Critérios de avaliação de audiovisuais produzidos a partir das aulas de Física
Eduardo Vieira De Rezende
- Evento
- Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
- Edição
- XXII
- Ano
- 2017
- Data
- 23/01/2017
- Linha de pesquisa
- Tecnologia Da Informação E Comunicação
- Tipo
- Pôster
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Texto completo
## Critérios de avaliação de audiovisuais produzidos a partir das aulas de Física
## Eduardo Vieira de Rezende 1
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Centro Universitário da Fundação Educacional Guaxupé/UNIFEG E-mail: dufisico@gmail.com
## Resumo
O presente artigo tem, como objetivo, mostrar critérios de avaliação de produções audiovisuais realizadas por alunos do Ensino Fundamental II e Ensino Médio. O processo avaliativo é feito, a partir da identificação de critérios que possam ser utilizados por professores de Física da rede pública e particular de ensino. Na literatura, já é comprovada a eficiência da produção de audiovisuais por alunos de Ensino Fundamental e Ensino Médio. Porém, os critérios utilizados para avaliar e como avaliar ainda não são bem definidos, deixando o professor, muitas vezes, sem um ponto de início no que diz respeito ao método avaliação. Quanto à metodologia, os discentes devem ser incentivados a elaborar um roteiro de gravação, no qual deverá constar toda a montagem do audiovisual. Para auxiliar o professor no processo de avaliação dos roteiros, vamos dividi-lo em duas etapas: o conceitual, específico da Física, e o linguístico, referente a questões estruturais da linguagem. A produção de audiovisuais pelos alunos é uma maneira de torná-los agentes ativos no processo de ensino aprendizagem e incentivá-los à pesquisa e à interação em grupo, pois lhes propicia uma aprendizagem mais significativa. Neste contexto, desenvolvemos uma proposta de avaliativa por meio da qual indicamos ao professor diferentes critérios que poderão ser utilizados para avaliar esses audiovisuais produzidos. Os critérios empregados no processo avaliativo dos audiovisuais abrangem todo o processo de elaboração do trabalho, desde a elaboração dos roteiros até a postagem produto final no You Tube. Por fim, este artigo revelou um caminho no processo avaliativo de audiovisuais, ficando o professor livre para a escolha de mais critérios que se incorporem à sua realidade escolar.
Palavras - chave: audiovisuais, critérios de avaliação, Y ou tube.
## 1 - Cenário
Vivemos em um mundo cada vez mais marcado pelos avanços tecnológicos. Estes transformam cada vez mais nossa sociedade, causando mudanças econômicas, sociais e políticas. É visível que o mundo está conectado e globalizado. A partir do início do século XXI, esses avanços ficaram mais nítidos, principalmente, na educação. Tendo em vista esse contexto de inovações tecnológicas, podemos considerar a escola como uma instituição formadora de cidadãos que saibam conviver nessa nova sociedade. Porém, não é isso que deparamos no cotidiano, nossas instituições de ensino ainda não são estão preparadas para todas essas transformações.
A introdução de novas tecnologias nas escolas é possível desde que haja um planejamento ou até mesmo uma mudança de metodologia de ensino, pois, muitas escolas ainda utilizam-se somente de uma metodologia tradicional, sendo o
professor o detentor do saber e o aluno ainda um mero ouvinte passivo. Assim, muitas vezes, deparamo-nos com alunos desinteressados e professores desmotivados e que, geralmente, não são capacitados, de maneira correta, para o uso dessas novas tecnologias.
