerada umas das primeiras ciências. De acordo com Albrecht e Voelzke (2012), pinturas rupestres em cavernas pré-históricas mostram que os seus habitantes registravam os acontecimentos do céu noturno regularmente. A maneira de olhar para o céu e descrever padrões é bastante antiga e esteve a par do desenvolvimento de todas as civilizações humanas. Ciclos solares e lunares tornaram possível uma contagem de tempo mais eficaz, proporcionando também o desenvolvimento da agricultura a partir da observação das estações do ano (ALBRECHT; VOELZKE, 2012).

Ferreira e Voelzke (2012) ressaltam que as revoluções científicas que impactaram o mundo, nos últimos mil anos, nasceram de teorias astronômicas. Galileu, Newton e Einstein contribuíram em grande parte para sermos quem somos hoje em dia. A ciência de Urânia é tão vital e paralela ao desenvolvimento humano que se torna quase impossível imaginar como seríamos sem o hábito milenar de observar o céu.

Já que as revoluções científicas modificaram a ciência e a sociedade, seria normal que as aulas de Astronomia tenham também um enfoque CTS? O movimento CTS (Ciência-Tecnologia-Sociedade) surgiu mundialmente em meados da década de 1950, período pós-guerra e de grande tensão social, buscando uma compreensão mais ampla dos papéis da ciência e tecnologia (C&T) no contexto social. Porém, a perspectiva CTS no ensino de Ciências, surge depois, na década de 1970, a partir das discussões e reinvenções do movimento CTS. Estavam entre as principais frentes de discussão a natureza da ciência e os problemas socioambientais. A perspectiva CTS, dentre outras coisas, objetivava uma formação menos compartimentada, capaz de relacionar os conhecimentos em Ciências (Física, Química e Biologia) com questões mais amplas, associadas à vida em sociedade. Auler (2007), afirma que os estudos CTS têm acontecido em três grandes direções: no campo da investigação, no campo das políticas públicas e no campo da educação.

No começo da década de 2000, a forte valorização de elementos ambientais ligados ao desenvolvimento da ciência, da tecnologia e das relações humanas deu origem ao chamado enfoque CTSA (Ciência-Tecnologia-Sociedade-Ambiente) (STRIEDER, 2012). De acordo com Auler (2007), o caráter ambiental era fruto de preocupação em algumas vertentes oriundas do movimento CTS. Segundo Strieder (2012), não há consenso na área de ensino de Ciências sobre qual a denominação mais adequada, CTS ou CTSA, mas frente a tal importância seria coerente pensar

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que o ensino de Astronomia acompanharia as pesquisas mais avançadas do tema. Não é a realidade atual brasileira.

No Brasil, o ensino de Astronomia enfrenta diversos problemas nos últimos anos, sejam eles de ordem curricular, onde não sobra espaço para se trabalhar tópicos relacionados à Astronomia, e quando sobra muitos professores não têm uma formação adequada no assunto, acabando por utilizar fontes duvidosas e errôneas (LANGHI, 2011); sejam de ordem prática, com pouco material de qualidade referente ao tema (MONTEIRO et al, 2006). Os parâmetros curriculares nacionais e demais documentos oficiais (BRASIL, 1999, 2002) preveem a inserção de tópicos de Astronomia na educação básica e muitos estudos mostram o alto interesse na área por parte dos estudantes e o alto potencial interdisciplinar da área (e.g. LANGHI e NARDI, 2014, DIAS e RITA, 2008), tornando-se muito importante a pesquisa de novas estratégias que contemplem o ensino de Astronomia.

Ferreira & Voelzke (2012) argumentam que um enfoque CTS no ensino de Astronomia (CTS-Astro) seria ideal, posto a defasagem entre a pesquisa em Astronomia aplicada, que é frequentemente controlada por razões de mercado, e a pesquisa em Astronomia básica, que surge primeiramente para satisfazer a curiosidade humana e se constitui como valiosa à civilização. Os autores entendem que uma ciência que afeta bilhões de pessoas todos os anos por meio de sistemas de localização como o Global positioning system (GPS), satélites militares, aparelhos de ressonância magnética, entre outros, precisa ser discutida e compreendida levando em consideração aspectos relacionados à sua natureza, ou seja, não neutra e com viés de mercado.

## Metodologia

Os dados apresentados neste artigo referem-se aos resultados quantitativos de uma pesquisa de levantamento. Para Razera (2016), esse tipo de pesquisa pode ser classificada como um estudo cienciométrico, pois trata-se de um levantamento desenvolvido a partir de técnicas bibliométricas e que pode contribuir para a compreensão da ciência e da área de ensino de Ciências.

