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RELATO DE EXPERIÊNCIA: PROMOVENDO A INICIAÇÃO CIENTÍFICA EM FÍSICA COM ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO

Cinde De Sousa Costa, Anamaria M Martinez Souza, Jancarlos Menezes Lapa

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXIII
Ano
2019
Data
28/01/2019
Linha de pesquisa
Formação, Práticas E Desenvolvimento Profissional Docente
Tipo
Comunicação

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Texto completo

## RELATO DE EXPERIÊNCIA: PROMOVENDO A INICIAÇÃO CIENTÍFICA EM FÍSICA COM ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO

Cinde de Sousa Costa 1 , Anamaria M Martinez Souza 2 , Jancarlos Menezes Lapa 3

1 UFBA/UEFS/PPGEHFC/Departamento de Física/sousa.cinde@gmail.com 2 UFBA/UEFS/PPGEHFC/Departamento de Física/anamariamartinezsouza@gmail.com 3 IFBA/Departamento de Física /jancarloslapa@gmail.com

## Resumo

A Iniciação Científica é uma vertente muito utilizada no Ensino Superior com o intuito de inserir o estudante na pesquisa acadêmica e ajudá-lo no desenvolvimento de novas perspectivas para sua área de atuação. Visto os benefícios da pesquisa científica para a formação superior estudou-se a possibilidade de inserção dessa modalidade também no Ensino Básico. Desta forma, muitos autores (Ferreira, 2003; Costa e Zompero, 2017; Alves, 2018) atualmente defendem a Iniciação Científica já no ensino médio, inclusive instituições de amparo a pesquisa financiam e auxiliam esses projetos que tem como objetivo desenvolver o espírito de pesquisador no estudante. Sendo assim, este trabalho tem como foco relatar a experiências de duas docentes recém-formadas em Licenciatura em Física formando grupos de pesquisadores 'Junior' e atuando como orientadoras desses estudantes em duas escolas na região metropolitana de Salvador. O ímpeto de trabalhar com pesquisa no ensino básico é resultante de experiências na graduação com a pesquisa científica vividas pelas duas docentes. Logo, o presente relato surge da necessidade de discutir com mais vigor as implicações e potencialidades da formação de grupos de iniciação a pesquisa nas escolas básicas, principalmente na disciplina de física.

Palavras-chave : Iniciação Científica no Ensino Médio; Ensino de Física; Docente pesquisador.

## Introdução

Segundo Bazin (1983) existe uma história para a Iniciação Científica IC, que no Brasil surgiu nas universidades. O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) foi a primeira instituição no Brasil criada, em 1951, com o objetivo de financiar as atividades de pesquisa científica. Existem também, as Fundações de Amparo à Pesquisa que se localizam em alguns estados do país fomentando a Iniciação Científica. Essas entidades através de seus programas auxiliam os projetos de pesquisas promovidos pelas Instituições de Ensino Superior (IES) e motivam investigações nas mais diversas áreas do conhecimento.

Os estudantes que se engajam na IC procuram algo a mais do que a sua graduação lhe permite. O ensino disciplinar muitas vezes limita e não oferece oportunidades de emancipar o conhecimento indo além do que aqueles conteúdos têm para oferecer.

Os estudantes têm que acreditar no que os outros fizeram. O professor se protege atrás do 'a Ciência diz' ou 'os cientistas dizem'; divulga imagens de magos superiores nos quais é necessário acreditar.' (BAZIN, 1983, pg. 83)

Desta forma, para que o estudante construa uma autonomia sobre o conhecimento que está sendo transmitido é necessária uma investigação mais

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profunda sobre os problemas que permeiam aquela área do saber. De acordo com Costa e Zompero (2017), engajar-se em uma pesquisa científica, trabalhar com problemas reais do campo, torna o indivíduo protagonista da sua formação. Uma característica marcante ressaltada por Bazin (1983) é o desenvolvimento de atividades que proporcionam a compreensão do que foi estudado. O estudante elabora vínculos de elementos investigados na prática, representações do mundo e fatos já estabelecidos.

A Iniciação Científica pode ser considerada como a etapa seguinte a caminho da independência intelectual. O estudante já tem mais escolha. Aproveita-se a sua curiosidade, o seu interesse pessoal; ele pode finalmente dizer 'é isso que quero conhecer'. (BAZIN, 1983, pg. 83-84)

Todas essas ideias e potencialidades, que antes eram apenas tratadas no âmbito universitário, começaram a ser pensadas para o Ensino Básico. Segundo Bachelard (2005), para existir pesquisa deve haver problemas, o indivíduo que deseja investigar algo deve saber formular problemas e isso qualifica o verdadeiro espírito científico. Logo, o ensino básico é um ambiente propício a formação de problemas.

