Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

Três décadas de desafio na formação do físico na Universidade Estadual de Maringá - UEM

Irineu Hibler, Polonia Altoé Fusinato

Evento
Encontro de Pesquisa em Ensino de Física ↗ (EPEF)
Edição
XVIII
Ano
2002
Data
06/06/2002
Linha de pesquisa
Ensino Aprendizagem
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do EPEF 2002

Texto completo

## TRÊS DÉCADAS DE DESAFIO NA FORMAÇÃO DO FÍSICO NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ - UEM

Prof. Ms. Irineu Hibler a [irineu@dfi . uem . br]

Profa fa . Dra. Polonia Altoé Fusinato a [p[polyly@dfifi . uem.br]

a Departamento de Física da Universidade Estadual de Maringá

## INTRODUÇÃO

A ciência independente dos acordos entre as nações, ultrapassou as fronteiras surpreendendo a sociedade com m novas terminologias, avanços científicos e tecnológicos nunca antes imaginados. Os meios de comumunicação utilizados pela mídia divulgam quotidianamente os resultados da grande revolução científica.

- O desenvolvimento científico e tecnológico tem m provocado mumudanças profundas na sociedade, numa velocidade vertiginosa, afetando principalmente a oferta de empmpregos e o perfil do "novo" profissional. Porém , os meios escolares e acadêmicos não conseguem acompmpanhar estas mumudanças tão rápidas, introduzidas pelo mumundo globalizado.

Vêem-se cotidianamente pela mídia divulgação a respeito de novas descobertas nos ma is diversos campmpos, como por exempmplo na Biologia: projeto genoma, clonagem m de animais, transgênicos, terapia gênica, etc. e na Física: tomografia compmputadorizada, ressonância ma gnética, cirurgia a laser, entre outros. De acordo com m Pinto:

- "... Levando-se em conta as transformações no processo produtivo e, conseqüentemente no mundo do trabalho, as novas capacidades que estão a ser exigidas se articulam em torno de uma série de requerimentos que são elementos, os quais a formação não pode descartar, que são os seguintes: capacidade de abstração, uso de uma maior energia mental no trabalho, capacidade de resolução de problemas, capacidade de trabalhar em equipe, comunicar-se e relacionar-se, mobilização de conhecimentos coletivos, aquisição e aplicação de conhecimentos transversais, atuação no âmbito da qualidade e capacidade de adaptação.."(Pinto,2001,P.).

Este trabalho tem m como objetivo analisar uma trajetória de três décadas na formação profissional do físico na Universidade Estadual de Maringá - UEM. O curso de Física-UEM foi criado em m 1972(noturno), em m regime de créditos. A partir de 1988, impmplantou-se o Bacharelado, criando-se um m núcleo comumum m Licenciatura/Bacharelado, com m o aluno optando pela habilitação pretendida ao final do segundo ano (quarto semestre). Em m 1992, a Instituição adotou o regime seriado anual, substituindo o regime de créditos. De 1993 a 1994 as 80 vagas/anuais foram m reduzidas à metade. No início de 2000 o número de vagas foi aumentado para 60.Tivemos ainda a impmplantação do Mestrado em m Física em m 1997 e do Doutorado em 2000 (somente em m áreas "técnicas").

Em m 29 anos de duração do curso, formaram-se 161 físicos sendo que a maioria Licenciados (112), formando-se os primeiros bacharéis em m 1992.

Embmbora o número de licenciados em m Física pela UEM seja bem m maior do que os bacharéis(46), a maioria deles atuam m na pesquisa como docentes universitários, após buscarem m sua qualificação profissional doutorando-se no país ou no exterior. Os formados recentemente, encontram-se ligados a programas de mestrado ou doutorado, buscando o aprimoramento profissional. De todos os licenciados, são poucos aqueles que militam m no magistério público ou privado no ensino de Física. Há tambmbém m aqueles que partiram m para outras atividades desligadas da área acadêmica ou do ensino Médio.

Ao fazer essa análise, nos ocorre perguntar qual foi a contribuição do Departamento de Física para a comumunidade local. Estamos inseridos em m uma região demograficamente densa, com m enorme população estudantil e com m imensa carência de profissionais de Física.