Atualmente, a escola está diante de inúmeros aparelhos como tablets, iphones, que permitem uma comunicação dinâmica, através de várias redes sociais como o facebook e principalmente o whatsApp . Segundo MORAN (2013):
As tecnologias digitais móveis desafiam as instituições a sair do ensino tradicional em que o professor é o centro, para uma aprendizagem mais participativa e integrada, com momentos presenciais e outros com atividades à distância, mantendo vínculos pessoais e afetivos, estando juntos virtualmente. Podemos utilizar uma parte do tempo de aprendizagem com outras formas de aulas, mais de orientação à distância. Não precisamos resolver tudo dentro da sala de aula. (MORAN, 2013)
Essas tecnologias digitais móveis precisam ser contempladas por nossas escolas, pois oferecem inúmeras possibilidades de novos métodos de ensino. Porém, no contexto atual, ainda não estamos preparados para isso. Os alunos que chegam à escola já vivenciaram por diversos processos de educação, principalmente a educação feita pela mídia. Segundo MORAN (2007) '[...] mesmo durante o período escolar a mídia mostra o mundo de outra forma - mais fácil, agradável, compacta - sem precisar fazer esforço. Ela fala do cotidiano, dos sentimentos, das novidades. A mídia continua educando como contraponto à educação convencional, educa enquanto estamos entretidos.'
Já é de conhecimento de muitos professores a produção de audiovisuais, seja ela feita pelo próprio professor ou pelos alunos a fim de motivá-los. Hoje, é possível contemplar inúmeros desses recursos produzidos, no decorrer de anos. Os meios de produção desses audiovisuais são bem definidos pela literatura, podendo ser utilizados em diferentes contexto,s de acordo com a realidade de cada professor. Nos trabalhos de BARROS (2010) é possível observar vários resultados satisfatórios a produção de audiovisuais por alunos.
Neste artigo, o professor encontrará critérios bem definidos para a criação de um audiovisual e, principalmente, para a sua avaliação, desde a apresentação dos conteúdos até o produto final. Os critérios, que serão apresentados, constituem produto de estudos e investigações que resultaram em uma dissertação de Mestrado e que são até hoje objetos de pesquisa.
## 2. Planejamento do trabalho
Para que o professor tenha um bom trabalho, é primordial que aja planejamento. Portanto, a produção dos audiovisuais segue o mesmo critério. Hoje nos deparamos com diversos métodos de ensino e, a produção de audiovisual é uma forma de tornar o aluno cada vez mais um agente ativo no processo de ensino aprendizagem da Física. Segundo Moran (2000):
Não podemos dar aula da mesma forma para alunos diferentes, para grupos com diferentes motivações. Precisamos adaptar nossa metodologia, nossas técnicas de comunicação a cada grupo. Tem alunos que estão prontos para aprender o que temos a oferecer. É a situação ideal, onde é fácil obter a sua colaboração. Alunos mais maduros, que necessitam daquele curso ou que
escolheram aquela matéria livremente facilitam nosso trabalho, nos estimulam, colaboram mais facilmente. (MORAN, 2000)
Para o início deste trabalho, recomenda-se que o professor elabore audiovisuais com os conteúdos de Física que estão sendo trabalhos durante certo período, podendo ser bimestrais ou semestrais. Os conteúdos das aulas de Física poderão ser apresentados, por meio do método tradicional (aulas expositivas e resoluções e situações problemas) ou mediante outros métodos.
Para um bom trabalho, o docente deve propor uma discussão com seus alunos sobre o que seria um audiovisual. Geralmente, há alunos que não se sentem à vontade com esse tipo de trabalho; alguns que fazem isso no cotidiano, ou seja, gravações de pequenos audiovisuais que são usados em diversas redes sociais e nem sabem o que seria um audiovisual. Para exemplificar, o professor pode estar usando audiovisuais já produzidos que podem ser encontrados facilmente no Y ou tube .
Durante a discussão, o professor deve deixar bem claro quais os critérios que serão alvos de sua avaliação, desde a criação de um roteiro até o produto final. O roteiro seria o principal material de apoio dos discentes, pois mesmo aqueles que já fazem pequenos vídeos não os elaboram de maneira a manter uma sequência lógica, pois são gravados de maneira arbitrária. O roteiro descreve todo o audiovisual, isto é, nele é impossível contemplar os passos e as sequências que serão realizadas para a produção do audiovisual. Neste artigo, propõe-se um roteiro com 10 itens, que poderão ser utilizados e adaptados, de acordo com a realidade de cada professor. Esses itens foram propostos pelos próprios alunos, após as discussões em sala. O roteiro de gravação deverá conter todos os passos do audiovisual, desde seu aspecto (entrevista, documentário, experimentação) até os diálogos que serão apresentados.
