Pular para o conteúdo
Buscador da Pesquisa em Ensino de Física Busca em texto completo · v0.3.0

ENSINO INCLUSIVO DE FÍSICA E OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL, DEFICIÊNCIA AUDITIVA OU SURDEZ: MATERIAIS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO NOS TRABALHOS DO SNEF ENTRE 2005 E 2015.

Danielle Santos, Márlon Pessanha

Evento
Simpósio Nacional de Ensino de Física ↗ (SNEF)
Edição
XXII
Ano
2017
Data
25/01/2017
Linha de pesquisa
Equidade, Inclusão Social E Estudos Culturais E O Ensino De Física
Tipo
Pôster

Abrir o PDF original ↗ Baixar referência .bib Ver todos do SNEF 2017

Texto completo

## ENSINO INCLUSIVO DE FÍSICA E OS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL, DEFICIÊNCIA AUDITIVA OU SURDEZ: MATERIAIS E ESTRATÉGIAS DE ENSINO NOS TRABALHOS DO SNEF ENTRE 2005 E 2015.

## *Danielle Santos , Márlon Pessanha 1 2

- 1 Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, santos.danirita@yahoo.com.br

## Resumo

A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE) no espaço escolar não significa apenas inserir tais alunos na escola regular. A inclusão pressupõe uma integração social entre diferentes grupos culturais, etnias e pessoas com as suas diferentes necessidades. Dessa forma, uma preocupação que se apresenta, em específico no ensino de Física, envolve, entre outras coisas, questionamentos sobre quais materiais e abordagens podem ser utilizadas nos ambientes de sala de aula, contribuindo para a integração dos alunos no processo de ensino e aprendizagem, promovendo, de fato, uma inclusão. Com base nesta preocupação, em nosso estudo buscamos verificar, entre os trabalhos publicados nos sites dos SNEFs entre os anos de 2005 e 2015, aqueles que de algum modo trazem ideias e sugestões de materiais e estratégias que possam promover a inclusão de alunos com NEE, em especial, os alunos surdos, os alunos com deficiência auditiva e os alunos com deficiência visual. A partir do levantamento efetuado, percebemos que há muitas ideias e propostas de materiais e práticas, entre os trabalhos do SNEF, que podem envolver os alunos surdos, com deficiência auditiva e deficiência visual, potencializando a interação destes com os demais alunos, colaborando com uma efetiva inclusão nas aulas de física.

Palavras-chave : ensino de física, educação especial e ensino inclusivo.

## Introdução

Nas últimas décadas, a educação em uma perspectiva inclusiva tem pautado muitas discussões, seja no âmbito acadêmico como no âmbito das políticas educacionais. O termo inclusão é frequentemente associado à participação de alunos com necessidades educacionais especiais no espaço escolar regular. Entretanto, trata-se de um termo mais amplo que versa sobre a democratização do ensino, buscando uma integração social entre diferentes grupos culturais, etnias e pessoas com as suas diferentes necessidades. Tais necessidades podem estar relacionadas a limitações dos sentidos, a limitações de aprendizagem, a potencialidades e altas habilidades, a valorização de aspectos culturais, etc. Tratase de uma perspectiva que visa a integração e a promoção do respeito à diferença.

Em consequência das muitas discussões sobre a inclusão, o cenário da Educação, em especial do Ensino Médio, vem sofrendo várias mudanças legais ao decorrer dos anos, o que está bem representado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (BRASIL, 1996). Tal lei consiste em um documento que, em consonância com a constituição federal, define a base da educação brasileira, constituindo-se

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

23 a 27 de janeiro de 2017

com a lei orgânica e geral da educação em nosso país, regulamentando o sistema educacional (público ou privado) do Brasil (da educação básica ao ensino superior).

Entre as diversas mudanças na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), e seguindo uma tendência de alterações que têm buscado tornar a educação mais acessível, temos aquelas que resultaram da lei nº 12.796, de 04/04/2013, as quais preveem a educação especial como uma modalidade da educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Além disso, prevê que os sistemas de ensino devem assegurar, entre outras coisas, currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos para atender às necessidades de tal alunado (BRASIL, 2013).