Durante esse período assistiu-se a um m declínio de alunos que optavam m pela habilitação de Licenciatura ( por três anos a Licenciatura ficou sem m alunos). Este declínio deve ser compmpreendido sob algumas chaves de leitura: impmplantação dos cursos locais de Mestrado e Doutorado (Maringá e Londrina - o que motivou os alunos a fazerem m somente o Bacharelado), desprestígio por parte do Estado do docente de Ensino Médio (baixos salários, ausência de um m plano de carreira digno); visão neo-positivista da ciência por parte de Agências de Fomento e de colegas de departamento que não dão validade cultural e científica à Licenciatura.

Como militante por longos anos na área de ensino de Física, bem m como orientando os Estágios Supervisionados dos alunos de Licenciatura em m Física da UEM, presencia-se diariamente a crise que vive o sistema de ensino, nos diversos níveis. Concordamos com Conde (2001), quando diz:

- " ...o país sem educação, é país sem projeto, nação sem futuro...", e ainda, segundo o mesmo autor, se o educador continuar a ser desvalorizado como o está, " ...não teremos mais quem ensine geografia, matemática, português e física em nossas escolas, porque os professores sem plano de carreira, serão aproveitados em postos de trabalho que oferecem melhor remuneração..."(Conde,2001;p.A 3 ).

Todos estão cientes da crise vivenciada por r nossas instituições de ensino Superior, as federais em m greve por mais de 100 dias e as estaduais ainda em m greve por quase quatro meses, reivindicando direitos reconhecidos pelo sistema jurídico do país, mas desrespeitados pelos governantes. A esse respeito o mesmo autor ainda enfatiza que:

- " Se crise há, é porque a importância da educação foi reduzida no Brasil, apequenada por governantes que no passado foram professores. O que está em jogo não é a matemática financeira de reajustes acumulados ao longo do tempo, mas a construção da matriz de valores da nossa sociedade e a expectativa da nossa população. E neste campo perverso, por enquanto, não há inocentes nem vitoriosos" (Conde,2001;p.A 3 ).

Nos últimos anos, observou-se no curso de Física da UEM, um m interesse crescente do aluno de Bacharelado em, tambmbém, habilitar-se em m Licenciatura. Tal fato, apesar de seu aspecto bastante positivo, inseriu uma nova preocupação: a formação "apressada" de duas habilitações em m quatro anos. Isso é possível com m o currículo que hoje se apresenta, especialmente porque são incentivados por coordenações de áreas desconectadas da realidade educacional do país e que privilegiam m mais o quantitativo que o qualitativo. Na discussão do

novo currículo, impmplantado em m 2001, esse aspecto foi equacionado, no sentido de permitir ao Bacharel a opção tambmbém m da Licenciatura, desde que ele permaneça um m ano a mais na Instituição. Somente assim m poderemos validar a Licenciatura como uma habilitação séria e que possui um m campmpo legítimo de indagações, de ciência e de cultura.

## METODOLOGIA

Cada um m dos cursos da UEM, adota pesos diferentes no vestibular para a mesma disciplina. Este critério é utilizado nos vestibulares da nossa instituição, desde a década de 70.

Tal critério enfatiza algumas matérias mumuito mais que a outras. Matérias estas que os coordenadores de cursos, julgam m ser mais impmportantes para o desempmpenho dos futuros acadêmicos no curso.

- Os resultados dos vestibulares a partir r de 1988 até 1997, foram m fornecidos pela Comissão de Vestibular, os demais estão disponíveis no endereço da UEM http://www.cvu . uem . br , a partir do segundo semestre de 1997. Para todos os cursos da Universidade, o valor máximo de cada uma das disciplinas que o candidato pode atingir é: RED = 60; GEO = 90; HIST = 90; BIOL = 90; MAT = 90; PORT= 120; LE = 60; FÍS = 90 e QUÍM = 90.
- Os escores obtidos pelos candidatos, nas disciplinas, foram normalizados . Normalizar uma nota significa que todas terão o mesmo peso e variam m de 0 a 10. Isto se obtém m para cada disciplina efetuando as operações (RED/6; GEO/9; HIST/9; BIOL/9; MAT/9; PORT/12; LE /6; FÍS/9 e QUÍM/9).
- O concurso vestibular é realizado semestralmente, com m exceção do período de 1992 a 1996 que foi anual

Na análise do desempmpenho acadêmico utilizou-se:

Todas as disciplinas do curso ativas , extintas, desdobradas, agrupadas, foram pesquisadas desde que foram m impmplantadas.

