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A VISÃO DOS INGRESSANTES SOBRE O CURSO FÍSICA LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA: UM ESTUDO DE CASO

Rogério Alves Rodrigues, Alessandra Riposati Arantes

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
23/01/2017
Linha de pesquisa
O Ensino De Física Para A Graduação
Tipo
Pôster

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Texto completo

## A VISÃO DOS INGRESSANTES SOBRE O CURSO FÍSICA LICENCIATURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA: UM ESTUDO DE CASO

## *Rogério Alves Rodrigues¹, Alessandra Riposati Arantes²

¹Universidade Federal de Uberlândia/Instituto de Física, rogerioalves-10@hotmail.com ²Universidade Federal de Uberlândia/Instituto de Física, ale.riposati@ufu.br

## Resumo

A evasão é um fenômeno presente em todos os níveis de ensino e o curso Física Licenciatura da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) tem enfrentado essa problemática, com taxa de conclusão em torno de 10%, sendo que o curso oferta anualmente 60 vagas para a ingressão pelo Sistema de Seleção Unificado (SISU). Procurando refletir sobre as possíveis medidas para alterar este quadro de evasão, será discutido neste trabalho, o perfil dos ingressantes de 2015 e as razões para a escolha do curso Física Licenciatura da UFU. Ao longo da pesquisa, os ingressantes trouxeram várias informações que serão importantes para a reformulação do curso, tais como: entrar no curso com o objetivo de transferir para engenharia, anseio por aculturar-se cientificamente e adquirir conhecimentos para tornarem-se bons professores. Além disso, os ingressantes são jovens, imersos na tecnologia e com fácil acesso a informação, e é imprescindível rediscutir a prática didática dos docentes universitários para se adequar a essa realidade.

Palavras-chave : Evasão, Evasão Universitária, Retenção

## Introdução

O abandono escolar é algo que está crescendo nas instituições de ensino e a busca das causas tem sido objetivo de trabalhos e pesquisas educacionais (SILVA FILHO ET AL, 2007; BARDAGI, 2007). Esta problemática tem sido alvo de preocupação desde a década de 70 nas universidades públicas e no Ministério da educação (MEC) (BAGGI e LOPES, 2011).

Podemos notar nos trabalhos de Gaioso (2005), Pereira e Lima (2007), Ataíde, Lima e Alves (2006), Rodrigues (2016) que os alunos não abandonam o curso por um único motivo e sim pelo acúmulo deles. Para Campos (2010) são várias as consequências do ato de evadir dos estudantes do ensino superior. Tanto pelo aluno que gasta dinheiro e tempo, vindo às aulas, quanto para a instituição e governo que necessitará futuramente, deste profissional qualificado.

Segundo Lima e Machado (2014) a evasão tem contribuído com a falta de educadores no Brasil. Mesmo com as políticas de ampliação das vagas no ensino superior não temos uma melhora do quadro de formandos nos cursos de Licenciatura. Os mesmos autores apontam na desvalorização da carreira profissional, como um motivo para baixa de formandos nos cursos de licenciaturas. No entanto, Gaioso (2005) revela que os índices de evasão são muito menores quando o aluno percebe uma valorização da carreira, como acontece nos cursos de Engenharia, Direito e Medicina.

Se identificarmos e realizarmos ações para diminuir os altos índices de abandono universitário, podemos também diminuir a falta de educadores no Brasil.

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Para isto, devemos primeiramente identificar qual o perfil de aluno que ingressa no curso, entendendo o motivo de escolha do curso, para assim podermos apontar demandas para diminuir a evasão nos cursos superiores.

Neste trabalho apontaremos o perfil dos alunos que ingressaram no curso Física Licenciatura, no primeiro semestre de 2015, e quais foram às razões para a escolha do curso. A partir desses dados poderemos contribuir para a reformulação do curso e para a coordenação realizar ações para diminuir o alto índice de evasão no curso.

## Uma perspectiva geral da evasão

Ao concluírem o ensino médio, a grande preocupação dos alunos não está no pensamento do que exercer no seu futuro, e sim na entrada imediata para o ensino superior (SPARTA e GOMES, 2005). Borges Junior e Souza (2008) admite que a falta de informação sobre a profissão e o curso, fortalece a ideia de abandonar o curso, após a constatação da realidade. Quando o acadêmico tem conhecimento do curso que pretende cursar, e têm suas dúvidas esclarecidas sobre a profissão, há grande possibilidade de concluir o curso.