A partir das discussões e das mudanças na legislação, uma preocupação que se apresenta diz respeito sobre como os alunos inseridos na rede pública regular de ensino estão sendo assegurados sobre seu acesso, permanência na escola e quais condições propícias ao êxito dos mesmos estão sendo garantidas. No caso do ensino de Física, esta preocupação envolve, entre outras coisas, questionamentos sobre quais materiais e abordagens podem ser utilizadas nos ambientes de sala de aula, de modo a envolver e promover a interação, incluindo, de fato, os alunos com necessidades especiais nas atividades de ensino. Com base nesta preocupação, em nosso estudo buscamos verificar, entre os trabalhos publicados nos sites dos SNEFs entre os anos de 2005 e 2015, aqueles que de algum modo trazem ideias e sugestões de materiais e estratégias que possam promover a inclusão de alunos surdos, de alunos com deficiência auditiva e de alunos com deficiência visual.

## Inclusão escolar para além da simples presença em sala de aula: o papel dos materiais e das abordagens de ensino

Ao longo dos séculos, o tratamento dado às pessoas com necessidades especiais (NE), incluindo o atendimento educacional, foi se modificando passando por diferentes períodos. Conforme destaca Silva (2009) desde a antiguidade até o início do século XX, por mais que houvesse ações localizadas, houve um período de exclusão , em que as pessoas com NE eram rejeitadas ou ignoradas pela sociedade; no início do século XX começou a se intensificar um período de segregação institucional, em que as pessoas com NE eram afastadas da família, recebendo atendimento em instituições religiosas e/ou filantrópicas, as quais em parte se tornaram escolas especiais; próximo a meados do século XX se inicia um período de integração , em que a partir de uma visão de que se deveria permitir uma vida o mais 'normal' possível às pessoas com NE, alguns eram encaminhados para escolas regulares, após a aprovação em testes de inteligência. Conforme destaca a autora, este extenso processo culminou com o que hoje conhecemos como inclusão : para além de buscar desenvolver uma vida o mais 'normal' possível das pessoas com NE, o conceito de inclusão assume que as pessoas com NE devem ser incluídas no convívio em sociedade, interagindo com os demais, inclusive na escola regular, participando dos mesmos processos educacionais dos demais.

Nesta perspectiva, a inclusão escolar envolve a rejeição da exclusão presencial , em que o aluno com NE estará inserido no ambiente regular de ensino, e mais do que isso, envolve a rejeição da exclusão acadêmica , uma vez que deve

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

haver condições para que o aluno com NE aprenda e interaja com os demais alunos da turma (RODRIGUES, 2006).

De fato, por mais que na prática há uma pouca clareza de que a inclusão escolar envolve uma inclusão presencial e acadêmica, tal ideia aparece explicitamente na atual legislação, em especial na LDB. Na redação atual da LDB, em seu artigo 4º e inciso 3º, há garantia de um atendimento do aluno com NEE preferencialmente na escola regular. Além disso, os artigos 58 e 59 do capítulo V da LDB, garantem aos alunos da modalidade da educação especial, entre outras coisas, currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos para atender suas necessidades educacionais. A legislação ainda assegura aos alunos, o atendimento especializado de professores com formação específica, em nível médio ou superior, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns.

A política de inclusão escolar implementada em nosso país trouxe consigo um aumento na oferta de vagas na educação básica, as quais têm sido ocupadas por um número crescente de alunos com necessidades educacionais especiais. Segundo o Censo da Educação Básica de 2013 (INEP, 2013), considerando todos os níveis de ensino (Educação Infantil até o Ensino Médio e Ensino Técnico), em 2007 havia cerca de 348 mil alunos com NEE matriculados em classes especiais e escolas exclusivas (especiais), e cerca de 306 mil alunos com NE matriculados em escolas regulares. Já em 2013, ainda envolvendo os mesmos níveis de ensino, o número de alunos com NE matriculados em classes especiais e escolas exclusivas caiu para cerca de 194 mil, enquanto que o número de alunos com NE matriculados em escolas regulares subiu para cerca de 649 mil. Logicamente, com base no que expusemos até aqui, o número de alunos matriculados não corresponde necessariamente a um número de alunos de fato incluídos.