Posterior à discussão do roteiro, o professor deverá instruir seus alunos sobre o tema do trabalho, o qual deverá ser escolhido, de acordo com o conteúdo estudado nas aulas teóricas. Ficará a critério do docente, estipular o limite de alunos por grupo. Sugere-se um número de 5 a 6 indivíduos por grupo. Salienta-se que, na escolha do tema, o professor deve ser um moderador, sem interferir muito, pois um dos objetivos do trabalho é tornar o aluno um agente ativo no processo de ensino e aprendizagem.
Na tabela 1, o docente poderá observar um pequeno cronograma de trabalho, o qual possui a finalidade de estipular limites para o trabalho. Novamente, esse cronograma poderá ser adapto pelo professor, de acordo com sua realidade e período de realização do trabalho.
Para auxiliar o professor, propõe-se, na tabela 1, um cronograma de trabalho.
## Cronograma proposto para o desenvolvimento do trabalho
Tabela 1
- O professor, ao apresentar o cronograma do trabalho, deverá explicar cada etapa de maneira clara. Isso determinará o sucesso do método avaliativo apresentado neste trabalho.
## 3. Apresentação do roteiro de gravação
Como foi dito, o roteiro de gravação deve apresentar, na íntegra, todos os passos para a gravação do audiovisual. Nele, o professor poderá ter um deslumbre das ideias do grupo. Os itens que serão apresentados a seguir foram desenvolvidos, mediante discussões dos alunos. Em seguida, dividiu-se o roteiro nos seguintes itens da figura 1.
Figura 1 Roteiro de gravação
## Tema escolhido
## Informações do grupo:
Colégio ou Escola:
Série: ( ) Ensino Fundamental II ( ) Ensino Médio
## Integrantes do grupo
## Justificativa para a escolha do tema
## Ambiente de gravação
## Informações do audiovisual
Tempo estimado do vídeo:
Formato: ( ) Entrevista ( ) Reportagem ( )Documentário ( )Situações-
problema
Outros:
Período estimado para a produção:
Conteúdo que será abordado:
Objetivo:
Personagens
## 4. Critérios de avaliação
Após definidos os grupos e os temas do trabalho, foi proposto ao grupo a escrita de um roteiro, que poderá ser entregue ao professor de maneira tradicional, ou seja, impresso ou via e-mail. Nesse trabalho, propôs-se a correção dos roteiros, considerando-se os seguintes critérios:
- 1. Conteúdo do roteiro: nesse momento, o professor poderá ter um feedback sobre o conteúdo abordado em sala, pois é possível analisar os conceitos prévios dos alunos assim como o comprometimento com os termos científicos adequados ao tema escolhido. Também poderá observar-se a contextualização, a escrita e ainda, verificar se as informações contidas no roteiro são relevantes e suficientes para o entendimento do conteúdo abordado no trabalho;
- 2. Características linguísticas do texto, ou seja, se a linguagem é coerente com o público-alvo e os diálogos são pertinentes. Nesse critério, o professor deverá ficar atento as 'cópias' da internet, pois alguns alunos fazem apenas um trabalho de cola da internet para o roteiro.
Visando a uma melhor avaliação dos roteiros, propõe-se um trabalho colaborativo com o professor de Língua Portuguesa ou Redação, pois, em alguns casos, o professor não se sente confiante nesse processo de avaliação. Para os critérios citados, aconselha-se a atribuição de conceitos (notas), ficando a critério de cada professor, de acordo com seu planejamento diante da realidade de cada instituição de ensino. Depois da correção de todos os roteiros, todos corrigidos, docentes poderão iniciar a próxima etapa do trabalho, a gravação do audiovisual.
