Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

A CONSTRUÇÃO DE VÍDEOS EXPERIMENTAIS A PARTIR DO LIVRO DIDÁTICO

Alcy Santana Costa Freitas, Adriano Lucciola Do Valle, Jaimara Dantas, Isabela Morais, Maria Cristina Penido Ufba - Ba - Brasil

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
23/01/2017
Linha de pesquisa
Materiais, Métodos E Estratégias De Ensino De Física
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2017

Texto completo

## A CONSTRUÇÃO DE VÍDEOS EXPERIMENTAIS A PARTIR DO LIVRO DIDÁTICO

## Alcy Santana Costa Freitas , Adriano Lucciola do Valle , Jaimara Dantas , 1 2 3 Isabela Morais , Maria Cristina Penido 4 5

- 1 Universidade Federal da Bahia/Instituto de Física/ freitasalcy@gmail.com
- 2 Universidade Federal da Bahia/Instituto de Física/ adrianodovalle@yahoo.com.br
- 3 Universidade Federal da Bahia/Instituto de Física/jaimaradantas@gmail.com
- 4 Universidade Federal da Bahia/Instituto de Física/moraisisabela1@gmail.com

## Resumo

Discussões envolvendo o ensino de Física convergem na importância de utilizar diversas metodologias para que haja maior interesse do aluno pela disciplina. Neste cenário, está inserido o livro didático, que possui grande papel no que diz respeito à formação do estudante. Entendemos que a metodologia a ser utilizada na sala de aula deve estimular o aprendizado do aluno e ao mesmo tempo ser prática e dinâmica. Tendo em vista que em algumas ocasiões falta ao professor tempo e recursos para tornar as aulas mais estimulantes, esse artigo tem como objetivo a construção de uma seqüência experimental, em formato de vídeo partindo de uma analise do livro didático escolar e usando os experimentos nele contidos. Visto que vídeos são recursos tecnológicos que podem aproximar o aluno do aprendizado e ao mesmo tempo, trazer uma alternativa a rotina escolar para as aulas de Física, dando suporte ao professor em atividades experimentais. Vale deixar claro que a utilização de vídeos experimentais não deve substituir as aulas do laboratório. Esta proposta busca desenvolver o aprendizado da Física e valorizar o livro didático por meio do uso de vídeos experimentais.

Palavras-chave : Ensino de Física, experimentos, vídeos

## Introdução

As ações dos bolsistas nas escolas são formadas por estratégias discutidas dentro do espaço PIBID-FÍSICA/UFBA, que tem como objetivo estimular os estudantes a funcionar como catalisador no aprendizado da disciplina. Essas atividades vêm a desempenhar um papel fundamental, no que diz respeito ao ensino e aprendizado, bem como trazer uma aproximação das rotinas escolares para os bolsistas, formando assim um educador mais qualificado. A proposta de inserir vídeos experimentais nas aulas de Física, da escola, pretende fortalecer a relação

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

23 a 27 de janeiro de 2017

do estudante com o livro didático, uma vez que o seu uso não tem sido amplamente aproveitado, no cotidiano escolar dos estudantes.

'O que se observa no atual sistema de ensino-aprendizagem, é uma grande defasagem, um sistema saturado, onde alunos e professores não mais encontram motivação para ensinar e aprender respectivamente, devido a um método extremamente tradicional onde o livro didático é colocado como o único objeto de estudo e fonte de pesquisa possível, sendo utilizada de forma limitada e antagônica a realidade do alunado.' (OLIVEIRA, 2012).

Percebe-se também, através das discussões propostas por (VIEIRA, 2013) que muitas vezes o professor não dispõe do tempo e dos materiais necessários para a produção de um determinado experimento. Então propomos utilizar os roteiros do livro didático e despertar o interesse dos estudantes em manusear o livro, não somente para a consulta, como também para o desenvolvimento experimental das aulas. O que torna o estudo propício ao aprendizado. Neste contexto, aconselhamos que sejam feitas algumas adaptações nos roteiros do livro para fazer com que a experimentação tenha um baixo custo e seja mais acessível aos alunos. Nosso interesse futuro é propor a criação de um acervo experimental para uma possível utilização do professor da disciplina.

- 'A busca pela utilização de novas tecnologias disponíveis para o ensino, e em nosso caso, para o ensino de Física, como ferramenta de auxílio na apresentação de conteúdos para os estudantes, é uma necessidade de nosso tempo (CLEBSCH e MORS, 2004). A utilização de recursos tecnológicos durante a prática de ensino para a facilitação da didática metodológica é sugerida pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs BRASIL, 1997). Apud (CLEMES, FILHO, COSTA, 2012).'

