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O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO POTENCIALIZADOR DE UMA EXPERIÊNCIA DIDÁTICA NO ENSINO DE FÍSICA

Franciéle Gonçalves De Oliveira, Fernanda Keila Marinho Da Silva

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
23/01/2017
Linha de pesquisa
Formação De Professores E Prática Docente
Tipo
Pôster

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Texto completo

## O ESTÁGIO SUPERVISIONADO COMO POTENCIALIZADOR DE UMA EXPERIÊNCIA DIDÁTICA NO ENSINO DE FÍSICA

## Franciéle Gonçalves de Oliveira , Fernanda Keila Marinho da Silva 1 2

- 1 Universidade Estadual de Campinas, Programa de Pós-Graduação Multiunidades em Ensino de Ciências e Matemática, franciele.oliveira011@gmail.com

2 Universidade Federal de São Carlos/Departamento de Física, Química e Matemática, fernandakeila@ufscar.br

## Resumo

Neste trabalho apresentaremos uma experiência didática realizada no quinto ano do curso de licenciatura em física durante o momento de regência do estágio supervisionado da primeira autora.O desenvolvimento da presente regência se deu por meio de um projeto elaborado através da constante reflexão sobre ensino-aprendizagem e do atual panorama do ensino de Física em nossas escolas. Com base nestas reflexões e na proposta curricular foi elaborado uma sequência didática a ser aplicada em duas turmas do segundo ano do ensino médio durante três encontros com duração de duas horas/aulas em cada um. O projeto de regência ocorreu através de diferentes abordagens de ensino, tais como: o uso do cotidiano, da experimentação e de exercícios investigativos, visando promover a aprendizagem significativa em conteúdos referentes ao 'Som', isto é, a física acústica e ondulatória. Os resultados mostraram que os estudantes interagiram e colaboraram bastante durante as aulas, com isso foi possível verificar através das falas, discussões e materiais produzidos em sala de aula o quanto eles interiorizaram sobre a matéria. É importante ressaltar que o projeto foi consequência de um longo caminho da formação inicial, englobando tanto o conhecimento adquirido nas disciplinas específicas de física quanto nas disciplinas de educação e ensino de física.

Palavras-chave : Estágio supervisionado, ensino de física, experiência didática, formação inicial.

## Introdução

- O estágio supervisionado se constitui como um momento essencial e obrigatório que integra os conhecimentos teóricos e práticos fundamentais para a formação do professor, de forma que, cabe ao estágio 'desenvolver atividades que possibilitem o conhecimento, a análise, a reflexão do trabalho docente, das ações docentes, nas instituições, a fim de compreendê-las em sua historicidade, identificar seus resultados, os impasses que apresenta, as dificuldades'. (PIMENTA; LIMA, 2012, p. 55)
- O objetivo do presente trabalho é apresentar as atividades realizadas no estágio supervisionado e refletir sobre as contribuições que essa realização trouxe para a experiência didática no ensino de física. Os dados foram obtidos durante o estágio supervisionado IV do curso de Licenciatura em Física de uma universidade pública federal e o trabalho foi desenvolvido em parceria com uma escola pública estadual no interior de São Paulo durante o ano de 2014.

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23 a 27 de janeiro de 2017

Muito embora se reconheça que o estágio tem sido equivocadamente concebido como a porção prática e instrumental dos cursos de licenciatura, entenderemos junto a Pimenta e Lima (2005/2006) que o '[...] o estágio se constitui como um campo de conhecimento, o que significa atribuir-lhe um estatuto epistemológico que supera sua tradicional redução à atividade prática instrumental.' (p. 6). Nesse caso, o estágio ultrapassa sua forma técnica e adquire uma epistemologia própria, projetando sua preocupação e seus possíveis alcances para condicionantes ideológicos, políticos, econômicos inerentes à sociedade. É fundamental reconhecer no processo formativo e na realização do estágio que como educadores, devemos possuir clareza em relação às premissas educacionais que nos guiam, em relação à sociedade e suas tendências mais marcantes, em relação à própria ciência que trabalhamos em sala de aula. Não temos dúvida de que o estágio é o momento formativo para refletir e colocar em prática essas questões.

O estágio que nos serviu de foco para descrever a experiência do artigo distribui sua carga horária de 420 horas da seguinte maneira: no primeiro estágio (60 horas) o objetivo é compreender os aspectos da gestão escolar, a dinâmica da escola, assim como o trabalho do gestor, e analisá-lo criticamente de modo a constituir a formação do futuro docente. O segundo estágio (90 horas) trata da observação, visando caracterizar a sala de aula como espaço de construção do conhecimento, compreender a intencionalidade da prática educativa, proporcionando um contato direto e uma reflexão constante sobre as práticas de ensino. No estágio três (90 horas), espera-se compreender as esferas que envolvem o planejamento, desde o administrativo até a sala de aula, mostrando que o planejamento não se restringe apenas à figura do professor e preparo de planos de aula. E, por fim, no último estágio (180 horas) têm-se o momento de regência, momento de colocar em prática a sequência didática desenvolvida anteriormente e os diálogos e reflexões ao longo dos estágios, como mostraremos adiante.