[...] consideramos que os alunos que têm a oportunidade de participar de programas voltados à pesquisa na Educação Básica têm oportunidades de colocar em prática o resultado do trabalho científico e tecnológico deixando de lado a passividade cognitiva. (COSTA e ZOMPERO, 2017, pg. 16)

Propor dinâmicas na sala de aula que encorajem os estudantes a debaterem suas ideias, defenderem seus pontos de vista, atividades que desenvolvam argumentos através de leituras e experimentações, facilitam o processo de aquisição de conhecimento (ALVES, 2018). A IC, já iniciada no Ensino Básico, atrai o discente para um mundo de novas possibilidades na sua formação. O professor deve estar bastante atento a essas manifestações de ímpeto investigativo nos estudantes, pois é esse embalo que provoca o desejo de aprender e conhecer mais sobre as questões do mundo.

Para o próprio pesquisador-orientador, ter a dimensão de sua atuação pode ser vital para que possa refletir sobre a realidade educacional do país. Saber quão extensamente ou quão intensamente ele está contribuindo para a formação científica de jovens pode ajudar a explicar as visões e concepções que, de algum modo, acabamos tendo da iniciação científica no Ensino Médio. (FERREIRA, 2003, pg. 120)

Isto posto, inserir a prática da pesquisa no ensino básico se mostra interessante de vários pontos de vista: aprendizado disciplinar e interdisciplinar; construção do próprio conhecimento; estudo de problemas do mundo real resultando em busca de soluções para os mesmos; responsabilidade com as tarefas necessárias para o desenvolvimento da pesquisa. No entanto Alves, (2018) aponta, que não é fácil incentivar a IC no Ensino Médio, tempo e diferentes vertentes na aprendizagem são desafios para a sua concretização. Porém, isso não impede do professor ou a própria instituição escolar motivar a prática da pesquisa com seus estudantes. Por isso, resolvemos nesse artigo relatar nossa experiência na tentativa de inserção da Iniciação Científica voltada para a Física em seriados do ensino médio.

Este trabalho tem como objetivo descrever a experiência de duas professoras de física que implementaram na escola na qual trabalhavam um grupo de Iniciação Científica (IC) com estudantes do Ensino Médio. Através deste relato buscamos fomentar a discussão sobre a inserção da investigação científica no

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ensino básico e as potencialidades que isso pode acarretar na carreira acadêmica desses discentes.

## Relato de experiência

Para a discussão desse trabalho são relatados os resultados das experiências com IC, implementadas em duas escolas do ensino médio, uma na rede particular de ensino e outra na rede privada de ensino médio e técnico. Os projetos forma organizados inicialmente nas aulas de Física e estendido para outras disciplinas.

## Escola 1

O relato em questão aconteceu no ano de 2016 em uma escola particular da cidade da região metropolitana de Salvador, com uma turma de primeiro ano, composta por 10 alunos.

A princípio a professora de Física propôs uma atividade extracurricular, desatrelada das atividades pontuadas da disciplina, para trabalhar os conceitos de cinemática, após estudo dos conteúdos em sala de aula. Em um primeiro momento, os estudantes deveriam se dividir em duplas e utilizar um aplicativo de GPS para celular, Waze, nas viagens que efetuassem ao longo de 15 dias. Todos os percursos, fora da sua cidade, deveriam ser simulados no aplicativo e também anotados em um diário de bordo. Foram instruídos a anotar horário de saída e chegada, distância percorrida e qualquer intercorrência ao longo dos trajetos. No segundo momento da atividade, foi recomendado que agrupassem os percursos iguais e que a velocidade média do percurso fosse calculada por faixa de horário. Em um terceiro momento, os estudantes foram instruídos a tratar os dados em planilha eletrônica e construir gráficos desses valores.

Como culminância da proposta, os alunos foram orientados a construir um artigo científico sobre a atividade realizada. Durante a escrita os estudantes demonstraram domínio dos conteúdos de cinemática e compreensão dos conceitos: deslocamento, distância, velocidade e velocidade média. Além da parte do conteúdo, nos textos apareceram variáveis geográficas, observações sociais e até críticas dos estudantes sobre as condições das rodovias. Alguns grupos ainda estenderam a pesquisa e buscaram entender o fluxo das principais rodovias que cercavam a região. Esse olhar levou o grupo a compreender melhor o meio social em que estavam inseridos, bem como o contexto de sua cidade, a importância econômica das atividades de labor da região, o escoamento de cargas e outras peculiaridades que antes passavam despercebidas. Os estudantes ainda puderam ter contato pela primeira vez com a escrita científica de artigos, dando sentido a atividade proposta e não somente guardando o trabalho depois de corrigido pela professora.