## Fundamentação teórica

## A importância do livro didático no ensino de Física nas escolas

- O livro didático é uma importante ferramenta de apoio ao trabalho do Professor e um recurso valioso para o acesso à cultura e para o processo ensinoaprendizagem. Conforme descrito no próprio portal do MEC, a produção deste material é conduzida por especialistas que trabalham para transpor, em linguagem com propósito didático, conteúdos e atividades que levem à apropriação e construção do conhecimento e ao desenvolvimento de habilidades e competências nas diferentes áreas do saber.
- 'O livro didático é um instrumento de grande valor educacional, está presente no contexto histórico do Brasil desde o período colonial' (RIBEIRO, 2003), apud (DOS ANJOS, MARTINS, 2011).
- 'não é à toa que a imagem estilizada do professor apresenta-o com um livro nas mãos, dando a entender que o ensino, o livro e o conhecimento são elementos

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

inseparáveis, indicotomizáveis' (SILVA, 1996, p. 8), Apud (DOS ANJOS, MARTINS, 2011).

Em 1985, foi criado o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que tem como objetivo prover as escolas públicas de ensino fundamental e médio com livros didáticos e acervos de obras literárias, obras complementares e dicionários, proporcionando uma educação de qualidade, através do material. A partir dos anos 90 o MEC conseguiu expandir mais a idéia da utilização do livro, com a difusão dos PCN's e dos Guias do livro didático.

Segundo o MEC para escolha dos livros didáticos aprovados na avaliação pedagógica, é importante o conhecimento do Guia do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). O livro didático deve ser adequado ao projeto político-pedagógico da escola; ao aluno e professor; e à realidade sociocultural das instituições. Ao longo dos anos podem ser vistas nos livros algumas implementações, como a inserção de roteiros experimentais que podem ser utilizados pelo professor, projetos de investigação, layouts mais dinâmicos, tudo com a finalidade de aguçar mais o interesse do aluno pela disciplina.

Segundo Libâneo (2002), o livro didático é um recurso importante na escola por ser útil tanto ao professor como ao aluno. Pois, através dele o docente pode reforçar seus conhecimentos sobre um assunto específico ou receber sugestões de como apresentá-lo em sala de aula. Já para o aluno, é uma forma de ter de maneira mais organizada e sistematizada um assunto que possibilite que ele revise em sua casa e faça exercícios que reforcem este conhecimento.

Então, cabe ao professor fazer escolhas que tornem o livro didático um aliado dos seus alunos, para que sirva como um suporte para o aprendizado, sugerindo a sua utilização de acordo com o que é discutido em sala de aula.

Desta forma, os conteúdos, valores, comportamentos e atividades que o Livro didático sugere devem estabelecer uma relação entre os que pensam os alunos e o que é ensinado pelo professor para fazer com que a classe avance na aprendizagem. (Lajolo, 1996) apud (BATISTA, AMANDA PENALVA, 2011).

Neste viés, acreditamos que o professor pode utilizar roteiros de experimentos disponíveis no livro didático para produzir vídeos.

## O uso de recursos audiovisuais no ensino de Física e o papel dos vídeos no contexto escolar

A influência do meio audiovisual vem ganhando espaço no cenário educacional. Uma vez que educadores tem enxergado o potencial de associar recursos de som e imagem para despertar o interesse dos alunos e até mesmo facilitar a compreensão de assuntos mais complexos. Para que estes recursos sejam inseridos nas práticas escolares é de fundamental importância que o professor tenha ciência do objetivo desempenhado por estes recursos e a melhor forma de utilizalos.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

De acordo com (PRETTO, 1999) o uso de vídeos didáticos pode facilitar o entendimento de certos conteúdos relacionados à educação do individuo, além disso, pode reproduzir um fenômeno que venha a estimular e despertar o interesse do aluno em estudar um determinado assunto. Por exemplo, a formação de uma imagem invertida de uma vela a frente de um espelho. O impacto causado pela imagem cria questionamentos que acarreta no desenvolvimento no aluno. Ademais, com uma apresentação audiovisual podemos provocar sensações diferentes, uma vez que uma atividade como esta muda a rotina da sala de aula.

Há certos efeitos que são mais bem observados, ou somente podem ser observados, se filmados. Por exemplo, as linhas do campo magnético em um imã gigante são bem vistas quando filmadas de cima ou a vida do infinitamente pequeno só pode ser observada através de técnicas de vídeo especiais (ROSA, 2000, p 28).