Pretende-se mostrar a partir do tema selecionado para desenvolver o projeto de ensino e a partir das atividades realizadas que o estágio possibilita a importante reflexão sobre o planejamento e também a inserção de importantes pressupostos educacionais do ensino de física/ciências.

## Construindo uma proposta

Uma das grandes dificuldades enfrentadas pelos professores da educação básica é o desinteresse dos alunos pelos assuntos abordados durante as aulas. Especificamente em física, tal fato acontece com maior frequência quando esta é abordada de maneira desarticulada da vida cotidiana dos alunos e, apresentada de forma linear com um enfoque demasiado em leis, teorias e fórmulas e resoluções de exercícios em detrimento de uma Física mais conceitual e contextualizada.

No início da regência, foi possível confirmar parcialmente esse cenário. Buscou-se averiguar a compreensão dos estudantes acerca do conhecimento em relação à Física e para isso foi aplicada uma entrevista com dez questões conceituais para o Ensino Médio. Essas questões compuseram a própria preparação para o projeto que seria posteriormente desenvolvido e, guardadas as devidas diferenças, apresentam dados similares aos de Ricardo e Freire (2007), conforme se notará. As turmas foram escolhidas aleatoriamente, de modo que contemplasse uma turma de cada série (1º, 2º e 3º Ano). Foi salientado que a pesquisa não estava vinculada com as aulas do Professor de Física, portanto, em nenhum momento

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estas respostas teriam influência sobre as notas e, além de que não era necessária a identificação no questionário. Diante a pergunta: 'o que significa física para você?', obteve-se os seguintes dados:

Figura 1: Resposta dos estudantes sobre o significado da Física

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Embora as questões fossem abertas, as respostas dos alunos não se dispersaram tanto, de modo que, foi possível agrupar as frases que apareciam em maior frequência nas três turmas do Ensino Médio. Por meio das respostas obtidas nessa pesquisa, foi possível perceber o quão significativo é o papel do professor. De forma geral, os estudantes compreenderam a importância da física alegando que esta é importante para a nossa vida e para compreender como e porque as coisas acontecem, e afirmaram que:

Física é um tema muito importante na nossa vida, tudo tem física e sem ela deixaríamos de fazer muitas coisas, pois ela contribui para tudo. (1º Ano).

Física para mim significa descobrir e desvendar tudo, procurar saber sobre o porque das coisas, é responder as perguntas de tudo, pela teoria e pela prática. (1ºAno).

- O estudo de tudo que nos cercam, no qual as vezes não achamos explicação. (1º Ano).

A física para mim é muito importante, porque é uma das matérias que está no meu dia-a-dia e que é essencial para mim. (2º Ano).

Um modo de entender as coisas do cotidiano que nem imaginava que acontecia de uma forma simples e fácil. (2º Ano).

A física significa tudo. (2º Ano).

Significa a resposta concreta para muitas coisas. (3º Ano).

Física para mim é descobrir como certas coisas funcionam. (3º Ano).

Física para mim, significa desde um simples movimento até uma bomba nuclear. Tudo é física, tudo tem a ver com física. (3º Ano).

As respostas das questões foram extremamente simples e colaboraram para que pudéssemos construir um projeto de intervenção que explicitasse alguns pontos que foram tocados pelos alunos (em suas respostas) de maneira genérica e superficial, o que forneceu indícios de que há falta de familiaridade dos mesmos com a disciplina escolar.

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A elaboração da proposta didática refletiu um longo período de estudos, reflexões e diálogos. O tema desenvolvido foi escolhido baseando-se no planejamento mensal do professor da disciplina e consentido pela coordenadora do Ensino Médio. Os conteúdos foram classificados de acordo com aquilo que os alunos devem saber, fazer e agir (conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais) (ZABALA, 2009). Com base nestas reflexões e na proposta curricular a elaboração da sequência didática com conteúdos referentes ao som, isto é, física acústica e ondulatória se deu através de diferentes abordagens de ensino (quadro 01) e, o projeto foi elaborado para quatro encontros com duração de duas horas/aulas cada, entretanto, não foi possível a realização da última atividade.