Assim, o aluno permanece no curso inserido, enquanto percebe uma perspectiva de ganho (TINTO, 2005). Caso contrário, ele enxerga a evasão como uma forma de minimizar sua falha escolha. Temos alguns alunos que, após a ingressão no ensino superior, sofrem um amadurecimento da sua ideia e evadem do curso.

Outro fator relevante se deve ao ingresso em cursos superiores sem a preparação necessária para enfrentar as dificuldades que terão durante a graduação. Borges Junior e Souza (2008) relatam que o aumento do número de repetentes nas disciplinas é consequência do ingresso de estudantes que não têm estratégias de estudo, levando a não compreensão dos conteúdos. Além disso, não compreendem a metodologia adotada pelo docente nas transposições didáticas. Portanto, muitos ingressam no curso que sua nota se adequa, e não por gostar do curso ou profissão. Na UFU temos alunos que não conseguem ingressar nos cursos de engenharia, mas veem com bons olhos o curso de Física Licenciatura, com o pensamento de poder realizar disciplinas que podem futuramente pedir dispensa, como as físicas básicas e os cálculos, ao ingressarem no curso almejado.

Segundo Barroso e Falcão (2004), temos um maior número de desistência nos primeiros períodos da graduação, em virtude das retenções em Cálculo e Física básica. Outro dado importante foi apresentado no Relatório (2008) sobre a evasão nos cursos de graduação de Física da UNB, o qual concluiu que 75% dos estudantes evadem de seus cursos até o 3º semestre. Assim, devemos observar no desnível de conhecimento que os alunos ingressam no ensino superior, nas dificuldades que possuem e nas razões de escolha do curso.

## Campo de pesquisa e metodologia

O Instituto de Física da Universidade Federal de Uberlândia possui três cursos: Física de Materiais, Física Médica e Física Licenciatura. O objeto de estudo deste trabalho é o curso de Física Licenciatura, que foi criado em 02 de dezembro de 1994 e teve sua primeira turma ingressante no primeiro semestre de 1995. Atualmente, o curso, com entrada anual, disponibiliza 60 vagas para ingressão pelo

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SISU. Os cursos do Instituto de Física da UFU possuem um baixo índice de conclusão.

Neste trabalho desenvolvemos um estudo de caso defendido por Yin (2010), pois se trata de uma investigação empírica que busca interpretar uma problemática em profundidade, quando seus limites não são claros. O instrumento para o levantamento dos dados foi o questionário aberto, deixando os investigados a vontade em ponderar melhor suas respostas, ou seja, prezando o pensamento livre e a originalidade do investigado. Os questionários foram aplicados na primeira semana de aula, mas como estavam sendo realizadas as chamadas para as vagas não preenchidas do SISU, a cada chamada procuramos os ingressantes para que respondessem os questionários. Desta turma, tivemos até a quinta chamada para o preenchimento das vagas, e assim, totalizamos 52 questionários respondidos.

Em conjunto com o questionário, entregamos aos alunos o termo de Consentimento Livre e Esclarecido, para que fossem sanadas as duvidas pertinentes sobre a pesquisa. Algumas perguntas realizadas foram: Em qual escola você fez o Ensino Médio? Como você avalia seu aprendizado de Física no ensino Médio? Como você avalia seus professores de Física no Ensino Médio? Você se sente seguro em relação ao lado matemático da física? Por que você escolheu Licenciatura em Física? Licenciatura em Física foi sua primeira opção? Se não, qual era sua primeira opção? Com os resultados dessas perguntas, poderemos repensar estratégias para a diminuição da evasão a partir do perfil de aluno que ingressa no curso.

## Dados e análises

Pela análise dos dados obtidos, podemos averiguar que 59,61% dos ingressantes encontram-se na faixa etária entre 16 a 20 anos e apenas 3,84% dos ingressantes possuem idade superior a 31 anos. Podemos concluir que os jovens estão procurando de imediato a ingressão no ensino superior, após o término do ensino médio. Muitos deles acabam por sofrer pressão de familiares ou até do grupo social para que ingressem em uma Instituição de Ensino Superior (IES) (CAMPOS, 2010).

Outro ponto a ser destacado é que 75% dos ingressantes são do sexo masculino, sendo este dado consistente com os encontrados por Paiva et al (2012). Podemos observar também que 55,77% dos ingressantes vieram de outras cidades e 44,23% são da própria cidade da instituição. Percebe-se que existe uma alta procura pelo curso, por estudantes oriundos de cidades vizinhas e de outros estados. Muitos dos estudantes que residem em cidades próximas a Uberlândia transitam todos os dias de sua cidade à Universidade, como é o caso, de alunos que residem em Araguari, cidade próxima de Uberlândia, com 37,9km de distância.