O trabalho de uma das duplas chamou atenção por sair das recomendações iniciais usando a criatividade para driblar os percalços que apareceram na pesquisa desses estudantes. Como não fizeram nenhuma saída da cidade nesse intervalo de tempo, utilizaram uma tabela preenchida pelo motorista de uma cooperativa de transporte da cidade, utilizando novos dados e novas discussões. O trabalho ganhou conotação relevante sendo este aprovado e apresentado na 69 a Reunião anual da

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Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência - SBPC, rendendo assim a primeira publicação dos estudantes. Para irem ao evento, os dois autores junto com a professora orientadora, movimentaram a escola e a cidade a fim de angariar verbas de custeios, ficando conhecidos em sua cidade natal como os dois alunos que iriam a Belo Horizonte apresentar trabalho.

Figura 01: estudantes apresentando seu artigo na 69 a reunião da SPBC

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A participação no evento trouxe novas perspectivas aos dois adolescentes que saíram de sua escola em zona metropolitana de Salvador para apresentar pela primeira vez o seu primeiro artigo científico em outra capital. Os estudantes puderam conhecer estudantes de todo país e tiveram contato com vastas fontes de conhecimento, onde puderam perceber outras nuances da produção do conhecimento científico. Além disso, foram convidados pela cooperativa de transportes que autorizou o uso dos dados e patrocinou a viagem a apresentar em um evento interno dando ainda mais notoriedade a experiência dos jovens.

A partir da comunicação das experiências mais alunos se interessaram nas atividades extra classe e passamos a ter grupos de investigações ao longo do ano letivo, preparando novos trabalhos com intuito de fomentar a pesquisa na educação básica.

## Escola 2

O segundo relato refere-se a uma iniciativa da professora de Física em uma escola particular de Salvador de engatar um grupo de Iniciação Científica Junior (ICJ) no ano de 2018. Inicialmente houve a divulgação na escola de que haveria a formação desse grupo e que a professora estaria selecionando estudantes do Ensino Médio que tivessem interesse nessa atividade extracurricular. Para tanto, a docente apresentou três temas com perspectiva interdisciplinar que os candidatos poderiam se interessar: Física e Artes; Astronomia; Física e Educação Física. De um

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universo de aproximadamente 1200 estudantes, tivemos 16 candidatos, sendo 12 o número de vagas. Desses 16 candidatos, 4 estavam cursando o 3° ano do E.M. e 12 cursavam o 1° ano de E.M..

Na ficha de seleção colocamos como critério de seleção dos candidatos uma questão para que eles desenvolvessem a argumentação: Escreva em no mínimo 10 linhas o motivo pelo qual deseja participar da Equipe de Iniciação científica em Física (expresse, a partir disso, o que você espera desse trabalho) . Os melhores textos com gramática, coesão e coerência argumentativa foram selecionados para compor o grupo de ICJ de Física da escola. Inserimos também opções dos temas propostos pela professora que eles gostariam de trabalhar. Dos 16 candidatos, 2 estudantes selecionaram Física e Artes, 1 estudante selecionou Física e Ed. Física e 13 estudantes escolheram Astronomia. Esse resultado nos levou a supor que a Astronomia tem um apelo ao imaginário e lúdico, o estudo sobre o desconhecido, ou o que não se pode alcançar.

A partir daí, iniciamos uma série de palestras que tinham como objetivo integrar e direcionar os estudantes para a pesquisa científica e já estimulá-los na construção de seus problemas de pesquisa. Essas palestras foram ministradas por professores especialistas nas áreas e foram convidados com o objetivo de ampliar os horizontes dos temas e provocá-los com os problemas das áreas de conhecimento. A primeira palestra foi direcionada para a Iniciação Científica Jovem, na qual discutimos juntos aos estudantes as prerrogativas de pesquisas científicas realizadas pelo público do Ensino Básico. Foi debatido o que é realmente a pesquisa científica, desmitificando algumas ideias romantizadas que os estudantes tinham sobre a ciência e a pesquisa. Desta forma, os discentes puderam entender como funciona a dinâmica de uma iniciação científica e quais os passos que tinham que dar para o desenvolvimento de seus projetos. A seguir, as palestras foram voltadas para os temas, nos quais professores especialistas em Física e Artes, Astronomia e Física e Esportes expôs os problemas das áreas e estimularam os estudantes na elaboração dos seus problemas de pesquisa.