- O objetivo desta pesquisa é investigar as possíveis relações entre o ensino de Astronomia e a perspectiva CTS/CTSA. A seleção dos dados levou em consideração artigos publicados entre os anos de 2008 a 2017, em revistas brasileiras de ensino de Ciências e de ensino de Física.

O primeiro critério utilizado para seleção das revistas, considerou o Qualis das revistas dentro da área de Ensino. De acordo com a última avaliação da CAPES, existem 145 revistas com estrato A1 e 198 com estrato A2. Após esse levantamento inicial, definimos que seriam analisadas apenas as revistas brasileiras que se dedicam a publicações de artigos nas áreas de ensino de Ciências e de ensino de Física.

A partir da leitura da descrição online das 343 revistas, selecionamos 14. Sendo elas: Ciência e Educação; Revista Brasileira de Ensino de Física; EnsaioPesquisa em Educação em Ciências; Acta Scientiae - Revista de Ensino de Ciência e Matemática; Alexandria; Amazônia -Revista de Educação em Ciências e Matemática; Areté - Revista Amazônica de Ensino de Ciências; Dynamis; Rencima Revista de Ensino de Ciências e Matemática; Revista Brasileira de Ensino de Ciência e Tecnologia; Revista de Educação, Ciências e Matemática; Investigações em Ensino de Ciências; Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências e; Caderno Brasileiro de Ensino de Física.

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Em seguida, realizamos a escolha dos descritores. De acordo com Razera (2016), descritores são termos que identificam conceitos de uma determinada área do conhecimento sem problemas de compreensão de sentido. Elegemos como descritores os seguintes termos: CTS; CTSA; Astronomia; CTS e Astronomia.

Após essas definições, iniciamos a coleta dos dados através do acesso às plataformas e sites de indexação das revistas. A busca abrangeu um período de 10 anos (2008 a 2017). Temos interesse de trazer neste trabalho o número total de publicações de cada periódico, pois entendemos que esse é um dado interessante para compreendermos os avanços e limitações associados a divulgação de pesquisas na área de ensino de Ciências. Esses dados estão dispostos no Quadro 1 e a sua coleta foi realizada a partir da contagem sistemática do número de publicações de cada revista.

Em um segundo momento, fizemos a busca de artigos utilizando os descritores previamente definidos. É importante ressaltar que a seleção dos artigos baseou-se na leitura dos títulos e das palavras-chave dos artigos. Os resultados desse levantamento são apresentados na próxima seção através do Quadro 2 e dos Gráficos 1 e 2.

## Análise dos Dados

Ao analisar as revistas que mais tiveram publicações no período pesquisado, constatamos que a Revista Brasileira de Ensino de Física é a que tem maior número, sendo 813 artigos entre 2008 e 2017, seguido da Revista Ciência e Educação com 543 artigos. O Quadro 01 apresenta o número de publicações por ano:

Quadro 01 : Revistas lançadas entre 2008 e 2017

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Outro objetivo deste levantamento foi alcançado através da busca pelos descritores: CTS, CTSA, Astronomia e Astronomia e CTS. Nesse caso dividimos a avaliação dos dados nas revistas de Qualis A1 e A2. Nas revistas A1 temos diferenças nos dados obtidos, como a Revista Brasileira de Ensino de Física apresenta maior número de artigos sobre Astronomia, e a Revista Ciência e Educação se destaca nos artigos sobre CTS e CTSA. Esses dados são consequências diretas das propostas das revistas. Por exemplo, na Revista Brasileira de Ensino de Física, a prioridade são artigos sobre Física e consequentemente de ensino de Astronomia, enquanto na Revista Ciência e Educação, a prioridade é dada aos trabalhos sobre o ensino de Ciências de maneira geral. No Gráfico 01 podemos compreender esses dados de maneira mais sistematizada:

Gráfico 01 : Artigos nas Revistas A1

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Já nas revistas de Qualis A2, temos um enfoque muito maior nos trabalhos sobre CTS. Existem números significativos de artigos sobre Astronomia e CTSA, mas nada que se compare aos artigos sobre CTS. Além disso, só apareceram dois artigos sobre CTS e Astronomia, e esses foram publicados na Revista Rencima, a qual também apresenta um grande número de artigos de CTS. Os números da revista citada têm relação com o fato de a mesma ter publicado em 2012 os anais do 'II Seminário Hispano-Brasileiro de Avaliação das Atividades Relacionadas com Ciência, Tecnologia e Sociedade'. O Quadro 02 acompanhado do Gráfico 02 mostra bem essa discrepância dos artigos de CTS em relação aos outros itens pesquisados:

Quadro 02 : Revistas lançadas entre 2008 e 2017

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Gráfico 02 : Porcentagem de Artigos nas Revistas A2

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Sendo assim, constatamos que nos últimos anos o movimento CTS teve um prestígio maior nas revistas brasileiras de ensino de Ciências. No entanto, as publicações sobre a perspectiva CTSA e sobre Astronomia são pouco expressivas no contexto da área de ensino de Ciências e as publicações do conjunto CTS e Astronomia são quase que obras solitárias.