- O ano ou semestre do vestibular é o referencial para determinar a nota média de cada aluno bem m como de todos os alunos do vestibular correspondente.
- A nota média de cada aluno foi obtida somando-se todas as notas da disciplina correspondente as reprovações por nota e a respectiva aprovação, e a mesma coisa dos demais alunos que ingressaram m naquele vestibular. Após, foi determinado a média, destas médias.

As disciplinas de mesmo conteúdo, mas de diferentes denominações, foram m lançadas no mesmo gráfico.

## PERFIL DOS CANDIDATOS AO CURSO DE FÍSICA

As figuras que seguem , representam m o perfil dos candidatos inscritos às vagas nos vestibulares do curso de Física da UEM, a partir do ano de 1974.

- A relação inscritos/vaga apresenta um m crescimento pouco expressivo até 1996, conforme pode se ver na Fig.01.(Hibler, 2000, VII EPEF). Desta data até o presente momento, houve uma procura mais acentuada.

Fig . 01: Inscritos por r vaga nos vestibulares para curso de Física .

<!-- image -->

Fig.02: Número de aprovados no vestibular

<!-- image -->

Na Fig. 02, verifica-se que os candidatos aprovados no vestibular são em m número maior que as de vagas disponíveis, crescendo significativamente após 1997.

A Fig.03, mostra as notas de Física obtidas nos vestibulares . Constata-se grande oscilação nos resultados em m relação ao valor mais provável. O coeficiente angular da reta ajustada ( 0,07043) nos leva a estimar que para a média subir um m ponto será necessário um período de 14 anos. As médias das notas de Física estão mumuito baixas e nos três últimos vestibulares são menores que o valor mais provável.

A Fig.04, representa a configuração das notas médias dos candidatos em m Matemática desde 1989. As médias das notas obtidas no concurso do vestibular, estão mais próximas do valor mais provável. Apresenta tambmbém m um m desvio padrão menor que a da Física. A reta

ajustada a qual representa o valor mais provável possui um m coeficiente angular de 0,11993. Desta forma para as médias das notas passar por exempmplo de 3 para 4, levará 8 anos.

Fig.03 - Média das notas normalizadas em Física

<!-- image -->

Fig.04 - Média das notas normalizadas em Matemática

<!-- image -->

Os resultados obtidos no concurso vestibular na Língua Portuguesa desde 1989, estão representados na Fig. 05. Os resultados com exceção até 1993 possuem uma pequena oscilação em relação à reta ajustada Observa-se que o coeficiente angular é positivo e igual a 0,18456. Para haver a variação positiva de

um ponto na média das notas em relação ao valor mais provável, implica em um período de 5,5 anos. Observa-se que as notas médias ainda não atingiram 5.

Fig.05 - - MéMédédia das s notatas s normamalizadas s em m PoPortrtuguês

<!-- image -->

Fig.06 - - MéMédédia das s notatas s normamalizadas s em m ReRedaçãção

<!-- image -->

A configuração dos resultados obtidos pelos candidatos nos vestibulares em Redação está na Fig.06. Verifica-se uma oscilação significativa em relação à reta ajustada O coeficiente angular é positivo e igual a 0,16551. Para haver a variação de um ponto na média das notas em relação ao valor mais provável, implica em um período de 6 anos.

A Fig.07, representa a média geral das matérias: Redação; Português; Geografia; História; Língua Estrangeira; Biologia; Matemática; Física e Química..

<!-- image -->

O coeficiente R=0,91899, indica que os valores das médias estão mumuito próximos da reta ajustada . Para que o valor mais provável varie de um m ponto são necessários 7 anos.

## PERFIL SÓCIO -ECONÔMICO

Observa-se através de pesquisas, contidas na Tabela 01, que a origem m dos alunos aprovados em m vestibular para o curso de Física, em m sua grande maioria são de Escola Pública ( 71,6 no 1 o Grau e 70,5 no 2 o Grau ).