Sabemos que o processo de avaliação está contido na prática de qualquer professor. Ressalta-se ainda a dificuldade de mudança de metodologia de avaliação. Destaca-se que o sucesso dos critérios de avaliação de audiovisuais está diretamente ligado a um processo avaliativo transparente e de fácil compreensão por parte dos alunos. Assim, é de extrema importância que cada critério de avaliação apresentado a seguir seja explicado. A explicação dos critérios, a serem utilizados para a correção dos audiovisuais, tornará mais eficaz o processo de avaliação.
Após a correção e avaliação dos roteiros, o professor deverá iniciar o processo de avaliação do processo de produção e gravação dos audiovisuais. Então, o professor deve se comportar como um agente moderador, ou seja, intervindo apenas, quando solicitado. O êxito dessa atividade está diretamente ligado ao nível de socialização do grupo, tornando um fator determinante. É importante lembrar que o objetivo deste trabalho é tornar o aluno um indivíduo ativo no processo ensino e aprendizagem e não criar um profissional em edição e formatação de audiovisuais. Por sua vez, o professor deve se preocupar em verificar se os conceitos físicos estão sendo abordados de maneira correta e de fácil compreensão.
Neste artigo, o professor será orientado a utilizar os seguintes critérios de avaliação dos audiovisuais produzidos por seus alunos:
- 1. A interação entre conteúdo visual e conceitos físicos: neste critério, o professor deve contemplar a interação visual e conceitual do audiovisual, ou seja, verificar se a mensagem principal do audiovisual será entendida por outros expectadores.
- 2. O áudio de música e efeitos sonoros: quando analisamos os efeitos sonoros, pode-se classificá-los como efeitos editoriais e efeitos principais. Os efeitos editoriais estão diretamente ligados aos eventos sonoros que
não exigem grande complexidade de obtenção e manipulação. Os efeitos principais são aqueles necessitam de uma produção e pesquisas, ou seja são efeitos mais complexos. Como o objetivo deste trabalho não é criar indivíduos especializados em efeitos sonoros, recomenda-se que o professor considere apenas os efeitos ligados com o conteúdo trabalhado, ou seja, os efeitos editoriais.
- 3. As interações entre som, imagens e linguagem: como já foi citado anteriormente, o objetivo deste trabalho não é criar alunos editores de audiovisuais, mas sim alunos que saibam manipular conceitos para explicar situações cotidianas e que para isso se utilizem de aparatos tecnológicos. O professor, ao avaliar as interações de som, imagens e linguagem, deve entender a proposta de abordagem do conteúdo escolhido pelo grupo, sabendo distinguir o uso exagerado desses elementos, pois isso pode resultar em um produto final de baixa qualidade.
- 4. A socialização e arguição dos audiovisuais: esse critério é amplo e pode ser desenvolvido de várias maneiras pelo professor. Sugere-se que o professor use esse critério, de acordo com a sua realidade escolar. Propõe-se também que essa socialização seja feita entre todos os alunos participantes do trabalho. O docente pode propor que cada grupo realize perguntas para o outro, de acordo com o audiovisual produzido. Nesse momento, ele deve atuar como um moderador, isto é, deixar que os alunos interajam, tornando-os agentes ativos no processo de ensino aprendizagem.
- 5. A postagem do audiovisual no You Tube. Depois de gravados os audiovisuais e avaliados, todos os grupos devem postar seu trabalho no You Tube. Muitos alunos já possuem conta no You Tube, para aqueles que não possuem, deve ser criada uma.
Após a avaliação dos audiovisuais, pautada pelos critérios apresentados, iniciam-se as postagens no You Tube. É importante chamar a atenção para os cuidados com o que diz respeito aos direitos de imagem dos alunos, pois o uso indevido pode gerar complicações futuras. Para evitar eventuais problemas, o professor deverá elaborar um termo de direitos autorais. Esse termo deverá contemplar o artigo 79° do Código Civil e a lei N.9.610/98. É importante realizar, se possível, uma reunião com os responsáveis dos alunos com o intuito de explicar todos os objetivos do trabalho. Isso é necessário, pois, em alguns casos, poderá haver dúvidas por parte dos responsáveis dos alunos.
