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Análise das interações discursivas entre monitores de um centro de ciências e alunos da educação básica em uma atividade experimental planejada em conjunto

Marcus Vinicius De Almeida, João Ricardo Neves Da Silva

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
23/01/2017
Linha de pesquisa
Ensino E Aprendizagem Em Física
Tipo
Pôster

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Texto completo

## Análise das interações discursivas entre monitores de um centro de ciências e alunos da educação básica em uma atividade experimental planejada em conjunto

Marcus Vinicius de Almeida , João Ricardo Neves da Silva 1 2

1 Universidade Federal de Itajubá, marcus-mva@hotmail.com

2 Universidade Federal de Itajubá, jricardo.fisica@unifei.edu.br

## Resumo

Neste artigo apresentamos a construção conjunta de conteúdos de física básica com base nas interações discursivas entre monitor e aluno, por meio da análise de gravações feitas em uma atividade experimental realizada em um laboratório didático de física I. A análise foi realizada com ênfase nas interações discursivas entre monitores e alunos, destacando quais foram as palavras, termos, analogias ou figuras de linguagem escolhidas pelos monitores, que possibilitaram que os alunos envolvidos compreendessem um determinado assunto de maneira correta. Os referenciais da pesquisa englobam aspectos da interação discursiva com base nas premissas do uso da linguagem elencadas por Bakhtin e seus interpretadores. Os resultados mostram como se consolidou o processo de formação de conceitos sobre aceleração gravitacional, massa e peso por meio da interação entre os monitores e os alunos em uma atividade experimental previamente planejada. Concluímos que é extremamente importante que haja uma preparação mais contundente dos monitores sobre o assunto principal desta pesquisa, tendo em vista que a maioria desconhece o que são interações discursivas, e também possuem um pequeno repertório de analogias e figuras de linguagem para facilitar o entendimento do assunto abordado, o que pode ser justificado pelo fato que todos os monitores ainda são alunos do curso de física licenciatura. Notamos também a importância que a interação discursiva tem na formação dos futuros licenciados.

Palavras-chave : Interação discursiva, monitores, licenciandos.

## Introdução

A interação entre professores e alunos tanto nas salas de aula ou em laboratórios é constituída por um dos mais importantes elementos no processo de ensino-aprendizagem, haja vista que seu entendimento não só facilita este processo, mas também contribui na sua qualidade.

Os processos interativos em salas de aula formam um amplo campo de pesquisa na área de ensino de ciências, envolvendo vários profissionais, como: sociólogos, psicólogos, antropólogos e linguistas, pois existem muitas variáveis analisadas nas investigações sobre educação (BOZELLI e NARDI, 2012). Já em relação às pesquisas em Educação em Ciências, a psicologia sociocultural ou sóciohistórica é uma das teorias que tem apoiado significativamente os pesquisadores no processo de compreensão de como se dá a criação e o desenvolvimento dos significados por meio do uso da linguagem utilizada e de outros modos de comunicação e interação (COLL e EDWARDS, 1998).

A interação discursiva no universo escolar só é possível principalmente com a produção linguística numa relação entro professor - aluno. O discurso na sala de aula pressupõe a existência de dois grupos diferentes: os aprendizes, que possuem

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23 a 27 de janeiro de 2017

conhecimentos próprios e desarticulados da aprendizagem científica, e os professores, como articuladores desses conhecimentos por meio do uso da linguagem. Para que o processo de aprendizagem ocorra, é necessário que haja um reconhecimento e um envolvimento recíproco: aceitação de ambos.

A este respeito, de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (PCNEM), para a formação plena do aluno, o processo ensinoaprendizagem deve focar na interação entre professor-aluno.

Buscar a plena formação do aluno para participar do convívio social de maneira crítica, a partir de competências e habilidades que estruturam o trabalho com a linguagem, pois, sendo esta uma herança social, reprodutora de sentidos e possibilitadora da interação entre os sujeitos, através do discurso constitui-se numa das principais práticas sociais. (BRASIL, 1999).