A educação em uma perspectiva inclusiva é aquela que está acessível a todos os alunos segundo as suas potencialidades e capacidades, deve envolver adequações as quais, entre outras coisas, envolvem estratégias pedagógicas e recursos adequados (SILVA, 2009). No caso do ensino e aprendizagem da Física, os materiais utilizados em sala de aula, dependendo das abordagens/estratégias de ensino desenvolvidas, podem não somente facilitar a percepção e tratamento dos aspectos inerentes ao conhecimento estudado, como podem servir de ferramentas integradoras promovendo a interação e compartilhamento de significados entre os membros do contexto de sala de aula, o que inclui academicamente os alunos com necessidades educacionais especiais e aqueles considerados 'normais'.

Contudo, reconhecemos que para muitos professores, planejar ou construir materiais que auxiliem os alunos com NEE não é uma tarefa simples, em grande parte por limitações de tempo para a necessária reflexão no processo de planejamento de um material. Do mesmo modo, entendemos que também por uma limitação de tempo e por requerer uma 'criatividade didática', o desenvolvimento de estratégias de ensino inclusivas não se apresenta como uma tarefa fácil para muitos professores. Diante deste cenário, o presente estudo buscou identificar e categorizar alguns materiais, e estratégias envolvidas no uso destes materiais, propostos e apresentados nos Simpósios Nacionais de Ensino de Física dos últimos 10 anos direcionados a contextos inclusivos ou não, que possuam alunos com deficiência auditiva, deficiência visual ou surdez. O trabalho que aqui apresentamos constituise, assim, com um estudo de caráter bibliográfico com um olhar sobre um evento

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

que tem abarcado, além de resultados e dados de pesquisa, relatos de experiência e apresentação de materiais potenciais no ensino de física inclusivo.

## Desenvolvimento da pesquisa

Enquanto realizávamos um estudo de caráter bibliográfico voltamos o nosso olhar para os trabalhos publicados entre os anos de 2005 e 2015 nos SNEFs, buscando identificar a produção acadêmica relacionada com materiais e práticas potencialmente inclusivos para alunos com deficiência auditiva, deficiência visual e surdez.

- O levantamento foi feito nas atas virtuais dos eventos, quando disponíveis, e na seção dos sites dos eventos com os textos dos trabalhos, quando as atas virtuais não estavam disponíveis. Quando disponível as atas virtuais, era utilizado o mecanismo de busca tendo como base os seguintes termos: deficiência auditiva ; deficiência visual ; deficiente auditivo ; deficiente visual ; cego ; surdo . Ainda que muitos destes termos sejam considerados ultrapassados, parte deles ainda eram utilizados no período abrangido em nosso levantamento.

Uma vez encontrados os trabalhos, a partir do resumo foi verificado se havia no trabalho a proposta e/ou relato de uso de materiais e o desenvolvimento de estratégias de ensino, voltados para os alunos com necessidades especiais específicas tratadas em nosso estudo. Por fim, categorizamos os dados identificados segundo a necessidade educacional especial e segundo o tópico de física tratado. No tópico a seguir, apresentamos os trabalhos encontrados, de forma quantitativa após termos catalogado uma quantidade muito grande de artigos.

## Resultados obtidos

Após a realização da busca dos trabalhos e categorização dos mesmos, foram encontrados 40 trabalhos publicados que, de alguma forma, trazem ideias e sugestões de materiais e/ou estratégias potencialmente inclusivos para alunos com deficiência auditiva, deficiência visual ou surdez nas aulas de física. Os trabalhos analisados foram catalogados por área da física, sendo: Eletromagnetismo, Ondulatória e Óptica, Astronomia e Física Moderna, Mecânica, Termologia e Outros.

A categoria 'Outros' foi criada para representar os trabalhos que, apesar de não serem restritos a uma área específica da Física, trazem colaborações gerais para o ensino de Física. A Figura 1, a seguir, apresenta o gráfico com os percentuais de materiais por área da Física que compreende os anos de 2005 -2015 do SNEF:

Figura 1 - Resumo de materiais/ estratégias por área da física (2005-2015).