Nos trabalhos desenvolvidos, a postagem dos audiovisuais foi o critério mais prezado pelos alunos, pois permitia a comparação entre os audiovisuais. E, na maioria das vezes, constitui assunto de futuras discussões sobre o conteúdo abordado. Na atribuição de conceitos (notas) a cada critério, aconselha-se novamente, que seja feita por cada professor, de acordo com o planejamento desenvolvido na instituição de ensino em que o trabalho foi realizado.
## Conclusão
A produção de audiovisuais realizada, a partir dos conteúdos apresentados em sala de aula, permite uma socialização e uma melhor interação dos alunos. Durante todo o período de realização do trabalho, o professor poderá visualizar uma motivação extra no estudo da Física. Essa motivação está diretamente ligada ao ato de utilizar os conceitos estudados em sala para resolver situações corriqueiras. Na relação professor/professor, ressalta-se o trabalho colaborativo entre as disciplinas. Isto é, a proposta de produção e avaliação de audiovisuais se mostra bem eficiente, pois possibilita uma interação maior das diferentes disciplinas.
No processo de avaliação dos audiovisuais, ocorre um maior entrosamento dos alunos; os critérios de avaliação propostos neste artigo, contemplam e se mostram eficazes em todos os momentos do trabalho. Com esse trabalho, espera-se que os professores desenvolvam novas metodologias de ensino em sua sala de aula, de modo a propiciar cada vez mais seu aluno a uma aprendizagem significativa.
Os critérios de avaliação aqui propostos permitem ao professor desenvolver uma avaliação geral do trabalho realizado pelos seus alunos, desde a elaboração de um roteiro de gravação até o produto final. Todos os dados apresentados, neste artigo, poderão ser utilizados por outros professores que queiram realizar esse tipo de trabalho com suas turmas. Cabe ainda ao professor definir cronogramas e pontuações (notas para cada critério). Por fim, é importante destacar que, diferentemente de outros trabalhos que envolvam audiovisuais, os critérios aqui adotados permitem um trabalho paralelo com os conteúdos de sala de aula, não sendo específicos de aulas de laboratório.
## Referências bibliográficas
REZENDE, E.V. Produção de audiovisuais no processo de ensinoaprendizagem: uma proposta avaliativa . Dissertação de mestrado. Universidade Federal de São Carlos - SP, 2014. Disponível em: <http://bit.ly/2crQ2Fp>. Acesso em: 20 de ago. 2016.
MORAN, José. Desafios que as tecnologias digitais nos trazem . 'Novas Tecnologias e Mediação Pedagógica', Papirus, 21ª ed, 2013, p. 30-35. Disponível em: <http://bit.ly/2cqoGP0 >. Acesso em 21 de jul. 2016.
MORAN, José. As mídias na Educação: desafios na comunicação pessoal . 3ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162-166. Disponível em: <http://bit.ly/2cjhbw0> . Acesso em 21 de jul. 2016.
MORAN, José. Mudar a forma de ensinar e de aprender. Revista Interações , São Paulo, 2000. vol. V, p.57-72. Disponível em: <http://bit.ly/2bUglQO> . Acesso em 21 de jul. 2016.
PEREIRA, Marcus Vinicius; BARROS, Susana de Souza. Análise da produção de vídeos por estudantes como estratégia alternativa de laboratório de física no Ensino Médio. Revista Brasileira de Ensino de Física , v.32, n.4, São Paulo, 2010. Disponível em: < http://bit.ly/2cqnDP7>. Acesso em: 02 de mar. de 2016.
PEREIRA, Marcus Vinicius; FILHO, Luiz Augusto Coimbra de Rezende; JUNIOR, Américo de Araújo Pastor. Estudo de Recepção de Um Vídeo Sobre Refração da Luz Produzido por Alunos de Ensino Médio Como Atividade do Laboratório Didático de Física . Revista de Educação em Ciência e Tecnologia , v.5, n.3, p.165-180, novembro 2012. Disponível em: <http://bit.ly/1dqy5wJ>. Acesso em: 02 de jul. 2013.
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