As práticas sociais de uso da linguagem possibilitam a produção dos sentidos por meio das trocas de forças entre os interlocutores. Bakhtin (1997) define uma concepção de interação verbal através das relações que se estabelecem entre o eu e o outro nos processos discursivos instaurados historicamente pelos sujeitos, que se instauram e são instaurados pelo discurso: " uma arena de luta daqueles que, pela interação verbal, procuram recuperar os significados que se encontram acumulados no discurso produzido a partir do contexto histórico, social e cultural dos interlocutores dialogicamente constituídos '.

O professor, ao considerar o aluno como um receptor e produtor de diversos discursos, e ao compreender o texto como centro de todo processo ensinoaprendizagem produzido por um sujeito num contexto histórico, social e ideológico, estará contribuindo para o desenvolvimento das capacidades cognitivas e metacognitivas, levando o aluno a compreender e refletir o processo de construção dos sentidos que o texto produz dialogicamente no convívio social (VERCEZE, 2009).

A partir desses princípios teóricos, foi realizada uma pesquisa que pretendeu analisar como se dão as interações discursivas entre licenciandos monitores de um centro de ciências e alunos do ensino médio em uma atividade experimental monitorada.

## Interações discursivas em sala de aula

O ponto investigativo da dinâmica dos discursos presentes nesta pesquisa se pauta em ideias consolidadas nas preposições de Bakhtin (1997) sobre o uso da fala como produção de consenso e as interpretações advindas destas preposições.

As bases filosóficas da teoria de Bakhtin condizem com esta pesquisa, pois fundamentam o processo que ocorre entre os monitores (professores) e alunos da atividade experimental proposta neste trabalho, na qual as falas de um sujeito, neste caso o monitor, potencializam uma fonte de discussão e elaboração de novas compreensões pelos outros sujeitos, no caso os alunos (SILVA et. al., 2013).

A análise das interações discursivas considera aspectos epistemológicos e de significação, de maneira que a enunciação não é tida apenas com uma forma de comunicação, mas como fonte de analise de outras vozes e conceitos, estando estritamente envolvida em processos de pensamento e compreensão (BAKHTIN, 1997), sendo, portanto, um bom instrumento para a caracterização do discurso em diferentes dimensões analíticas (VILELARIBEIRO; BENITE, 2009, p4).

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Os autores afirmam que, os diálogos são produtores de consenso e a interação entre o locutor e o ouvinte pode se dar de forma direta ou indireta, por meio de uma dialogicidade entre os próprios discursos, como explicitado por Goulart (2009).

No dialogismo da interdiscursividade, discursos dialogam produzindo novos discursos. Neste, então, habitam muitas vezes vozes sociais, que se completam, polemizam e respondem umas as outras (GOULART, 2009, p.16).

Este referencial teórico é objeto de estudo na área de ensino de física, tal como em Mortimer e Scott (2002). Estes autores caracterizam o discurso da sala de aula com respeito as duas características interativas:

- a. Interativo/dialógico: professor e estudantes exploram ideias, formularam perguntas autênticas e oferecem, consideram e trabalham diferentes pontos de vista. b. Não-interativo/dialógico: professor reconsidera, na sua fala, vários pontos de vista, destacando similaridades e diferenças. c. Interativo/de autoridade: professor geralmente conduz os estudantes por meio de uma sequência de perguntas e respostas, com o objetivo de chegar a um ponto de vista específico. d. Não-interativo/ de autoridade: professor apresenta um ponto de vista específico.
- O ponto de vista primordial de Bakhtin é de que os discursos conduzem componentes sociais, ideológicos e a interação entre falas do professor (locutor) e aluno (ouvinte) também conduz de maneira que um consenso é atingido tanto por meio da interação entre o aluno e o monitor tanto entre os próprios alunos, isto é, os alunos após ouvirem uma primeira explicação do monitor, discutem entre si sobre a mesma (SILVA et. al., 2013). Nesta pesquisa nos atemos à análise das interações discursivas entre os monitores e os alunos no que se refere principalmente à construção progressiva das conclusões por meio da dialogicidade das interações discursivas monitores-alunos.