Observamos que 51,92% dos alunos não exercem nenhuma atividade remunerada, porém deixam clara a possibilidade de ingressarem no mercado de trabalho. Tivemos 57,69% dos alunos que irão requerer auxílio financeiro para se manterem no curso e 32,69% dos alunos não irão requerer auxílio financeiro, onde possuem renda para se manterem no seu dia-a-dia.

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Podemos perceber que 80,77% dos alunos são provenientes de escolas públicas. Esse resultado era esperado, porque o governo vem incentivando, com políticas públicas, o ingresso de estudantes oriundos de escolas públicas. É importante ressaltar que a maioria das escolas públicas tem enfrentado diversos problemas com infraestrutura, falta de incentivo salarial, poucas aulas de física semanais, entre outros. Todos esses fatores interferem no processo de ensinoaprendizagem, tornando os estudantes do sistema público deficitário de aprendizado de Física.

Quando questionados como avaliariam seu aprendizado de Física no ensino médio, constatamos que 63,46% dos alunos consideram seu aprendizado em Física bom e 23,08% dos alunos consideram fraco. Podemos notar que 42,31% dos alunos consideraram seus professores de Física do ensino médio bom e apenas 7,70% dos alunos consideraram seus professores fracos. Apesar da maioria terem ditos que seus professores eram 'bons' em muitos depoimentos ficou evidente a diversidade dos professores, entre aqueles que apesar de dominar o conteúdo não possuía estratégia didática, e aqueles sem comprometimento com a prática docente.

'Minha professora era esforçada, mas era uma professora que sabia para ela, não sabia transmitir o que ela fazia era seguir o livro e se o tempo acabar ela mudava de matéria.'

'Regulares. Poucos preocupados.'

'Desinteresados nas duvidas.'

Quando perguntados sobre a segurança que possuem em relação à matemática básica necessária para a Física que aprenderam no ensino médio, podemos notar no Gráfico 1 que 51,92% dos alunos não possuem dificuldade, sentindo confortável com o conhecimento em matemática adquirido, e 34,61% dos alunos declararam que possuem dificuldade.

Gráfico 1Segurança da matemática que envolve a Física.

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Verificamos que a grande insegurança dos alunos, na parte matemática se deve pelo ensino médio deficitário, e pela falta de dedicação própria, percebidas por algumas falas, como:

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'Não, porque nunca fui um aluno esforçado na área, e em nenhuma.'

'Não exatamente. Além de ter um ensino bastante vago no ensino médio, fiquei bastante tempo longe da teoria matemática.'

Já a segurança dos alunos se devem pelo bom ensino médio, cursinhos, o empenho e ótimas metodologias dos professores, e o próprio esforço:

'Sim. Graças ao cursinho e as aulas particulares.'

'Sim, pois os professores explicavam bem e ajudavam bastante.'

Outro ponto a ser destacado é que 13,46% dos alunos realizaram um curso superior e 5,77% dos alunos começaram a cursar o ensino superior, mas não deram continuidade para a finalização do mesmo. Temos alunos que possuem curso superior, e para motivar algum membro da família, fazem o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), e acabam ingressando no curso de Física.

Questionamos sobre a razão da escolha do curso Física Licenciatura, e se a sua escolha foi a primeira opção, em caso negativo, qual foi sua primeira opção, conforme o Gráfico 2, podemos observar que 46,15% dos alunos disseram que inseriram no curso em busca de interesse na área e a possibilidade de ampliar o conhecimento. Entretanto 34,61% dos alunos, afirmaram que suas notas, obtidas no ENEM, não foram suficientes para passarem no curso desejado, ficando assim aptos a ingressarem no curso Física Licenciatura, cuja nota de corte é razoavelmente baixa.

Gráfico 2Razões da escolha do curso Física Licenciatura

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Abaixo temos algumas falas de alunos, em relação a questão acima:

'Escolhi Licenciatura, pois quero ser professor.'

'Primeiramente quero aprender para mim, depois o outro motivo e que quero dar aulas de física, mas quero de tudo para ensinar com qualidade física. É depois se eu quiser forma em outra coisa, mas vou concluir física e dar aula.'

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'Escolhi Licenciatura em Física, pois me interesso no estudo das ciências da natureza e porque futuramente gostaria de me tornar um divulgador da área.'

'Escolhi este curso, pois gosto muito, é uma matéria fascinante e a física esta em tudo e precisamos dela, mesmo que a maioria das pessoas não compreendem essa importância.'

'Não, engenharia elétrica era 1º opção. Escolhi física porque eliminaria muitas matérias.'