Tabela 01 - Tipo de Escola que o aluno cursou o 1 o e 2 o Graus

Em m relação ao nível escolar dos progenitores, verifica-se uma predominância do 1 o Grau com m 49,4 % e do 2 o Grau 29,4 %. Os que possuem m instrução de nível superior compmpleta , são apenas 15%, sendo que 6,2% ainda estão em m fase de conclusão.

Sendo o curso de Física noturno, constata-se que 55,5 % dos alunos trabalham m em período integral para a sua própria manutenção. Os que são mantidos pelos pais correspondem m a 28,5 % e, os que possuem m algum m tipo de bolsa acadêmica são de 16,0 %.

## DESEMPENHO ACADÊMICO

Pesquisas realizadas mostraram m uma grande dificuldade dos acadêmicos de Física para obterem m aprovação nas disciplinas curriculares correspondentes ao primeiro ano. O alto índice de reprovações nas disciplinas originou um m estudo de correlações entre as disciplinas da primeira e da segunda série(FUSINATO, 2000, VII EPEF).

Apresenta-se a seguir o resultado ( Figuras) obtido de estudos do desempmpenho acadêmico nas disciplinas curriculares do curso de Física desde 1976.

As figuras de 08 a 11, correspondem m ao desempmpenho acadêmico nas disciplinas do primeiro ano; as de número 12 a 16, do segundo; as de 17 a 22, do terceiro e as de 23 a 28, as do quarto ano da grade curricular vigente até 2000.

Página 8 de 8

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

Página 9 de 9

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

Página 11 de 11

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

Ingressantes no vestibular do Ano/Semestre Fig.26 - Didática L

<!-- image -->

<!-- image -->

<!-- image -->

Constata-se uma grande oscilação nas ampmplitudes das notas médias no sistema de crédito. Quais as causas destas oscilações? Entre as inúmeras, poder-se-ia citar: a) no sistema de crédito realizavam-se quatro avaliações no semestre. No sistema seriado são aplicadas quatro avaliações anuais e existe ainda o exame final; b) grande número de professores colaboradores, foram m contratados em m caráter tempmporário, para ministrar disciplinas básicas do curso, no departamento. As notas médias das turmas destes professores apresentam m picos positivos na ampmplitude.

Com m a introdução do bacharelado, os alunos por alguma razão deixaram m de cursar as disciplinas de Estrutura e Funcionamento do Ensino, Didática, Prática de Ensino e Instrumentação, específicas da licenciatura.

Na disciplina Psicologia da Educação verifica-se que o coeficiente angular é negativo. Observa-se uma certa desarticulação na assimilação do respectivo conteúdo pelos alunos. Possivelmente existe dificuldade na compmpreensão de um m raciocínio diferenciado da lógica vivenciada nas exatas.

Nas disciplinas profissionalizantes de uma forma geral, o coeficiente angular é negativo. Quais as hipóteses para tal evento ? a) A formação básica não foi suficiente; b) a disciplina não tem m correlação com m o conteúdo das básicas; c) o nível de abstração da disciplina está mumuito além m da capacidade dos alunos ?; d) a extensão do programa da disciplina; e) com m a impmplantação do mestrado, será que as disciplinas profissionalizantes não foram m tratadas como de pós-graduação ?

Observamos tambmbém m que no vestibular os candidatos prestam m provas de conhecimentos em m inglês ou francês ou espanhol. Os livros utilizados de uma forma geral nas profissionalizantes estão escritos em m inglês. Será que a carência de conhecimentos na língua inglesa não é uma das causas do baixo desempmpenho nas disciplinas profissionalizantes ?

Deve-se levar em m consideração que atualmente os jovens dedicam m pouco do seu tempmpo a leituras, têm m a mão as facilidades da vida a moderna deixando de colocar em m exercício a criatividade inerente do ser humano.

## GRADUADOS EM FÍSICA

A Fig.29, apresenta os formados em m Física na Universidade Estadual de Maringá, ao longo de 29 anos, nas habilitações de Bacharelado, Licenciatura ou ambmbas.