<!-- image -->

A Figura 2, a seguir, apresenta um gráfico com as quantidades de trabalhos em cada um dos SNEFs verificados, por área da física. A partir do gráfico, podemos

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

perceber o crescente aumento de publicações nesse âmbito de pesquisa, e um grande pico ocorrendo no SNEF de 2013, que contou com um total de 11 trabalhos sobre a temática de materiais e estratégias de ensino envolvendo alunos com deficiência auditiva, deficiência visual ou surdez no ensino inclusivo de física:

Figura 2 Número de publicações por área da física a cada ano de SNEF (2005-2015).

<!-- image -->

Os trabalhos encontrados, identificados pelo título, ano do SNEF e autores, acompanhados de uma descrição, são apresentados no Quadro 1, a seguir:

Quadro 1 - Resumo das estratégias/métodos e conceitos por área da física.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Tais dados foram resumidos, por área da Física, no Quadro 2, a seguir: Quadro 2 - Resumo das estratégias/métodos e conceitos por área da física.

Conforme é possível observar, nas últimas edições do SNEF têm sido publicados diversos trabalhos que trazem discussões e propostas de materiais e abordagens de ensino voltadas para os alunos surdos, com deficiência auditiva ou com deficiência visual.

Neste sentido, entendemos que uma maior divulgação destes trabalhos, de modo a alcançar os professores de física, se apresenta como uma possibilidade

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

para que estes possam refletir, implementar ações e utilizar materiais que facilitem o processo de ensino e aprendizagem dos alunos com NEE, promovendo uma real inclusão na aula de Física.

## Considerações finais

No Brasil, a discussão sobre temas referentes à inclusão tem estado pouco presente nos cursos de licenciatura, ficando reservado apenas para a educação especial. Isto tem contribuído para que muitos professores não tenham um conhecimento sobre o processo de inclusão e sobre como lidar com alunos com necessidade educacionais especiais, sobre quais recursos utilizar e que abordagens executar.

Neste trabalho, buscamos verificar, entre os trabalhos publicados nos sites dos SNEFs, entre os anos de 2005 e 2015, aqueles que de algum modo trazem ideias e sugestões de materiais e estratégias que possam promover a inclusão de alunos com NEE nas aulas de física, em especial, dos alunos surdos, dos alunos com deficiência auditiva e dos alunos com deficiência visual.

A partir do levantamento efetuado, percebemos que há uma quantidade razoável de ideias e propostas de materiais e práticas que podem envolver os alunos surdos, com deficiência auditiva e deficiência visual, potencializando a interação destes com os demais alunos, colaborando com uma efetiva inclusão nas aulas de física.

## Referências

BRASIL. Decreto-lei n° 12.796, de 4 de abril de 2013. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para dispor sobre a formação dos profissionais da educação e dar outras providências. Diário Oficial da União . Brasília, 5 de Abril de 2013. Disponível em: &lt;http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/\_Ato2011-2014/2013/Lei/L12796.htm#art1&gt;. Acesso em: fevereiro de 2016.

BRASIL. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. 1996. Disponível em: &lt;http://www.planalto.gov.br/ccivil\_03/leis/L9394.htm&gt;. Acesso em: fevereiro de 2016.

INEP. Censo Escolar da Educação Básica 2013: resumo técnico. Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira. - Brasília : O Instituto, 2014. Disponível em: &lt;http://download.inep.gov.br/educacao\_basica/censo\_escolar/resumos\_tecnicos/res umo\_tecnico\_censo\_educacao\_basica\_2013.pdf&gt;. Acesso em: fevereiro de 2016.

RODRIGUES, D. Dez idéias (mal)feitas sobre a educação inclusiva. In: RODRIGUES, D. (Org.). Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus Editorial, 2006. p. 299-318.

SILVA, M. O. E. Da Exclusão à Inclusão: Concepções e Práticas. Revista Lusófona de Educação . 2009, v.13, p. 135-153.

\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_\_

Texto extraído automaticamente do PDF: podem existir erros de conversão, especialmente em fórmulas, tabelas e figuras.