Quadro 01: Síntese da proposta metodológica

Em relação à física ondulatória, reconhece-se que muitas vezes é trabalhada de maneira pragmática e tradicional durante o segundo ano do Ensino Médio. Nela, são discutidos os conceitos gerais de uma onda, tais como frequência, comprimento de onda, velocidade de propagação etc., e 'a música aparece como consequência da emissão da onda sonora' (MOURA; NETO, 2011, p. 13). O conceito de onda, apesar de simples, apresenta uma grande variedade de aplicações, fenômenos e características. Trata-se de um conceito que se aplica tanto na física clássica quanto na mecânica quântica ao estudar a equação de onda de Schrödinger. Em vista da importância deste conceito, se faz necessário um trabalho que leve os estudantes a compreender alguns fenômenos ondulatórios de modo que, a partir do estudo destes fenômenos, seja possível a correta formulação do conceito de onda.

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN e PCN+), é possível através do estudo do som 'reconhecer suas características físicas, relacionando-as a fontes, "volume", timbre ou escalas musicais, os meios que aprimoram sua transmissão, amplificam ou reduzem sua intensidade e sua interação com a matéria, como a produção do "eco"' (BRASIL, 2002, p. 74). Nesta perspectiva, através do tema 'som', tem-se um leque de possibilidades e situações para explorar as características de uma onda. Vale ressaltar que o som, mais especificamente a música na antiguidade, teve um papel fundamental no desenvolvimento da Física e Matemática.

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Uma vez que o som faz parte do cotidiano de grande parte dos alunos (não se pode esquecer que há alunos surdos) estes já devem ter notado a grande quantidade de sons no cotidiano, desde a hora que se levanta com o bip do despertador até a hora de dormir, com os 'sons da rua' ou os 'sons da mata'. Muitos dos sons do cotidiano representam sinais que possuem um significado conhecido, como por exemplo, uma sirene, um alarme, um bip de chamada da fila, dentre outros. Todos estes sons, apesar de simples, influenciam e indicam possíveis atitudes e comportamentos que se deve tomar, mas este é um caso para as pessoas ouvintes, e no caso de pessoas surdas, ou até mesmo cegas? Qual é o papel do som e como ele pode ser substituído? Por meio desses questionamentos é importante e interessante que os alunos tenham um posicionamento crítico e se coloquem por um instante no lugar destas pessoas. Espera-se com esse exercício fazer com que os alunos reflitam e, casos de intolerância, descriminação e preconceito tenham um lugar cada vez menor na sociedade.

Além destes sons 'mais simples', a música é algo constante na vida dos alunos. São vários os estilos musicais, o que implica em uma grande diversidade de grupos onde os jovens se identificam com o mesmo gosto musical. Esta característica abre espaço para uma discussão dos diferentes gostos musicais encontrados em um microcosmo (ambiente escolar) o que por sua vez dá espaço para discutir as diferentes preferências musicais ao redor do mundo (macrocosmo). Abaixo segue a descrição das aulas e as reflexões proporcionadas a partir destas. Cabe salientar que as atividades didáticas propostas dialogam com o Currículo do Estado de São Paulo e assim, com os materiais de apoio à implementação de tal Currículo por meio dos Cadernos do Professor e do Aluno da edição 2014-2017.

## Resultados e Discussões

Segue abaixo a descrição e os resultados das aulas realizadas no momento de regência do estágio supervisionado.

## · Primeira aula

Quadro 02: Descrição da primeira aula

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Na primeira aula foi feita uma atividade investigativa sobre as diferentes características do som para que se pudesse iniciar o projeto a partir dos conhecimentos prévios dos alunos e para que eles reconhecessem a constante presença do som no cotidiano.

A elaboração individual dos mapas conceituais mostrou que grande parte dos estudantes relacionaram a palavra som com ritmos musicais, instrumentos musicais e barulhos do cotidiano. Apenas alguns estudantes fizeram uma ligação direta do som com alguma característica física.

As tiras em quadrinhos ilustravam situações em que há emissão e recepção de sons, traziam também brinquedos comuns, como o telefone com o fio e apresentavam situações que envolviam o sistema auditivo . As análises dessa atividade em grupo mostraram que os estudantes deixaram transparecer que o som, é como se fosse algo material, que é transportado por ondas. Alguns grupos utilizaram de forma errônea alguns termos físicos relacionados a fenômeno ondulatório para explicar a situação descrita. Mas, isto não implica em algo negativo, visto que a proposta da atividade é investigar o conhecimento prévio dos estudantes.

De modo geral, podemos dizer que houve a participação de grande parte dos estudantes. A esse respeito, percebemos que, embora eles conhecessem a palavra propriamente dita, de conceitos envolvidos ao tema de ondas, eles não conseguiam explicar de forma correta o conceito físico. Pode-se destacar também a preocupação destes na forma de como seriam avaliados.