## Atividade Experimental e coleta de dados

Para realizar a coleta dos dados foi elaborada uma atividade experimental que foi realizada no Laboratório Didático de Física I da Universidade Federal de Itajubá em parceria com uma Escola Pública de Ensino Básico de Itajubá - MG.

- A atividade consistia em um roteiro a ser seguido pelos alunos do Primeiro ano do Ensino Médio de uma Escola Pública da cidade de Itajubá. O roteiro possuía instruções para a realização de um experimento sobre Queda Livre. A atividade foi realizada com oito grupos de 3 alunos. Cada grupo tinha sua própria bancada com os materiais necessários. Em cada uma das bancadas um monitor fiou responsável por orientar o grupo. Vale ressaltar que todos os monitores são alunos do segundo ano do curso de Física Licenciatura membros do PET-Conexão de saberes das licenciaturas em física e matemática da universidade.
- O experimento tinha por objetivo mostrar aos alunos o que ocorre com o tempo de queda quando dois corpos de massas diferentes são soltos de uma mesma altura ao mesmo tempo.

Em cada bancada foram distribuídos gravadores para que todos os diálogos entre monitor-aluno fossem gravados em áudios, para posteriormente serem transcritos e analisados.

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Para a análise das transcrições realizadas, as interações entre os monitores e os alunos na atividade experimental foram separadas em elementos de discurso, que foram compreendidos na sequência em que ocorriam. Esta metodologia tem caráter exclusivamente qualitativo, na medida em que as falas dos alunos são reconstruídas a partir de uma fala dita pelo monitor, nas palavras do autor:

Esta metodologia de analise se pauta em um conjunto de proposições bastante detalhadas e extensas. Contudo, para a compreensão do conteúdo do trabalho, nos atemos a descrever as etapas de desconstrução e reconstrução do texto, mais evidentes na análise (SILVA et. al., 2013, p.16).

Para melhor representação, as falas dos monitores e dos alunos foram separadas em quadros na sequência em que o monitor expressa uma fala na qual utilizou alguma analogia, termo ou figura de linguagem que explica um conteúdo e o aluno compreende o que lhe foi passado.

Concordamos com Silva et al (2013), que acreditam que a forma de conduzir o trabalho através da compreensão de um conceito por mais que seja novo, permeia a compreensão de todos e deve surtir efeitos bastantes significativos, uma vez que, eles (alunos) podem avaliar seus erros conceituais e as compreensões conflitantes com o que foi dito pelo colega e colocar suas conclusões para o restante do grupo.

Por fim, para a apresentação dos resultados foram selecionadas apenas interações que possuíam os elementos que se procuram nesta pesquisa, sem ordem cronológica da atividade realizada e descartando o resultado final do experimento, já que não era essa a intenção. As falas dos monitores - nomeados de Monitor 1 a Monitor 8 - e as falas dos alunos - nomeados de Aluno 1 a Aluno 24 - foram consideradas no resultado final, portando não foram apresentadas aqui todas as interações registradas, tendo em vista que muitas delas eram repetidas ou semelhantes.

## Resultados e Discussões

Como dito anteriormente, nos quadros a baixo se encontram as interações discursivas entre os monitores e alunos. Estão representados diálogos nos quais possuem elementos de construtividade do conteúdo apresentado ao aluno a partir das falas do monitor. Foram separados por episódios, para melhor contextualizar o leitor deste artigo sobre do que está sendo tratado no diálogo.

## Episódio 1: Posicionando os sensores

Logo no início do experimento, o monitor 1 pediu que grupo posicionasse os sensores em uma régua graduada.

Quadro 01: Interação discursiva sobre o posicionamento dos sensores.