'Licenciatura em Física é um curso que possibilitaria a transferência para engenharia aeronáutica (1ºopção) e por ser noturno possibilitando os meus estudos diurnos em cursinhos.'

'Porque era mais fácil de passar.'

Foram surpreendentes os resultados com relação à primeira opção de curso, onde 51,92% dos alunos disseram que foi a primeira opção de curso, e 48,08% dos alunos disseram que foi a segunda opção. Como dito anteriormente, essa perspectiva se dá, pela opção de o aluno oriundo do sistema de seleção SISU poder optar a cada dia por um curso, tendo em vista a sua nota e a nota de corte do curso.

Quanto às expectativas que possuem em relação ao curso tivemos como destaques:

'Espero dificuldade, prazer, gosto, desgosto, curiosidade, conhecimento...'

'Que eu posso aproveitar o curso, que ele seja produtivo, que eu saio daqui com 100% de aproveitamento, por mais que eu vá pegar transferência.'

'Aprender o máximo possível para futuramente, caso venha a transferir de curso ter o máximo de proveito.'

'Que eu aprimore meus conhecimentos em física e matemática e que posse transmitir isso para outros alunos futuros.'

'Sempre tive uma atração por cálculos, principalmente física, que ficou mais visível no meu ensino médio. Espero, neste curso de física, relembrar e aprofundar em determinadas áreas, quero conhecer pessoas novas, adultas, que realmente se importa com o curso, e logicamente, ser um física.'

'Espero que me dê toda a base científica dessa área e me proporcione um aprendizado de metodologias de ensino e divulgação bem eficazes.'

'Me ensinar a como ser um professor por completo, para poder passar a matéria em que darei aula em ótima qualidade.'

Nas primeiras falas, ficou evidente a expectativa de ampliação do conhecimento e com isso torna-se alfabetizado cientificamente. Já na quarta e quinta fala, vemos a Matemática diretamente relacionada com a Física, pois essa é

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a abordagem adotada pelos professores de Física. Já nas demais falas, ficou explicito a preocupação com o aprendizado para se tornarem bons professores.

## Considerações Finais

Este estudo procurou delinear o perfil de aluno que ingressou no curso Física Licenciatura da UFU em 2015. Concluímos que o ingressante típico é jovem, não trabalha, porém deixa claro que deseja ingressar em uma atividade remunerada durante a graduação. A maioria veio da rede pública, não são de Uberlândia, mas de cidades vizinhas, e esse é o primeiro curso superior no qual ingressam.

Muitos dos alunos que ingressaram no curso não colocaram física como primeira opção no SISU e, por não conseguirem a nota adequada para ingressar no curso desejado, acabaram ingressando em um curso que sua nota permitia. Muitos desses alunos encaram o curso de Física como um meio para adiantarem disciplinas que são comuns com as engenharias. Nesse sentido, cabe ao Governo rever o papel do SISU na ingressão ao Ensino Superior, principalmente nos cursos de baixa concorrência.

Até o segundo semestre de 2016, dos ingressantes pesquisados neste trabalho, 18 desistiram oficialmente do curso. Outro dado preocupante é o fato de 20 estudantes não terem realizado matricula, de modo que 38 dos 60 ingressantes não estão frequentando o curso. Além desses alunos, 8 alunos possuem Coeficiente de Rendimento Acadêmico (CRA) abaixo de 30. Vale mencionar que, segundo as normas da graduação da UFU, os estudantes serão desligados da UFU se deixarem de se matricular no curso por três semestres consecutivos, ficarem com CRA abaixo de 30 por três semestres ou reprovarem por 4 vezes em uma mesma disciplina.

Esses dados nos remetem a várias reflexões sobre o curso. Em nenhum dos depoimentos, os estudantes relataram que gostariam de se tornar cientistas, apesar dos cursos de licenciaturas, em sua maioria, ainda serem um bacharelado com disciplinas pedagógicas. Muitos ingressantes iniciam o curso com o objetivo de se tornarem cultos cientificamente, buscando mais o aspecto conceitual da física, o que sugere uma possível discussão acerca do enfoque matemático do curso. Por fim, como os estudantes são muito jovens, é preciso rediscutir a prática didática dos docentes universitários para se adequarem a esse estudante contemporâneo imerso na tecnologia e com fácil acesso a informação. Este estudo pretende dar subsídios para as discussões do Núcleo Docente Estruturante (NDE), que está trabalhando na reformulação do Projeto Político Pedagógico do curso para se adequar à Resolução número 2 de 2015, que define as novas Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior para os cursos de Licenciaturas.

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