## · Segunda aula

Quadro 03: Descrição da segunda aula

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A segunda aula pode ser caracterizada como uma aula expositiva e demonstrativa. Nela os alunos puderam compreender o conceito de onda e suas principais características, como: comprimento de onda, período de repetição, amplitude, transporte de energia, perturbação do meio e velocidade. Por meio dos experimentos com a corda e com a mola , que são relativamente simples, foi possível levar os conceitos para os alunos de uma maneira mais intuitiva.

Através da metodologia interacionista Peer Instruction , ferramenta que favorece os processos interativos entra pares através de questões conceituais podese verificar que os estudantes conseguiram compreender o que havíamos estudado em aula. Apesar da participação dos estudantes, estes não foram capazes de defender com convicção as respostas escolhidas.

## · Terceira aula

Quadro 04: Descrição da terceira aula

A terceira e última aula, foi caracterizada pelas atividades experimentais. Inicialmente foi realizado uma retomada dos conceitos, em que durante essa revisão de conceitos grande parte dos estudantes descreveram corretamente os conteúdos apresentados. Através da figura da onda desenhada na lousa, eles conseguiram identificar o que era o comprimento de onda, a amplitude, frequência etc. Sobre a rodada de experimentos, pode-se dizer que por meio da apresentação de alguns grupos houve a devida apropriação dos conceitos físicos por parte dos estudantes, uma vez que explicaram de forma correta os fenômenos físicos observados.

De forma geral, durante essas aulas foi possível observar que os alunos tiveram uma participação ativa e satisfatória. Em vários momentos destacaram que gostam de aulas em que possam participar e interagir. A partir de falas, discussões e materiais produzidos, verificamos um grau de interação bastante satisfatório.

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Com base nos dados coletados e nas observações realizadas durante a regência, pode-se dizer que houve uma absorção dos conceitos físicos por parte dos estudantes. Percebemos que a interação, o diálogo, a troca de saberes, o planejamento bem elaborado, os diferentes tipos de abordagens, foram os pontos essenciais para o sucesso de tal regência, embora, ainda sejamos conscientes de que nem sempre a participação ativa reflete uma compreensão total dos conteúdos e, nesse sentido, diversos elementos do plano, podem e devem ser reconsiderados.

## Considerações Finais

Com base nos dados coletados e nas observações realizadas durante a regência, foi possível concluir que a sequência didática elaborada foi eficaz, embora, a quantidade de conteúdos fosse possível de ser ensinada em apenas algumas horas, essa maneira em que foi abordada em sala de aula refletiu em um resultado satisfatório, havendo uma absorção e compreensão dos conceitos físicos por parte dos estudantes. Sobre este resultado, julgamos ser a resposta de um planejamento bem elaborado e proposto através de diferentes abordagens de ensino, possibilitando uma interação satisfatória com os estudantes.

Pensando no estágio como momento colaborativo para a aprendizagem da docência, podemos perceber que ele colabora efetivamente para a experiência didática, que, mesmo que o nervosismo e a ansiedade apareçam inicialmente, a confiança e a colaboração dos alunos ajudam bastante nesse momento inicial. Através da pesquisa feita com os alunos foi possível compreender diversos aspectos do ensino de física e da docência, como por exemplo, a importância da física, os conteúdos mais e menos relevantes para os alunos, a relação física e cotidiano, professor-aluno, entre outros. Assim sendo, no estágio supervisionado foi possível ter um contanto mais amplo com a realidade da escola pública, refletir e analisar a prática docente, desmistificar a presente ideia de dicotomia entre a teoria estudada e as práticas escolares e compreender o estágio como um campo de conhecimento, 'espaço de formação e de construção de identidade' (PIMENTA; LIMA, 2012), sendo o estágio um momento que busca aproximar e aliar o conhecimento construído durante a vida acadêmica e a realidade presente em sala de aula.

## Referências

BRASIL. Ministério da Educação. PCN+ Ensino Médio: Orientações Complementares aos Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio. Ciências da Natureza, Matemática e suas tecnologias. Brasília, 2002.

MOURA, D. A.; NETO, P. B. Ensino de acústica por meio de instrumentos musicais de baixo custo. Física na Escola , v. 12, n. 1, 2011.

PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2012.

PIMENTA, S. G.; LIMA, M. S. L. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis -Volume 3, Números 3 e 4, pp.5-24, 2005/2006.

RICARDO, E. C.; FREIRE, J. C. A. A concepção dos alunos sobre a física do ensino médio: um estudo exploratório. Revista Brasileira de Ensino Física , vol.29, n.2, 2007.

ZABALA, A. Os enfoques didáticos. In: COLL, César. et al. O construtivismo na sala de aula. 6. ed. São Paulo: Ática, 2009.

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