## Considerações Finais

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A importância da perspectiva CTS está ressaltada no número de artigos sobre essa temática nas revistas de ensino de Física e de Ciências. Os estudos CTS ganharam muito espaço nos últimos anos devido a uma nova forma de pensar das pessoas, cada vez mais voltada à sustentabilidade. Constatamos que muitos trabalhos tratam-se de propostas de ensino, aplicadas nas escolas, as quais destacam a importância de estudar Ciências, sem esquecer-se da nossa responsabilidade com o planeta Terra.

Esse movimento é positivo, mas não devemos esquecer que a perspectiva CTS também avalia os impactos da Ciência na modificação de nossa sociedade, das relações humanas e do planeta. É importante relembrar isso porque a própria Ciência se modifica com revoluções de pensamento, refletindo na estrutura da sociedade de cada época.

Quando Copérnico, Galileu e Newton mostraram uma nova forma de se estudar Astronomia, com telescópios melhores e com uma nova forma de fazer Ciência, essa área da Física sofreu modificações, culminando no movimento renascentista que deu fim à Idade Média. Por esse motivo, a Astronomia atual é resultado da Ciência, da tecnologia e da sociedade do passado. Além disso, ela ajudou, também, na consolidação de uma sociedade científica. Assim sendo, é preocupante o baixo número de artigos que versam sobre Astronomia e CTS/CTSA.

Há diversos fatores que podem responder ao porquê da falta de trabalhos deste tipo. Dentre esses fatores, o mais contundente é o investimento em Astronomia nas escolas e centros de formação superior. Isso impede que pesquisas sobre CTSAstro ou Astronomia e qualquer outro eixo transversal ocorram numa escola pública, por exemplo. Algumas iniciativas aparecem em universidades com boa estrutura, porém são raras. Para obtermos dados definitivos sobre as razões de haverem poucos artigos de Astronomia e CTS devemos nos aprofundar em outros números. Podemos notar que o número absoluto de artigos com as temáticas CTS e Astronomia é muito maior nos últimos anos. Então, como esse é um movimento novo e crescente nos artigos científicos, é de se projetar que se repetirmos a mesma pesquisa daqui alguns anos, o volume de trabalhos será maior.

## Referências:

ALBRECHT, E.; VOELZKE, M. R.. Análise Comparativa entre os Conteúdos de Astronomia entre os PCN e as Propostas Curriculares da Região Sul. Revista de Ensino de Ciências e Matemática , São Paulo, v. 3, n. 3, p. 191-204, 2012.

BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. PCN + Ensino Médio : orientações educacionais complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais - Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias. Brasília: MEC/Semtec, 2002.

BRASIL. Ministério da Educação, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio . Brasília: MEC/Semtec, 1999.

DIAS, C. A. C. M.; RITA, J. R. S.. Inserção da Astronomia como disciplina curricular do Ensino Médio. Revista Latino-Americana de Educação em Astronomia , São Carlos, n. 6, p. 55-65, 2008.

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FERREIRA, O. R.; VOELZKE, M. R.. CTS-Astro: Astronomia no Enfoque da Ciência, Tecnologia e Sociedade e Análises sobre o Ano Internacional da Astronomia 2009Brasil. Revista de Ensino de Ciências e Matemática , São Paulo, v. 3, n. 3, p. 243259, 2012.

LANGHI, R.. Educação em Astronomia: Da revisão bibliográfica sobre concepções alternativas à necessidade de uma ação nacional. Caderno Brasileiro de Ensino de Física , Florianópolis, v. 28, n. 2, p. 373-399, 2011.

LANGHI, R.; NARDI, R.. Justificativas para o Ensino de Astronomia: o que dizem os pesquisadores brasileiros? Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , Belo Horizonte, v. 14, p. 41-59, 2014.

MONTEIRO, I. C. C. et al. Ensino de Astronomia: Influência do Livro Didático como Fonte de Consulta para os Professores. In: X Encontro de Pesquisa em Ensino de Física - EPEF, 2006, Londrina. X EPEF. Atas... São Paulo: Sociedade Brasileira de Física, 2006.

RAZERA, J. C. C. A formação de professores em artigos da revista Ciência &amp; Educação (1998-2014): uma revisão cienciométrica. Ciência &amp; Educação , Bauru. v. 22, n. 3, p. 561-583, 2016.

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