Ao refletirmos a questão do ensino e aprendizagem e observando discussões propostas por Vicentini e Domingues (2008), Apud, (FILHO, Aldo et al., 2015) percebemos que cativar o estudante e atrair a sua atenção tem sido uma tarefa desafiadora para muitos educadores. Acreditamos que para que o aluno tenha interesse em buscar o conhecimento, suas aulas de Física devem ser mais atrativas. Cabe ao professor criar um ambiente propicio ao aprendizado e isso requer um esforço do mesmo, no que diz respeito a ferramentas de ensino. Acreditamos que a forma como a Física é transmitida em sala de aula precisa ser complementada com o uso de vídeos didáticos, pois uma imagem, um fenômeno acontecendo em tempo real levanta dúvidas, cria a necessidade de o aluno questionar o que está sendo visto. Isso cria o momento perfeito para a aquisição de conhecimento. De acordo com Prensky (2001), Apud, MUCHENSKI & BEILNER (2015) os estudantes de hoje pensam e processam as informações de forma fundamentalmente diferente de seus antecessores. As diferenças vão muito mais além e são muito mais profundas que a maioria dos educadores suspeita ou percebe. Ou seja, diferentes tipos de experiências levam a diferentes estruturas cerebrais. Os alunos de hoje são intuitivamente familiarizados com a linguagem digital de computadores, videogames e internet. Em outras palavras, eles podem ser considerados nativos digitais.

Hoje, existem centenas de aplicativos de edição de vídeo. Os recursos estão cada vez mais acessíveis e fáceis de usar. Pensamos que isso pode ser satisfatório, pois muitos assuntos que estão nos livros podem ser explicados mais facilmente com um vídeo didático.

Grandes vantagens do vídeo em sala de aula estão no fato do utilizador poder manuseá-lo, manipulá-lo como se 'folheasse um livro': avanços, recuos, repetições, pausas, todas essas interferências no ritmo e norma habitual de apresentação da mensagem audiovisual que distinguem a televisão do vídeo (CINELLI, 2003, p. 38).

Para que uma prática docente tenha êxito, consideramos que é de fundamental importância o acompanhamento dessas práticas por parte de alunos, professores e a escola. A escola possui um grande papel neste contexto, já que novos métodos de ensino devem ser incorporados a sua rotina. A fim de tornar o uso dessas práticas algo necessariamente usual, recomendamos a utilização de novas mídias como ferramentas para aquisição de conhecimento.

Nesse cenário de mudanças na forma como as informações são transmitidas, segundo Belloni (1998), cabe à escola não só assegurar a democratização do acesso aos meios de comunicação, mas ir além,

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

preparando as novas gerações para a apropriação ativa e crítica dessas mídias. (ANHUSSI, 2009).

## Metodologia

Os recursos audiovisuais que foram utilizados passaram por uma 'inspeção' para que então fossem aplicados da melhor forma, com a finalidade de se obter resultados satisfatórios. Este trabalho se limita a mostrar o primeiro vídeo produzido.

Tivemos o cuidado de nos atentar à duração de cada vídeo. O ideal é que o recorte tenha tempo suficiente de mostrar, com precisão, os fenômenos. Deve-se ficar atento também a quantidade de fenômenos que serão abordados. Recomendamos um trecho de três a seis minutos, a depender da dinâmica e grau de dificuldade do vídeo. O trecho que construímos teve um período de 6 minutos de duração. É importante tomar cuidado para não relacionar muitos fenômenos a um vídeo, pois um grande número de fenômenos pode causar dificuldades ou até mesmo o não aproveitamento do vídeo. Aconselhamos dois ou três fenômenos e a depender da complexidade, apenas um.

Iniciamos a construção do vídeo didático realizando uma leitura e interpretação dos roteiros propostos pelo livro Ser Protagonista - Física, Edição SM. Escolhemos o experimento coeficiente de atrito estático.

De posse desses materiais demos início à preparação do roteiro do vídeo. As animações da parte teórica foram feitas no PowerPoint e as imagens capturadas com o programa aTube Catcher, que é um aplicativo que é um software livre, disponível na internet. As filmagens foram realizadas com celulares. Por fim, editamos o vídeo com o programa Movie Maker, para utiliza-lo é necessário, tanto a escola, quanto ao usuário ter o pacote da Microsoft instalado no computador. A seguir, serão mostradas figuras que mostram algumas etapas da produção do vídeo.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Figura 1: Experimento desenvolvido no vídeo

<!-- image -->

Figura 2: Diagrama de forças (Power Point)

<!-- image -->

Figura 3: Execução do experimento

<!-- image -->

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

## Análise do material obtido

Acreditamos que a importância da confecção de materiais como esse tende a reforçar os conteúdos vistos em sala de aula, trazendo uma alternativa para a compreensão dos fenômenos. Algumas situações mais abstratas podem ser entendidas mais facilmente através do vídeo, além de gerar novos questionamentos.