Figura 02: Palestra de Física e Artes - momento de discussão dos temas

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Um ponto importante a ser colocado sobre essa prática é que a professora/orientadora permitiu que os estudantes, através das palestras e discussões sobre os temas propostos na seleção, desenvolvessem o próprio problema de pesquisa, apenas orientando para um caminho mais viável para o que os estudantes desejavam pesquisar. Essa metodologia proporcionou uma maior disposição e motivação dos estudantes para desenvolver seus projetos, contribuindo para a construção da autonomia desse discente para seu aprendizado, valorizando a aprendizagem significativa.

Após a etapa das palestras, a professora/orientadora iniciou uma série de reuniões com os estudantes a fim de definir os problemas que eles observaram nas áreas de seu interesse. Com os problemas definidos, a docente criou um canal de comunicação com os estudantes, em uma plataforma virtual, de forma a compartilhar as informações e textos para leitura e discussão. Por enquanto, os estudantes ainda se encontram na fase de leitura dos artigos, que irão guiá-los na construção do plano de trabalho de pesquisa.

Esperamos, através desse artigo, ampliar o trabalho e mostrar os resultados que os estudantes trouxeram para a carreira acadêmica deles enquanto estudantes de Ensino Médio, e futuramente nas suas carreiras profissionais.

## Considerações finais

Refletindo sobre a segunda experiência relatada, entendemos o quanto é importante incentivar a pesquisa no Ensino Médio visto a motivação dos estudantes ao trabalhar com questões de interesse deles. Nessa atividade a professora tem procurado inserir a prática da leitura e escrita dos estudantes, o que irá ajudá-los diretamente nas disciplinas curriculares. O que poderia ser uma tarefa chata ou entediante tem sido motivador para os discentes, isso acontece, segundo eles, pelo fato de trabalharem com conteúdos que provocam curiosidade e vontade de estudar. Enquanto professora, a motivação se encontra nas discussões que os estudantes trazem de pesquisas realizadas de forma autônoma e essa autonomia é fundamental para um aprendizado significativo.

A crise do ensino de ciências não é novidade para os educadores e os pesquisadores de ensino de ciência. Longe de querer responder com uma solução única, nossa intenção é fomentar e sugerir uma modalidade para o enfrentamento deste problema, a partir das experiências vivenciadas por nós, professoras do ensino básico. A iniciação científica na educação básica não só se mostrou possível como se mostrou produtiva. Despertar o interesse dos jovens para ciência é uma obrigação do professor comprometido com o ensino e aprendizado, ainda que nem sempre seja possível. E a ICJ pode ser um caminho favorável à diminuição da distância entre ciência e estudante.

Importante salientar que, quando o estudante participa de um grupo de pesquisa a tendência é ele se dedicar mais ao trabalho e ao estudo. Isso se dá mediante a uma curiosidade que parte do próprio estudante, são problemas do dia a dia dele, ou que em alguma aula de física ele se interessou e o motivou a procurar conhecer mais do que ele conheceria em sala de aula. Não é atoa que, segundo Bazin (1983), estudantes que participam de iniciação científica melhoram academicamente nas disciplinas, pois aprendem como ser autônomos da construção

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do seu conhecimento. Destacamos, a partir dessa experiência relatada, a empolgação dos discentes ao realizarem as atividades que eles próprios desenvolveram. Os estudantes se apresentam mais ativos e participativos nas propostas de leitura e construção de projetos.

Ao promover a criação de ICJ nas escolas, as professoras já inseriram uma semente para a continuação desse trabalho, que deveria envolver os outros colegas de profissão. Sem esse diálogo e apoio das outras disciplinas, o grupo perde força e o trabalho não continua se esse professor, que iniciou o processo, por ventura deixar a instituição.

## Referências

ALVES, Maiara Rosa. Grupos de pesquisa em ciências no ensino médio: possibilidades para um fazer científico na escola. 2018. 99 f. Dissertação (Mestrado) - Curso de Programa de Pósgraduação em Educação em Ciências: Química da Vida e Saúde, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2018.

BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico. 5. ed. Rio de Janeiro: Contraponto, 2005. 309 p. Tradução de: Esteia dos Santos Abreu.

BAZIN, Maurice Jacques. O que é iniciação científica. Revista de Ensino de Física , São Paulo, v. 5, n. 1, p. 81-88, 1983.

CALAZANS, Julieta (Org.). Iniciação científica: construindo o pensamento crítico. São Paulo: Cortez, 2002.

COSTA, Washington Luiz da; ZOMPERO, Andreia de Freitas. A iniciaçªo científica no brasil e sua propagaçªo no ensino mØdio. REnCiMa , Sªo Paulo, v. 8, n. 1, p.14-25, jan. 2017.

FERREIRA, Cristina Araripe. Concepções da iniciação científica no ensino médio: uma proposta de pesquisa. Trabalho, Educação e Saúde , Rio de Janeiro, v. 1, n. 1, p.115-130, mar. 2003.

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Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.