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Neste primeiro quadro, é possível notar que a primeira fala do Monitor 1 não deixou claro o que estava sendo proposto aos alunos. Contudo, a partir da fala do Aluno 2, o monitor buscou explicar a mesma ideia utilizando um outro ponto de vista, que logo depois foi compreendido pelos alunos. Isto fica claro nas falas do Aluno 2 e Aluno 3.

Como já citado anteriormente, a interação discursiva só acontece quando existe reciprocidade de ambas as partes, tanto do locutor quanto do ouvinte. Nota-se que no Episódio 1, só foi possível haver interação discursiva por conta da manifestação do Aluno 2 e assim despertando uma segunda explicação do Monitor 1. Vale ressaltar que se o Aluno 2 ou qualquer outro aluno ainda se manifestasse, dizendo que não compreendeu e/ou compreendeu de maneira equívoca, o monitor deveria continuar usando de analogias, explicações diversificadas, figuras de linguagens e etc., até que o aluno compreendesse corretamente a explicação. Estas são características apontadas pelo referencial como um discurso Interativo-Dialógico

## Episódio 2: Convertendo as unidades

Em certo momento da atividade, solicitou-se aos grupos que medissem a massa de duas bolinhas e anotassem os resultados em quilogramas.

Quadro 02: Interação discursiva sobre conversão de unidades.

Este diálogo entre o Monitor 2 e o Aluno 4, mostra que o monitor resolveu um problema em voz alta, demonstrando como se resolve o que é pedido. Logo após a conclusão, o Aluno 4 conseguiu observar que para resolver o próximo problema ele terá que usar das mesmas técnicas que o Monitor 4 utilizou. Nesse sentido, fica evidente uma interação discursiva interativa, porém de autoridade, uma vez que o monitor conduz o aluno à resposta por meio de técnicas. A utilização de

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um exemplo mostra que o Aluno 4 conseguiu observar e entender o que deve ser feito para a dar sequência na atividade experimental.

## Episódio 3: Discussão sobre a queda livre

O objetivo principal da atividade experimental era discutir o tempo de queda de dois corpos de massas diferentes, neste episódio vê-se um dialogo sobre esta discussão, como o dialogo foi um pouco mais extenso que os de mais, a análise será feita de forma separada.

Quadro 03: Interação discursiva sobre a queda livre.

No dialogo, nota-se que o Monitor 4 usou uma situação exemplo para interagir com os alunos e em seguida uma pergunta, com a resposta do Aluno 7 e 8, o monitor pôde dar sequência em sua estratégia discursiva, desconstruindo o que os alunos pensavam. Isso pode ser mais bem expresso no quadro 4.

Quadro 04: Continuação da interação discursiva sobre a queda livre.

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Ao explicar o motivo de suas repostas estarem incorretas, o Monitor 4 dá sequência ao experimento e então é possível notar que com isso o Aluno 7 consegue notar uma diferença do que o mesmo havia falado antes, sobre a diferença da queda da bolinha 1 e 2. A atuação do monitor neste episódio é interativo-dialógico, uma vez que o que conduz às conclusões são as questões dos monitores e não suas sugestões.

Ao retomar ao experimento, o Monitor 7 conseguiu fazer que o próprio Aluno 7 entendesse o que estava acontecendo, e com isso ele pode continuar a explicação, finalizando o raciocínio, o que pode se notar nos quadros 4 e 5.

Quadro 04: Finalização da interação discursiva sobre a queda livre.Quadro 05: Continuação da finalização da interação discursiva sobre a queda livre.

Ao deixar os alunos 'preparados' para receber a explicação final, o Monitor 4 conclui a explicação utilizando perguntas que forçam os alunos a compreenderem o que acontece com o tempo de queda de dois corpos.

Em todos os episódios, pode-se afirmar que os diferentes monitores conseguiram construir conceitos de física com base nas interações discursivas com os alunos de diversas formas diferentes, alguns usaram de analogias ou figuras de linguagem e até mesmo situações-exemplo das quais os alunos observavam.