Fig.08 - Número de diplomados em Física nas duas Habilições

<!-- image -->

## CONCLUSÃO

Todas as matérias que fazem m parte do rol para a seleção no vestibular, possuem m um coeficiente angular positivo. Isto impmplica que cada ano que passa, para os candidatos se classificarem, devem m obter em m todas as matérias do vestibular, notas mais elevadas que as dos anos anteriores.

O aluno que fizer "corpo mole" na sua formação no ensino fundamental e médio, terá sérias dificuldades para ser classificado a uma vaga do curso de Física.

Pesquisas relativas ao curso de Física, têm m demonstrado que há uma redução significativa da clientela original, do primeiro para o segundo ano. As reprovações por nota ou falta são em m média de 70 % Outro fato que se tem m verificado é que o aluno após transpor o primeiro ano, interage mais efetivamente com m o departamento através participação em m onitorias, bolsas e projetos. Desta fase em m diante, as evasões são pouco significativas.

Em m três décadas o curso de Física-UEM, compmputou 161 novos profissionais. É pouco sem m dúvida, mas levando-se em m conta o alto grau de dificuldade das disciplinas do curso e que a maioria dos alunos trabalham m para sobreviver, não se poderia esperar um m número maior.

A partir do ano de 2001, um m novo currículo foi adotado e algumas ações foram propostas baseadas em m resultados obtidos de um m projeto no qual participou professores, bem como alunos de graduação e pós-graduação visando intervir em m disciplinas que apresentavam dificuldades na evolução curricular dos alunos. Dentre essas, o desdobramento das disciplinas básicas de Física Geral e Experimental, em m teórica e experimental.

Além m dessa medida, outras ações didáticas foram m adotadas na reestruturação do "Laboratório de Física Moderna", para os cursos de Licenciatura e Bacharelado em m Física da UEM. Estas ações foram m motivadas pelo Projeto PROIN 1998 - 2000, com m a proposição de experimentos, tais como: efeito fotoelétrico, determinação da velocidade da luz, Lei de Coulombmb, Ótica de Fourier, que permitiram m "links" interessantes com m as disciplinas de "Prática de Ensino de Física" e "Instrumentação para o Ensino de Física" e com m atividades

desenvolvidas pelo grupo PET (Programa Especial de Treinamento), envolvendo desde a produção de material divulgação até a edição de vídeos de curta metragem .

Várias mostras foram m realizadas pelo Centro Interdisciplinar de Ciências-CIC, PET e Laboratório de Criação Visual, procurando diversificar públicos e temáticas, oportunizando aos alunos vivenciar a Física junto a comumunidade local.

Com m a adoção do novo currículo, tem-se procurado desenvolver atividades de forma interdisciplinar em m disciplinas como Laboratório de Física Moderna, Instrumentação e Prática de Ensino de Física. Foi introduzida a Monografia para a Licenciatura em m Física . As ementas dessas disciplinas procuram m enfocar uma continuidade de linhas de pesquisa, discussões, estratégias e metodologias.

## REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

FUSINATO P.A. et all . "Graduação em Física da Universidade Estadual de Maringá: Correlações e Visão Discente". XIII Simpmpósio Nacional de Ensino de Física - SNEF, Atas..., Brasília, 1999.

FUSINATO P.A. et all Avaliação do Desempenho Acadêmico do Curso de Física - UEM Para Ingressantes de 1994. VII Encontro de Pesquisa em m Ensino de Física, Atas... , Florianópolis, 2000.

HIBLER, I. et all CuCursrso de de FíFísísica da da UEUEMEM. M. VII Encontro de Pesquisa em m Ensino de Física, A Atas..., Florianópolis, 2000.

NEVES M. C. D. ; FUSINATO P. A. ; SIZUKO A. I. A Formação do Professor de Física no Século XXI. XIV Simpmpósio Nacional de Ensino de Física - SNEF, Natal, 2001

PINTO, A. M. A Formação para o Trabalho em Tempos de Globalização . I Seminário Internacional de Educação, Atas..., Cianorte, 2001.

CONDE, L. P. A A Canibalização do Professor. Folha de São Paulo, Opinião, São Paulo 14 de novembmbro, 2001.

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.