O vídeo pode ser encontrado na integra através do link:

https://www.youtube.com/watch?v=T5gB5iXrZkE

## Considerações finais

Este artigo leva em consideração o posicionamento de muitos autores, que concordam que o livro didático é um forte instrumento de disseminação de conhecimento. O seu papel é fundamental na educação, uma vez que as informações trazidas em seu conteúdo implicam na formação de indivíduos para a sua atuação na sociedade. O material apresentado no livro didático pode ser reproduzido e até mesmo adaptado para outras mídias como vídeos audiovisuais, que trazem uma rica gama de recursos disponíveis para o uso do professor. Em nossas atividades notamos que cabe ao professor, ter o senso crítico aguçado na hora de usar estes recursos. Consideramos que as aulas podem ser ainda mais atrativas e também fazer com que determinados assuntos sejam discutidos com mais facilidade. Este trabalho evidenciou que existem conteúdos no livro que podem ser mais bem explorados. Uma vantagem do uso de vídeos experimentais está na possibilidade de poder compartilhar essas produções, para que estudantes, professores e até mesmo curiosos tenham este aprendizado disseminado, papel de grande valia para o desenvolvimento da educação. Esperamos com esta proposta salientar a importância de se discutir a implementação destes recursos no cenário escolar.

## Referências

PRETTO, Nelson de Luca, CARVALHO, Maria Inez da Silva de Souza. Educação e tecnologias de comunicação e informação - a biblioteca virtual de ensino a distância. In: EPEN - XIV ENCONTRO DE PESQUISA EDUCACIONAL DO NORDESTE, 1999, Salvador. Anais do Epen 99. Salvador: NEHP/CPD - UFBA, 1999.

UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO PROFESSOR E O LIVRO DIDÁTICO. Monografia de Amanda Penalva Batista, UNEB, 2011.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

FNDE.GOV http://www.fnde.gov.br/programas/livro-didatico/guias-dopnld/item/8813-guia-pnld-2017 - ACESSO EM:21/08/2016.

BEZERRA, J.L.; SILVA, R. F. O livro didático e o ensino de geografia. In: ENCONTRO NACIONAL DOS GEÓGRAFOS, Porto Alegre, 2010.

VIEIRA, Leonardo. Experimentos de Física com Tablets e Smartphones. Rio de Janeiro, UFRJ, 2013. 2 p. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós Graduação em Ensino de Física, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2013.

ROSA, P. R. S. O uso dos recursos audiovisuais e o ensino de ciências. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, v.17, n.1, p.33-49, 2000.

O USO DE VÍDEOS COMO RECURSO PEDAGÓGICO PARA O ENSINO DE FÍSICA: UMA EXPERIÊNCIA DO PROGRAMA PIBID NO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE - CAMPUS CONCÓRDIA, 2015, MUCHENSKI, Fabio, BEILNER, Gregory.

OLIVEIRA, TEIXEIRA . A EFICIÊNCIA E/OU INEFICIÊNCIA DO LIVRO DIDATICO NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM PUC-RIO BRASIL

DOS SANTOS, Vanessa; MARTINS, Liziane. A importância do livro didático. Candombá revista virtual, Bahia, 2011, p.20-33.

CLEMES, Glenda. Vídeo-aula como estratégia de ensino em Física in: 1º SIMPÓSIO DE INTEGRAÇÃO CIENTIFICA E TECNOLÓGICA DO SUL CATARINENSE -SICTSUL, 2012, Santa Catarina, SICT-SUL

FILHO, Aldo et al., A formatação do vídeo enquanto incremento às novas metodologias de ensino aprendizagem in: III Simpósio Internacional de Inovação em Educação. 2015, Campinas, UNICAMP.

CINELLI, Nair. A influencia do vídeo no processo de aprendizagem. Florianopólis: UFSC, 2003. P.38. Dissertação - (Mestrado - Programa de Pós Graduação em Engenharia de Produção), Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina, 2003.

ALVES, Milena, Utilização do jornal na escola como apoio pedagógico . Rio Grande do Sul: UFRJS, 2013. P.24, Trabalho de conclusão de curso de especialização em mídias na educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2013

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.