Fica claro que a construção de um conceito de física pode se dar através de interações discursivas, levando em conta o contexto sociocultural e histórico dos alunos.

## Considerações finais

Através deste trabalho, a partir da análise das interações discursivas sobre um tema, foi possível verificar que construção de conceitos de física pode ser realizada através de termos, frases, analogias, exemplos, figuras de linguagem e etc., tendo em vista que tudo isso seja usado da maneira correta. Portanto a formação dos monitores, que neste caso foram os responsáveis por tentar construir tais conceitos de física com os alunos, é muito importante. Pois, foram notadas algumas dificuldades nos monitores para criar algum exemplo, ou explicações diversificadas para o melhor entendimento dos alunos.

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Seria muito interessante que os monitores tivessem um contato sobre o que é interação discursiva antes de realizar alguma atividade que possa envolver este assunto, assim seria mais produtivo o dialogo o aluno, tonando a construção de conceitos ainda mais rica.

Seguindo este ponto de vista, é fundamental que o monitor conheça as teorias para que possa repensar sua prática no momento da explicação, dar atenção ao processo de interação, porque a mesma tanto no laboratório quanto em qualquer outro espaço de aprendizagem é uma atividade que exige conhecimento teórico, dado a sua complexidade. Por isso, a necessidade de pesquisas que propiciem aos alunos o envolvimento no processo, principalmente no espaço da sala de aula.

## Agradecimentos

Os autores do trabalho agradecem à FAPEMIG pelo apoio financeiro, concedido na forma de auxílio à participação coletiva em evento técnico ou científico no país, processo PCE-00852-16. Também agradecem à CAPES pelo apoio concedido por meio do programa PET-Conexão de Saberes da UNIFEI.

## Referências

BAKHTIN, Mikhail. Estética da criação verbal . Tradução de Maria Ermantina Galvão G. Pereira. 1997.

BOZELLI, Fernanda Cátia; NARDI, Roberto. Interações Discursivas e o Uso de Analogias no Ensino de Física. Investigações em Ensino de Ciências , v.17, n.1, p.81-107, 2012.

BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Médio . Brasília: MEC,1999.

COLL, César; EDWARDS, Derek. Ensino, aprendizagem e discurso em sala de aula. Porto Alegre: Artmed , 1998.

GOULART, Cecília. Em busca de balizadores para a análise de interações discursivas em sala de aula com base em Bakhtin. Revista de educação pública , v. 18, n. 36, p. 15-31, 2012.

OSOLINI, Margherita. (2005). A Construção do Discurso nas Discussões em Sala de Aula: uma analise sequencial . In: PONTECORVO, C Ajello, A. M.; ZUCCHERMAGLIO, C. Discutindo se aprende: interação social, conhecimento e escola.

MORTIMER, Eduardo F.; SCOTT, Phil. ATIVIDADE DISCURSIVA NAS SALAS DE AULA DE CIÊNCIAS: UMA FERRAMENTA SOCIOCULTURAL PARA ANALISAR E PLANEJAR O ENSINO (Discourse activity in the science classroom: a socio-cultural analytical and planning tool for teaching). Investigações em ensino de ciências, v. 7, n. 3, p. 283-306, 2002.Porto Alegre: Astmrd, p. 121-144.

SILVA, João Ricardo Neves et al. O grupo de estudos e discussão como subsídio ao desenvolvimento de interações entre professores de física sobre temática teoria da relatividade. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , v. 13, n.1, p. 925, 2013.

VERCEZE, Rosa Maria Nechi. A Interação Professor/Aluno na Sala de Aula . Rondônia, 2009.

VILELA-RIBEIRO, Eveline Borges; BENITE, Anna Maria Canavarro. Concepções sobre natureza da ciência e ensino de ciências: um estudo das interações discursivas em um Núcleo de Pesquisa em Ensino de Ciências. Revista Brasileira de Pesquisa em Educação em Ciências , v. 9, n. 1, 2011.

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